afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog, não se
esqueça de citar o "Linguagem" como fonte.
Você, blogueira sabe tanto quanto eu, que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
Josefina é uma galinha que mora numa linda casa amarela, com um grande pomar onde o Pintinho brinca e joga bola. Com muitas saudades das amigas de infância, Josefina resolve organizar um delicioso chá da tarde, com bate papo e comilança. Ela é ótima cozinheira e planeja fazer um bolo para receber as amigas, com muito carinho. Mas na hora do preparo, surge um grande mistério: cadê o fubá?
Sumiu! As galinhas Estefânia e Lucila chegam alegres para a tarde de festa, bem na hora marcada. Mas como fica o chá de Josefina e suas amigas sem fubá para o bolo.
Descubra nas rimas, nos sons e nas cores vivas de “Cadê o Fubá?” a divertida história deste misterioso sumiço. Com uma deliciosa receita de bolo de fubá! Faça sua festinha, prepare o bolo e nos conte como ficou!
Josefina é uma galinha que mora numa linda casa amarela. As férias estão chegando e a família toda vai viajar! A galinha tem uma agenda cheia de tarefas para fazer antes da viagem, então, pede ao Galo Jacó para arrumar a mala. Mas ao chegarem ao vilarejo de praia, a mala está muito estranha… Quem arrumou a mala? E do que será que a gente realmente precisa para aproveitar as férias felizes? Uma divertida aventura, escrita em rimas por Silviane Scliar Sasson, e com ilustrações bem coloridas de Oscar Reinstein, sobre a alegria de momentos em família.
Espantalho: Esse vídeo mostra o passo a passo de como fazer um espantalho de papel utilizando 3 formas geométricas como base: Quadrado ◻, Círculo🔵 e o Triângulo🔺️. Também foram utilizadas mais formas na decoração.
Além de tudo será finalizado com os prendedores, estimulando a coordenação motora da criança.
Trabalha com o campo de experiência: Traços, Sons, Cores e Formas. AQUI
ATIVIDADES:
- SENTIR A TEXTURA DA PALHA DO MILHO
- MANUSEIO DO MILHO VERDE
- PINTURA COM MILHO VERDE E TINTA
- BANDEIRINHA MÁGICA COM TINTA
- CARIMBO DA MÃO NA FOGUEIRA
- PESCARIA ( NÚMERO E QUANTIDADE )
- BANDEIRA COLORIDA ( LIGAR AS CORES CORRETAMENTE ) AQUI
Nesse vídeo conto a história : o espantalho e a festa junina utilizando o recurso de história na lata. Essa história foi inspirada na história do Espantalho Mingau da professora Jussara Ferreira.
A história de festa junina pode ser trabalhada na educação infantil e séries iniciais para abordar o tema da festa junina com as crianças e os costumes típicos da festa.
Confeccionei a história utilizando uma lata de leite em pó e EVA AQUI, AQUI
Nesse vídeo você verá o passo a passo de 5 ideias de atividades e brincadeiras para desenvolver com seus alunos na Educação Infantil.
Apresentamos também o resgate de brincadeiras juninas que estão adaptadas para trabalhar com os pequenos. AQUI
Estimular a brincadeira sensorial, para que a. criança experimente tudo ao seu redor com os cinco. sentidos, tornando o aprendizado muito mais efetivo.
Neste vídeo mostro para vocês uma experiência sensorial, usando poucos recursos. Apenas Amido de milho e água. AQUI
Neste livro, a autora ensina receitas, dicas, curiosidades e um pouco da história gastronômica de nosso país por meio de uma linguagem fácil e ilustrações divertidas.
O livro é adaptado ao desenvolvimento da criança e, por este motivo, as receitas - doces e salgadas - são divididas por faixa etária.
As músicas fazem parte do cotidiano, traduzindo sentimentos, situações, informações acerca dos seres
vivos, dos processos científicos e dos espaços em que vivemos. Pode-se observar que o campo das formas musicais é verdadeiramente fértil e de fácil assimilação, portanto, útil para o trabalho do professor que deseja renovar,
dinamizar e buscar maior eficiência de aprendizado em seu modo de explicar a matéria (FERREIRA, 2008).
