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Colaboração e Direitos

Colaboração e Direitos Autorais
Olá amiga(o) ,
Fui professora dos projetos "Estímulo À Leitura",
"Tempo Integral" e a favor da leitura lúdica,
afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog, não se
esqueça de citar o "Linguagem" como fonte.
Você, blogueira sabe tanto quanto eu, que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
receber um elogio...
Venha conferir,
seja bem-vinda(o)
e que Deus nos abençoe.
Krika.
30/06/2009

Linguagem social...

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Comemoração

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JUNHO 2019
17 ANOS DE LITERATURA INFANTIL
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sexta-feira, março 27, 2026

A casa do coelho> Coelhinho tem que ajudar>PNLD Literário>27/03/2026

 
Lúcia Reis
Um dia, o coelho resolveu sair pelo mundo procurando uma coisa. Procurou tão bem que achou duas e ainda conseguiu um emprego maneiro. No fim das contas, a vida é assim mesmo. 
Quem procura acha!
Ouvindo: AQUI, AQUI
Livro: AQUI

John Bond

Coelhinho é curioso, teimoso e se distrai com facilidade, mas está determinado a postar a carta de sua mãe para Vovó Coelha. 
Ele precisa arrumar suas coisas, pegar o ônibus ― que sempre atrasa, então talvez seja melhor ir a pé ― e, depois de uma longa caminhada, repor suas energias com pedaço de bolo. 
Quando suja a carta sem querer, Coelhinho vai limpá-la no rio, mas a correnteza a leva para longe! 
E agora, será que ele vai conseguir entregar a carta MUITO importante a tempo?
Uma aventura hilariante do caprichoso e animado Coelhinho, contada de forma engenhosa e lindamente ilustrada pelo autor e ilustrador John Bond.

Manual do professor: AQUI
Material digital: AQUI
Páscoa: AQUI
Coelho: AQUI
Cenoura: AQUI
Casa: AQUI
Moradia: AQUI




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sábado, janeiro 17, 2026

João e Maria>Recontando clássicos> Tijolo por tijolo>Direito humano a moradia> 17/01/2026

 
Telma Guimarães/Victor Tavares
Os irmãos João e Maria são abandonados pelo pai e pela madrasta em uma floresta cheia de perigos. Lá encontram uma linda e convidativa casa, coberta de gostosuras! Quem resistiria? A apetitosa casa, porém, é uma armadilha da horrível bruxa que adora devorar crianças... Como esses dois pequenos heróis irão sobreviver à fome da bruxa?
Suplemento do professor: AQUI
Contando: AQUI
Atividade: Interpretando e reciclando: João e Maria são irmãos e diante de uma dificuldade familiar foram abandonados em uma floresta. João era muito cuidadoso com sua irmã, mas mesmo assim acabaram caindo em uma armadilha...
Veja o clássico dos irmãos Grimm recontado por Telma Guimarães    AQUI
História na lata: AQUI
Mais João e Maria no Linguagem: AQUI

Direito humano a moradia
Amor ao próximo
Campanha da Fraternidade 2026
"Solidariedade é manifestar o sentimento de empatia com o intuito de confortar ou ajudar alguém, ou contribuir para o bem de todos. É também uma forma de se relacionar com os outros, pensando no bem-estar coletivo."

Telma Guimarães

Os irmãos João e Sofia ficam sensibilizados ao conhecer Aparecida, uma mulher que se viu sem casa com sua bebê depois de perder o emprego que lhes garantia um quartinho. 
Com o apoio da escola, dos amigos e dos familiares, eles buscam meios de ajudar essa pequena família a construir um lar. 
No processo, descobrem que moradia é muito mais que um teto: é um direito humano. 

Degustação: AQUI

O livro das casas: AQUI

Moradia: AQUI
Casa: AQUI
Solidariedade: AQUI
Políticas públicas: AQUI
Superação: AQUI
Pertencimento: AQUI
Afeto: AQUI
Literatura afetiva/Acolhimento: AQUI
Campanha Fraternidade 2026: AQUI
Reciclagem: AQUI
Telma Guimarães: AQUI


A cigarra e a formiga/Rap: AQUI





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segunda-feira, janeiro 05, 2026

O livro das casas>Campanha da Fraternidade 2026>Moradia>Pertencimento>Solidariedade>05/01/2026


Ricardo Azevedo
Você sabe qual é a casa da pulga? E a casa da imaginação? E a da bagunça? Afinal onde ela mora? Neste livro, Ricardo Azevedo nos propõe inventar imagens que dialoguem com textos escritos a partir da definição de uma casa. As belas imagens criadas pelo autor não pretendem ser uma leitura única, pois é possível criar muitas outras imagens igualmente válidas e interessantes a partir dos textos do livro. Para o leitor, participar desse diálogo e até imaginar outras possibilidades pode ser uma experiência rica, lúdica e divertida.

