BlogBlogs.Com.Br

CATIVA-ME

Glitter Photos

Colaboração e Direitos

Colaboração e Direitos Autorais
Olá amiga(o) ,
Fui professora dos projetos "Estímulo À Leitura",
"Tempo Integral" e a favor da leitura lúdica,
afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog, não se
esqueça de citar o "Linguagem" como fonte.
Você, blogueira sabe tanto quanto eu, que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
receber um elogio...
Venha conferir,
seja bem-vinda(o)
e que Deus nos abençoe.
Krika.
30/06/2009

Linguagem social...

Glitter Photos

Comemoração

Glitter Photos
JUNHO 2019
17 ANOS DE LITERATURA INFANTIL
ACOMPANHEM LINGUAGEM E AFINS NO FACEBOOK TAMBÉM!
GRUPO LINGUAGEM E AFINS
O BLOG LINGUAGEM E AFINS NÃO TEM FINS LUCRATIVOS
OS LINKS SUGERIDOS SÃO DE SITES AFINS A POSTAGEM
Mostrando postagens com marcador Refugiados. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Refugiados. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, novembro 14, 2024

Lengalenga>Barco de histórias>Bárbaro>"Lendo imagens">Como escolher uma história para contar> 14/11/2024

 
Luci Sacoleira

Não! não quero! Todo dia a mesma Lengalenga!

Com humor e uma poética visual inovadora, Luci Sacoleira retrata o embate comum que todas as famílias podem travar um dia.

Proferida pelos adultos a palavra “Não!” pode significar a imposição dos limites no mundo, mas quando pronunciadas pelas crianças, o não se subverte em desafio e conquista da liberdade.

A cada lengalenga repleto de não, não, não quero não! As crianças resistem ao fim da brincadeira e ganham tempo no possível e impossível da imaginação. E, enquanto a água do chuveiro cai sobre cabeças cheias de teimosia, existe um momento no qual as bolhas de sabão flutuam e reluzem a poesia e genialidade do universo particular da infância.


Sobre a obra: AQUI

Kyo Maclear

Uma narrativa sobre a experiência do refúgio pelos olhos de duas crianças.

Muitas vezes é nas pequenas coisas que encontramos força para enfrentar os desafios que aparecem em nosso caminho ― e é isso que as crianças deste livro vão perceber.
Por meio de ilustrações ricas em detalhes e uma narrativa poética, acompanhamos o percurso que famílias têm que fazer ao serem forçadas a sair do país em que nasceram em busca de refúgio.

Elas vão embarcar em uma jornada repleta de obstáculos, mas também de novas histórias, que serão sementes de esperança em sua procura por um novo lar.
Ouvindo: AQUI

Estes livros foram sugeridos no vídeo abaixo:
Por que ler para as crianças é importante: 3 benefícios: AQUI
Bocejo AQUI ,foi sugerido também neste vídeo acima.

Como ler um livro sem palavras ou livro-imagem?
Essa é uma dúvida que muitos adultos têm quando se deparam com obras que não têm texto.
Será que a gente inventa a história?
E que perguntas podemos fazer para as crianças durante a leitura? AQUI

Livro de imagens: Como utilizar com as crianças: AQUI

Renato Moriconi

Era uma vez um bravo guerreiro que montou em seu lindo cavalo e saiu em uma perigosíssima jornada. Ele lutou contra serpentes e gigantes de um olho só, sobreviveu a flechadas, enfrentou leões monstruosos e plantas carnívoras, até que... Ué, ele de repente parou no meio do caminho e começou a chorar! Para saber o motivo da tristeza repentina do nobre cavaleiro, as crianças terão de chegar ao final desta história criativa e divertida de Renato Moriconi, contada apenas com ilustrações.

Este livro é indicado para crianças a partir de 3 anos.


Ouvindo Fafá conta: AQUI


Ouvindo mais: AQUI, AQUI


Mediação de leitura


Mas como se faz essa leitura na prática?


