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Colaboração e Direitos Autorais
Olá amiga(o) ,
Fui professora dos projetos "Estímulo À Leitura",
"Tempo Integral" e a favor da leitura lúdica,
afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog, não se
esqueça de citar o "Linguagem" como fonte.
Você, blogueira sabe tanto quanto eu, que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
receber um elogio...
Venha conferir,
seja bem-vinda(o)
e que Deus nos abençoe.
Krika.
30/06/2009

Linguagem social...

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Comemoração

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JUNHO 2019
17 ANOS DE LITERATURA INFANTIL
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domingo, junho 15, 2025

Empurrem a baleia de volta para o mar>PNLD Literário>Estímulos rimados> 15/06/2025

 
Sophie Shoenwald/Lea Becker

O mar apanhou um resfriado, espirrou – atchim! – e jogou a baleia na praia. A coitada ficou lá, encalhada na areia. Como será que ela vai voltar para o mar? Será que o ratinho pode ajudá-la? Empurrem a baleia de volta para o mar! é um livro que nos ensina a força que temos quando decidimos trabalhar juntos."

“Empurrem a Baleia de Volta Para o Mar”, selecionado para o PNLD 2023 - Obras Literárias. Enriquecida com rimas e ilustrações envolventes, esta história promete estimular reflexões profundas sobre valores e virtudes fundamentais desde a infância.
Nela, temas como união, amizade e respeito são habilmente explorados, oferecendo uma oportunidade única para o desenvolvimento moral e social dos jovens leitores.
Livro do professor: AQUI
Ouvindo: AQUI
Lendo: AQUI
Varal de histórias:  Cantando também AQUI
Habitantes do fundo do mar/Baleia: Cantando: AQUI

A mancha: AQUI
Grude-grude: AQUI
A invasão da banheira: AQUI
Sustentabilidade: AQUI
Educação ambiental: AQUI
Lixo/saneamento: AQUI
Reciclagem: AQUI
Poluição: AQUI
Ciências experiências: AQUI
Mar/Oceano: AQUI
Praia: AQUI
Bichinho do fundo do mar: AQUI
Baleias: AQUI



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terça-feira, junho 10, 2025

A mancha>Consciência ambiental>Gênero poema>Iniciação científica>Poluição>10/06/2025

 
Guilherme G.Flores/Daniel Kondo

Os oceanos são a garantia de vida para diversas espécies no planeta, inclusive a nossa, a espécie humana, que consegue alimentos e ar puro de suas águas. Brasil é um país privilegiado por ter uma das maiores costas litorâneas do planeta. 
E por isso carrega também uma grande responsabilidade: a de manter o oceano livre de manchas de óleo e de outras ameaças à vida.

Um poema que é um libelo e um alarme contra a mancha que avança na água do mar. 

Após as primeiras páginas dominadas pela mancha escura, uma mancha de óleo sobre o azul marinho, deixando ver a silhueta branca de uma arraia, um polvo, um rabo de baleia, os primeiros versos já convocam o leitor a participar de uma tomada de consciência: como é que você acha / que cresce aquela mancha? 

E vemos imediatamente a mancha como uma garra que nos atacará, se espalhando, levando o terror cor de piche por onde ela passa... tomando e matando várias algas e conchas, peixes e outros bichos!

Com a beleza das coisas estranhas, sinistras, os versos e as imagens revelam o desastre ambiental sobre todas as coisas que se transformam em um triste lixo, depositado nas areias, nos seixos, aos pés de que vai à praia. 

Há pessoas que se esforçam para conter a sujidade, num trabalho que parece em vão ou tardio, enquanto muitas outras fecham os olhos — é o que evidenciam Gontijo e Kondo. 

A mancha insistentemente, inquebrável, avança muito mais rapidamente... Por quê?

Sabemos muito bem. Porque alguém antes não tomou para si a sua responsabilidade. 

