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Colaboração e Direitos

Colaboração e Direitos Autorais
Olá amiga(o) ,
Fui professora dos projetos "Estímulo À Leitura",
"Tempo Integral" e a favor da leitura lúdica,
afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog, não se
esqueça de citar o "Linguagem" como fonte.
Você, blogueira sabe tanto quanto eu, que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
receber um elogio...
Venha conferir,
seja bem-vinda(o)
e que Deus nos abençoe.
Krika.
30/06/2009

Linguagem social...

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Comemoração

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JUNHO 2019
17 ANOS DE LITERATURA INFANTIL
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Mostrando postagens com marcador Banana. Mostrar todas as postagens
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domingo, novembro 30, 2025

O macaco rabugento, oh, não, é Natal! > O macaco mal-humorado>Estímulos solidários>30/11/2025

 
Suzanne Lang/Max Lang

As emoções não são necessariamente boas ou más. São sentidas como agradáveis (a alegria, por exemplo) ou desagradáveis (a tristeza ou a raiva), mas todas as emoções são fundamentais.

Ouvindo: AQUI, AQUI

Suzanne Lang/Max Lang

Chico Zé, o chimpanzé, está tendo um dia muito, muito ruim. Seus amigos não entendem! Como ele pode estar mal-humorado em um dia tão lindo?

Os outros animais acham que seus conselhos podem deixar o macaco feliz. Mas será que Chico Zé não pode passar um dia emburrado? Você já teve um dia como este?
O livro é um aliado para as crianças lidarem com os sentimentos de conflitos no dia a dia. Afinal de contas, por que não podemos ter um dia ruim ou estranho?
Ouvindo: AQUI

Emburrado: AQUI
Teimosia/Rabugice: AQUI
Pequenas ternuras: AQUI
Solidariedade: AQUI
Valores: AQUI
Valores humanos: AQUI
Virtudes: AQUI
Pequenas ternuras: AQUI
Solidariedade: AQUI
Literatura/natal: AQUI



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terça-feira, outubro 01, 2024

A banana que queria ter sementes>Hoje não quero banana>Diversão e informação>Descobertas> 01/10/2024

 

Shefali Kaushik

Naná era uma banana que não entendia por que era a única entre as amigas frutas que não tinha sementes. Com a ajuda da romã Rose e da manga Ganga. a bananinha tenta de todas as formas descobrir por que era diferente. até que sua avó lhe explica tudo sobre o que é ser uma banana. Com essa história. as crianças aprendem que todos somos diferentes e  singulares.
Ouvindo: AQUI, AQUI
Vamos todos comer banana junto com os Animadinhos! Nesse vídeo novo com música infantil, iremos mostrar a importância que a banana tem pra nossa saúde. Vamos nos divertir juntos nesse desenho animado muito educativo. AQUI

Sylviane Donnio

Todas as manhãs a Mamãe Crocodilo traz bananas para o café da manhã de seu filho Aquiles. 
Só que um dia o crocodilinho acorda com vontade de comer uma criança. Mas, quando encontra uma menina à beira do rio, percebe que ainda precisa comer muita banana para ser capaz de realizar seu desejo.

Ludy conta a história do crocodilo que não queria comer banana. Esta contadora é fofa: AQUI

Olá, pessoal! Para este vídeo preparei a narração dessa história divertida escrita por Sylviane Donnio e ilustrada por Dorotheé de Monfreid, duas francesas.
Quem conhece a história irá perceber que fiz pequenas modificações, tudo com o maior respeito, cuidado e carinho. AQUI

Sobe a obra: AQUI

Essa fruta tão democrática, prática e cheia de nutrientes é super popular no Brasil e altamente consumida pela população. Sim, nós temos banana! Ela é rica em carboidratos e potássio. Contém vitamina A, C, as do complexo B, cálcio, ferro, fósforo, zinco e sódio. Continua: AQUI

Sobre bananas com sementes: AQUI
O que podemos ensinar com sementes: AQUI



A banana: AQUI
A menina que não gostava de banana: AQUI
Ora, ora, quem quer bolo de banana?: AQUI
Dia de feira: AQUI
Fra, fre, fri...: AQUI
Frutas: AQUI





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segunda-feira, setembro 18, 2023

Ora, ora, desencana quem quer bolo de banana?>O macaco e a banana>Conto folclórico>Artes/Folhas de bananeira>18/09/2023

 

Ana terra

Bem na hora de fazer um bolo muito especial para o amigo gato, o rato descobriu que faltava farinha e lá foi ele buscar o ingrediente. O gato ficou aguardando o amigo voltar, olha daqui, olha dali e nossa! Que lindas bananas! O gato não viu problemas em comer uma banana, já que tinha tantas, mas quem se contenta com uma banana?