Será que você está fazendo isso da melhor forma? E se eu te dissesse que há várias coisas importantes pra pensar e pra gente se preparar antes que a tão esperada hora da historinha chegue? Tudo isso tem a ver com o tema desse vídeo, a MEDIAÇÃO LITERÁRIA!


AQUI, AQUI


Mediação de leitura e contação de histórias: O que são? AQUI


Como escolher uma história para contar? AQUI


Imagine só: AQUI


Compartilhamos  a história do livro Bárbaro, do autor e ilustrador Renato Moriconi, publicado pela editora Companhia das Letrinhas. E seguimos rumo a uma viagem com monstros assustadores, seres mitológicos, medos e coragens. AQUI



Historinhas para pequenos: AQUI


Refugiados: AQUI


Leituras/Imagens: AQUI




Link para essa postagem


domingo, maio 15, 2022

Como pode uma chuva de estrelas deixar a noite mais escura?>Tema guerra>Refugiados>Gênero narrativo>15/05/2022

 


Stella Battaglia/Roberto Weigand

Neste momento, pode-se considerar que as fases fundamentais da alfabetização já estão superadas e o processo de letramento, que se inicia ainda no berço, continua a ficar ainda mais complexo.

O leitor fluente tem mais autonomia e pode mediar com mais facilidade o próprio processo de leitura. Surgem aqui várias possibilidades de discussões aprofundadas: a abstração se torna mais atuante nos processos cognitivos da criança e o pensamento crítico e auto reflexivo está mais atuante.

Os livros podem ser mais densos em páginas e conteúdo; as ilustrações às vezes estão menos presentes – mas jamais perdem a importância.

Este leitor pode dialogar melhor com o livro e interpretá-lo com mais acuidade. 

Gênero romance

TCTs: cidadania e civismo (direitos da criança e do adolescente; educação e direitos humanos; vida familiar e social); multiculturalismo (diversidade cultural)

Tópicos para orientação do professor: animais de estimação; autoestima; conflitos existenciais; constituições familiares; construções de identidade; cultura judaica; enfrentamento do medo; genocídio; otimismo; perdas; relações sociais; respeito; Segunda Guerra Mundial.

 Editora Sowilo: AQUI     Ilustrações: AQUI

O horror da guerra, narrado pela perspectiva de uma criança que teve a família aprisionada por nazistas. Em síntese, esta é a proposta do livro “Como pode uma chuva de estrelas deixar a noite mais escura?” Escrito por Stela Maris Fazio Battaglia, com ilustrações de Roberto Weigand .

Finalista do prêmio Barco a Vapor de 2020, a narrativa traz o olhar de uma criança - Matheus - sobre acontecimentos sinistros que vive com sua família. Afastado de todas as suas referências – casa, escola, amigos, animal de estimação – o menino sofre diante das mudanças, da brutalidade, do espanto e da incompreensão da descoberta do mal.  

O enigma da estrela que ele passará a trazer costurada na roupa começará aos poucos a ser desvendado, mas sempre por seus olhos de criança.

A história:

Matheus traz seus pensamentos e muitas perguntas sem respostas, na visão do menino. Comovente a sua releitura, afinal era um menino, que sonhava e brincava com amigos. Vivia numa casa com seus pais, a vizinhança era próxima. A vida era boa e ele acreditava que assim seria para sempre. De repente as pessoas começaram a desaparecer. Era a guerra apagando a beleza das estrelas nas noites intermináveis de fome, frio e incertezas.

"(...)Além de eu achar as estrelas bonitas, elas ainda eram minhas companheiras nas festas de palavras de papai. Eu apreciava tudo que me fazia olhar para o alto e descobrir a estrela que tinha sido uma mulher que se apaixonou pela lua, imaginar a deusa Hera dizendo que queria ser a rainha do céu e tudo que a fantasia de meu pai me convidava a buscar. Dessas noites cheias de afeto e descobertas, veio meu fascínio por estrelas."

