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Aulas temáticas e literárias
Colaboração e Direitos

Comemoração
segunda-feira, abril 07, 2025
É muito pouco> Conceitos matemáticos>Linguagem musical>07/04/2025
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Poeminhas da terra>Povos indígenas>Estímulos poéticos>07/04/2025
Do que trata o livro: cultura indígena, infância, identidade, modos de vida, relação homem e natureza, cotidiano, palavras de origem Tupi-Guarani.
Gênero: livro ilustrado; poesia.
Indicação: leia comigo; começo a ler sozinho.
Hora de comer, hora de brincar, hora de colher, hora de pescar, hora de festejar, hora de contemplar, hora de compartilhar são alguns dos temas explorados nestes singelos poemas sobre o cotidiano da vida na aldeia daqueles que são os primeiros habitantes do Brasil.
Os versos curtos, sonoros, o ritmo cadenciado pela repetição de vogais e o uso de rimas simples convidam à exploração da linguagem durante a leitura oral. a predominância de palavras de origem tupi-guarani, associada às poéticas ilustrações em nanquim e aquarela, evoca uma profunda harmonia entre os seres e a natureza, fazendo com que poeminhas da terra proporcione a aproximação do leitor com a cultura dos povos indígenas, pelo respeitoso olhar das autoras.
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sexta-feira, julho 26, 2019
Cadê o pintinho?>História acumulativa>Tinha uma velhinha que engoliu uma mosca>Parlenda>26/07/2019
Encantando gerações, a canção ganha, nesse livro, uma adaptação divertida.
Entram em cena vários outros bichos além do pintinho – peru, porco, bode, bezerro –, cada qual com seu som característico.
Semelhante a uma parlenda, a narrativa poética se desenvolve a partir de uma afirmação que se soma a outra e mais outra, sem que nada se perca ao longo do caminho.
Quer dizer… Nada não, porque, nas páginas finais, a bicharada se põe a buscar o tal do pintinho que estava ali e, de repente, não está mais.
O pintinho piu, a galinha cocó, o galo cocoricó, e assim sucessivamente.
A repetição acumulativa das frases curtas, construídas de forma fixa, proporciona um especial prazer de escuta aos pequenos leitores e ouvintes.
É possível antecipar qual será o novo bicho, a partir da afirmação que aparece sempre na página do lado esquerdo do livro.
O som que cada bicho faz também é fácil adivinhar.
E, desse modo, as crianças certamente seguirão lendo e recitando o texto, mesmo antes de dominar a leitura convencional.
A surpresa fica por conta dos trechos finais, nos quais nota-se a ausência temporária do pintinho, que, afinal, deu início a tudo isso. Destaque especial para as ilustrações e para a diagramação.
À medida que a montanha de animais vai crescendo nas ilustrações ao longo do livro, ocupando cada vez mais espaço na página, o inverso se dá com o texto, que, embora também se torne mais extenso, vai ocupando cada vez menos espaço, espremido pela presença crescente dos bichos.
Uma brincadeira visual que dialoga e complementa o aspecto lúdico do texto.
A estrutura de acumulação desse texto, que retoma uma cantiga de tradição oral conhecida, repleta de trechos com repetição, favorece a leitura em voz alta pelo adulto com a participação das crianças, que irão se divertir tentando retomar o enredo a cada virada de página.
O que é interessante falar sobre o livro?
Após a leitura, é possível explorar as ilustrações, relacionando-as ao texto, propondo aos pequenos leitores que identifiquem cada um dos animais que aparecem e que procurem onde a ilustradora escondeu o pintinho em cada uma das imagens.
Quais atividades podem favorecer as aprendizagens da leitura e da escrita?
É possível organizar uma lista com os nomes de todos os animais, na ordem em que aparecem no texto, relacionando-os aos sons que os mesmos produzem. Fonte
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