Nós somos nosso próprio ambiente ecológico, humano e moral. AQUI

Competências gerais BNCC:

Responsabilidade e cidadania, Autoconhecimento e autocuidado, Conhecimento, Trabalho e Projeto de Vida.
Assuntos:
Consciência ambiental, Poesia, Ecologia, Sobrevivência, Preservação da natureza, Meio Ambiente, Acidente, Alimentação, Vida marinha, Poesia Social, Mar, Água.

Ouvindo: AQUI, AQUI
Comentários e atividades: AQUI, AQUI, AQUI
Atividade lúdica: Como posso ajudar o planeta hoje? AQUI
Iniciação científica: 
Começa: 5:21: AQUI


Grude-grude: AQUI
A invasão da banheira: AQUI
Sustentabilidade: AQUI
Educação ambiental: AQUI
Lixo/saneamento: AQUI
Reciclagem: AQUI
Poluição: AQUI
Ciências experiências: AQUI



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quinta-feira, junho 13, 2024

Passo de tartaruga>Atividade literária consciente e inclusiva>Paraolimpíada 2024> 13/06/2024


Claudia Dicarmo

O livro trás o desafio das tartaruguinhas marinhas para chegarem ao mar. 
Elas contam com Juditona, a irmã mais velha que cria as estratégias.
 Juditinha que usa seus dons artísticos para distrair os inimigos e Daniel, que tem má formação congênita nas nadadeiras, mas na água é imbatível e salva suas irmãzinhas de um polvo malvado.  Fonte
À partir da experiência de superação e sucesso de Daniel Dias – o maior medalhista paraolímpico da história- veio a inspiração para abordar a questão das diferenças. 
Daniel virou então a tartaruginha Daniel, que tinha má formação nas nadadeiras, mas na água era tão veloz que pode salvar as suas irmãzinhas do grande vilão Polvolino.
 Daniel não só compartilhou a mesa de autógrafos com a autora nos dois lançamentos ocorridos em São Paulo, como sugeriu que houvesse um áudio book, tornando o livro ainda mais inclusivo.
Assistam: AQUI



Meu primeiro desafio: Tragam as crianças e venham conferir o primeiro episódio da série Passo de Tartaruga, que será transmitido no canal Zoomoo Kids. A série se baseia nas aventuras da tartaruga Daniel @danieldias88 e da Dra. Polva Karina @karinaoliani embaixo d ́ água para salvar os oceanos e seus animais.
Você não pode perder! AQUI
Vivemos num mundo com quase 8 bilhões de pessoas. 
Nesse universo tão diverso, não há mais espaço para preconceito, pois cada um de nós é um ser único, somos tão imperfeitos quanto perfeitos. 
Cada um tem dificuldades em algumas coisas e é muito bom em outras, e é aí que está a beleza da vida: a diversidade. Aprenda com essa turminha do bem e seja também um agente da inclusão, do respeito e do amor.

As Olimpíadas 2024 serão realizadas em Paris, na França, entre 26 de julho a 11 de agosto. 
Uma das metas do comitê olímpico é promover igualdade de gênero e, para isso, a programação de jogos é alternada entre homens e mulheres, tanto nos esportes coletivos quanto nas competições individuais. 

