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Olá amiga(o) ,
Fui professora dos projetos "Estímulo À Leitura",
"Tempo Integral" e a favor da leitura lúdica,
afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog, não se
esqueça de citar o "Linguagem" como fonte.
Você, blogueira sabe tanto quanto eu, que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
receber um elogio...
Venha conferir,
seja bem-vinda(o)
e que Deus nos abençoe.
Krika.
30/06/2009

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JUNHO 2019
17 ANOS DE LITERATURA INFANTIL
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segunda-feira, março 06, 2023

Onde já se viu?>Crônicas>Contos populares>Sequência didática> O hábito saudável da leitura>06/03/2023

 

Tatiana Belinky

 Em 33 histórias, misturando crônicas e contos populares de diversas culturas, Tatiana Belinky diverte e emociona o leitor de qualquer idade com uma surpresa atrás da outra.

Texto/PDF: AQUI, AQUI
Ouvindo: AQUI
Texto Romeu e Julieta(faz parte desta obra) : AQUI

Para o desenvolvimento das atividades, faz-se necessário esclarecer sobre o gênero textual CRÔNICA. Assim, leia as informações referentes à essa modalidade textual. 

 Dentre os inúmeros gêneros textuais existentes, um dos mais populares e utilizados para descrever situações do cotidiano é a crônica. Muito usado em textos jornalísticos publicados em jornais e revistas, é escrita com uma linguagem simples e coloquial, que torna a leitura mais fácil e agradável. E também permite que o leitor se sinta amigo do cronista, já que o texto é desenvolvido em tom de conversa informal. Em seu eixo temático, é um texto que retrata acontecimentos do cotidiano, sempre com um caráter crítico (sobre comportamentos sociais, leis, instituições etc). 

É um gênero textual que passeia entre o jornalístico e o literário, trazendo temas reais trabalhados de forma mais subjetiva. 

A crônica é um tipo de texto que chama atenção pelo seu tom mais leve, muitas vezes irônico e humorístico, prendendo a atenção do leitor por contar a história de forma rápida e sem grandes detalhamentos. 

A essência da crônica é: *Trata de assuntos contemporâneos; 

*Utiliza linguagem simples e coloquial;

 *Faz uso de poucos ou nenhum personagem

*Tom irônico e humorístico; 

*Bastante usado no jornalismo; 

*Textos rápidos e objetivos. AQUI

AQUI



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sábado, março 04, 2023

Nunca acontece nada na minha rua>Atividade literária>Crônica>Sarau> 04/03/2023

 

Ellen Raskin

A crônica é um gênero textual tipicamente brasileiro que trata de acontecimentos cotidianos com tema, espaço e personagens reduzidos e que acumula muitos fãs, principalmente entre os adultos. Mas como introduzir a crônica para os pequenos e despertar a paixão pelo gênero nas crianças? Uma boa dica que o nosso clube de leitura infantil dá é começar ler crônicas infantis com as crianças desde cedo. Dessa forma, o pequeno já vai se familiarizando com o gênero ou, caso já esteja aprendendo o que é crônica na escola, ele pode ir identificando as características da obra enquanto lê crônicas infantis com você.

Na próxima das crônicas infantis conhecemos Luíz Rodolfo, um menino que vive entediado porque nada acontece na rua dele. Porém, enquanto acompanhamos as reclamações desse menino, vemos através da leitura das imagens que, na verdade, muitas coisas estão acontecendo na rua dele. Luíz Rodolfo só não as percebe porque está sempre reclamando de como sua vizinhança é um tédio. Essa é uma ótima obra para estimular nas crianças a leitura de imagens já que por meio delas acompanhamos muitas narrativas paralelas ocorrendo atrás do protagonista. Fonte

Nunca acontece nada em minha rua foi escrito pela autora, ilustradora e designer Ellen Raskin. A obra traz a história de um garoto, o Luís Rodolfo, que não consegue perceber as situações ocorridas em sua rua.