Como o título se alinha aos propósitos da Campanha da Fraternidade 2026?
Essa é uma obra que, assim como o Tema e Lema da CF 2026, nos convida a usar a imaginação sem moderação, pois somos parte de um todo muito organizado, que nos pede cuidado e responsabilidade ética. Cada um de nós compõe a sua história e cada ser em si carrega o dom da paz, o dom de ser feliz. 
É assim que “Fraternidade e Moradia” nos guiam em 2026 rumo a construirmos nossas casas alicerçadas nos valores da temperança e da harmonia, do singelo amor a Deus e do singelo amor ao próximo.

Ouvindo: AQUI, AQUI

O livro das casas/Liana Leão/Guilherme Zimoner

O Livro das Casas, com texto de Liana Leão e desenhos de Guilherme Zamoner, é um livro-inventário sobre os modos de habitar o mundo, sobre a diversidade de modos de estar sobre a Terra. Trabalha poética e filosoficamente o conceito de casa; ao falar de casas, reflete sobre o lugar da criança e de outros seres que habitam o mundo. 
O livro parte conceitualmente de uma experiência básica para qualquer criança, mesmo a mais pequenina: a vivência da casa. 
A partir daí, brinca, com humor, com outras casas possíveis: casas-ninho, casas-iglu, casas-buraco-do-tatu, casas-ovo.
Ainda em outro momento, Zamoner novamente acerta na mosca quando, para ilustrar a pergunta 
“E casa para os sem-casa, existe?”, abandona sua habitual página cheia e rica em detalhes e opta por uma página quase em branco: calçada vazia, sentam-se o mendigo, dois ratinhos e o sapinho, de costas para o leitor, e espiam o infinito, esperando talvez um amanhã melhor, quando, talvez, cada brasileiro possa ter um teto sobre a cabeça. Continua: AQUI

Ouvindo: AQUI

Solidariedade
"Solidariedade é manifestar o sentimento de empatia com o intuito de confortar ou ajudar alguém, ou contribuir para o bem de todos. É também uma forma de se relacionar com os outros, pensando no bem-estar coletivo. A solidariedade é essencial para criar uma sociedade em que as pessoas se importam umas com as outras e trabalham juntas para superar desafios. Isso faz com que a comunidade se torne mais forte e justa."
"Na escola, a solidariedade desempenha um papel fundamental na formação integral dos alunos, não apenas nos aspectos acadêmicos, mas principalmente na esfera humana e social. É no ambiente escolar que as crianças e adolescentes experimentam suas primeiras interações sociais significativas fora do núcleo familiar. Essas interações são cruciais, pois é por meio delas que os estudantes aprendem a conviver com a diversidade, a respeitar as diferenças e a trabalhar em conjunto para o bem comum. Assim, a solidariedade torna-se um pilar essencial para o desenvolvimento de habilidades sociais, de empatia e de um senso de comunidade entre os alunos."
Antes de enxergar o outro, a criança precisa reconhecer o “eu” — outro pilar fundamental estabelecido pela BNCC. Por isso, é muito importante incentivar o autoconhecimento e o autocuidado como partes integrantes da formação dos alunos. Continua: AQUI

Para a Campanha da Fraternidade 2026, focada em "Fraternidade e Moradia" com o lema "Ele veio morar entre nós" (Jo 1,14), a literatura infantil deve explorar temas como direito à moradia digna, justiça social, diversidade e acolhimento, usando livros que abordem esses valores de forma acessível e lúdica, como obras que falam de casa, comunidade, convivência pacífica e superação, como "Casinha de Bichos" ou histórias que despertam empatia e solidariedade

Fraternidade: Literatura afetiva/Solidariedade/Pertencimento
Conecte com o Texto-Base: Utilize as orientações da CNBB para o público infantil, que oferecem roteiros e linguagem adequados ao tema da moradia.
Texto base para crianças: AQUI
Foco no Lúdico e na Empatia: Livros que usam a imaginação e convidam à identificação com o outro são ótimos para sensibilizar as crianças sobre a importância de um lar.
Promova a Diversidade: Histórias que mostram diferentes formas de moradia e culturas ajudam a construir uma visão de fraternidade universal.
Ações Práticas: Conecte a leitura com ações concretas, como a criação de "casinhas" imaginárias ou reais (brinquedos), e a reflexão sobre o que é ter um lar. Fonte Google