Os Jogos Paraolímpicos acontecem de 28 de agosto a 8 de setembro, reunindo mais de 4 mil atletas paraolímpicos do mundo. 
Por que falar deste tema: 
Além de conscientizar os alunos sobre a potência do esporte e da diferentes culturas, países e realidades sociais, contribuindo para uma visão mais ampla e inclusiva do mundo, integrar as Olimpíadas e os Jogos Paraolímpicos em projetos escolares é benéfico por várias razões. 
Promoção dos valores olímpicos: 
Enfatiza amizade, respeito, determinação, coragem, igualdade e inspiração, fundamentais para o desenvolvimento social e pessoal dos estudantes.
Debates sobre questões sociais: 
Incentiva discussões sobre inclusão, ética, equidade de gênero e racismo.
 Ao incorporar os Jogos Paraolímpicos em projetos escolares, os educadores podem abordar temas importantes relacionados à igualdade de oportunidades, direitos humanos e justiça social.
Interdisciplinaridade: 
Além da educação física, os jogos oferecem conteúdo relevante para história, geografia, matemática, ciências, enriquecendo o aprendizado.
Inspiração por meio de histórias de atletas: as trajetórias dos esportistas podem motivar os estudantes, enaltecendo características como determinação e foco. 
Estudar e valorizar o esporte paraolímpico promove um ambiente escolar mais inclusivo, onde todos se sintam valorizados e respeitados, independentemente de suas habilidades físicas.
Conscientização sobre saúde e doping: 
Discussões sobre saúde, nutrição e as consequências do doping educam sobre escolhas saudáveis e ética no esporte.
Criatividade e tecnologia:
Projetos como a construção de uma tocha olímpica com materiais recicláveis ou o desenvolvimento de um aplicativo para o evento estimulam a inovação e a criatividade. Fonte

Sugestões para professores: Conteúdos para aulas:  AQUI

No Linguagem
Superação: AQUI
Competição: AQUI
Inclusão: AQUI
Ganhar ou perder: AQUI
Hora do jogo: AQUI
Aulas sugestivas/Paraolimpíadas 
Conhecendo mascote 2024: AQUI
Esportes paraolímpicos: AQUI
Conhecendo mais: AQUI
Esporte/inclusão: AQUI
A deficiência e o esporte: AQUI
Modalidades: AQUI




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sábado, fevereiro 19, 2022

Maré baixa maré alta>Praia>Atividade literária>O que faço com os pés? Atividades> 19/02/2022

 

Ana Maria Machado

No livro Maré baixa, maré alta, o imaginário infantil, tão ricamente abordado no texto de Ana Maria Machado, ganha movimento e força com as imagens grandes, coloridas, detalhadas e dinâmicas de Marilda Castanha, ilustradora de qualidade reconhecida, tendo recebido alguns prêmios renomados.

Durante o caminho de ida e volta à praia com os pais, Luísa distrai-se brincando de observar as marcas deixadas na areia – pés grandes, pequenos, médios. Alguém desmanchou um pedaço do castelo. Quem será? Pelas marcas das patas, foi um cachorro levado. Agora é a onda que vem e desmancha o caminho que o cachorro desenhou. A menina fica atenta, também, à maré que sobe e desce. A narrativa, certamente, possibilita à criança a elaboração de várias hipóteses. E, quanto mais capaz de formular hipóteses, mais criativa ela será.

Ouvindo a história: AQUI

Brincar de se lembrar de tudo que há na sala de aula e registrar. 

Criar, através de desenhos, outras marcas na areia. 

Listar as cidades litorâneas brasileiras. 

Desenhar alguns animais aquáticos.

 Investigar o conceito de maré.  Fonte

Quem vive no litoral, perto da praia, está acostumado a ver que o mar está às vezes mais perto e às vezes mais longe. Esse fenômeno de subida e descida periódicas da água é chamado de maré. E o maior responsável por esse sobe e desce das águas dos oceanos é o nosso satélite natural: a lua. Continua: AQUI , AQUI

Um peixinho do outro mundo: AQUI

A praia/Dobraduras: AQUI  

Pés na areia: AQUI

E mais pés: AQUI

Mais praia: AQUI

Poesias sobre o mar/Ana Maria Machado: AQUI

O que faço com os pés?/Aula: AQUI

Carimbando os pés: AQUI

Circuito com os pés: AQUI  Pintando os pés: AQUI

Brincando com areia: AQUI, AQUI, AQUI





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segunda-feira, agosto 05, 2019

Quer conhecer minha fazenda?>Brincando de bicho>Caranguejo peixe é?>05/08/2019


Autora: Elba GGomes
Ilustradora: Luciene GGomes
 Temas abordados: fazenda, banho de rio, pescaria, pomar, apiário, passeios de charrete, fogueira.