Sua imaginação era seu alimento diante de tanta violência, crueldade e brutalidade vinda dos soldados nazistas. Ele os chamava de "homens - aranhas". Sua mãe havia costurado em suas blusas uma estrela amarela. Ele se sentia orgulhoso e contente, ainda mais que seus amigos também passaram a usar estrelas em suas roupas. Era como um time, que foi crescendo. A partir daí as pessoas com estrela foram desaparecendo. Matheus não entendia. Seu pai não pode mais trabalhar em sua loja. Havia destruição pelas ruas. Até que foram levados aos campos de concentração. Era tudo pavoroso e triste. Ele e sua mãe foram separados de seu pai. Foram levados para um lugar escuro, mau cheiroso. O medo foi tomando conta. "Será que existe uma palavra que dê conta de tudo que estamos vivendo?"

A sobrevivência era necessária."(...)Sobreviver é apenas não morrer, de fome, frio, sede, medo e violência. Ter vida é outra coisa; é ir fundo na experiência de estar vivo, com liberdade e responsabilidade, como antes, na nossa casa, nossa cidade, nossa comunidade, escola, jardins, trabalho, nosso pedaço de céu e a poesia do seu pai."

Matheus sentia saudades do pai e de tudo, dormia abraçado a sua mãe enquanto apertava as três bolinhas de gude que conseguira trazer. Ele se perguntava por quê? Não havia fim, não havia esclarecimentos ao menos para uma criança de seis anos...Será porque usamos estrelas em nossas roupas? Por que minha mãe as costurou em nossas roupas?

"(...) Aprendi na pele, na dor, no corpo, no medo o significado da estrela que eu tanto gostava. Percebi que a estrela amarela mostrava quem não tinha mais nome, quem só tinha um número. A estrela acusava a gente de não sei o quê."

Matheus escureceu por dentro, ficou em silêncio durante muito tempo. Como pode uma chuva de estrelas deixar a noite mais escura?

Assim ele e sua mãe foram resistindo, dia após dia, através da força de uma plantinha que nasceu entre as pedras do lugar em que estavam. Aquela plantinha significava esperança. Sua mãe passou a regá-la diariamente, com resiliência. Depois de muito tempo os portões foram abertos. As pessoas ficaram espantadas, tanto as de estrelas quanto as de aranhas.

Por fim reencontraram seu pai, agora sem estrelas nas roupas, recomeçaram tudo em outro lugar. Devagar e com muito medo ele voltou a escola...Voltou a gostar das estrelas brilhantes e queria ser astrônomo. Ganhou uma irmãzinha de nome Mira e até voltaram a sorrir.

"(...)Desconfio que vou descobrir no céu a existência de estrelas de todas as cores. Será que ficam suspensas por estarem grudadas a fios invisíveis, tecidos pela arrogante princesa Aracne, transformada em aranha pela poderosa Atena?

Obs: História pra lá de comovente. Fiquei admirada com a sensibilidade da autora. Escrever de forma "lúdica" sobre o nazismo...Estrela amarela e aranha...Se existe uma forma de introduzir o tema guerra para criança, eis uma dica: "Como pode uma chuva de estrelas deixar a noite mais escura?"

Crianças, guerra e literatura

Se a guerra entre a Rússia e a Ucrânia não dá trégua, se as redes sociais seguem com seus bombardeios ensurdecedores de notícias misturadas à toda sorte de desinformação, aqui, em cada casa de família, em cada sala de aula, nós, adultos, tentamos explicar às crianças e adolescentes que história é essa. Tarefa inglória, não é verdade? E o que é pior, fadada ao fracasso, pelo menos à primeira vista. Como explicar às crianças que, até agora, a cada minuto, uma delas torna-se refugiada? Como fazê-las entender que há muitos outros interesses em jogo por entre bombas e tanques, que são maiores e mais preciosos que a vida humana?  Fonte

“Dois idiotas sentados cada qual no seu barril”, de Ruth Rocha  No Linguagem: AQUI

