BlogBlogs.Com.Br

CATIVA-ME

Glitter Photos

Colaboração e Direitos

Colaboração e Direitos Autorais
Olá amiga(o) ,
Fui professora dos projetos "Estímulo À Leitura",
"Tempo Integral" e a favor da leitura lúdica,
afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog, não se
esqueça de citar o "Linguagem" como fonte.
Você, blogueira sabe tanto quanto eu, que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
receber um elogio...
Venha conferir,
seja bem-vinda(o)
e que Deus nos abençoe.
Krika.
30/06/2009

Linguagem social...

Glitter Photos

Comemoração

Glitter Photos
JUNHO 2019
17 ANOS DE LITERATURA INFANTIL
ACOMPANHEM LINGUAGEM E AFINS NO FACEBOOK TAMBÉM!
GRUPO LINGUAGEM E AFINS
O BLOG LINGUAGEM E AFINS NÃO TEM FINS LUCRATIVOS
OS LINKS SUGERIDOS SÃO DE SITES AFINS A POSTAGEM
Mostrando postagens com marcador Cultura/Sul. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Cultura/Sul. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, agosto 20, 2025

A ajuda do negrinho do pastoreio>A lenda dos objetos perdidos> Cultura popular>Protagonismo negro> 20/08/2025

 
Regina Drummond/Taciana Ottowitz

O folclore brasileiro é muito rico, pois vem da mistura de vários povos, em especial os indígenas, africanos e europeus. Nesta obra, a autora Regina Drummond criou uma história pouco convencional para o Negrinho do Pastoreio, um dos seres fantásticos da cultura brasileira.
Pedrinho não sabia onde tinha colocado o caderno de Matemática. O pior é que ele tinha lição para fazer! De repente, ele se lembrou que lera num livro que, quando alguém perde alguma coisa, é só chamar o Negrinho do Pastoreio que ele ajuda a encontrar o objeto. O garoto não teve dúvidas: chamou o Negrinho em seu socorro. Será que o Negrinho vai aparecer? Quem terá escondido o caderno: o irmão mais novo ou alguma outra pessoa?
Com um desfecho surpreendente, ao final da história o leitor ainda vai conhecer algumas curiosidades sobre o Negrinho do Pastoreio. A diversão está garantida!

Ouvindo várias versões

Veja essa historinha desta lenda do folclore brasileiro, o Negrinho do Pastoreio, que vive lá nos pampas gaúchos e está sempre pronto para procurar aquilo que alguém tenha perdido.
Um novo dia chegou em uma grande fazenda nos pampas gaúchos O fazendeiro já se levantou e distribui as tarefas para os seus funcionários Há aqueles que alimentam as vacas. E os que cuidam da plantação... Lá vive também um menino que adora animais. É o Negrinho do Pastoreio! Logo pela manhã, ele vai até a cocheira para ver o seu cavalo baio. Ele então coloca a rédea, e leva seu cavalo preferido. Hoje é dia de passear pela floresta! O Negrinho do Pastoreio e seu cavalo, se despedem dos peões da fazenda... Dos outros animais.... E também do fazendeiro, que está escovando os dentes. Chegou a hora do passeio começar! O Negrinho cavalga em seu cavalo na beira do rio. E pela floresta adentro. Eles encaram qualquer desafio! Os animais o acompanham durante todo o passeio E se despedem dele, que parte rumo a cachoeira Ele gosta de se refrescar no rio. E também de beber um copo d´água, ao lado de seu cavalo. Eles então vão encontro dos amigos da Turma do Folclore, e combinam um picnic para o fim de tarde. Mas antes, o Negrinho do Pastoreio tem algumas missões para realizar! Ele é chamado sempre que alguém perde alguma coisa. Como o casal de passarinhos, que perdeu seu filhotinho. Ou a ovelha, que perdeu sua ovelhinha. E como o macaco, que perdeu sua banana. Os animais então pedem a ajuda do Negrinho do Pastoreio, que sai procurando pela floresta. E acompanhado de seu cavalo, devolve os filhotinhos e a banana perdida. Ele então volta rapidamente a fazenda para trazer de volta o chapéu que o fazendeiro perdeu. Este menino é um verdadeiro herói! Quando o fim de tarde chega, o Negrinho alimenta seu cavalo. E juntos, vão se encontrar com os amigos da Turma do Folclore, debaixo da grande mangueira. Lá, eles ensaiam dancinhas.... E preparam um grande picnic, para encerrar um delicioso dia! Quando a noite cai, o Negrinho está de volta a fazenda, e recebe a Matinta Perera com uma xícara de café, sua bebida favorita. Ele se despede dela, e leva o cavalo baio para a sua cocheira para alimentá-lo, antes de dormirem juntos. Que grande amigo! Ao fim da noite, um novo dia nasce na floresta, e na casa da Matinta Perera, o Negrinho do Pastoreio chega com seu cavalo para tomar um delicioso café da manhã reforçado preparado pela bruxinha.
Pois o dia será cheio de grandes missões para este herói da floresta! AQUI