Foi desenvolvida uma atividade contendo 9 questões, sobre a música “Tico-tico no fubá” de Zequinha de
Abreu, que pode ser trabalhada nas disciplinas de Ciências e Biologia. É necessário que os docentes testem a
eficácia da atividade, em seus diferentes contextos educacionais, e que, se acharem necessário, efetuem modificações na mesma visando aproximar ainda mais o ensino de Ciências e Biologia da música popular brasileira. AQUI
Blog SOS Professor
A música oferece uma experiência única e pessoal. Dificilmente uma música significará a mesma coisa para você e mais alguém. Ela tem o poder de nos alegrar ou nos fazer chorar… A atividade abaixo é uma adaptação do Agee and Row. Está dividida em duas partes a primeira é para os alunos maiores 4º e 5º ano e a segunda parte para os alunos do 2º e 3º ano.
Com um texto poético, esse livro nos apresenta um personagem que resolve fugir do campo e envolve-se em muitas aventuras, propiciando o leitor a embarcar junto com ele nessas novas descobertas e conhecimentos. Assunto: o papel do indivíduo na sociedade.Fubazinho nasceu milho e curioso.
Interdisciplinaridade: Identidade e Autonomia, Corpo e Movimento, Estudos Sociais e Sociologia, Ciências da Natureza e Língua Portuguesa e Literatura.
Transversalidade: mundo do trabalho e consumo, ética, cidadania, meio ambiente.
Propostas: pesquisas sobre êxodo rural, migração e hábitos alimentares saudáveis.
Indicações:
- Educação Infantil e séries iniciais do Ensino Fundamental
Texto by krika
Queria viajar mundo e ser uma espiga diferente,que fizesse diferença!
Muito esperto e sabidinho queria ser o tal dentro e fora do milharal!
Sua mãe o acalentava e com suas palhas o esquentava.Queria tão bem o filho,então o enchia de carinho.Só que Fubazinho pensava muito...Até durante a noite quabdo todos dormiam.Ele querias conhecer o mundo,estudar trabalhar,passear e brincar.
A vida no milharal não tinha novidades e ele sempre com sonhos de cidade grande...
Seus primos estavam crescendo a partindo dali,cada qual com seu destino.
Pé na estrada,lá foi ele fugindo do milharal... Indo rumo à capital. Como não conhecia o caminho,quase foi devorado por um frango desavisado e esfomeado! Mas, enfim chegou à capital e foi procurar os parentes, conhecer outras pessoas, fazer amizades.
O milhinho indeciso não sabia se voltava pro milharal conhecido ou enfrentava novos caminhos. Vai dali, vai acolá..... Encontra um amigo que lhe ajudou na difícil decisão. Depois de muita "conversa vai e conversa vem", Fubazinho finamente decidiu ser um alimento e em todas as festanças ele aparece feliz da vida em forma de quitudes deliciosos.
Um "punhado" de atividades para voce escolher.
Sugestões do Linguagem para suas aulas.
De repente você pode levar sua turminha
a um passeio por um belo milharal.....
O que é fubá?
Fubá (do quimbundo fuba, "farinha") é a farinha fina feita com milho ou arroz moído muito empregada na culinária.
Na sua versão de farinha de milho, é muito utilizado para fazer bolos, sendo o bolo de fubá um alimento típico de festas juninas no Brasil.
Este livro narra a história de um milho chamado Riggy e uma menina chamada Lalá.
A menina precisa fazer uma tarefa escolar,um retrato artístico, e solicita ajuda de Riggy.
Durante toda a história surgem fatos interessantes. Lala é fã de Tarsila do Amaral e, portanto deseja fazer uma pintura de Riggy. Só que ele não para quieto pra ela pintar...
