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Colaboração e Direitos Autorais
Olá amiga(o) ,
Fui professora dos projetos "Estímulo À Leitura",
"Tempo Integral" e a favor da leitura lúdica,
afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog, não se
esqueça de citar o "Linguagem" como fonte.
Você, blogueira sabe tanto quanto eu, que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
receber um elogio...
Venha conferir,
seja bem-vinda(o)
e que Deus nos abençoe.
Krika.
30/06/2009

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Comemoração

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JUNHO 2019
17 ANOS DE LITERATURA INFANTIL
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domingo, abril 19, 2026

A galinha ruivinha> O caso do bolo de milho que virou farelo>Caso investigativo> A coragem de ser piruá> 19/04/2026

 
João Filho

Galinha Ruivinha - Uma Fábula Universal em Versos e Ilustrações Exclusivas A Galinha Ruivinha é uma fábula clássica que atravessou gerações e encantou crianças em todo o mundo. 
Nesta edição inédita das Edições Oratório, o conto ganha nova vida: recontado em versos rimados pelo poeta João Filho, ricamente ilustrado e apresentado em quase 50 páginas que unem beleza textual e visual. 
Um verdadeiro tesouro literário para resgatar a boa nostalgia da infância e transmitir valores seguros e duradouros.
Muito mais sobre a obra: AQUI


Milton Célio/João Doce


Está tudo pronto para o aniversário da Galinha Clara, a casa está toda arrumada e ela fez um delicioso bolo de milho. Mas, esperem aí, o bolo sumiu! E agora? Só resta uma alternativa, chamar o melhor detetive da região: o Ganso Apolo. Com seu ajudante, o Pato Patson, ele vai desvendar este grande mistério: O caso do bolo de milho que virou farelo.

"O Caso do Bolo de Milho que Virou Farelo" é um livro infantil de Milton Célio, focado em uma narrativa investigativa. A história acompanha a Galinha Clara, que faz um bolo de milho para seu aniversário, mas o bolo some, levando à investigação do Ganso Apolo e seu ajudante Pato Patson
Detalhes Principais:
  • Enredo: A história gira em torno do mistério do bolo de milho desaparecido da Galinha Clara.
  • Detetives:
     O Ganso Apolo e o Pato Patson tentam resolver o caso.
  • Gênero: Literatura infantil (conto) com poucos personagens e cenário focado.
  • Uso Pedagógico: O livro é utilizado em escolas para desenvolver a coordenação motora, noção de quantidade e raciocínio lógico em crianças, às vezes acompanhado de atividades práticas como culinária.
  • Tema: Aborda a investigação e o trabalho em equipe para resolver o "crime" culinário
A trama funciona como um conto de mistério para crianças:
  • O Mistério: A Galinha Clara prepara um delicioso bolo de milho para sua festa de aniversário. No entanto, quando ela vai buscá-lo, o bolo simplesmente desapareceu, restando apenas farelos.
  • A Investigação: Clara decide chamar o melhor detetive da região, o Ganso Apolo, que conta com a ajuda de seu assistente, o Pato Patson.
  • Os Suspeitos: O detetive interroga todos que sabiam do bolo, incluindo a Girafa Rafa, o Porco Lino e o Rato Arruda
Essa história é muito popular em escolas e berçários. Frequentemente, professores utilizam o livro para criar atividades sensoriais, onde as crianças exploram a textura do milho e do fubá (o "farelo") e terminam a aula preparando uma receita real de bolo de milho

Investigação: Milho/ Fubá: AQUI , AQUI
Cordel: A festa junina da galinha ruiva: AQUI

Ana Paula Fransoni


Você sabe como o milho se transforma em pipoca? Nem ele! Piruá, um grão de milho para lá de especial, vai tentar de tudo para empipocar, até alguns métodos não muito recomendados. Mas será que é realmente a melhor escolha?! Nessa trajetória, ele vai descobrir que nem sempre há só um caminho a se seguir. Venha descobrir essa emocionante aventura e o que acontece
com o nosso Piruá durante essa divertidíssima saga para realizar seu grande sonho.