Casinhas de bicho: Lar e pertencimento:  AQUI

A caixa: Claude Ponti: Apresenta o potencial lúdico de um objeto simples (uma caixa) para criar uma casa, estimulando a imaginação e a ideia de transformar um espaço em um lar, mesmo com poucos recursos. AQUI

Meu coração perguntou: AQUI
O gigante mais elegante da cidade: AQUI
Uma casa para dez: AQUI
Solidariedade: AQUI
Políticas públicas: AQUI
Superação: AQUI
Pertencimento: AQUI
Afeto: AQUI
Literatura afetiva/Acolhimento: AQUI
Campanha Fraternidade 2026: AQUI
Moradia: AQUI
Casa: AQUI
Ricardo Azevedo: AQUI



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domingo, janeiro 04, 2026

Uma casa para dez>Narrativa acumulativa>Literatura lúdica/Fraternidade/Moradia para todos> 04/01/2026

 

Caio Riter/Graça Lima

Esta história é sobre uma casa que não era nada engraçada, pelo contrário, ela era bem triste. 
Estava sempre vazia e solitária. Um dia, cansada de ser oca, a casa anuncia: 
“Venha habitar este chão!”. 
O convite é rapidamente atendido e bichos das mais variadas espécies vão chegando um a um. 
O galo é o primeiro, seguido da girafa, depois da cobra... E a casa vai se enchendo de uma turma muito animada. Mas depois de muita festa, chega a hora de se retirar. 
Neste livro o leitor é convidado a contar os animais que vão chegando e que depois, cansados de tanta folia, vão saindo, em uma divertida brincadeira de adição e subtração.


Palavras-chave:

Contagem, adição, subtração, animais, animais da fazenda, bichos, brincadeira educativa, casa animada, história infantil, matemática para crianças, aprendizado lúdico, educação infantil, diversão, turma animada, ensino.


Ouvindo: 
Uma casa triste que se transforma em um lar cheio de vida.
Embarque nessa aventura cheia de amizade e diversão! AQUI

Suplemento literário: AQUI

Fraternidade e moradia
A Campanha da Fraternidade 2026 convida todos a refletirem sobre a importância do amor ao próximo, da empatia e da solidariedade, valores que também permeiam diversas obras da Editora do Brasil. AQUI

Caio Riter: AQUI
Casa: AQUI
Moradia: AQUI
Narrativa acumulativa: AQUI, AQUI
Campanha da fraternidade 2026: AQUI
O que é que tem no seu caminho? AQUI




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domingo, setembro 07, 2025

Olhe com atenção>Percepção visual>Cada casa casa com cada um>PNLD Literário>Sinto o que sinto com cinco sentidos> 07/09/2025>

 

Ellen Pestili

Um livro cheio de poesia contado em primeira pessoa que aborda diversos temas, como elementos da natureza, animais em ambientes aquáticos, aéreos e terrestres e plantas. Cheio de sonoridade, a obra ajuda na alfabetização das crianças.
O olhar pode ver paisagens inteiras ou focar em infinitos detalhes. 
Ele pode olhar um pássaro voando no céu, ou uma capivara andando no mato, ou ainda um peixe nadando no rio. 
Uma narrativa para pequenos leitores em alfabetização que ainda estão aprendendo sobre os sentidos e sobre as formas de perceber o mundo ao nosso redor. 
Sobre: AQUI
Material digital do professor: AQUI, 
Propostas de atividades: AQUI

Ellen Pestili

O rato mora na toca, a abelha, na colmeia, e o cachorro, na casinha. E sapo, onde mora? Como é a casa do sapo? Com um texto simples e lindas ilustrações, Ellen Pestili mostra que cada um tem sua moradia. Pode ser grande, pequena, de madeira, perto da árvore ou na lagoa. O que importa é que todos se sintam bem onde vivem.
Ouvindo: AQUI, AQUI, AQUI
Suplemento literário: AQUI
A casa de cada um: Poema: AQUI

A autora Ellen Pestili, ao invés de ler um livro, propôs uma oficina baseada em um de seus livros - "Cada casa casa com cada um". Chama a criançada e bora construir cada um a sua casa? AQUI