E assim a conversa se desenrola.Com imagens bonitas,bem coloridas,estilo Tarsila,esta aventura é um passeio ecológico, ressaltando a importância do meio ambiente, movimento sustentável , desenvolvimento e conscientização, de forma divertida.
Fundação Educar D Pascoal. Conhecem? Patrícia participa com vários livros. Informem-se:
Desde 1999, produzimos e distribuímos literatura infanto-juvenil para encantar e incentivar o gosto pela leitura.
■Conhecer os principais representantes desse estilo musical;
■Conhecer a culinária sertaneja.
■Estabelecer relação com pesos e medidas.
Duração das atividades
4 aulas com duração de 30 minutos
Estratégias e recursos da aula
ATIVIDADE 1 - CONHECER A ORIGEM DA MÚSICA SERTANEJA
1º Momento
- O professor poderá fazer um levantamento prévio com as crianças acerca do que elas sabem sobre a música sertaneja.
■Quem conhece alguma música sertaneja? Qual?
■Vocês sabem cantar?
■Quais os cantores que cantam estas músicas?
■Quem tem algum CD com estas músicas?
O professor deverá dar oportunidade para que todas as crianças falem, respeitando sempre os que não gostam de se expor no grupo. Como atividade de casa, o professor poderá solicitar que as crianças façam uma pesquisa sobre a origem da música sertaneja, e também tragam CD's, DVD's e imagens de duplas e cantores deste estilo musical
2º Momento
- Conforme o material da pesquisa for chegando, o professor deverá ir lendo para as crianças no momento da roda, informando que a música sertaneja é o nome que se dá à música produzida por compositores rurais e urbanos a partir da década de 20 do século XX e que anteriormente era chamada de modo geral de modas, toadas, cateretês, chulas, emboladas e batuques. A música sertaneja surgiu em 1929, quando Cornélio Pires, pesquisador, compositor, escritor e humorista, começou a gravar "causos" e fragmentos de cantos tradicionais.
Após a leitura da pesquisa, o professor poderá formar duplas e propor que elaborem e organizem um cartaz para cada cantor caipira/sertanejo. Para tanto deverá juntamente com as crianças fazer uma lista com o nome destes cantores.
Cantores sertanejos: Tonico e Tinoco, Milionário e José Rico, Rio Negro e Solimões, Leonardo, Daniel, Zezé de Camargo e Luciano, Chitãozinho e Xororó.
Após a seleção dos cantores para cada dupla, o professor deverá disponibilizar o material que as crianças trouxeram, distribuindo as imagens referente a cada cantor/dupla, bem como cartolina, cola, tesoura, hidrocor, lápis de cera, lápis de cor, reguá e borracha. Durante a elaboração e confecção dos cartazes, o professor deverá circular entre as duplas, mediando o processo de produção, possibilitando que as crianças respeitem a opinião e o trabalho do outro, bem como a socialização de materiais entre eles.
OBS.: É importante que o professor também contribua com a pesquisa trazendo material.
Ao final das apresentações, se faz necessária uma discussão acerca da mensagem da música:
■Qual a mensagem desta música?
■Esta música é triste ou alegre? Por que?
■Qual destas músicas vocês conheciam?
É importante que todas as crianças expressem suas idéias, o professor deve ficar atento, para que as crianças que não gostam de se expor diante do grupo tenham direito à voz.
Coloque a água para ferver e acrescente o sal e a manteiga. Assim que iniciar a fervura, comece a acrescentar o fubá aos poucos, mexendo sem parar para que não empelote. Colocado o fubá, continue mexendo. Deixe cozinhar por 30 minutos em fogo baixo. Despeje em um refratário e salpique queijo parmesão.
OBS. A polenta poderá ser servida com um molho de sua preferência.
2° Momento
- O professor poderá trabalhar pesos e medidas durante está atividade, questionando:
■Se eu for no mercado como posso saber a capacidade (quantidade) de liquido que tem na garrafa?
■E para saber a medida do sal como faço?
■E a da manteiga?