Sentado à beira da calçada, o menino, com mal-humor, menciona ao leitor situações extraordinárias ocorridas em outras ruas: casas mal- assombradas, piratas e tesouros enterrados, monstros, astronautas, espiões, leões, tigres ferozes e montanhas nunca antes escaladas. Mas nunca nada acontece na Rua das Amoreiras, 52, onde mora Luís Rodolfo. Será? Continua: AQUI

Ouvindo: AQUI, AQUI

Aula: Marcos históricos do lugar onde vivo: AQUI

Atividades tema rua: AQUI

Tem de tudo nesta rua: AQUI

Sugerindo um sarau

Compartilhar literatura é também uma forma de enriquecer o contato com ela. Por isso, sugerimos que você organize um sarau em que os alunos escolherão um ou dois textos do livro para ler ou declamar aos colegas. Como a escolha da crônica será feita previamente, o aluno pode optar por decorar o texto ou treinar a sua leitura em voz alta. O interessante é que não haja crônicas repetidas, mas, como a escolha fica a cargo do aluno, isso pode acontecer, e é uma excelente oportunidade para você explorar as diferentes interpretações que um mesmo texto pode ganhar de acordo com o leitor. 

Instrua os alunos sobre todas as nuances da crônica. Para tanto, peça a eles que selecionem palavras-chave e explorem as imagens que o texto lhes transmitem; que prestem atenção à pontuação do texto e às intenções que as acompanham; que se o texto escolhido tiver diálogos, imaginem quem são essas pessoas e que intenção teriam na voz ao falar as frases; que procurem palavras desconhecidas no dicionário e entendam o uso delas no contexto, e assim por diante. Esta etapa também é importante para que eles percebam que o texto terá um efeito positivo no ouvinte quanto melhor compreendermos o que ele diz e melhor interpretarmos todas as suas nuances como leitores ativos.

Quando chegar o momento do sarau, explique como ele funciona e o seu objetivo, principalmente se for a primeira vez que os alunos participam de um. Em um sarau, as pessoas costumam se reunir para compartilhar textos literários de que gostam e, assim, ampliar seu repertório literário. Você pode preparar o ambiente da sala de aula a fim de torná-lo mais aconchegante para a atividade. Leve cangas coloridas, por exemplo, que podem servir de “palco” para quem for ler/recitar a crônica. Os alunos poderão se sentar em almofadas, o espaço pode ser decorado com flores e/ou folhas secas, a iluminação natural da sala pode ser substituída por lanternas ou lâmpadas/luzinhas coloridas, pode haver uma sutil trilha sonora de fundo, que ajude a ambientar as apresentações etc.

 É interessante que os alunos participem de todas as etapas da organização, a fim de se sentirem acolhidos pela atividade. Durante a atividade, deixe que eles se apresentem espontaneamente para a leitura/declamação, como costuma acontecer normalmente em eventos desse formato. Concluída essa etapa, você pode convidar os alunos a falarem sobre suas impressões, tanto como leitores quanto como ouvintes: o que foi mais interessante, que aspectos lhes chamaram a atenção, o que pensaram que poderiam ter feito de diferente em suas leituras, se ouvir o conto apresentado pelo colega os fez entender melhor o texto ou criar diferentes imagens etc. Esse tipo de proposta pode se tornar recorrente em sala de aula, como um recurso de exploração de textos literários.

Essa atividade contempla as seguintes habilidades descritas na BNCC para o componente curricular Língua Portuguesa: EF69LP44, EF69LP46, EF69LP47, EF69LP53, EF69LP54 e EF89LP33. Fonte

Sugestões/Sarau/Aulas: Cantigas populares: 
Encontrando rimas: AQUI
Convite/sarau: AQUI
Ensaiando cantigas: AQUI
Apresentação: AQUI



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quinta-feira, março 02, 2023

Patacoadas>Crônicas>Atividade literária>Sugestão 4ºs e 5ºanos> 02/03/2023

 

Patrícia Auerbach

Ressignificar e dar vida às suas histórias pessoais

Quem nunca morreu de vergonha? Quem nunca esqueceu o que não podia esquecer? Quem nunca se arrependeu de não ter ido ao banheiro na hora do recreio? Nestas divertidas histórias a autora Patricia Auerbach reconta, com leveza e bom humor várias "patacoadas" da sua infância e juventude

Ouvindo: Quantas “patacoadas” acumulamos no decorrer dos nossos dias?