Leitura guiada/Contação animada/Libras: AQUI, AQUI
Clip musical: Empipocar: AQUI
Jogral: Milho, espantalho e São João: AQUI
Pipoca: AQUI
Galinha:AQUI
Fábulas: AQUI
Milho: AQUI
A galinha ruiva acrilex: AQUI
A galinha ruiva empreendedora: AQUI
Postagens diferentes: A galinha ruiva: AQUI, AQUI, AQUI, AQUI, AQUI
A galinha Biló e o galo Cocó: AQUI
A galinha da vizinha chegou ao fim da linha: AQUI
A galinha do vizinho bota ovo xadrezinho: AQUI
Cadê o fubá?: AQUI
Formigável: AQUI
A galinha xadrez: AQUI
A galinha dos ovos de ouro: AQUI



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quarta-feira, agosto 20, 2025

A ajuda do negrinho do pastoreio>A lenda dos objetos perdidos> Cultura popular>Protagonismo negro> 20/08/2025

 
Regina Drummond/Taciana Ottowitz

O folclore brasileiro é muito rico, pois vem da mistura de vários povos, em especial os indígenas, africanos e europeus. Nesta obra, a autora Regina Drummond criou uma história pouco convencional para o Negrinho do Pastoreio, um dos seres fantásticos da cultura brasileira.
Pedrinho não sabia onde tinha colocado o caderno de Matemática. O pior é que ele tinha lição para fazer! De repente, ele se lembrou que lera num livro que, quando alguém perde alguma coisa, é só chamar o Negrinho do Pastoreio que ele ajuda a encontrar o objeto. O garoto não teve dúvidas: chamou o Negrinho em seu socorro. Será que o Negrinho vai aparecer? Quem terá escondido o caderno: o irmão mais novo ou alguma outra pessoa?
Com um desfecho surpreendente, ao final da história o leitor ainda vai conhecer algumas curiosidades sobre o Negrinho do Pastoreio. A diversão está garantida!

Ouvindo várias versões

Veja essa historinha desta lenda do folclore brasileiro, o Negrinho do Pastoreio, que vive lá nos pampas gaúchos e está sempre pronto para procurar aquilo que alguém tenha perdido.
Um novo dia chegou em uma grande fazenda nos pampas gaúchos O fazendeiro já se levantou e distribui as tarefas para os seus funcionários Há aqueles que alimentam as vacas. E os que cuidam da plantação... Lá vive também um menino que adora animais. É o Negrinho do Pastoreio! Logo pela manhã, ele vai até a cocheira para ver o seu cavalo baio. Ele então coloca a rédea, e leva seu cavalo preferido. Hoje é dia de passear pela floresta! O Negrinho do Pastoreio e seu cavalo, se despedem dos peões da fazenda... Dos outros animais.... E também do fazendeiro, que está escovando os dentes. Chegou a hora do passeio começar! O Negrinho cavalga em seu cavalo na beira do rio. E pela floresta adentro. Eles encaram qualquer desafio! Os animais o acompanham durante todo o passeio E se despedem dele, que parte rumo a cachoeira Ele gosta de se refrescar no rio. E também de beber um copo d´água, ao lado de seu cavalo. Eles então vão encontro dos amigos da Turma do Folclore, e combinam um picnic para o fim de tarde. Mas antes, o Negrinho do Pastoreio tem algumas missões para realizar! Ele é chamado sempre que alguém perde alguma coisa. Como o casal de passarinhos, que perdeu seu filhotinho. Ou a ovelha, que perdeu sua ovelhinha. E como o macaco, que perdeu sua banana. Os animais então pedem a ajuda do Negrinho do Pastoreio, que sai procurando pela floresta. E acompanhado de seu cavalo, devolve os filhotinhos e a banana perdida. Ele então volta rapidamente a fazenda para trazer de volta o chapéu que o fazendeiro perdeu. Este menino é um verdadeiro herói! Quando o fim de tarde chega, o Negrinho alimenta seu cavalo. E juntos, vão se encontrar com os amigos da Turma do Folclore, debaixo da grande mangueira. Lá, eles ensaiam dancinhas.... E preparam um grande picnic, para encerrar um delicioso dia! Quando a noite cai, o Negrinho está de volta a fazenda, e recebe a Matinta Perera com uma xícara de café, sua bebida favorita. Ele se despede dela, e leva o cavalo baio para a sua cocheira para alimentá-lo, antes de dormirem juntos. Que grande amigo! Ao fim da noite, um novo dia nasce na floresta, e na casa da Matinta Perera, o Negrinho do Pastoreio chega com seu cavalo para tomar um delicioso café da manhã reforçado preparado pela bruxinha.
Pois o dia será cheio de grandes missões para este herói da floresta! AQUI

Ele encontra rapidinho: AQUI
História original: AQUI, AQUI, AQUI
História rimada: AQUI
Literatura de cordel: AQUI, AQUI
Cantando: AQUI /  Onde o baio está? AQUI
O negrinho do pastoreio no Linguagem: AQUI