Ouvindo: AQUI, AQUI, AQUI

PDF: AQUI, Quiz: AQUI

Hoje não quero banana
Ouvindo
Todas as manhãs a Mamãe Crocodilo traz bananas para o café da manhã de seu filho Aquiles. Só que um dia o crocodilinho acorda com vontade de comer uma criança. Mas, quando encontra uma menina à beira do rio, percebe que ainda precisa comer muita banana para ser capaz de realizar seu desejo .AQUI

O macaco e a banana

Ouvindo: Sibito é um macaquinho muito insistente, que entra numa aventura em busca de sua banana que caiu no tronco de uma árvore. Ele vai precisar da ajuda de muita gente, embora apenas um vai realmente ajudá-lo a recuperar seu alimento preferido! Você vai se surpreender com a coragem e a persistência do macaco Sibito, neste conto popular adaptado pela autora Drica Shinohara. AQUI
Habilidades trabalhadas: Estimular a memorização e o som das palavras através da contação de histórias, músicas e brincadeiras populares. AQUI

Conto: O macaco e a banana
O macaco estava comendo uma banana num galho de pau, quando a fruta lhe escorregou da mão e caiu num oco da árvore.
O macaco desceu e pediu que o pau lhe desse a banana:
— Pau me dá a banana!
O pé de pau nem- como- cousa.
O macaco foi ter com o ferreiro e pediu que viesse com o machado cortar o pau. — Ferreiro, traga o machado para cortar o pau que ficou com a banana! O ferreiro nem se importou. O macaco procurou o soldado a quem pediu que prendesse o ferreiro. O soldado não quis. O macaco foi ao rei para mandar o soldado prender o ferreiro, para este ir com o machado cortar o pau que tinha a banana. O rei não prestou atenção. O macaco apelou para a rainha. A rainha não o ouviu. O macaco foi ao rato para roer a roupa da rainha. O rato recusou. O macaco recorreu ao gato para comer o rato. O gato nem ligou. O macaco foi ao cachorro para morder o gato. O cachorro recusou. O macaco procurou a onça para comer o cachorro. A onça não esteve pelos autos. O macaco foi ao caçador para matar a onça. O caçador se negou. O macaco foi até a Morte.
Contos tradicionais do Brasil (folclore) de Luís da Câmara Cascudo, Rio de Janeiro, Edições de Ouro:1967
A Morte ficou com pena do macaco e ameaçou o caçador, este procurou a onça, que perseguiu o cachorro, que seguiu o gato, que correu atrás do rato, que quis roer a roupa da rainha, que mandou o rei, que ordenou ao soldado que quis prender o ferreiro, que foi com o machado, cortou o pau, de onde o macaco tirou a banana e comeu.

Pintura em folhas de bananeira
A intencionalidade pedagógica de fazer pintura em folhas de bananeiras é promover o desenvolvimento de habilidades e competências nas crianças tais como:
Exploração de diferentes materiais:
as folhas de bananeiras são um material naturalmente e versatil, que permite às crianças explorarem diferentes técnicas de pintura, como pinceladas, texturas e cores.
Estímulo a criatividade: é uma atividade livre e aberta, que permite às crianças expressarem sua criatividade de forma original.
Desenvolvimento de coordenação motora:
Esse tipo de pintura exige que a crianças usem as mãos e os dedos com precisão, o que ajuda a desenvolverem habilidades sociais.
Além disso esse tipo de pintura pode ser uma oportunidade de aprender sobre a cultura local. As folhas de bananeira são abundantes em muitas regiões do mundo, e sua utilização na pintura pode ajudar as crianças se conectarem com o seu ambiente.
Aqui estão alguns exemplos específicos de como essa pintura pode ser utilizada em atividades pedagógicas:
*Atividade em exploração:
As crianças podem ser convidadas a explorarem as propriedades das folhas de bananeiras, observando sua textura, cor e tamanho. Elas também podem ser estimuladas a, experimentar diferentes técnicas de pintura, como pintar com dedos, com pincéis ou esponjas.
*Atividade de criatividade:
Pintura livre usando a imaginação
Podem ser desafiadas a criar uma pintura que represente um tema, como animal, paisagem ou objeto.
* Atividade de trabalho em equipe:
As crianças podem ser divididas em grupos para criarem pintura coletiva. Essa atividade pode ajudar a desenvolverem habilidades de cooperação e comunicação.
Enfim é uma atividade divertida e educativa que pode ser adaptada para crianças de todas as idades.