Quem nunca comeu algo que não apreciava, por ficar constrangido em recusar? Esqueceu de ir ao banheiro e se arrependeu? Falou algo que não devia? Teve vontade de “enfiar a cabeça num buraco”, para poder fugir de uma situação desconcertante?
Eu, sim! E você? :)
Nesse livro, a autora Patricia Auerbach, reconta divertidas histórias, com leveza e bom humor várias “patacoadas” da sua infância e juventude. AQUI

Ouvindo sugestões para 4º e 5ºanos: Trabalhar crônicas: AQUI

Quiz patacoadas: AQUI

Linguagem e Afins: Gênero crônicas: AQUI





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quarta-feira, agosto 25, 2021

Da minha janela>O mundo social>Responsabilidade e cidadania>Atividades PDF>PNLD/Literário>25/08/2021

 


"Que as pessoas de fora da favela possam se conectar com a cultura da favela e que as pessoas de dentro da favela possam se sentir representadas"
TEMA: QUOTIDIANO DE CRIANÇAS NAS ESCOLAS, NAS FAMÍLIAS E NAS COMUNIDADES (URBANAS E RURAIS)
GÊNERO: NARRATIVO
CATEGORIA: PRÉ-ESCOLA
PALAVRAS-CHAVE: LIVRO-ÁLBUM, LEITOR COMO PERSONAGEM, EMPATIA, AUTOESTIMA

No livro “Da minha janela”, escrito por Otávio Júnior, somos convidados a olhar através da sua janela. De lá se vê telhados remendados, gente para todo lado, crianças indo para a escola, o campinho de futebol lotado, pessoas se refrescando na piscina e um sem fim de cores.

A cada página os desenhos maravilhosos de Vanina Starkoff ganham mais vida e quase saltam da página. A cada olhar, um detalhe nos surpreende. Da primeira vez que olhei reparei nas garças que passam enfileiradas em meio às ilustrações e me lembrei das garças que à tardinha passam também pela minha janela. Já numa segunda folheada notei as bananeiras carregadas de frutos.

Uma das crianças para quem eu li me mostrou os pássaros e as pipas coloridas. As imagens são um deleite, onde os olhos pousam captam um novo detalhe. “Da minha janela” é publicado pela Companhia das Letrinhas.

Um garoto fala sobre sua percepção de mundo, vista pela janela. Um livro sensível que retrata a periferia do Rio de Janeiro, além do autor nos mostrar como é o bairro e o que sente a respeito. Somos convidados a olharmos para nossas janelas e vermos quais são as possibilidades poéticas e estéticas encontradas, para além disso, ele nos convida a imaginar e a criar o que gostaríamos de ver da nossa janela. Ouvindo a história: AQUI  Narração da história: AQUI

Nessa história o próprio autor conta um pouco de sua trajetória literária, desde o seu primeiro contato com o livro, o livro que marcou sua vida e como se tornou escritor.
Também fala de seus sonhos desejos, encantamentos, a partir do que as crianças veem de suas janelas. AQUI

Mais sobre a obra e autor: AQUI

Manual do prof e material audiovisual: AQUI

"Com o objetivo de democratizar o acesso à leitura nestas comunidades e o desejo que as pessoas da comunidade tivesse acesso a literatura de uma forma igualitária, lúdica e mágica."
Sugestões em pdf:  AQUI

Atividades em PDF: AQUI, AQUI, AQUI, AQUI

Libras: AQUI

Conjunto de "janelas" em pdf  mostra artes, música, poesia e a obra de Otávio Junior:

AQUI

A arte de ser feliz Cecília Meireles

Texto e interpretação: AQUI, AQUI, AQUI

Aula: Música e crônica: Gonzaguinha e Meireles: AQUI

A casa das cinco janelas: AQUI

Paisagem da janela: AQUI

O que você vê da sua janela?  AQUI , AQUI




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quarta-feira, novembro 18, 2020

Sete histórias para contar>Contos/Sentimentos/Risos e afins>Crônicas imperdíveis de Adriana Falcão>18/11/2020


Adriana Falcão/Ana Terra

Era uma vez... uma menina que só pensava em daqui a pouco um piolho que gostava de filosofia uma menina que sentia uma dor azul outra que gostava de qualquer coisa um menino que achava errado o antes e o depois não se encontrarem nunca uns pais que um dia resolveram fazer tudo ao contrário uma menina que tinha uma grande amiga... invisível. Como nos demais livros de Adriana Falcão, este também traz personagens incríveis. Para ler, rir e pensar.