Ele encontra rapidinho: AQUI
História original: AQUI, AQUI, AQUI
História rimada: AQUI
Literatura de cordel: AQUI, AQUI
Cantando: AQUI /  Onde o baio está? AQUI
O negrinho do pastoreio no Linguagem: AQUI




Link para essa postagem


quarta-feira, junho 26, 2024

Balaio>Parlenda e suas possibilidades>Atividade interdisciplinar>26/06/2024

 

O simbolismo do balaio na cultura popular

A música infantil 'Balaio' é uma canção tradicional que utiliza a figura do balaio, um cesto de vime ou palha, como uma metáfora rica em significados culturais e emocionais. 
A letra expressa o desejo de ser um balaio para estar sempre próximo da pessoa amada, simbolizando a intimidade e a proximidade afetiva.
O balaio, nesse contexto, representa um objeto de valor sentimental, algo que guarda e protege, assim como o coração guarda os sentimentos mais profundos.
A repetição da frase 'Balaio meu bem, balaio sinhá' reforça a ideia de carinho e cuidado, enquanto a menção à moça que não tem balaio e precisa colocar a costura no chão sugere a importância de ter um lugar seguro e organizado para guardar seus pertences, o que pode ser interpretado como uma metáfora para a necessidade de estabilidade e segurança emocional. 
A simplicidade da letra e a melodia cativante tornam a música acessível e encantadora para as crianças, ao mesmo tempo em que carrega um significado profundo para os adultos.
Além disso, a música reflete aspectos da vida rural e das tradições populares brasileiras, onde o balaio é um objeto comum e essencial no dia a dia. A referência ao algodão e à costura remete às atividades domésticas e artesanais, valorizando o trabalho manual e a cultura do interior. 
'Balaio' é, portanto, uma canção que celebra a simplicidade, o afeto e as tradições culturais, transmitindo valores importantes de geração em geração.  Fonte

Mais sobre origem do balaio: AQUI
Letra e música: AQUI, AQUI
Treino de leitura: AQUI

O desafio é seguir o ritmo tocando um instrumento musical feito de garrafa pet! Você consegue?
Uma brincadeira rítmica inspirada na canção tradicional do sul do Brasil. AQUI

Pequeno trecho de "Balaio, meu bem", conhecida canção folclórica do fandango Paranaense, aqui interpretada pelo Coro Feminino, Collegium Cantorum.:
Quintal da cultura: AQUI
Aula:
O balaio, objeto de trabalho de comunidades extrativistas:
Atividade de alfabetização: Sugestão: AQUI
Parlendas e versos: AQUI



Link para essa postagem


sábado, setembro 14, 2019

Coletânea especial Farroupilha>Cultura gaúcha>Região Sul>14/09/2019


Plano de aula sobre a semana farroupilha

O blog Dani Alfabetização traz muitas,mas muitas sugestões tri-legais!
Confiram:

Continua:  AQUI

Cavalo crioulo:  AQUI
Muito mais::  Hino,costumes,vestimenta,símbolos,adivinhas,



A lenda do quero-quero
Culinária gaúcha:  AQUI
E mais:  AQUI

Mais atividades para imprimir

Semana Farroupilha
Dicionário gaúcho
Plano de aula
Brincadeiras
Chimarrão
Matemática
Dia do gaúcho
Vestimentas
Ser gaúcho é...