Nesse momento, o professor poderá solicitar que as crianças tentem ler (localizar) nas embalagens as medidas (números), e, conforme as crianças forem descobrindo os números na embalagens, questionar se é realmente a medida ou é o preço ou código de barra. Depois desta discussão, o professor poderá fazer alguns questionamentos:
■Se eu tenho esta garrafa de coca cola que tem a capacidade de 1l, quantas garrafas destas vou precisar para encher duas garrafas de 2 litros.
Para realizar esta atividade, o professor poderá separar alguns litros de refrigerante com diferentes capacidades: meio litro, 1l, 2l, 2,5l. e solicitar que as crianças reflitam sobre a capacidade de cada vazilhame.
3° Momento
- O professor deverá solicitar que as crianças escrevam a receita, para tanto deverão lembrar quais foram os ingredientes utilizados, uma vez que terão que ensinar a receita para os pais.
Os americanos, através do radar, entraram em contato com a Lua, o que não deixa de ser emocionante. Mas o fato mais importante da semana aconteceu com o meu pé de milho.
Aconteceu que, no meu quintal, em um monte de terra trazida pelo jardineiro, nasceu alguma coisa que podia ser um pé de capim - mas descobri que era um pé de milho. Transplantei-o para o exíguo canteiro da casa. Secaram as pequenas folhas; pensei que fosse morrer. Mas ele reagiu. Quando estava do tamanho de um palmo, veio um amigo e declarou desdenhosamente que aquilo era capim. Quando estava com dois palmos, veio um outro amigo e afirmou que era cana.
Sou um ignorante, um pobre homem da cidade. Mas eu tinha razão. Ele cresceu, está com dois metros, lança suas folhas além do muro e é um esplêndido pé de milho. Já viu o leitor um pé de milho? Eu nunca tinha visto. Tinha visto centenas de milharais - mas é diferente.
Um pé de milho sozinho, em um canteiro espremido, junto do portão, numa esquina de rua - não é um número numa lavoura, é um ser vivo e independente. Suas raízes roxas se agarram no chão e suas folhas longas e verdes nunca estão imóveis. Detesto comparações surrealistas - mas na lógica de seu crescimento, tal como vi numa noite de luar, o pé de milho parecia um cavalo empinado, de crinas ao vento e em outra madrugada, parecia um galo cantando.
Anteontem aconteceu o que era inevitável, mas que nos encantou como se fosse inesperado: meu pé de milho pendoou. Há muitas flores lindas no mundo, e a flor de milho não será a mais linda. Mas aquele pendão firme, vertical, beijado pelo vento do mar, veio enriquecer nosso canteirinho vulgar com uma força e uma alegria que me fazem bem. É alguma coisa que se afirma com ímpeto e certeza. Meu pé de milho é um belo gesto da terra. Eu não sou mais um medíocre homem que vive atrás de uma chata máquina de escrever: sou um rico lavrador da rua Júlio de Castilhos.
Rubem Braga
01. A expressão sublinhada no segmento ''Os americanos, através do radar...'', indica:
A) lugar;
B) instrumento;
C) meio;
D) causa;
E) condição.
02. A crônica acima foi escrita há mais de vinte anos por Rubem Braga; o segmento do texto que mostra sua não-atualidade é:
A) ''Os americanos, através do radar, entraram em contato com a Lua,...'';
B) ''...sou um rico lavrador da Rua Júlio de Castilhos'';
C) ''Anteontem aconteceu o que era inevitável...'';
D) ''Sou um ignorante, um pobre homem da cidade'';
E) ''Detesto comparações surrealistas...''.
03. Entre os dois períodos do primeiro parágrafo do texto, a oposição mais importante para o próprio texto é:
A) estrangeiros X brasileiros;
B) emocionante X frio;
C) universal X particular;
D) cósmico X terrestre;
E) tecnológico X rudimentar.
04. ''...nasceu alguma coisa que podia ser um pé de capim...'', ''...e declarou desdenhosamente que aquilo era capim.''; os dois elementos sublinhados no texto indicam, respectivamente:
A) desprezo / desconhecimento;
B) desconhecimento / desprezo;
C) desconhecimento / desconhecimento;
D) desprezo / desprezo;
E) afetividade / menosprezo.