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sábado, junho 21, 2025

Quem foi a festa do peixe boi?>PNLD literário>Solução do peixe-boi>Literatura de cordel>Conto cumulativo>21/06/2025

 
Rosangela Lima/Ana Maria Moura

É aniversário do peixe-boi e todo o mar foi convidado para a festa. Os convidados chegam em bandos, com exceção do peixe-borboleta, que foi sozinho ao aniversário. 
Em meio a versos cheios de rimas, os convidados lotam a festa, regada de alegria e muito bolo de capim. Quando todos estão presentes, notam que falta o principal. 
Sim, o aniversariante, o peixe-boi! 
Como gosta de bolo de capim, tratou logo de garantir a sua parte, por isso sumiu. 
Ao voltar, já foi pedindo parabéns e convidou ate? mesmo quem achava que iria ficar de fora!.
Manual do professor: AQUI
Livro digital: AQUI
Peixe-boi do rio e do mar: AQUI
História em quadrinhos: AQUI
A lenda do peixe-boi: AQUI
Cantando/Peixe-boi: AQUI, AQUI
Quintal da cultura: AQUI
Brasileirinhos: Músicas para os bichos do Brasil: AQUI

Uma aventura de cordel
Conto cumulativo

Mari Bigio/Joana Lira

Eita que o peixe-boi desandou a soluçar. Ai que agonia. E agora? Chamem toda a floresta para acudir. Quem será que vai trazer a solução para o soluço do bicho?

Em versos encantadores e ilustrações vibrantes, "Solução do Peixe-Boi" nos convida a uma jornada pela floresta brasileira, onde um simpático peixe-boi enfrenta um soluço persistente. Com a ajuda de seus amigos, ele embarca em uma busca incessante por um remédio que traga paz ao seu corpo.
A autora Mari Bigio, com maestria, tece uma narrativa leve e divertida, enriquecida por rimas que cativam e divertem leitores de todas as idades.
As ilustrações de Joana Lira, por sua vez, dão vida à história com cores vibrantes e traços expressivos, transportando-nos para o coração da floresta.
Ao longo da aventura, acompanhamos o peixe-boi experimentando diversas soluções, desde prender a respiração até dar tapinhas na nuca.
Cada tentativa, porém, se mostra ineficaz, aumentando o desespero do nosso protagonista.
Mas a esperança não se apaga: seus amigos permanecem ao seu lado, incansáveis em encontrar a cura.
É nesse momento que o pequeno rato surge com uma solução inusitada: um susto!
Será que essa tática inusitada finalmente trará o alívio tão desejado?
A resposta fica por conta da leitura, que nos reserva um final surpreendente e cheio de ensinamentos valiosos.
"Solução do Peixe-Boi" vai além de uma simples história infantil.
A obra nos ensina a importância da amizade, da perseverança e da criatividade para superarmos os desafios da vida.
Através do humor e da leveza, a autora nos convida a refletir sobre a importância de nunca desistirmos dos nossos sonhos, mesmo quando as soluções parecem estar fora do nosso alcance.
Confiram o vídeo que a Taís preparou, ela vai te levar para dentro da história e te mostrar os detalhes encantadores dessa narrativa. AQUI

Prender a respiração, tomar água, comer farinha, colocar algodão na testa e até dar três tapinhas na nuca. Cada dica que recebe o mamífero aquático coloca em prática, mas o soluço não cessa. 
Até que o pequeno rato tem uma simples ideia: como em muitos ditos populares, ele resolve dar um susto no amigo. Será que isso ajuda? AQUI  AQUI

Leitura acumulativa: AQUI
Literatura de cordel: AQUI
Aniversários: AQUI
Xilogravuras: AQUI
O soluço do sol: AQUI




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sexta-feira, agosto 30, 2024

Uma árvore>Contando e encantando>Cordel da árvore>Estímulos literários> 30/08/2024


Rodrigo Mattioli

Alina decidiu plantar uma árvore e tudo começou a mudar. Às vezes uma pequena decisão é suficiente para transformar tudo que nos rodeia.
E que grande decisão: Uma sementinha interagindo com a natureza, revelando muita vida!