Refugiados no Linguagem: AQUI

Trabalhando o tema guerra na aula de artes/Impressionismo: O grito

Como trabalhar guerra em artes, expressionismo fácil 'O grito' de Munch, surge na intenção de apresentar uma opção aos educadores de como falar de guerra ensino fundamental 1, visto que, infelizmente é um assunto atual, por conta da guerra Ucrânia e Russia. É um plano de aula sobre expressionismo, onde sugiro uma atividade expressionismo com a obra 'O Grito' releitura. Considerado um ícone no expressionismo, o grito de edvard munch, retrata uma figura com expressão de medo e angústia, que são sentimentos que acompanham o contexto de guerra, neste plano de aula sobre guerra, você terá algumas informações básicas sobre expressionismo artes que podem ajudar a montar o seu plano de aula sobre a obra o grito.
Vamos educar para a Paz para afastar da realidade o grito expressionismo ( expressionista)!
Se você procura como trabalhar o expressionismo ensino fundamental 1, o grito plano de aula, plano de aula de artes de acordo com a bncc e ideias e atividades para artes, continue por aqui no Canal aula de artes.

AQUI



Link para essa postagem


sábado, agosto 28, 2021

Morro dos ventos>Eu estou aqui>Poderia>Atividade literária>Emoção/Perda>Paz>Refugiados>Releitura de obras>28/08/2021

 

Otávio Junior

De forma poética, esse livro oferece às crianças a chance de serem ouvidas: são várias as vozes clamando por paz. Mais do que falar de situações de violência que fazem parte da vida de tantos cidadãos brasileiros, esse livro resgata o desejo verdadeiro de uma criança de estar amparada e saber que os seus também estarão. Uma narrativa delicada sobre perda, violência e, principalmente, amor e esperança, escrita por Otávio Jr. e ricamente ilustrada por Letícia Moreno.

Sinopse: O livro é dedicado à mãe da menina Agatha Félix (preta, 8 anos), que morreu por disparo na PM no Complexo do Alemão. O livro, de um jeito muito delicado, narra sobre uma menina que mora numa favela onde há tiroteio o tempo todo. Quando estão na escola, as crianças precisam agachar no chão até que a “paz” volte. Uma paz efêmera, que apenas significa a volta ao padrão normal de um cotidiano sem tiros. Isso não é expressamente dito, mas sugerido, inclusive com a ilustração de Letícia Moreno. A protagonista sofre porque perdeu sua melhor amiga num tiroteio. Então, já não aguentando de tanta dor, sobe até o topo do morro e dá um berro bem alto. Em seguida, todas crianças começam a berrar também. E o que elas berram? Berram PAZ.

Curiosidade: o título do livro remete-nos ao livro de Emily Brontë, O Morro dos Ventos Uivantes. Apesar deste clássico tratar de um lar aristrocrata, ali vigora um clima de pessimismo. E o morro dos ventos da favela, apesar de todas as dificuldades, ainda é proclamado como um lugar otimista, onde crianças clamam pela paz.

CV Otávio Junior: (Rio de Janeiro, 1983) é um escritor, ator, contador de histórias e produtor teatral brasileiro que ficou conhecido por abrir a primeira biblioteca nas favelas do Complexo do Alemão e no Complexo da Penha, no estado do Rio de Janeiro. Nasceu e mora no Complexo do Alemão, onde faz muitos projetos com leitura, e no Complexo da Penha também. Aqui uma entrevista curtinha sobre seus projetos: AQUI

Sobre suas obras: AQUI

Suplemento literário: AQUI

A história: AQUI

O garoto da camisa vermelha: AQUI

Da minha janela: AQUI

Como seria se você tivesse nascido em outro lugar? E precisasse fugir? Mudar de país?

Maísa ZakZuk

Morar em um novo país, aprender uma nova língua, fazer novos amigos... Foram esses os desafios enfrentados por Sebastien, que veio do Haiti, por Rimas, nascida na Líbia, e pelas outras dez crianças que você irá conhecer neste livro. Todas elas precisaram deixar a sua terra natal por diferentes motivos, como guerra civil, conflitos políticos, desastre natural ou crise econômica. Seja como refugiadas ou imigrantes, essas crianças estão aqui, reconstruindo uma nova vida no Brasil. Confira a emocionante história de cada uma delas. São depoimentos repletos de coragem, sabedoria e esperança. Histórias de quem aprendeu, muito cedo, a lutar por seu lugar no mundo.