 Já visitaram minha fazenda? Vocês vão se deliciar com o pomar e conhecer vários bichos. 
E o que dizer do banho de rio e da pescaria? 
Já provaram um favo de mel? Venham viver tudo isso!
Proposta de atividades

 

Autora: Maria Elaine Cambria
Ilustradora: Semíramis Paterno
Temas abordados: seres da natureza; imaginação; brincadeiras; rimas.

 

Você já pensou se fosse um sapo? E se fosse uma abelha? Como seria se você fosse uma minhoca? Neste divertido livro, a autora interage com a criança como se estivesse ao seu lado brincando de ser um bicho. Que tal entrar nessa brincadeira?
Proposta de atividades

Autora: Elba GGomes
Ilustradora: Luciene GGomes
O caranguejo é um bichinho interessante: geralmente caminha de lado, não sabe nadar; alguns sobem em árvores, mas aqueles que vivem no mar andam pelo fundo do oceano. O herói deste livro é um caranguejo aventureiro que não quer viver no mangue. Vamos ver o que ele aprontou?
História de um caranguejo aventureiro que não quer viver no mangue. Vive sonhando em se mudar para o fundo do mar, mas não sabe nadar. O que fazer? 
Temas abordados: manguezal, mar, adaptação ao meio em que se vive, mudança de vida, realização de sonhos, persistência.
Proposta de atividades
Aulas
Música caranguejo só é peixe ...
Lateralidade




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quinta-feira, maio 09, 2019

Amélia e o peixe>Praia -mar>Um dia na praia>Lendo imagens>09/05/2019

Amélia e o peixe  - Grupo Brinque-Book
Em seu primeiro dia à beira-mar Amélia se sente intimidada pelo novo ambiente: as ondas e o cheiro da maresia a deixam um pouco desconfortável. 
A súbita aparição de um simpático peixinho, que se transforma num colega de brincadeiras, deixa-a mais à vontade, mas quando a menina decide tomar o peixe para si, precisa aprender os limites e as diferenças entre afeto e posse.
Amélia passa pela situação muito comum de querer ser dona de algo que gosta muito. 
Converse ou desenvolva atividades com os alunos sobre a reação do peixe ao ser preso e depois de solto, e a atitude da menina antes e depois de pegá-lo. 
Por que aprisionar o peixe é uma má ideia? 
O que Amélia poderia ter feito diferente?
 A menina está passando férias na praia pela primeira vez. 
Os alunos já conhecem o mar?
 Converse com eles sobre ter ido à praia pela primeira vez e se suas impressões foram parecidas com as de Amélia

Atividades

Caiu na rede é peixe
Atividades
Bernardo Carvalho
Um livro de imagens pode ser um objeto estranho. As palavras não estão à vista nas páginas e os leitores, habituados à presença de um texto que os leve pela mão, poderão sentir-se perdidos (um pouco como, quando chegamos a uma praia e procuramos o melhor lugar para nos sentarmos). É bem possível até que, à chegada, muito leitores não saibam o que fazer com Praia-mar. “O que fazer com este livro?” perguntarão preocupados.
A todos aconselhamos que se descalcem (porque a maré está a encher e não tarda...) e, já sentados na areia, inspirem longamente o ar marítimo. Em pouco tempo, estamos certos, a estranheza evaporar-se-á (ou talvez seja levada por uma onda) e a atmosfera da praia irá envolvê-los, deixando pouco espaço para dúvidas.
Depois, lentamente, as ondas ganharão terreno. Então, os leitores — mesmo aqueles que no início estranharam a areia nos pés —, sentirão uma vontade súbita de mergulhar e, sem olhar para trás, lançar-se-ão sobre o azul das páginas. O livro terá assim cumprido o seu propósito.