Ouvindo: AQUI, AQUI
Ouvindo detalhes da obra: AQUI  e vendo: AQUI
Estudo das árvores
A observação e o estudo de árvores na educação infantil oferecem uma oportunidade única para promover a conexão das crianças com a natureza, estimular sua curiosidade e desenvolver habilidades cognitivas e sociais: AQUI
Cordel da árvore: O Dia da Árvore é comemorado no Brasil em 21 de setembro e tem como objetivo principal a conscientização a respeito da preservação desse bem tão valioso para todo o nosso planeta. A data comemorativa foi escolhida em razão do início da primavera no hemisfério sul, que é dia 23 de setembro. Para isso nossos professores Rafael Bonfim e Laís Machado prepararam um cordel para homenagear esse dia especial. AQUI
Poesia: Herbário: AQUI, AQUI, AQUI

O que é literatura de cordel: AQUI, AQUI

Você sabe o que é uma isogravura? Sabe fazer uma isogravura? Não? Então aprenda aqui com a Malu. AQUI

Dia da árvore: Texto e interpretação: AQUI
Atividade de sopro:
O movimento de sopro ajuda no desenvolvimento da linguagem, pois exercita os músculos que intervém na fala, especialmente os da bochecha. O sopro também melhora a pronúncia e ajuda a consolidar os fonemas.

Uma das primeiras atuações mundiais sobre o meio ambiente foi a criação do dia da árvore no 21 de setembro em 1872 nos Estados Unidos. A partir desse dia foi instituído o dia mundial da Árvore, com intuito de preservar o meio ambiente e também motivar o plantio de árvores. AQUI


A primavera das flores: AQUI
Árvore: AQUI
Sementes: AQUI
Germinação: AQUI
Cordel: AQUI
Literatura de cordel: AQUI
Primavera: AQUI
Xilogravura: AQUI
A viagem da sementinha: Era uma vez uma semente: AQUI
A pequena semente e Psiu, da semente a árvore: AQUI




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terça-feira, março 07, 2023

Dandara guerreira em cordel>Dandara dos Palmares>Homenagem a mulher>07/03/2023

 

Madu Costa
Dandara foi e continua sendo uma referência importante para nos fortalecer. Ela plantava, cuidava dos filhos, lutava por seus direitos. Liderava o Quilombo dos Palmares junto com Zumbi. Sua força e sua energia atravessam o tempo e contam histórias de resistência. Dandara Guerreira é como uma enorme árvore que acolhe, alimenta e suporta a chuva e o vento. Viva Dandara! Viva sua força!

Você sabe quem foi Dandara?
Há não muito tempo atrás, Dandara dos Palmares lutava pelo fim da escravidão e por uma melhor condição de vida para os negros escravos e quilombolas, mantendo sua resistência em Palmares. Liderava com Zumbi. Dandara participava das atividades de colheita, caça, manutenção doméstica, dominava a capoeira, pegava em armas e ficava à frente nos batalhões de negras que defendiam aquela enorme comunidade na Serra da Barriga. Lutou ao lado de homens e mulheres por diversas vezes. Continua: AQUI

Ouvindo: AQUI
Ouvindo Dandara dos Palmares: AQUI, AQUI, AQUI
Dandara princesa dos Palmares: AQUI
Dandara a princesa perdida no Linguagem: AQUI
Atividade: 
Apesar de ainda fazer parte da cultura sertaneja, com o avanço das tecnologias e do mercado editorial, os cordéis ganharam espaço em outras mídias e suportes. Os da escritora Jarid Arraes são um belo exemplo, pois não necessariamente seus escritos passam pelo formato original do cordel (folheto e xilogravura), mas sim são prontamente publicados em livros - sejam eles independentes, seja por meio de editoras mais tradicionais. Nesta etapa você e sua turma lerão o cordel “Dandara dos Palmares”, de Jarid Arraes.


TUDO NELA  É DE SE AMAR
Proposta de identidade de meninas negras/caderno de atividades
Página 62: Dandara
Página 77: Marielle Franco
Para trabalhar o dia da mulher: Sugestões: AQUI
Mais mulher no Linguagem: AQUI



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sexta-feira, março 13, 2020

COLETÂNEA ESPECIAL CORDEL>13/03/2020


COLETÂNEA ESPECIAL/CORDEL
Literatura de cordel para crianças
Da Cultura nordestina, o Cordel é marcado pelas rimas e tem um jeito de único de contar histórias. Ler, ouvir, escrever e declamar cordéis com as crianças é uma maneira de trabalhar o desenvolvimento da linguagem, através da relação entre escrita e oralidade.
Cordel de folclore, de contos de fadas, de fábulas, de História do Brasil, são textos cheios de Cultura. Com origem nos trovadores medievais, a tradição cordelista veio de Portugal, mas a forma que conhecemos hoje é característica do nordeste brasileiro. Veja aqui alguns exemplos do gênero textual e seu ritmo.
A ABLC (Academia Brasileira da Literatura de Cordel), oferece em seu site cordéis digitalizados, tem uma Loja virtual de produtos físicos, vídeos e muito conteúdo sobre essa arte brasileira.