Fonte
Contos clássicos "gauchês"
Prendarella Reino Grande do Sul Mistura com Rodaika Acampamento Farroupilha Bah Gato de Bombacha (Foto: Montagem sobre fotos de Divulgação/Reino Grande do Sul)
Fonte

AQUI

Projeto
AQUI




Link para essa postagem


quinta-feira, maio 16, 2019

A mata Atlântica>PDF>O ciclista e o pantaneiro>Uma aventura no Pantanal>De olho na Amazônia>16/05/2019

Patrícia Secco

Este livro é dedicado a todas as crianças, guardiãs da natureza. Olá! Meu nome é João Carlos, mas você pode me chamar de Juca, Juca Brasileiro! E, olha só, eu gosto tanto da natureza que um dos meus esportes favoritos é caminhar, caminhar em meio à natureza!
PDF: AQUI




Ricardo Dreguer

Esta série tem como objetivo mostrar a grande diversidade cultural existente em nosso país. 
Em cada livro, os personagens precisam se mudar para uma cidade brasileira distante e de costumes bem diferentes. 
Os encontros e desencontros advindos dessa mudança brusca permitem abordar as diferenças no modo de vida dos habitantes de cada região: alimentação, brincadeiras, expressões linguísticas, festas, tradições... 
Após um ano, cada personagem leva um grande amigo para conhecer sua cidade natal. 
Só que essa história quem vai contar é o leitor. 
Quando estiver pronta, ele poderá publicá-la no blog www.modernaliteratura.com.br/encontrosbrasileiros e interagir com os colegas, os professores e até com o autor do livro. 
Fred é um garoto ciclista que adora pedalar em trilhas de montanhas, e precisa se mudar para o Pantanal.
 Lá, ele encontra Pedro, um pantaneiro que adora andar a cavalo.
 Quer saber como essa história continua? 
Então, venha participar desse encontro do vale com o Pantanal...

Falando da obra: AQUI

Proposta de trabalho


Temas abordados: animais, ecologia, cuidados com a natureza.
Este é um conto e ao mesmo tempo uma aproximação bem-humorada à ecologia e ao Pantanal, um dos mais importantes biomas do Brasil. 
Nele, os bichos nos mostram como são necessários a proteção dos animais selvagens e o cuidado com a natureza, pois nela não há nada em excesso, todos têm seu lugar em harmonia com os outros.
 Proposta de trabalho

Filó, Chico, Sofia, Pedrinho, Professora Bia e Sr. Lobão embarcam em uma aventura pra lá de divertida pelas águas do Pantanal. Durante o caminho encontram uma diversidade enorme de animais da fauna brasileira. É uma supresa atrás da outra! Quem será que vai encontrar mais bichinhos?AQUI

Cantando : Os animais do Pantanal: AQUI

De olho na Amazônia: Ouvindo: AQUI, AQUI
Amazônia é vida: Ouvindo: AQUI
A magia dos biomas: AQUI
Brasileirinhos: AQUI





Link para essa postagem


domingo, maio 17, 2015

O boi-de-mamão>Estímulos juninos >Cultura região sul> 17/05/2015



Em O Boi-de-Mamão, o escritor e folclorista viajante Rogério Andrade Barbosa monta uma narrativa na qual dona Bentinha, antiga moradora de Florianópolis - conhecida como a Ilha da Magia - conta a um grupo de estudantes um pouco das tradições locais.
Dona Bentinha relembra as bruxas e assombrações, os causos contados pelas rendeiras, pelos pescadores e por outros contadores de histórias, para passar aos leitores um pouco dessa tradição popular herdada dos imigrantes açorianos. 
Em destaque, ela narra o folguedo do boi de Santa Catarina, o Boi-de-Mamão, com seus personagens típicos, como a Bernúcia e a Maricota. 
Uma festa de rua que revive em cada um sua identidade cultural, presente no fundo - ou nas raízes - de todos.
Mais
Objetivos
__ Possibilitar a criança conhecer um pouco sobre uma das festas tradicionais do Brasil, seus símbolos, santos, pratos típicos, trajes e danças.

__Compreender a história da festa junina, bem como o seu valor dentro do folclore brasileiro, destacando seus aspectos sociais e religiosos.