05. O motivo que levou o autor a escrever a crônica foi:
A) os americanos terem estabelecido comunicação com a lua;
B) ter nascido um pé de milho em seu canteiro;
C) o pé de milho de seu canteiro ter pendoado;
D) o pé de milho de seu canteiro ter conseguido sobreviver ao transplante;
E) ter sido confirmada a sua opinião de que o que nascia era um pé de milho.
06. ''...não é um número numa lavoura, é um ser vivo e independente''; o segmento que confirma o que está sublinhado é:
A) ''Suas raízes roxas se agarram no chão...'';
B) ''...suas folhas longas e verdes nunca estão imóveis'';
C) ''...meu pé de milho pendoou'';
D) ''Meu pé de milho é um belo gesto da terra'';
E) ''...afirmou que era cana''.
07. Considerando o segundo e o terceiro parágrafos do texto, o segmento que pode ser considerado uma interrupção da narrativa é:
A) ''Quando estava com dois palmos, veio outro amigo e afirmou que era cana'';
B) ''-mas descobri que era um pé de milho'';
C) ''Mas ele reagiu'';
D) ''Sou um ignorante, um pobre homem da cidade'';
E) ''Ele cresceu, está com dois metros...''.
08. A substituição correta do termo sublinhado por um sinônimo está em:
A) ''Transplantei-o para o exíguo canteiro...'' = raso;
B) ''...e declarou desdenhosamente que aquilo era capim'' = depreciativamente;
C) ''...veio enriquecer o nosso canteirinho vulgar...'' = popular;
D) ''Anteontem aconteceu o que era inevitável...'' = imprevisível;
E) ''...que se afirma com ímpeto e certeza'' = velocidade.
09. A substituição da expressão sublinhada por um só termo é INADEQUADA em:
A) ''Sou um ignorante, um pobre homem da cidade'' = urbano;
B) ''...tal como vi numa noite de luar...'' = enluarada;
C) ''...beijado pelo vento do mar...'' = marinho;
D) ''...exíguo canteiro da casa.'' = doméstico;
E) ''...é um belo gesto da terra.'' = terrestre.
10. Em todos os segmentos abaixo há um sintagma construído por um substantivo + adjetivo (ou vice-versa); o sintagma em que a troca de posições entre esses vocábulos pode trazer mudança de sentido é:
A) ''Transplantei-o para o exíguo canteiro da casa'';
B) ''Secaram as pequenas folhas'';
C) ''Sou um ignorante, um pobre homem da cidade'';
Si tem uma coisa qui mi dexa filiz é quando a mãe arresorvi fazê bolo di mio.
Ocê já reparo quanta coisa gostosa a gente faiz com mio?
Canjica, pipoca, suco, broa... só di falá mi dá água na boca!
O mio é uma pranta batuta!
Ela é fácir di curtivá i memo qui o solo num seja lá muito bão, a danadinha dá um jeito di crescê. Num é a toa qui a gente incontra prantação di mio de norte a sur do Brasir.
I num é só aquelas lavora grandona, não.
Tem gente qui pranta nuns titico di terra i cunsegui um punhado di ispiga.
Lá no sítio nóis tem um roçadinho só di mio.
Eta coisa boa!
1. Leia o texto e responda:
a) Quem está narrando o texto?
b) Sobre que planta Chico Bento está falando?
c) Segundo o texto, o que podemos preparar usando milho?
d) Por que Chico acha o milho uma “planta batuta”?
e) Você achou fácil de ler esse texto? Por quê?
f) Esse texto se encontra na norma padrão, aprendida na escola?
2. No caderno, vamos reescrever o texto, passando-o para norma padrão da língua portuguesa.
Visconde de Sabugosa é um personagem do Sítio do Picapau Amarelo, criado por Monteiro Lobato.
Visconde é um boneco feito de sabugo de milho, um grande sábio, cuja sabedoria obteve através dos livros da estante da biblioteca de Dona Benta.