Projetos
O meio ambiente e os cordéis
AQUI
Os encantos da literatura de cordel
O lobo e o cordeiro
Xilografia
AQUI
AQUI

Aulas
O que é cordel?
AQUI
AQUI
AQUI
Texto e imagem
AQUI
Cordel como fonte histórica
AQUI

Literatura de cordel na alfabetização
AQUI
Interpretação e leitura
AQUI
AQUI
5ºano
AQUI
Varais de cordel para imprimir
AQUI
Rimas de cordel/Interpretação/Imprimir
AQUI

Sequências didáticas
AQUI
Escrevendo  literatura de cordel
AQUI
Do conto ao cordel do verbo/A bela e a Fera
AQUI

Um passeio em cordel pelos contos de fadas
Contos de fadas em cordel
Rimas saborosas
O corvo e o pavão
O sapo dentro do saco

Patativa do Assaré

Livros infantis
O pequeno príncipe
AQUI
Romeu e Julieta
AQUI
Dona baratinha e seu casório
AQUI
Sopa de pedra
AQUI
Roupa nova do rei
AQUI
João e o pé de feijão
AQUI
O patinho feio
AQUI
O jacaré Bilé
Um cordel para muitos chapéus
AQUI
Eu tropeço e não desisto
AQUI
Cores em cordel
AQUI
Um índio chamado esperança
AQUI
Cordel na terra e no céu
AQUI
Aquecimento global não dá rima com legal

Muito mais literatura de cordel no Linguagem e Afins


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domingo, agosto 25, 2019

O saci de duas pernas>Bullying>Respeito as diferenças>A outra perna do saci>Cadarços desamarrados>25/08/2019


Resultado de imagem para o saci de duas pernas
Djair Galvão

O livro O Saci de Duas Pernas usa figuras conhecidas dos mitos e lendas para refletir sobre a necessidade do respeito sem limites às diferenças. 
O personagem central da fábula nasce com "necessidades especiais" e sofre muito até ser aceito no mundo em que vive. 
A história é cheia de criaturas que são "normais" exatamente porque são "diferentes". 
Compreender isso é essencial para aceitarmos os que não são iguais a nós na forma, no conteúdo e no jeito de ser.


Quem já leu O Saci de Duas Pernas e tem familiaridade com alguns termos mais específicos da área educacional percebeu facilmente que o texto brinca com coisas sérias. 
Alguns desses assuntos - antes tidos como "brincadeiras infantis" ou simplesmente como maneiras de tratamento entre amigos - passaram a ser estudados em sua profundidade e ganharam contornos que assustariam os desavisados de outrora. 
Ainda que de modo indireto, um desses temas está na fábula. 
Trata-se do Bullying, termo em inglês que não tem ainda uma tradução para o português, mas que, livremente, poderia ser traduzido como "intimidação".
 O comportamento agressivo e as intimidações entre estudantes recebe esse nome, de acordo com especialistas da área. 
No livro, o saci Cássio é vítima de bullying ao ser tido como um problema na escola onde estuda com outros sacis que só tem uma perna. 
Um dos colegas diz que ele "só ganha corrida dos outros porque tem duas pernas". 
Sem contar outras situações em que não consegue se concentrar e é motivo de paralisação das atividades por sua condição de "saci de duas pernas".   AQUI

Os sonhos do Saci Pererê
Cordel
Marco Haurelio
Quem nunca ouviu falar do Saci-Pererê? 
Essa figurinha inusitada e divertida faz parte do folclore brasileiro e muito já se falou sobre ele. Em forma de cordel, o livro conta como foi que surgiu o Saci, além de relatar as suas peripécias e estripulias, revelando por que a sua fama se espalhou até os nossos dias.
Projeto

CADARÇOS DESAMARRADOS
Tudo na menina Mariana é leveza. É assim porque ela quer e sua vontade é poderosa. 
Ela viaja no próprio nome e nas nuvens. Afrouxa o nó dos cadarços para os pés ficarem livres.
 Como se o pensamento estivesse atado a eles. E será que não está? A mãe e a professora insistem para que ela aperte os nós dos sapatos. 
“Você vai tropeçar e cair”, falam, advertindo a menina. A contragosto, ela até cede, mas o pensamento... este Mariana mantém livre e solto. A história: AQUI

Sobre as duas obras e atividades
Justificativa da escolha deste par de livros para um programa
· Nesse caso, dos dois títulos a ênfase está no percurso com a ideia de corda. De um lado, a linguagem do cordel e do, outro o detalhe do cadarço. O primeiro livro traz uma narrativa que reúne elementos populares (a lenda, a religiosidade e o personagem popular). O segundo apresenta a fruição da personagem de se deixar levar por uma observação.