Ellen Pestili

Música suave e ruídos de máquinas, superfícies ásperas e macias, gosto de chocolate e de limão... Nossos sentidos nos proporcionam as mais diferentes sensações: algumas boas, outras nem tanto. 
De forma lúdica, o livro desperta a atenção do leitor para os cinco sentidos. 
Assim ele pode, aos poucos, descobrir as sensações de que gosta.
Ouvindo: AQUI
Suplemento do professor: AQUI
Atividades e brincadeiras sensoriais: AQUI, AQUI, AQUI
As atividades sensoriais na educação infantil têm como principal objetivo ajudar no desenvolvimento global da criança. Elas promovem o amadurecimento neurológico e fortalecem as habilidades necessárias para aprender, se comunicar e interagir. Além disso, elas contribuem para a organização dos estímulos sensoriais, ajudando a criança a se sentir mais segura e confiante para explorar o mundo ao seu redor. Continua: AQUI
Letramento visual: AQUI
O gato e a árvore: AQUI
Objetos brincantes: AQUI
Casas: AQUI
Horta, pomar e jardim brincadeira não tem fim: AQUI
Ellen Pestili: AQUI
A casa dos bichos: AQUI
Audição: AQUI
Paladar: AQUI
Cinco sentidos: AQUI
Dentes: AQUI
Olfato: AQUI
Nariz: AQUI
Visão: AQUI
Língua: AQUI
Cheirar/ouvir/tocar/comer/ver: AQUI
O olfato do rato AQUI
O nariz da zebrinha AQUI
O tato do gato: AQUI
A visão do pavão: AQUI



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segunda-feira, setembro 01, 2025

O tatu Taruto Tarantino>A casa do tatu>Muitas possibilidades literárias>01/09/2025


Donaldo Buchweitz/Bill Borges

O tatu Taruto Tarantino é diferente dos outros. Ele gosta de contar histórias para a família à noite e de sair durante o dia para passear na floresta. Mas, de um momento para o outro, eles precisaram sair da toca em que viviam. Este livro, escrito por Donaldo Buchweitz e ilustrado por Bill Borges, é um convite para tornar a hora da leitura uma grande aventura.

Ouvindo: AQUI, AQUI, AQUI, Libras: AQUI
O tatu tá aí? AQUI, AQUI
Atividade literária: Ciranda na escola: AQUI
Sobre: AQUI
Atividades: AQUI
Neste vídeo, Kátia Pecand nos apresenta sugestões para celebrar o Dia da Família.
Uma dica de livro para ler em família nesta data é “O Tatu Taruto Tarantino”, que conta a história de um tatu que gostava de contar histórias para a família à noite e de sair durante o dia para passear na floresta.
Essa história é um convite para tornar a hora da leitura em família uma grande aventura.
Como lembrança para esta data, Kátia Pecand nos ensina a confeccionar um quadro/cartão especial para presentear a família da criança. AQUI

Stela Barbieri/Fernando Vilela

Era uma vez um tatu que na noite do seu aniversário não achou mais a sua casa. Mas seu amigo sabiá resolveu ajudá-lo a encontrá-la. Conheça um pouco mais sobre a casa de diferentes animais, enquanto acompanha o tatu.

No dia 14 de março, comemora-se o Dia Nacional dos Animais. E como sugestão para que os educadores possam desenvolver um trabalho contextualizado com esta temática, a educadora Kátia Pecand, apresenta o livro A casa do Tatu, de Fernando Vilella e Stela Barbieri.
A Casa do Tatu, conta com uma narrativa cativante e cheia de curiosidades sobre a casa dos animais. Uma história encantadora que diverte e ensina ao mesmo tempo, nos dando infinitas possibilidades de atividades em sala de aula. AQUI
A história: AQUI
A casa dos animais: AQUI
Os animais do mundinho: AQUI
A onde moram os bichos: AQUI
Tatu: AQUI
Donaldo Buchweitz: AQUI
Fernando Vilela: AQUI
Tatu bobo: AQUI
A casinha do tatu: AQUI
Casa: AQUI
Metamorfose: AQUI
Aniversário: AQUI



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segunda-feira, junho 09, 2025

Coleção: Mãe como faz?>Iniciação científica>Educação ambiental>Interação literária> 09/06/2025

 
Coleção Mãe como faz
Máriam Trier/Cláudio Mangini
Projeto de Pesquisa e Extensão:
Produção de Literatura Infanto-juvenil ilustrada para fins de iniciação científica e educação ambiental do Instituto Federal do Paraná- Campus Umuarama

Ao unir curiosidade infantil aos passos do saber científico.
Lições vão sendo reveladas de mãe para filho.

O projeto baseia-se no fato de que a leitura permite ao leitor/ouvinte entrar em contato com o mundo real ou imaginário sem ser necessário um deslocamento físico. 
Sua grandiosidade deve ser entendida como uma grande viagem, uma experiência única e individual. Com Monteiro Lobato, a literatura infantojuvenil deixou de ser ditada por livros didáticos e foi pensada em algo que deveria ser estimulado na criança, de modo que ela adquirisse o hábito e o prazer pela leitura. 
Mesmo assim, Monteiro Lobato sempre inseriu elementos educativos em seus livros. 