Livro PDF: Trecho: AQUI

Todo mundo é misturado: AQUI

Joana Raspall

Proposta de trabalho: AQUI
A obra permite trabalhar temas como empatia, identidade, solidariedade, compaixão, imigração e preconceito. Desde muito cedo, todos nós temos de aprender a conviver com o outro, seja em casa, na escola, em lugares públicos etc. Esse outro pode ser muito parecido conosco ou muito diferente. Afinal, cada um tem uma história e veio de determinado lugar. Mas será que só devemos ser amigos e ajudar aqueles com os quais nos identificamos? Como uma forma de aproximar e conscientizar os alunos, que tal cada um contar a história de um colega? Pode ser oralmente, com ilustrações, uma história em quadrinhos ou mesmo uma biografia. Depois disso, eles também podem pesquisar sobre a vida de outras pessoas – um jogador de futebol, um cientista, um autor. Partindo de nossas diferenças, vamos valorizar o que nos une!

Um porco vem morar aqui:

 De forma delicada e engraçada, essa fábula mostra como, muitas vezes, julgamos as pessoas por preconceitos, que nos impedem de enxergar a realidade. A rejeição do porco deixa à mostra também como muitos imigrantes são tratados nos países para onde vão.

AQUI

Explorando as obras da afegã Shamsia Hassani
Interpretação: Blog Arte e Manhas da Língua
São várias obras com questionamentos reflexivos
Refugiados: AQUI
Projeto juntos pela paz: AQUI






Link para essa postagem


terça-feira, dezembro 17, 2019

A pequena Carlota>Fugindo do medo>Educação emocional>Refugiados>17/12/2019


A importância da generosidade e da aceitação da diferença.


Guia do professor
A Pequena Carlota é uma unidade didática para crianças do 1º Ciclo. Inclui: 
 Livro “A pequena Carlota”; 
Vídeo de desenhos animados com legendas em português (7 minutos - No DVD incluído no livro);  Vídeo de desenhos animados versão original (7 minutos - No DVD incluído no livro); 
Livro de exercícios que contêm o material educativo necessário (texto, ilustrações).
Conta-se a história de uma pequena menina que se vê obrigada a fugir de sua casa. 
Antes de encontrar calor, proteção e afeto numa nova casa, a menina vive a rejeição e a insegurança. 
Não é fácil explorar o conceito de exílio com crianças pequenas. Assim, proporcionam-se diversas oportunidades para que se utilize a sua imaginação e se expressem. Contudo, o professor deverá estar atento perante a possibilidade da história da pequena Carlota perturbar algumas crianças. 
O livro de exercícios e estas notas, desenvolvidas para serem utilizados com o vídeo na sala de aula, oferecem várias atividades. 
Encoraja-se os meninos a observar, falar, desenhar, fazer mímica, disfarçar-se e imaginar, com o estímulo das imagens do livro e do vídeo.
 Sugerimos que as atividades se realizem na ordem proposta. Contudo, se for necessário, é possível reduzir algumas. Prevê-se que o estudo deste tema e das atividades que lhe dão forma, se realizem durante várias semanas. 
Os objetivos deste exercício são:
Incentivar a expressão de sentimentos e emoções que evoca a história da pequena Carlota e, assim, despertar a simpatia das crianças para com aqueles que vivem no exílio;
Enriquecer a sala de aula, estabelecendo relações entre as experiências das crianças e o que sentem quando alguém se vê forçado a viver no exílio; 
Tornar as crianças conscientes do conceito da diferença e da exclusão, juntamente com as necessidades básicas e universais das crianças.