O livro SETE HISTÓRIAS PARA CONTAR é para ler, rir e pensar. As histórias são
sucintas, mas sensíveis e muito criativas.

1."A menina que só pensava em daqui a pouco"- é uma história sobre o tempo, sobre 
o que sempre acontecia mais tarde;
2."Vida de piolho"- a história nos apresenta Godofredo, um piolho que gostava de 
filosofia e se encantava com a cabeça da pessoas;
3."A dor azul" - esta história trata dos sentimentos e das cores;
4."Qualquer coisa serve" - nesta história,  a menina, um dia, ouviu falarem dela: - Esta 
menina gosta de qualquer coisa! Foi, então, que deu um clic na cabeça dela;
5."Sem Antes nem Depois" - Por que o Antes  e o  Depois não se encontram nunca? 
O menino, personagem desta história, não conseguia entender porque isto acontecia;
6."História ao contrário" -  é a história de pais que viram crianças;
7."Chiquinha Mota Pereira" - A sétima e última história fala da amizade entre uma menina
e Chiquinha Mota Pereira, a amiga invisível. Fonte

Proposta de trabalho

AQUI

Historinha ao contrário

Que bom seria se pudéssemos jogar tudo para o alto e só fazer coisas gostosas.  Pois a história abaixo, do livro “Sete Histórias pra Contar”, de Adriana Falcão, nos dá a chance de sonhar com esse momento.

AQUI

Vida de piolho

AQUI

Qualquer coisa serve

Sabe quando a gente se contenta com as coisas como estão, se conforma etc e tal? Pois é, um perigo isso. Como eu ainda respeito o meu poder de escolha e, às vezes, de indignação, acho interessante contar a história abaixo. É de Adriana Falcão, extraída do livro  "Sete histórias para contar".

AQUI

Chiquinha Mota Pereira

AQUI, AQUI,AQUI

O grande e o pequeno/Crônica e atividades

AQUI, AQUI

Muito mais crônicas de Adriana Falcão no blog Arte e Manhas( adoro este blog!)

AQUI



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quinta-feira, junho 13, 2019

Projeto memórias literárias>Feira literária e afins>13/06/2019

Diversidade de gêneros: memórias literárias

Imagem relacionada

O objetivo geral do presente projeto se constitui em ampliar os conhecimentos e a familiarização com o gênero Memória Literária, através de estratégias de oralidade, leitura e escrita. 
Para que as práticas de oralidade, leitura e escrita sejam feitas de forma contextualizada e passem a fazer sentido para os alunos, oferecendo-lhes possibilidades de interação com o meio e as pessoas com as quais convivem.
 Realizando a leitura de textos do gênero memórias, será proporcionada a pesquisa e interpretação para que entendam o passado, relacionando-o ao presente. 
Ainda, compreendendo significativamente a realidade em que vivem, os alunos entenderão o contexto das relações sociais, sua vivência e as mudanças ocorridas na sociedade.

Ao trabalhar com memórias, é possível promover a interdisciplinaridade que, aqui, será feita a partir dos textos apresentados em sala de aula, contextualizando-os com História, Geografia e Arte.

Ao relatar e registrar uma história contada por outra pessoa, o aluno associa acontecimentos vivenciados estabelecendo uma relação de tempo e espaço (histórico-geográficos). 
Isso oportunizará a busca pelas lembranças, a construção de significados e representação dos fatos. O reconhecimento do gênero Memórias Literárias, suas características, o estilo da narrativa, a intenção do texto e a circulação do mesmo são muito importantes na busca da identidade. 
Por isso, os alunos serão incentivados a realizar leituras significativas procurando entender os acontecimentos ao longo das histórias, ou seja, compreender seu contexto. 