Hoje, já se chegou a um consenso de que a literatura infantil deve englobar tanto o aspecto educativo, mas também se firma como arte. 
Além disso, como vivemos em uma era de tecnologia e informação, a literatura infantojuvenil deve acompanhar essa tendência e incentivar novos cientistas a partir de textos lúdicos. 
Dessa maneira, a leitura pode contribuir de forma significativa numa sociedade letrada, no exercício da cidadania e no desenvolvimento intelectual.

O objetivo principal desse projeto de extensão é difundir literatura ilustrada com finalidade de iniciação científica e educação ambiental.  Fonte

Mãe como faz rua? 
Contando histórias com Alessandra
Ouvindo: AQUI
Lendo: AQUI

Mãe como faz casa?
Ouvindo: AQUI, AQUI
Lendo: AQUI

Mãe como faz metal?
Ouvindo: AQUI
Lendo: AQUI

Mãe como faz chuva?
Ouvindo: AQUI AQUI
Lendo: AQUI

Mãe como faz vidro?
Ouvindo: AQUI AQUI
Lendo: AQUI

Mãe como faz plástico?
Ouvindo: AQUI AQUI
Lendo: AQUI

Mãe como faz luz?
Ouvindo:  AQUI AQUI
Lendo: AQUI

Mãe como faz papel?
Ouvindo: AQUI AQUI
Lendo: AQUI
Coleção em libras: AQUI




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terça-feira, maio 06, 2025

O que vamos construir>Vida familiar e social>Modo de vida>Ecologia integral>06/05/2025

 
Oliver Jeffers

Inspirado pelo nascimento da sua filha, Oliver Jeffers traz neste livro a história de um pai e sua filha construindo a base da vida. Com suas próprias ferramentas especiais, eles começam a trabalhar, construindo memórias para acalentar, uma casa para mantê-los seguros e amor para mantê-los aquecidos. Com delicadas ilustrações do autor, é a história perfeita para apreciar juntos..
  • Nível de leitura Em processo
  • Assunto amor, construção, desafio, diálogo, futuro, refúgio, tempo
  • Tema complementar Diversidade cultural, Campanha da Fraternidade 2025, Vida familiar e social, Educação em direitos humanos
Manual do professor: AQUI
Ouvindo:
O que vamos construir juntos, eu e você? Vamos construir um relógio para vigiar o tempo. E construir nosso futuro curtindo cada momento. AQUI

Ecologia integral/Esperança para a Terra e humanidade
Transformação do nosso modo de vida e de nossas relações com a casa comum – nosso planeta.

É um conceito que une dimensões ambientais, sociais, culturais, econômicas e espirituais, promovendo uma visão integradora em que o ambiente é reconhecido como uma casa a ser cuidada, e não como um recurso a ser explorado.
Ecologia Integral é um termo cunhado pelo Papa Francisco na Carta Encíclica Laudato Si´, que em seu parágrafo 139 estabelece: 
“Quando falamos de meio ambiente, fazemos referência também a uma particular relação: a relação entre a natureza e a sociedade que a habita. Isto impede-nos de considerar a natureza como algo separado de nós ou como uma mera moldura da nossa vida”.
Já não é possível encontrar uma resposta específica e independente para cada parte do problema. 
É fundamental buscar soluções integrais que considerem as interações dos sistemas naturais entre si e com os sistemas sociais”. Fonte

A ecologia integral na educação infantil 
Visa formar crianças com consciência ambiental, ética e social, reconhecendo a interdependência entre natureza, sociedade e ser humano. Enfatiza a importância de cultivar o respeito pela vida, valorizar a diversidade e promover a justiça social, através de atividades lúdicas e práticas que conectam as crianças com o meio ambiente. 
Neste vídeo, Paulo Gustavo reflete sobre a importância de integrar a fraternidade e a ecologia no ambiente escolar. Através de uma educação consciente e transformadora, é possível formar cidadãos mais empáticos e responsáveis pelo cuidado com o planeta e com o próximo. Assista e inspire-se nessa caminhada por um mundo mais sustentável e solidário! AQUI
Sugestão para os pequenos: AQUI
Hora da história: Nosso amigão mundão: AQUI

Da minha janela: AQUI
Mania de explicação: AQUI
Mania de explicação/Teatro: AQUI
Amoras: AQUI
+ Oliver Jeffers: AQUI



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