Link para essa postagem


domingo, novembro 03, 2019

Eloísa e os bichos>Narrativa>Diversidade>Refugiados>03/11/2019


O texto conciso e poético associa-se às ilustrações simbólicas, coloridas e ricas em detalhes. Juntos, conseguem potencializar o sentimento de estranhamento da personagem em seu processo de adaptação à nova realidade.


Jairo Buitrago
Ao se mudar com o pai para uma nova cidade, Eloísa acaba por se defrontar com um mundo totalmente diferente do que conhecia, no qual se sente um verdadeiro bicho estranho.
Com o passar do tempo, tudo o que a assustava começa a ser incorporado com naturalidade a sua rotina. Autor e ilustrador oferecem um terno e renovado olhar sobre problemas sociais, como o deslocamento, o respeito à diversidade e a recusa à intolerância.



Sobre a obra
O que fazer quando a gente se sente perdida num lugar estranho?
Ser diferente a ponto de se sentir estranha?
Ser único num lugar onde tudo parece ser igual
Não achar pouso, e nem se sentir em casa?

Você consegue imaginar o que sente uma criança refugiada quando chega em seu novo país?





Link para essa postagem


segunda-feira, outubro 21, 2019

A menina que abraça o vento>Brincando de abraçar o vento>Refugiados>21/10/2019



Fernanda Paraguassu

A questão dos refugiados está todos os dias nos jornais, revistas, televisão,… em todo lugar. E, por isso mesmo, ao alcance dos olhos e ouvidos das nossas crianças. Mas esse não é um tema simples para abordar com elas. Então, como explicar? O livro “A menina que abraça o vento”, da jornalista, mãe e escritora Fernanda Paraguassu, cumpre essa função com muita sensibilidade e delicadeza. 

A menina que abraça o vento conta a história de Mersene, uma garotinha que teve que se separar de parte da família para fugir do triste conflito vivido na República Democrática do Congo. Enquanto se adapta à nova vida no Brasil, ela cria uma brincadeira para driblar a saudade.
Manual do professor: AQUI, AQUI
Mais possibilidades: AQUI, AQUI
Proposta de trabalho
 A leitura pode preencher de afeto o coração de leitores de todas as idades, desde os leitores que estão iniciando sua trilha na leitura até aqueles que já são mestres em devorar muitas e diversas narrativas. A beleza dessa história é capaz de encantar a todos! Aqui temos uma excelente oportunidade de trabalhar a competência socioemocional da empatia. 
E como fazer? 
Que tal convidar os alunos e professores a escreverem cartas para pessoas refugiadas? 
As cartas podem oferecer carinho, compreensão e amizade, apesar da distância. 
Outra iniciativa possível é convidar uma pessoa refugiada para um bate-papo virtual com as turmas, com partilha de experiências. 
Depois dessa conversa, cada aluno e professor também (claro!) podem fazer um cartão digital com uma mensagem especial para o(a) convidado(a).
 Aqui vale trazer o que mais tocou durante a conversa, dividir algo que marcou sua vida também com essa pessoa, desenhar ou copiar algo que ajude a lidar com a saudade da terra natal, entre muitas ações bonitas possíveis. Fonte
Atividade interativa: AQUI

Fafá conta


Ouvindo também: AQUI

Abordando migrações na literatura infantil
A literatura como ferramenta didática
Neste trabalho, propomos trabalhar o tema refugiados através da história de Mersene4 , com uma turma dos anos iniciais do ensino fundamental. 
O termo refugiados vem fazendo parte da bagagem de cada vez mais pessoas. 
São mais de 22 milhões de pessoas que saem de seus países fugindo de guerras e perseguições. Refugiados são migrantes forçados que segundo Fraga, Michielin e Chaves (2017), fogem de seus países por situação de violência, perseguição, conflitos internos ou outras situações que violem os direitos humanos, em busca de proteção. 

Questionamentos pertinentes
Imigrante,migrante,refugiado,emigrante,estrangeiro?

Migrante: Substantivo ou Adjetivo
O que é Migrante:

Migrante: Que muda de país ou região periodicamente.