__Perceber a importância do trabalho em equipe e a união do mesmo.

__Resgatar as tradições da festa junina

__Desenvolver o gosto por poemas e músicas.

__Socialização dos alunos.
__Incentivar o gosto pela culinária junina.

__ Integrar a comemoração da festa junina desenvolvendo o resgate social exercendo a cidadania através de ações concretas, solidárias e participativas, favorecendo a criança a ampliação de seu universo linguístico, pois a festa junina se constitui uma temática rica onde podem ser explorados diversos tipos de linguagem. Levando ao aluno o conhecimento da origem da festa junina, levando os educando a conhecer seus símbolos e seus valores.


A HISTÓRIA DA FESTA JUNINA

Pequena história das festas juninas
João o menino sonhador e projeto
Cultura popular
Aulas e sugestões pedagógicas
Passo-a- passo
Sugestão para produção de textos
Montando um livro

Ouvindo:
No Brasil de norte a sul encontramos a brincadeira de boi (boi fingido), conforme a região estes possuem características e nomes distintos como o Boi-Bumbá, Bumba meu Boi, Boi-pintadinho, Boi-Matraca, sendo que entre nos, ele é conhecido como Boi-de-Mamão

Além da história que envolve estes personagens, há a brincadeira, um folguedo de Boi-de-Mamão que é uma das manifestações populares mais difundidas no Estado de Santa Catarina. Tal manifestação é comumente encontrada em muitos municípios do litoral catarinense, destacando-se as regiões de São Francisco do Sul, Itajaí, Florianópolis, Tubarão e Laguna, além da capital Florianópolis .AQUI

Cantando: AQUI













Link para essa postagem


domingo, março 31, 2013

A lenda do quero - quero >Estímulos literários > 31/03/13


Querendo o bem para si e para todos....
A lenda do quero-quero
Era uma vez um pássaro que vivia na floresta.
Ele não sabia por quê mas todas as coisas que ele queria não dava certo.
_ Tudo que eu quero não dá certo!
Ele era muito agitado e só sabia dizer:
_ Quero!
Quando encontrava com os outros pássaros ia só gritando:
_ Quero!
E gritava o tempo todo:
_ Quero!
Um dia achou que ninguém era amigo dele e todos só queriam seu mal...
_ Ninguém gosta de mim!
Ficou muito triste e saiu a andar pela floresta chorando muito.
E mesmo chorando gritava...
_ Quero!
E gritava:
_ Quero!
No alto da árvore estava Dona Coruja que vendo aquele pássaro gritando e chorando não se agüentou e foi até o chão:
_ O que acontece com você? Você quer ajuda?
_ Quero!
_ Você quer um amigo para conversar?
_ Quero!
_ Você quer parar de chorar e ficar alegre?
_ Quero!
O beija-flor que era muito amigo de dona coruja logo disse:
_ Nossa! Será que este pássaro só sabe falar uma palavra? Será que ele não sabe falar outra coisa?
Então dona coruja foi logo dizendo:
_ Meu bom pássaro, você não pode simplesmente querer as coisas. Para ter as coisas na vida é preciso mais. É preciso querer duas vezes.
Então o pássaro pela primeira vez parou de chorar:
_ Como assim?!!
Disse o pássaro com brilho nos olhinhos.
_ Espere vou chamar alguns amiguinhos para te explicar melhor:
_ Para vivermos bem e felizes precisamos sempre querer duas vezes. Querer coisas boas para nós e também para os outros que convivem com a gente.
_ Se eu quero ser respeitado eu preciso querer respeitar os pais, os professores e até mesmo meus amiguinhos.
_ Se eu quero ser amado, tenho também que querer o amor dentro do meu coração e distribuí-lo a todos que estão por perto.
Com um ar feliz o pássaro começou a entender ...
_ Se eu quero que cuidem das minhas coisas eu também tenho que querer cuidas das coisas dos outros para que não estraguem e nem fiquem perdidas.
_ É isso mesmo! Se eu quero proteção tenho também que querer proteger... Se quero carinho tenho também que querer fazer carinho.
_ Se eu quero ter saúde tenho que querer cuidar do meu corpo, querer alimentar e praticar esportes.
_ Ah! Agora eu entendi o que é realmente ser feliz!!!
E foi assim que o pássaro aprendeu que o segredo da felicidade está em querer duas vezes. Querer para si e também para os outros.
E foi assim que o pássaro saiu cantando alegremente:
_ Quero-quero! Quero-quero! Quero-quero!
E até hoje o pássaro vive nas florestas alegrando a todos com seu canto. Dizem que ele serve para lembrar a todos que devemos querer o bem para si e também para os outros.
Livro aqui:



Este pássaro é abençoado pelo povo do sul do Brasil....