Depois de Um Dia na Praia, Bernardo Carvalho regressa com um álbum de imagens também passado junto ao mar. Um livro para atravessar de pés descalços e contemplar sem pressas (como se deve fazer ao mar, seja inverno, seja verão).
+ AQUI
Proposta de trabalho
Bernardo Carvalho
A história começa logo na guarda inicial do livro. Bastam duas cores, duas barras lisas de cor, para nos situarmos no espaço. Depois a ação avança por aí fora, sem tempo ou espaço para “burocracias” (que é como quem diz, para fichas técnicas ou folhas de rosto): há uma história a contar e conta-se; há uma história a nascer e, portanto, há que olhar para ela, como quem assiste a uma cena, sentado no areal da praia.

A personagem vai avançando pela areia e, página e página, acompanhamos os seus gestos, gestos familiares de um dia na praia como qualquer outro.
De súbito algo se agita no mar...
Os dados estão lançados, ficamos suspensos no desfecho, as imagens dão-nos pistas sem nos dizerem tudo: por vezes mostram-nos apenas um detalhe, por vezes vemos até ao infinito. No final, quando o livro termina, também nós desaparecemos no horizonte...
Um dia na praia é um livro de imagens, um livro aberto que convida a múltiplas leituras. Não se destina a leitores jovens ou menos jovens, mas sim a todos aqueles que gostam de ilustração, de uma boa história, de ler, contar e recontar, independentemente da sua idade ou capacidade de leitura.

Sobre a obra
Precisamos de gente disposta a colaborar com a preservação do meio ambiente. Gente grande, gente pequena, gente de épocas e gerações diferentes. Todos juntos, ensinando uns aos outros as boas atitudes para repensar, recriar e reciclar. Não dá para esperar pelo amanhã. "Um dia na Praia" é um livro-imagem de Bernardo Carvalho que combina a urgência da transformação com a sensibilidade de um olhar de quem se preocupa e que faz acontecer. 
Chegar na praia, abrir o guarda o sol, sentar na areia e olhar o mar. Parece uma cena perfeita se não fosse um problema, o lixo. 
Sugestão de oficina
AQUI
Proposta de trabalho
Exposição do autor
AQUI



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terça-feira, fevereiro 27, 2018

Di Cavalcanti>Releituras>Homenagem a mulher entre outras obras>27/02/2018

Cinco moças de Guaratinguetá- 1930
Sugestão de atividade
  1.  “Cinco moças de Guaratinguetá” – Di Cavalcanti Responda em seu caderno: 
  2. 1. Qual a sua opinião sobre as cores usadas nesta obra? 
  3. 2. Você percebe alguma emoção nas expressões das moças da obra? Justifique. 
  4. 3. Em que época se passa esta cena? 
  5. 4. O nome da tela é “Cinco moças de Guaratinguetá”. 
  6. Você percebe algo na obra que justifique este nome, ou seria homenagem a alguém? 
  7. 5. Se fosse você o autor da obra que nome daria? 
  8. 6. Onde você acha que as moças estão? Justifique. 
  9.  7. O que chamou sua atenção nesta obra? Justifique. 
  10. 8. Que música você acha que combina com esta obra?
  11.  9. Observe a moça na janela e comente sobre ela. 
  12. Nota: O autor desta obra é Di Cavalcanti. Foi um dos organizadores da Semana de Arte Moderna de 1922. Pintor e caricaturista, ele tem na mulata brasileira seu tema predileto.  Fonte
  13. Outra dica: Pense em grupo de moças tipicas da sua cidade, faça com essa imagem uma montagem com colagens de papel colorido formando este forte contraste de cores que o artista utiliza na obra.
Emiliano Di Cavalcanti nasceu em 1897, no Rio de Janeiro. Quando seu pai morreu em 1914, Di Cavalcanti começa a trabalhar fazendo ilustrações para a revista Fon-Fon.  Em 1916, transferiu-se para São Paulo, ingressou na Faculdade de Direito do Largo de São Francisco. 
Seguiu fazendo ilustrações e começou a pintar. O jovem Di Cavalcanti frequentou o atelier do impressionista George Fischer Elpons e tornou-se amigo de Mário e Oswald de Andrade.