Fonte: Prof Corina Murelo/Facebook: Link youtube: AQUI

No Linguagem:
A banana: AQUI
O caso das bananas: AQUI
O caso da banana: AQUI




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segunda-feira, agosto 01, 2016

O caso das bananas>Estímulos investigativos e jornalístico>01/08/2016

Quem não gosta de uma história de suspense?
 Quem não gosta daquela inquietação para descobrir logo como se resolverá um mistério? 
Pois O Caso das Bananas é puro suspense. 
Enquanto o macaco dormia, suas bananas, pif!, desapareceram.

O Caso das Bananas  - Grupo Brinque-Book
O caso das bananas
(Milton Célio de Oliveira Filho)

Ao acordar, de manhã, o macaco deu pela falta do seu cacho de bananas.

Procura aqui, procura ali e nada... Algum espertinho levara tudo.

- FUI ROUBADO!

A mata ficou agitada com a notícia. E logo, Dona Coruja, investigadora das mais afamadas, aceitou o novo caso.
CORUJA - Caro Macaco, para começar do começo, melhor a vítima. Primeiro diga-me: Há algum suspeito?
MACACO - Dona Coruja, abomino o preconceito, mas... Soube de um bicho estranho que veio de muito longe. Não é, pois destas bandas. Não duvido que tenha escondido as bananas na bolsa que trazia na barriga.
CORUJA - Hum!!! Tem caroço nesse angu, vamos então ouvir o...
CANGURU - Essa história já conheço. Só por ser um estrangeiro já viro logo suspeito. Pois digo, digo e repito: nesta mata há um tipo ainda mais esquisito, com um rabo bem fornido tal e qual uma lagartixa multiplicada por quatro.
CORUJA – Ora, agora eu me acho. É hora de interrogar o...
LAGARTO – Dona Coruja, eu não tenho nada com o pato. Mas... Tenho um palpite: quem tapeou o macaco vive muito bem na mata, com seu porte de madame e com seu casaco de pintas.
CORUJA – Palpite não conta. Mas não custa ir até a...
ONÇA – Dona coruja tenho cara de malvada, pois quando fico brava... Viro mesmo uma onça. Mas no fundo sou boa-praça. Não quero atirar pedra na vidraça do vizinho. Pense, pense um pouquinho: que bicho aqui desta mata poderia comer tantas bananas sem ficar engasgado? Só mesmo com um pescoço comprido, comprido como um gargalo... Um gargalo de garrafa.
CORUJA – Um gargalo de garrafa? Pois vamos até a...
GIRAFA – Das bananas nem sabia. Juro! Mas o maroto que as levou deve ser muito ladino, com um rabo bem peludo e bigode no focinho.
CORUJA – Ora, ora! Não posso perder a pose. Quero escutar sem muita prosa a...
RAPOSA – Minha cara Coruja sou famosa pela astúcia, mas... Meu negócio são galinhas. Vez ou outra umas uvas. E vou lhe dar umas dicas: pra mim o malandrão é o tal que ostenta uma juba e nunca, nunca perde a majestade.
CORUJA – Pelo sim, pelo não, vamos saber o que diz o...
LEÃO – só lambo o beiço por carne. Bananas? Arre! Nem de graça. Nós os gatos grandes ou pequenos, não nos damos com fruta nem mato. Pra resolver logo o caso, preste atenção na charada: Quem pode subir em árvores embora não tenha patas?
CORUJA – Como é duro o ofício! Porém, mãos à obra, é ora de ouvir a...
COBRA – Dona Coruja ouça: Tudo sobra pra cobra em dobro. Dizem que sou uma víbora. Mas no caso das bananas, creia, sou inocente. Sem querer ser venenosa, achar o larápio é fácil, com sua roupa listrada.
CORUJA – É preciso dar ouvidos a todos de “A” à “Z”. Pois então vamos até a... ZEBRA – No dia dos fatos eu estava fora a visitar o cavalo, que é meu contra parente. Mas pra mim está óbvio: Quem mais poderia agarrar o cacho de bananas sem ter uma grande tromba?
CORUJA – É hora de seguir adiante e conversar com o...
ELEFANTE – Dona Coruja, pouco uso minha tromba de uns tempos pra cá, pois ando só resfriado. Se quiser saber de tudo, consulte quem tudo viu e tudo vê lá do alto.
CORUJA – Agora a porca torce o rabo. Já me vou por ali pra encontrar...
BEM-TE-VI – Vi sim. E vi muito bem o Macaco acordar esfomeado no meio da madrugada. E comer uma, duas e até três bananas de uma única vez, até acabar com o cacho. Mais coitado, não sabia, pois enquanto comia, roncava.
CORUJA – O mistério chega ao fim sem muito pano pra manga. O meu compadre guloso pasmem... É o SONÂMBULO!!!