As atividades abaixo podem ser substituídas por outras obras literárias,poesias,etc. 
Escolha de acordo com sua turma.

Primeira atividade
Objetivo:Apresentar o projeto de implementação didático-pedagógica e contextualizar o gênero memorialístico.
Exposição de imagens para que possam entender o que são memórias e que elas fazem parte da vida das pessoas, povo ou nação. 
São 10 figuras: página 7,8,: AQUI
Contextualizar apresentando a definição da palavra "Memórias".
Memórias: Escrito em que alguém conta sua vida ou narra fatos a que assistiu ou de que participou.
Memórias literárias são textos produzidos por escritores que dominam o ato de escrever como arte e revivem uma época por meio de suas lembranças pessoais. Esses escritores são, em geral, convidados por editoras para narrar suas memórias de um modo literário, isto é, buscando despertar emoções estéticas no leitor, procurando levá-lo a compartilhar suas lembranças de uma forma vívida. Para isso, os autores usam a língua com liberdade e beleza, preferindo o sentido figurativo das palavras, entre outras coisas. Nessa situação de produção, própria do gênero memórias literárias, temos alguns componentes fundamentais:  um escritor capaz de narrar suas memórias de um modo poético, literário;  um editor disposto a publicar essas memórias;  leitores que buscam um encontro emocionante com o passado narrado pelo autor, com uma determinada época, com os fatos marcantes que nela ocorreram e com o modo como esses fatos são interpretados artisticamente pelo escritor. A situação de comunicação na qual o gênero memórias literárias é produzido marca o texto. O autor escreve com a consciência de que precisa encantar o leitor com seu relato e que precisa atender a certas exigências do editor, como número de páginas, tipo de linguagem (mais ou menos sofisticada, por exemplo, dependendo da clientela que o editor procura atingir). 
Fonte: ALTENFELDER e ANDRADE CLARA (2014) Olimpíada de Língua Portuguesa – Escrevendo o Futuro.

Segunda atividade
Objetivo: Construir um roteiro de entrevista
Orientar aos alunos a realizar uma pesquisa/entrevista com seus familiares sobre a história de suas vidas a fim de reunirem informações sobre seus nomes, sobrenomes, a formação da árvore genealógica e curiosidades. 
Construir na lousa, coletivamente, um roteiro base, com perguntas direcionadas ao tema memórias para a realização da entrevista com familiares.

Terceira atividade
Objetivo: Ler, analisar, refletir e interpretar textos. 
A partir do texto "Um mundo de lembranças... num sonho de criança”, realizar leitura interativa, compreender oralmente e estudar a narrativa através de atividades interpretativas, observar a descrição das personagens e a forma como o texto memorialístico é apresentado. 
Contar a história aos alunos e ao mesmo tempo ir ilustrando com as gravuras extraídas do livro apoiada pelo uso de multimídia:
Interpretação página 11:   AQUI

Quarta atividade
Objetivo: Ler, analisar e interpretar uma obra da Literatura Infanto-juvenil.
Apresentar o livro "Bisa Bia, Bisa Bel” de Ana Maria Machado cujo conteúdo e linguagem remetem ao gênero memorialístico. 
AQUI  página 12
+ Bia bisa: AQUI

Quinta atividade
Objetivo: Estudar o gênero memorialístico em poesias. Ler, analisar, interpretar e produzir poema.
Trabalhar o texto "O retrato da bisavó" de Elias José demostrando aos alunos que também é possível utilizar a linguagem/o gênero memorialística(o) para escrever histórias em forma de textos poéticos
Página 16:  AQUI

Sexta atividade
Objetivo: Resgatar um pouco da história da infância dos alunos. Ler, analisar, interpretar e produzir poema.
As histórias apresentadas até aqui focalizaram a infância, a escola, as brincadeiras e a bisavó. Aproveitando esses temas, para dar continuidade ao estudo do gênero memorialístico, será estudado o texto "Infância" de Carlos Drummond de Andrade, que a partir do mesmo, também serão desenvolvidas atividades que permitirão compreender melhor o contexto do estudo que vem sendo desenvolvido. 
Página 19:  AQUI

Sétima atividade
Objetivo: Conhecer a respeito da vida dos autores Carlos Drummond de Andrade e Elias José.
Página 23:  AQUI

Oitava atividade
Objetivo: Retomar o estudo do gênero memorialístico, avaliar a aprendizagem dos alunos e realizar a exposição/apresentação dos trabalhos produzidos.