Entre 11 e 18 de fevereiro de 1922 idealizou e organizou a Semana de Arte Moderna no Teatro Municipal de São Paulo, criando para essa ocasião as peças promocionais do evento: catálogo e programa. Faz sua primeira viagem à Europa em 1923, permanecendo em Paris até 1925. 
Expôs em diversas cidades: Londres, Berlim, Bruxelas, Amsterdã e Paris. Conheceu Picasso, Léger, Matisse, Eric Satie, Jean Cocteau e outros intelectuais franceses. Retornou ao Brasil em 1926 e ingressou no Partido Comunista. Seguiu fazendo ilustrações. 
Fez nova viagem a Paris e criou os painéis de decoração do Teatro João Caetano no Rio de Janeiro.
Continua + sugestões de atividades com peixes
“Que bom que existas, pintor
Enamorado das ruas
Que bom vivas, que bom sejas
Que bom lutes e construas
Poeta o mais carioca
Pintor o mais brasileiro
Entidade mais dileta
Do meu Rio de Janeiro
- Perdão meu irmão poeta
Nosso Rio de Janeiro”

(Vinícius de Morais)

Vejam obras: AQUI


Resultado de imagem para obra mulher mais gato di cavalcanti
Mosaico/Releitura


Resultado de imagem para obra onde eu estaria feliz di cavalcanti
Onde eu estaria feliz
1965
Sugestões para apreciação
Como são as linhas que você está vendo na imagem?
 - Como são: suaves, nítidas, ausentes retas, angulosas, curvas? 
- Quais são as cores presentes na imagem? 
- Como são: fortes, suaves, misturadas, chapadas?
 - Existem jogos de claro e escuro?
 - Quais cores se destacam mais na obra de Di Cavalcanti? 
- Você acha que as cores tem algum significado especial nessa obra?
 - Como são as texturas? Lisas, ásperas macias? 
- Que formas foram utilizadas pelo artista? Orgânicas, geométricas, difusas, definidas? Analisando: neste método, incitaremos os alunos a analisar a composição da obra, as formas, a técnica e o tema. 
Assim, nos guiaremos pelas seguintes indagações para compreender o artista e a sua produção: - Como o artista organizou as formas?
 No centro, nas extremidades, de maneira espontânea, agrupadas, distantes?
 - Como os seus olhos se movimentam?
 De modo rápido, ritmado, profundo? 
- Quais objetos você vê na imagem? Há destaque para algum?
 - Qual a técnica utilizada? - Qual o tema da pintura? 
Interpretando: agora os alunos são convidados a expressar suas opiniões sobre o trabalho do artista: 
- Como o artista empregou os elementos formais (composição, cor, técnica, forma etc.) para expressar suas idéias?
 - Que impressões você retira dessa obra? 
Ela traduz alguma experiência? 
- Invente um título para a imagem. Fonte

A obra de Di Cavalcanti é cheia de retratações de mulheres.
 Apaixonado pela vida boêmia carioca, pintou as mulheres em seus diversos momentos sob novos olhares para a época, sobretudo as mulatas.

Mulata 1957

di-cavalcanti-mulata-1957-thumb-673x800-49027
Mais: AQUI

Olhem! Deve ser interessante!
Mari Miró conhece mais pintores brasileiros, como Di Cavalcanti e Anita Malfatti, 
e viaja em seus quadros mostrando a beleza da arte em nosso país.

Traçando arte
Cinco moças de Guaratinguetá
Pescadores
Quintal da cultura
Releitura engraçadinha

Estudantes da Escola Municipal Professor Nandi - Luís Fernando Mazzochi, no Loteamento Parque das Rosas II, em Caxias, se vestiram de modelos e revezaram para reinventar obras como Cinco Moças de Guaratinguetá, de Di Cavalcanti


Vejam comentários: AQUI







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