Slides
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Projeto
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Atividades
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Banana saudável

Para começar, apresentamos o livro: mostramos a capa e discutimos com os alunos o motivo do título.  
Após a discussão, comecei a passar a história no vídeo (montei o vídeo após scanear as páginas do mesmo). 
No primeiro dia vimos a introdução da história e os primeiros suspeitos. 
No segundo,  vimos todos os outros animais que aparecem na trama parando no relato do Bem-te-vi, que só foi lido no dia seguinte, após a montagem do quebra-cabeça da última página do livro, onde o mistério era desvendado. 

Continua: AQUI

Orientações e dicas sobre histórias com enganos

O CASO DA BANANA
OUTRO CASO
AQUI



Mais atividades
AQUI
Banana
Texto informativo

Vejam como fazer a dobradura
AQUI
Você já experimentou essa deliciosa fruta tropical de origem asiática?

As bananas nascem em cachos das árvores chamadas bananeiras. 
Possuem uma polpa macia, doce, além de ser uma fruta rica em fibras, potássio, entre outras vitaminas. 
Elas nascem verdes, e quando ficam amarelas é porque estão prontinhas para serem devoradas!

Essa fruta tão gostosa, também pode ser utilizada no preparo de inúmeras delicias. 
Aquele bolo de banana que a vovó faz, torta de banana, banana caramelizada com sorvete, entre outras sobremesas.

A banana que é muito rica em potássio, também é muito consumida por esportistas para combater aquela contração chata no músculo, chamada câimbra. 
O caso mais famoso é do ex-tenista Guga, que comia uma banana em cada intervalo de suas partidas.

Brincadeira sem graça
Atividade sugestiva
Tema: Bullying

Leitura e construção de um texto coletivo, baseado e inspirado no livro “O Caso das Bananas ”de Milton Célio de Oliveira Filho. Vejam tudo:



AQUI





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quinta-feira, fevereiro 05, 2015

O caso da banana> E das bananas> Estímulos investigativos> 05/02/2015



Angela Lago
Ronaldo S.Coelho
Tema:Comportamento.

A partir de cinco litografias de Angela Lago, Ronaldo Simões Coelho criou um divertido conto em forma de depoimento. 
A voz narrativa é da popular personagem D. Carochinha, e o fato narrado é um mistério em que não apenas as coisas, mas as palavras e as letras saem, caem e escorregam de seus lugares.
 Em O Caso da Banana a leveza do texto dialoga muito bem com a riqueza da imagem e a complexidade tipográfica do projeto gráfico.
SUGESTÕES DE ATIVIDADES:
• Criar novas histórias a partir das Ilustrações;
• Criar novas Ilustrações que contém a história.

FONTE AQUI
Nota do Linguagem:
Pesquisei estes livros e concluí que Angela Lago tinha alguns desenhos. 
Surgiu então  este primeiro livro acima, de forma divertida, através de um depoimento,como uma reportagem.
Depois veio este segundo aqui abaixo:
São histórias diferentes envolvendo mistérios.


O Caso das Bananas

Milton C. Oliveira Filho
Mariana Massarani
Escrito em poesia, o autor apresenta o macaco dando pela falta das bananas.



Quem teria comido as bananas do macaco? 
Esse é o mistério que vem agitando a mata e que vai levar o pequeno leitor a avançar página a página com prazer na leitura do livro. 
Desvendar o caso é a missão da investigadora Coruja. 
Missão nada fácil, pois todos os bichos são suspeitos e, para complicar mais ainda, cada um joga a culpa no outro. 
Não, não assim deslavadamente, mas por meio de enigmáticas insinuações. 
Porém, a Coruja, inteligente como ela só, vai decifrando uma a uma e, seguindo essas pistas, encontra a verdade.
Quem não gosta de uma história de suspense? 
Quem não gosta daquela inquietação para descobrir logo como se resolverá um mistério? 
Pois O Caso das Bananas é puro suspense. 
Enquanto o macaco dormia, suas bananas, pif!, desapareceram.