Apesar de ser um visconde, seu único pertence é a sua cartola.
Nas aventuras é sempre escolhido por Pedrinho para fazer as coisas mais perigosas, pelo fato de ele ser "consertável", se estragasse ou se machucasse ou até se morresse, Tia Nastácia fazia outro ainda melhor.
O Visconde já morreu diversas vezes em várias histórias diferentes, mas Tia Nastácia simplesmente pega uma nova espiga de milho no paiol, e providencia outro Visconde, reaproveitando somente a cabeça, os braços e as pernas (como acontece em Dom Quixote das Crianças, após o boneco ter sido esmagado pelo livro de Dom Quixote).
Pelo fato dele ter seu corpo formado por um sabugo e ter botões de milho no peito, morre de medo de passar perto de uma galinha, ou mesmo da Vaca Mocha que adora mastigar sabugos de milho.
A obediência à Emília, e a paixão por Climene
Uma das características mais marcantes na personalidade do Visconde, é que ele é muito obediente à boneca Emília, pois segundo alguns livros, ele tem muito medo dela, que sempre o ameaça de "depená-lo" (arrancar seus braços e pernas) se ele não fizer o que ela manda.
Por causa disso, ele sempre se submete às ordens da bonequinha, mesmo que as vezes contra o seu próprio gosto, e com isso Emília sempre o obriga a carregar sua canastra cheia de bugigangas em todos os lugares em que vão.
Contudo existe um fato que é um pouco contraditório nisso, pois em "Reinações de Narizinho" Monteiro Lobato aparentemente imaginava dar um rumo diferente sobre o que o Visconde sentia pela Emília, mas isso acabou sendo mudado pelo próprio Lobato em outro capítulo deste mesmo livro.
Porque na história "O Irmão de Pinóquio" contida em "Reinações de Narizinho", Lobato diz que o Visconde parecia ter uma paixão oculta pela Emília, porém isso muda no capítulo "Pena de Papagaio", de acordo com este trecho: "Teve lindos sonhos. Sonhou com um país sossegado, onde não havia nem Emílias nem canastras."
(Esse trecho se refere à uma ocasião onde o Visconde dorme e sonha estar em um lugar onde "não existem Emílias", por não aguentar mais a boneca mandando nele, e o fazendo carregar sua canastrinha em todos os lugares).
Outra evidência dessa mudança de ideia de Monteiro Lobato, aparece no livro "Os Doze Trabalhos de Hércules", onde durante uma viagem com Pedrinho e Emília à Grécia Antiga, o Visconde se apaixona por uma pastora de ovelhas chamada Climene (mas não é correspondido por ela).
Climene é descrita no livro como o primeiro e último amor do Visconde de Sabugosa.
E inclusive a própria Emília ao perceber o que acontecia com o Visconde, chegou até mesmo a ajudá-lo a cortejar Climene, enviando uma carta que ele havia escrito para a pastorinha através do Pó de Pirlimpimpim.
Na história a boneca esfregou no "nariz" da carta uma pitada do Pó mágico, e ela chegou às mãos de Climene.
Neste mesmo livro Lobato diz que o Visconde treme de medo só de ouvir a palavra "depenar", por que desde o começo de sua vida Emília sempre o ameaçou desta forma.
Invenções do Visconde
No Sítio, o Visconde já atuou também como inventor, além de sábio, criando máquinas como o "Periscópio do Invisivel".
É ele também quem fabrica o "Pó de Pirlimpimpim" sempre quando preciso.
O Pó na verdade, foi trazido originalmente por "Peninha o menino invisivel", e só depois foi estudado e aperfeiçoado pelo Visconde, se tornando mais forte.
Gente ou vegetal
Em A Chave do Tamanho, onde Emília reduz, por acidente, o tamanho de todos os seres humanos, Visconde é o único que não é afetado por ainda ser um "vegetal", diferente de Emília, que, segundo alguns livros de Lobato, evoluiu se tornando "uma gentinha".