Séculos atrás, o rio Grande do Sul era habitado por tribos de índios que se deslocavam de um lugar para o outro.Quando escasseavam os alimentos onde estavam. eles empreendiam longas jornadas.
Levavam tudo o que possuíam: homens, mulheres, crianças, carregando nos braços os pertences. Por isso, andavam devagar.
Eram obrigados, por causa disso, a dormir debaixo apenas das estrelas, que iluminavam o firmamento.
Cansados da jornada que faziam durante o dia, eles entravam em sono profundo, logo ao anoitecer .Ficavam expostos a animais selvagens, como o leão baio.
Esse animal se aproximava furtivamente, surpreendendo os viajantes que dormiam.
A única proteção que eles tinham era uma ave que voa à noite toda em casais.
Essa é uma ave que tem um penacho na cabeça e produz um grito estridente que diz quero-quero. Ao voarem durante à noite, sempre que viam um animal qualquer, produziam o seu grito no trajeto do furtivo caçador.
Esse grito ecoava pela solidão das coxilhas(colinas) e chegavam ao acampamento, dessa forma, os índios acordavam e procuravam proteger-se afugentando todo animal feroz.
Os índios passaram a ser amigos desse pássaro porque ele guardava a noite deles.
Pediram aos pajés que protegessem a essa ave, para que ela nunca fosse perseguida e morta.
Então, os pajés de todas as tribos reuniram-se e rezaram a Tupã.
E até hoje o quero-quero é a sentinela das coxilhas do Rio Grande do Sul.

Cultura gaúcha
Farroupilha
A Lenda do Quero

QueroQuando a Sagrada Família fugia para o Egito, com medo das espadas dos soldados do rei Herodes, muitas vezes precisou se esconder no campo, quando os perseguidores chegavam perto.
Numa dessas vezes, Nossa Senhora, escondendo o Divino Piá, pediu a todos os bichos que fizessem silêncio, que não cantassem, porque os soldados do rei podiam ouvir e dar fé.
Todos obedeceram prontamente, mas o Quero-quero, não: queria porque queria cantar. E dizia: Quero! Quero! Quero!
E tanto disse que foi amaldiçoado por Nossa Senhora: ficou querendo até hoje.



- Conversamos sobre a lenda, sobre o que eles conheciam sobre a família de Jesus etc....
-  Releitura foi feita da seguinte forma: colamos palha na folha e acima dela com a técnica de giz de cera quente, fizemos o desenho do Pássaro Quero-quero.

Vejam mais aqui:


Link para essa postagem


sábado, março 09, 2013

As deliciosas férias de Beatriz >Estímulos literários e gastronômicos > 09/03/13


Livro ilustrado que busca relatar as viagens da protagonista Beatriz pela região Sul do Brasil, com curiosidades e receitas típicas das cidades por onde passa.
Nhoque estrelinha de polenta, chocolate quente, panquecas de doce de leite, strudel da horta e arroz carreteiro são algumas das receitas que Beatriz aprendeu durante suas viagens pelos três estados.


As Deliciosas Férias de Beatriz - Viagens Pelo Sul do Brasil
Autor: Pernambuco, Carla; Motta, Dado; Fabian, Pablo
Editora: Leya Brasil



Aos 8 anos, Beatriz mora em Porto Alegre e está cursando o 3º ano.
Além de ser uma boa aluna e ter muitos amigos e primos, ela adora colecionar receitas diferentes em seu diário, principalmente aquelas que a Vó Néli ensina nos almoços de domingo.
Durante suas férias ela conheceu muitos lugares interessantes e é claro, trouxe muitas receitas de recordação.
Nhoque estrelinha de polenta, chocolate quente, panquecas de doce de leite, strudel da horta e arroz carreteiro são algumas das iguarias que Beatriz aprendeu durante suas viagens pelos três estados.
 Com receitas de Carla Pernambuco, texto de Pablo Fabián e ilustrações de Dado Motta, As deliciosas férias de Beatriz é uma gostosa viagem pelo mundo das aventuras, experiências e lembranças pelo sul do Brasil. Ricamente ilustrado, As deliciosas férias de Beatriz, relata as viagens da pequena protagonista pela região Sul do país, com curiosidades e receitas típicas das cidades por onde passa.