Exemplo de uso da palavra Migrante: 

Artista circense.

Imigrante: Substantivo ou Adjetivo
O que é Imigrante:
Imigrante: Pessoa que chega a um país que não é o seu.
Exemplo de uso da palavra Imigrante:
Visitante permanente ou temporário a outro país que não é sua nação.
Mais detalhes: AQUI

Recentemente, houve uma importante mudança de paradigma, acompanhada de uma alteração na forma de uso do termo migrante.  
Nessa nova configuração, ressalta-se o reconhecimento do migrante enquanto sujeito de direitos, não o definindo a partir de se este “sai” ou “entra” de determinado território nacional (i ou emigração) ou mesmo se permanece nele. 
Trata-se, nesse sentido, de enfocar principalmente a migração enquanto fenômeno humano, que necessariamente atravessa os diferentes territórios nacionais, envolvendo diversos atores e processos transnacionais.

Comparado a “imigrante”, “emigrante” e “estrangeiro”, então, o termo migrante nos convida a considerar que atravessando ou não fronteiras nacionais, a mobilidade, o deslocamento e os movimentos são aspectos tão fundantes do humano tanto quanto a permanência, o estabelecimento e os enraizamentos.

Refugiados
A Convenção de Genebra de 1951, normativa que inaugura o Direito Internacional dos Refugiados, considera refugiada a pessoa que se encontra fora do seu próprio território nacional, por “fundados temores de perseguição devido à sua raça, religião, nacionalidade, associação a determinado grupo social ou opinião política (…)”
Vejam detalhes:  AQUI

Dentro das muitas possibilidades didáticas encontramos a literatura infantil, que é um pilar onde as crianças despertam para o mundo imaginário e da fantasia. Neste trabalho, nossa proposta é trabalhar o tema refugiados no ensino de geografia através da história de Mersene3 , com uma turma dos anos iniciais do ensino fundamental.  Continua sobre esta obra: AQUI

Plano de aula/Brincando com o vento: AQUI

A prática adotada pelo ACNUR é se referir a grupos de pessoas viajando em movimentos mistos como “refugiados e migrantes”. 
Essa é a melhor forma de permitir a compreensão de que todas as pessoas em deslocamento possuem direitos humanos que devem ser respeitados, protegidos e satisfeitos; e que refugiados e solicitantes de refúgio possuem necessidades específicas e direitos que são protegidos por uma estrutura legal específica. Mais detalhes:  AQUI
Refugiados:  AQUI
Deixando para trás
AQUI

Que tal juntar literatura e competências socioemocionais no dia a dia de seus alunos e professores? Um bom livro pode ser o disparador de uma diversidade de emoções, que se trabalhadas poderão se transformar também em conhecimento de si e do outro. É uma oportunidade de dar ouvido também às emoções complexas, sem atitudes de julgamento e repressão, mas sim de acolhimento e escuta. Fonte




Link para essa postagem


sábado, setembro 28, 2019

Malala e seu lápis mágico>A importância de lutar pelos seus direitos>Atividades PDF>29/09/2019



Um livro de Malala Yousafzai para os pequenos leitores sobre a importância de lutar pelos próprios direitos — e nunca deixar de sonhar. Quando era apenas uma menina vivendo no Paquistão, o maior desejo de Malala era ter um lápis mágico. MAs quando seu direito à educação foi colocado em perigo por homens que acreditavam que meninas não deveriam ir à escola, Malala percebeu que a sociedade em que vivia precisava de mudanças imediatas. SÓ então ela foi capaz de enfrentar grandes obstáculos até encontrar dentro de si a força e as ferramentas necessárias para mudar o mundo. Em seu primeiro livro infantil, a garota paquistanesa ganhadora do Prêmio Nobel da Paz, retorna à própria infância para apresentar sua história aos pequenos leitores e inspirar uma nova geração a quebrar o silêncio para transformar o mundo em um lugar melhor.