· Em ambos os textos as personagens são delicadamente persistentes para sugerir a superação do ordinário e a falta de imaginação.

· A corda serve pra dependurar algo, pra amarrar tudo.


Angelo Machado

Um saci deseja se tornar um jogador de futebol tão bom e famoso como Ronaldinho. 
Para isso, conta com a ajuda de um menino e resolve organizar o campeonato da floresta, entre o time dos mitos e dos bichos. 
Em meio a jogadas espetaculares, dúvidas e anseios, ele acaba descobrindo a sua verdadeira vocação e a importância da união e da amizade na preservação do folclore nacional.

Saci - Folclore - Ficha Técnica - Fundamental - Atividade




Monteiro Lobato
Fafá conta
A contagem dos sacis
AQUI
Música o saci

Resultado de imagem para dia do saci




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terça-feira, agosto 06, 2019

Lendas do velho Chico>Lendas>Assombração>Cordel do velho Chico>06/08/2019



Autora: Cláudia Lins
Ilustradora: Denise Rochael


Às margens do Rio São Francisco, existe um lugar mágico chamado Ilha do Ferro. É lá que a meninada se reúne todo fim de tarde para ouvir os causos de Rosinha, a mais sábia rendeira do sertão nordestino. As lendas que Rosinha conta são de arrepiar e falam de seres encantados. Histórias que o Velho Chico – índio, caboclo, mestiço – soube tão bem guardar.
Temas abordados: amor, aventura, fantasia, folclore, contos de assombração.
O rio que dorme

Dizem que o Velho Chico, o famoso rio São Francisco, adormece todos os dias à meia-noite. E veja só: é nessa hora que as almas das pessoas que se afogaram em suas águas
viajam para o céu.

É também depois das 12 badaladas noturnas do relógio que a Mãe d’Água, outra habitante das profundezas do Velho Chico, vem à tona para enxugar seus longos cabelos. Sentada na pedra, ela observa em silêncio o sono do rio. Por alguns minutos, os peixes ficam paralisados; as águas, estagnadas; as cobras não dão bote, nem soltam veneno; o tempo parece não existir.

Ah, e é nesses instantes de calmaria que os pescadores, espertamente, aproveitam para encher suas redes sem muita dificuldade. Mas o encanto dura pouco. Num lampejo, o rio desperta e pode até ficar furioso! Para testar se o Velho Chico está dormindo ou acordado, é preciso jogar um pedacinho de madeira na água à meia-noite. Se o graveto ficar parado, é melhor esperar o rio acordar para puxar a rede, porque pescador que não respeita o sono do rio pode afundar o barco e nunca mais voltar.Melhor deixar o rio dormir em paz.

*O rio que dorme é uma das muitas lendas contadas pela população ribeirinha do São Francisco. Esta versão foi livremente adaptada pela CHC.  Fonte
A Lenda do Sono do Rio São Francisco conta que, à meia-noite, o Velho Chico adormece por breves dois ou três minutos. Durante esse período, as águas silenciam, cachoeiras param de cair, os peixes aquietam-se no fundo e as cobras perdem o veneno. É o momento em que as almas dos afogados sobem para as estrelas e a Mãe D'água emerge para pentear os cabelos. 
O Misticismo do "Velho Chico"
Os canoeiros e pescadores do Médio São Francisco acreditam que esse momento de calmaria exige extremo respeito. Segundo a tradição oral, o rio não deve ser perturbado enquanto dorme, sob o risco de se enfurecer e provocar tragédias, como virar embarcações e causar inundações
Para testar se o rio está acordado ou dormindo, os barqueiros jogam um pequeno pedaço de madeira ou graveto na água antes de navegar ou buscar água. Se o graveto continuar parado, significa que o rio ainda está adormecido. É uma lenda fascinante que reflete a profunda conexão e o temor que os ribeirinhos têm pelas águas. Fonte Google

Rio São Francisco

Poesia
Saudação ao velho Chico
Lendas do velho Chico: AQUI




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