Ao folhear o livro infantil As Deliciosas Férias de Beatriz, fica difícil não sentir uma pontinha de inveja da garotinha de 8 anos do título.
Primeiro porque ela tem férias escolares (ah, era tão bom!). Segundo, por ela fazer um roteiro de viagem pelo sul do Brasil cheio de comida boa.
Ainda bem que, esperta, Beatriz anota as receitas que experimenta no caminho em um diário – e que elas estão, uma a uma, expostas nas páginas da edição.
Por trás da curiosidade gastronômica da personagem há o olhar da chef gaúcha Carla Pernambuco, que idealizou o livro e selecionou as receitas.
Também é dela boa parte das memórias que inspiraram a história, escrita por Pablo Alejandro Fabián, como afirmou Carla em seu site oficial (Beatriz, aliás, é seu nome do meio).
No texto, as descrições das férias da protagonista são mais voltadas para crianças – e é interessante para ler com os pequenos ou até para saber detalhes de algumas cidades citadas, como Caxias do Sul, Dom Pedrito e Morrete (as duas primeiras ficam no Rio Grande do Sul e a última no Paraná).
Mas nada impede os adultos de irem direto ao ponto nas receitas que, por terem um pezinho no mundo infantil, são simples de preparar.
Abaixo, publicamos três delas: cuca de banana, nhoque de estrelinhas de polenta e xixo (espetinhos de carne com tomate cereja).
Para quem se apegar à temática sulina, no livro há muito mais, como escondidinho de mandioca e barreado, arroz de carreteiro e strudel da horta.



Cuca de banana



Ingredientes para massa
6 colheres de sopa de manteiga derretida morna
3 xícaras de açúcar de confeiteiro
1 xícara de farinha de trigo
1 xícara de amêndoas laminadas
2 e 1/2 bananas nanicas cortadas em cubinhos
1 xícara de uva passa
1 colher de sopa de canela
6 claras em temperatura ambiente



Ingredientes para a farofa
4 colheres de sopa de manteira
1 xícara de açúcar
1 xícara de amêndoas
Pitada de canela



Modo de preparo
Misture os ingredientes da farofa até formar grumos e reserve.
Processe a farinha de trigo com o açúcar e as amêndoas.
Bata as claras em neve, junte com a farinha processada e adicione a manteiga derretida.
À parte, misture a banana, as passas e a canela.
 Coloque metade da massa numa forma untada, espalhe as frutas e complete com a massa restante.
Finalize com a farofa e leve para assar em forno pré-aquecido.
Sirva ainda quente, acompanhada com sorvete de creme.



Nhoque estrelinhas de polenta



Ingredientes para massa
2 copos de leite
1/2 xícara de fubá
1 ovo
1/2 tablete de manteiga
3/4 xícara de queijo emmental ou gruyere
3/4 xícara de queijo parmesão
Noz moscada e pimenta do reino



Modo de preparo
Aqueça o leite e quando começar a ferver, acrescente o fubá.
Mantenha mexendo para não formar caroços.
Tempere com noz moscada, sal, pimenta e deixe ferver por mais 15 minutos.
Retire do fogo e adicione o ovo, metade da manteiga e dos queijos.
 Despeje a polenta em uma assadeira untada de 20cm.
Depois de fria, corte com aro de estrelinha e coloque em um refratário untado com manteira.
Salpique o queijo restante e leve ao forno por 30 minutos.
Sirva com molho de tomate ao sugo.



Xixo
(Rende 6 espetinhos grandes ou 12 pequenos)



Ingredientes
200 gramas de lombro de porco cortado em 4 cubos
200 gramas de filé mignon ou maminha cortado em 4 cubos
200 gramas de peito de frango cortado em 4 cubos
Sal, pimento do reino
1 colher de sopa de suco de limão
1 dente de alho picado
5 colhereses de sopa de azeite
12 espetos
12 tomatinhos cereja
12 cebolas pequenas (tipo conserva)