Sugestão:Feira literária:Exposição
+ sobre memória: AQUI
Crônica: Diálogo de todo dia/Carlos D.Andrade: AQUI
Mais gênero memórias literárias
Memórias de uma boneca de pano




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terça-feira, março 19, 2019

A festa de anos>Um avestruz atrapalhado>Narrativa>Crônica>Conhecendo a autora>19/03/2019

Biografia
Luísa Ducla Soares
Atividades
Conhecendo o avestruz
AQUI
AQUI


Fonte

Colorir Desenho Avestruz

Fonte

Gênero Crônica e narrativa
Muito além da leitura
Para todo ensino fundamental


AQUI
Por que a avestruz tem pescoço tão comprido?
Por que a Avestruz Tem o Pescoco Tao Comprido
Os contos populares retratam a sabedoria de um povo, nos revelam sua história, suas crenças, seus costumes.
São também as explicações universais e primitivas de fenômenos naturais e das peculiaridades de um determinado animal.
É o caso desse belo conto do Quênia - Por Que o Avestruz Tem o Pescoço Tão Comprido.
No Quênia, o país das avestruzes, a sabedoria popular encontra uma explicação para o comprimento do pescoço da avestruz e para o fato de seu habitat ser as cavernas.
AQUI



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terça-feira, dezembro 26, 2017

Deu no jornal>Proposta de produção de textos>Estímulos literários>26/12/2017



 Deu no Jornal é um livro pequeno, mas muito prazeroso de ler e muito bem acabado. 
Traz treze contos de duas páginas e uma ilustração cada. 
O livro é em capa dura e um papel parecido com revista, muito agradável.
Os contos, em sua maioria, trazem uma chamada em forma de notícia de jornal no começo, que puxa para a história. Todos trazem uma ponta de humor e alguma crítica social.
01. Os óculos mágicos
02. A volta do filho pródigo
03. A família que rastreia unida permanece unida
04. A guerra dos narizes
05. A ópera dos camundongos
06. Uma carta ao pai
07. Casa de boneca
08. Heavy Metal
09. Os invisíveis
10. No asilo dos anos velhos
11. Namoro & Futebol
12. Puxadinhos
13. Guerra é guerra
Fonte


Proposta de produção de textos

Atividades/Roteiro de leitura
Sequência didática
AQUI
Produção/Fichas avaliativas
AQUI


Vejam links na lateral direita




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terça-feira, outubro 24, 2017

Vó caiu na piscina>Drummond em prosa>Estímulos literários>Figuras de linguagem>24/10/2017

Resultado de imagem para livro vo caiu na piscina

O texto + interpretação
AQUI
AQUI
AQUI

O texto + outros gêneros textuais + comentários
AQUI

Coletânea de Drummond
AQUI

Sequência didática
Relacionar semelhanças na narrativa a partir de um mesmo temática
AQUI

Vários textos com interpretação
AQUI

Ambiguidade ou anfibologia. ... A função da ambiguidade é sugerir significados diversos para uma mesma mensagem. 

É uma figura de palavra e de construção. 
Embora funcione como recurso estilístico, a ambiguidade também pode ser um vício de linguagem, que decorre da má colocação da palavra na frase.

Ambiguidade e polissemia/Figura de linguagem
Exemplos:
 AQUI
AQUI

Mais estímulos com figuras de linguagem
AQUI










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segunda-feira, junho 18, 2012

Olimpíadas> Esportes>Leitura e interpretação>Atividades> 18/06/12








Projeto Pitanguá
Ed.Moderna 4ªs.
Dinâmica/jogo
A corrida maluca


Guia professor
Editora Alto Astral

Projeto Atleta,confiram no Projetos Linguagem




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