Roteiro de leitura
Ouvindo: AQUI


Fichas de leitura
Atividades PDF: AQUI
Livro: AQUI,  AQUI


Percebemos a importância da luz quando vemos a escuridão. Percebemos a importância da nossa voz quando somos silenciados. Da mesma forma, quando estávamos em Swat, no norte do Paquistão, percebemos a importância de lápis e livros quando vimos as armas.” (Malala Yousafzai, ativista pelo direito das meninas à educação).   Tudo sobre malala: AQUI

Linguagem e Afins e sua reflexão...
Existem tantas formas de homenagear crianças em seu dia especial.
Há o lado religioso,católico. Dia de Nossa Senhora Aparecida.
E tantas formas de comemorar: como brincar,dar presentes...
Ludicamente e literariamente falando eu ainda sou daquelas que considera o livro o principal alvo.
O que há de ser de nós sem ler e escrever? E sem produzir suas ideias?
Queria lembrar aos colegas da importância de se ter escolas, e principalmente públicas e de qualidade.
Não vou chover no molhado,afinal,estamos numa crise imensa financeira, de corrupção crônica, de armas,de falta de segurança, de violência!
Uma luta sem fim colegas. Mas e por que não trazer a tona para nossos alunos a questão: Instituição escola?
Nossas escolas, patrimônio público! Tão "falidas"...
E se levarmos o exemplo de Malala? Queria estudar e lutou por este direito.
E nossos alunos "depredam" escolas. Tem seu direito de estudar. Tem escolas.E seu dever de preservar o bem público?
Quanto a política, nem é bom comentar...Estou dando enfoque ao direito da criança ir para à escola. E de seu dever de zelar pela escola.
Falo de gratidão, de tolerância, de não a violência. Os valores estão distorcidos,sim. E que haja esperança para que as crianças tenham seu dia "de festa" garantido.
Falo de literatura infantil e de todas as suas possibilidades de intervenção cultural, de emponderamento, de opinião positiva.
Claro que falta muita dignidade política. E como! Que Deus nos abençoe!
Parabéns para os professores heróis em mais um dia 15 de outubro!
Cristina
Blog Linguagem e Afins
Acredito na literatura infantil como personagem principal 
nas aulas de todos os conteúdos.





Link para essa postagem


domingo, julho 21, 2019

Eu sou uma noz>Solidariedade>Ética> Refugiados>RECOMENDO>21/07/2019

Eu sou uma noz  - Grupo Brinque-Book

Ilustrador: Jordi Sempere
Temas: imigração / refugiados / solidariedade /
convivência social / identidade / astúcia

Estratégias de leitura
As atividades propostas podem ser trabalhadas em diferentes níveis de aprofundamento, em função dos interesses da turma ou do professor, e se baseiam nos conceitos de aprendizagem cooperativa e rotinas de pensamento. 
A aprendizagem cooperativa é um método baseado em tarefas feitas em grupo pelos alunos. 
Inclui diversas técnicas desenvolvidas para que os estudantes trabalhem em conjunto para alcançar objetivos comuns, pelos quais todos os envolvidos são responsáveis.
 As rotinas de pensamento são estruturas através das quais os alunos – de forma
individual ou coletiva – iniciam, discutem e conduzem pensamentos à medida que descobrem novos modelos de conduta que os levam a pensar, refletir e raciocinar.
 A leitura desse livro pode ajudar a trabalhar aspectos como: 
A tolerância. 
 A amizade. 
 O respeito.  
A solidariedade. 
Convém também destacar que, a partir da leitura, pode-se aprofundar a abordagem da questão dos refugiados e imigrantes.

Desenvolver a expressão oral e escrita. 
* Promover o hábito da leitura. 
* Ampliar a capacidade crítica. 
* Explorar o potencial criativo.
 * Desenvolver a expressão corporal. 
* Aprimorar as habilidades sociais necessárias para trabalhar em grupo. 
* Fortalecer a empatia.

Projeto de leitura: AQUI

Vejam neste link sobre o livro em detalhes







Link para essa postagem


 
©2007 Elke di Barros Por Templates e Acessorios