Modo de preparo
Tempere o lombo com sal, pimenta, limão, alho e deixe na geladeira por 1 hora.
Tempere o mignon e o frango com sal e pimenta do reino.
Corete os tomatinhos e as cebolinhas ao meio e besunte-os no azeite com sal.
Monte os espetinhos intercalando as carnes com a cebola e o tomate.
Aqueça uma frigideira antiaderente com um fio de azeite e grelhe os xixos até que estejam dourados por igual. Sirva com farinha de mandioca.
Essa publicação faz parte do projeto “Redescobrindo o Brasil”, lançado por Márcia na última temporada.
 O último livro, “Samburá de Lendas” foi inspirado no Norte do país.
Os demais livros vão desbravas as outras regiões do país com o objetivo de resgatar valores e aproximar pais e filhos.
A região Sul do país, que serve de cenário para as descobertas gastronômicas que Beatriz (uma menininha de Porto Alegre de oito anos) realiza ao longo de suas férias, também foi inspiração para a coleção de inverno 2012 da Green.
Através de 16 receitas para os pequenos explorarem a cozinha juntamente com seus pais, os leitores desbravam a influência dos povos portugueses (açorianos), espanhóis, italianos, alemães, ucranianos, poloneses, japoneses e libaneses.
São pratos simples (alguns exóticos), levantando a bandeira do reaproveitamento com foco em sustentabilidade e manutenção das tradições.
"Escrever um livro é sempre um desafio e este não foi diferente. Junto com minha equipe, mergulhei nas ‘Deliciosas Férias de Beatriz’ e o resultado foi muito recompensador. Em cada página, cada detalhe, tem um pouco da nossa história e do jeito que temos de olhar a vida”, afirma Carla Pernambuco.
Ela passeou pela culinária dos estados Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná para compor as receitas que se encontram no livro.






O livro é dividido em duas partes: a primeira “Férias de Inverno” e entre as receitas traz Torta de Morango, Xixo (Espetinhos Gaúchos) e Arroz Carreteiro e a segunda, “Férias de Verão” entre as receitas apresenta o PF da Praia, Cuca de Banana, Strudel da Horta e Bureka (uma ótima receita Ucraniana).



Descobrindo o Brasil -
Região Sul - Manifestações Culturais - UCA
■Realizar pesquisas;
■Ler e interpretar informações;
■Identificar algumas manifestações culturais do sul do país;
■Compreender a função social da escrita;
■Trabalhar os diferentes gêneros textuais dentre eles, lendas e parlendas;
■Produzir textos como relatórios, convites, listas;
■Participar de forma ativa de diálogos e debates;
Descobrindo o Brasil - Festas Típicas do Sul: a gastronomia - UCA

Vejam um pouco da história...





Depois do almoço, elas voltaram caminhando pela rua ensolarada.
A noite chegou... As estrelas iluminaram o sono de Beatriz e Patrícia...
Amanheceu... O passeio era para Gramado...

  Depois entraram na confeitaria qu etinha doces lindos
e um delicioso aroma de chocalate no ar.
Mãos geladas de tanto brincar na neve...
Então foram se aquecer na lareira e tomaram
chocolate quente.
Logo após se esquentaram, rumo novamente para casa..
Madrugada fria e nevou em Caxias...
Ao amanhecer estava tudo branco...
A vizinha da tia Beth chegou com uma torta de morangos.
Que delicia!
Beatriz foi logo anotando a receita em seu diário.




No meio do pasto,muitas vacas, cavalos e ovelhas...
Hora do almoço....
Tinha espetinhos muito apetitosos, chamado de xixo,
com farinha de mandioca.
Mais uma receita para Beatriz....
Foram passear no campo...Um sol quentinho...
Viram muitas novidades e logo sentiram um cheiro  bom
Vó Neli estava fazendo arroz de carreteiro, feito com
sobras de carne de churrasco.
Depois do jantar, cansadas se prepararm para dormir.
De manhã, um passeio `a cavalo....
Tudo lindo...
Aespedida da fazenda foi na noite de São João, com fogueira,
batata- doce assada na brasa...
Assim Beatriz se despediu das primeiras férias...





 Os dias passarm em alta velocidade...
Logo  outra aventura rumo à Curitiba!



Assim voltaram com uma tigela de Barreado para o jantar.
 Vovó Olenca fez escondidinho de mandioca para completar a refeição.
Depois de tantas aventuras...Fim de férias....
Beatriz foi para casa já sonhando com as próximas!





Link para essa postagem


 
©2007 Elke di Barros Por Templates e Acessorios