O caso das bananas
(Milton Célio de Oliveira Filho)


Ao acordar, de manhã, o macaco deu pela falta do seu cacho de bananas.
Procura aqui, procura ali e nada... Algum espertinho levara tudo.

- FUI ROUBADO!

A mata ficou agitada com a notícia. E logo, Dona Coruja, investigadora das mais afamadas, aceitou o novo caso.



CORUJA - Caro Macaco, para começar do começo, melhor a vítima. Primeiro diga-me: Há algum suspeito?

MACACO - Dona Coruja, abomino o preconceito, mas... Soube de um bicho estranho que veio de muito longe. Não é, pois destas bandas. Não duvido que tenha escondido as bananas na bolsa que trazia na barriga.

CORUJA - Hum!!! Tem caroço nesse angu, vamos então ouvir o...

CANGURU - Essa história já conheço. Só por ser um estrangeiro já viro logo suspeito. Pois digo, digo e repito: nesta mata há um tipo ainda mais esquisito, com um rabo bem fornido tal e qual uma lagartixa multiplicada por quatro.

CORUJA – Ora, agora eu me acho. É hora de interrogar o...

LAGARTO – Dona Coruja, eu não tenho nada com o pato. Mas... Tenho um palpite: quem tapeou o macaco vive muito bem na mata, com seu porte de madame e com seu casaco de pintas.

CORUJA – Palpite não conta. Mas não custa ir até a...

ONÇA – Dona coruja tenho cara de malvada, pois quando fico brava... Viro mesmo uma onça. Mas no fundo sou boa-praça. Não quero atirar pedra na vidraça do vizinho. Pense, pense um pouquinho: que bicho aqui desta mata poderia comer tantas bananas sem ficar engasgado? Só mesmo com um pescoço comprido, comprido como um gargalo... Um gargalo de garrafa.

CORUJA – Um gargalo de garrafa? Pois vamos até a...

GIRAFA – Das bananas nem sabia. Juro! Mas o maroto que as levou deve ser muito ladino, com um rabo bem peludo e bigode no focinho.

CORUJA – Ora, ora! Não posso perder a pose. Quero escutar sem muita prosa a...

RAPOSA – Minha cara Coruja sou famosa pela astúcia, mas... Meu negócio são galinhas. Vez ou outra umas uvas. E vou lhe dar umas dicas: pra mim o malandrão é o tal que ostenta uma juba e nunca, nunca perde a majestade.

CORUJA – Pelo sim, pelo não, vamos saber o que diz o...

LEÃO – só lambo o beiço por carne. Bananas? Arre! Nem de graça. Nós os gatos grandes ou pequenos, não nos damos com fruta nem mato. Pra resolver logo o caso, preste atenção na charada: Quem pode subir em árvores embora não tenha patas?

CORUJA – Como é duro o ofício! Porém, mãos à obra, é ora de ouvir a...

COBRA – Dona Coruja ouça: Tudo sobra pra cobra em dobro. Dizem que sou uma víbora. Mas no caso das bananas, creia, sou inocente. Sem querer ser venenosa, achar o larápio é fácil, com sua roupa listrada.

CORUJA – É preciso dar ouvidos a todos de “A” à “Z”. Pois então vamos até a... ZEBRA – No dia dos fatos eu estava fora a visitar o cavalo, que é meu contra parente. Mas pra mim está óbvio: Quem mais poderia agarrar o cacho de bananas sem ter uma grande tromba?

CORUJA – É hora de seguir adiante e conversar com o...

ELEFANTE – Dona Coruja, pouco uso minha tromba de uns tempos pra cá, pois ando só resfriado. Se quiser saber de tudo, consulte quem tudo viu e tudo vê lá do alto.

CORUJA – Agora a porca torce o rabo. Já me vou por ali pra encontrar...

BEM-TE-VI – Vi sim. E vi muito bem o Macaco acordar esfomeado no meio da madrugada. E comer uma, duas e até três bananas de uma única vez, até acabar com o cacho. Mais coitado, não sabia, pois enquanto comia, roncava.

CORUJA – O mistério chega ao fim sem muito pano pra manga. O meu compadre guloso pasmem... É o SONÂMBULO!!!

FONTE:

Releitura e reescrita

Enquanto o macaco dormia as bananas sumiram/ TEATRO

Uma ideia para dramatizar:

Sugestão de dramatização:


Fonte:
MAIS BANANA NO LINGUAGEM
(Mary França e atividades)
O caso das bananas
Informática
Vejam tudo com metodologia





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