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Colaboração e Direitos

Colaboração e Direitos Autorais
Olá amiga(o) ,
Fui professora dos projetos "Estímulo À Leitura",
"Tempo Integral" e a favor da leitura lúdica,
afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog, não se
esqueça de citar o "Linguagem" como fonte.
Você, blogueira sabe tanto quanto eu, que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
receber um elogio...
Venha conferir,
seja bem-vinda(o)
e que Deus nos abençoe.
Krika.
30/06/2009

Linguagem social...

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Comemoração

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JUNHO 2019
17 ANOS DE LITERATURA INFANTIL
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terça-feira, setembro 08, 2026

Ratolândia>PNLD Literário>Fábula política>Para pensar>Eleição/Voto/Representatividade>08/09/2026


Alice Méricourt/Ma Sanjin

Bem-vindos a Ratolândia, o país onde ratos e ratas elegem seus representantes a cada cinco anos. Mas os eleitos são sempre grandes gatos, mais interessados em suas próprias demandas do que nas necessidades da grande maioria da população: os ratos. 
E eles seguem nesse dilema até o dia em que uma ratinha tem uma ideia ousada, capaz de abalar as estruturas de Ratolândia.

Um país em que os governantes trabalham para benefício próprio, dificultando a vida da população... Estamos falando de Ratolândia, onde a eleição acontece a cada cinco anos, mas, por alguma razão, os líderes eram sempre gatos, ora brancos ora pretos, e a vida dos moradores nunca mudava, nem melhorava. 
Chegaram até a votar em gatos malhados, que falavam como ratos... contudo comiam como gatos! Em uma situação já insustentável, uma ratinha teve a ideia de os ratos passarem a se governar. Infelizmente, encontrou forte resistência, a ponto de ser presa pela sua posição. 
A ratinha ficou presa, só que sua ideia se espalhou. 
Junto com a função artística, a literatura pode trazer reflexões sobre a realidade. 
Essa narrativa retrata aquele que tem o poder e o dever de liderar, porém usa o cargo para outros fins; também mostra a força dos indivíduos, quando se unem, e apresenta uma eleição democrática, em que o povo faz uso de seu verdadeiro poder a partir do voto. 
A história também evidencia a alternância de governos, em que os únicos eleitos são gatos brancos ou pretos, como se fossem as únicas opções. Resta-nos questionar o motivo de os ratos não votarem em outros representantes, se isto seria um indicativo do medo de mudanças.

Liderança, Representatividade, Política, Sociedade, Rato, Gato, Democracia, Governantes, Forte vs. Fraco, Poder, Opressão, Liberdade de pensamento, Conflitos políticos, Exploração  Fonte
Ouvindo: AQUI, AQUI
Manual do professor: AQUI

Como explicar a política para uma criança?

Mostrar a elas que cada pessoa tem o direito de pensar diferente, de ter uma opinião diferente é uma das grandes conquistas da democracia. Bem como estimular que elas expressem suas ideias e aprendam a ouvir as ideias dos amigos é um jeito de construir a mudança social. 

Acredito muito no poder da escuta. E é por isso que as crianças deveriam ser ouvidas quando falamos sobre política. E se as crianças tivessem voz nas eleições? O que elas estariam aprendendo? E se ouvíssemos quais são suas ideias para melhorar a convivência na escola, em casa, no parque, será que não teríamos adultos mais preparados e dispostos a debater processos de mudança coletiva? Fonte

 A importância de escutar as crianças: " O pequeno que é escutado, aprende a escutar; o que é respeitado, aprende a respeitar; o que é que é acolhido, aprende a acolher; o que é estimulado a falar sobre si, aprende a narrar a sua própria história."  Continua: AQUI

"Criar cenários onde seja estimulado o debate sadio e respeitoso sobre ideias para o coletivo é uma das formas que podemos explicar as eleições para as crianças." 

Trabalhar democracia e eleições na Educação Infantil significa ensinar o respeito às regras de convivência, a escuta ativa e a importância de fazer escolhas coletivas de forma lúdica.
Princípios Básicos
  • Foco na convivência: Ensinar a esperar a vez, dividir brinquedos e escutar o colega.
  • Sem partidarismo: Evitar partidos ou candidatos reais, focando nos conceitos de cidadania e escolha coletiva.
  • Linguagem simples: Usar histórias, brincadeiras e situações do cotidiano da sala de aula.     
Propostas Práticas de Atividades
1. Eleição do Livro de Histórias ou Brincadeira
  • Como fazer: A turma precisa escolher qual história a professora vai ler ou qual será a brincadeira do parque no fim do dia.
  • Dinâmica: Apresentar duas ou três opções visuais (com capas de livros ou desenhos). Cada criança vota na sua preferida levantando a mão, colocando um adesivo em um painel ou usando uma urna de papelão simples.
  • Objetivo: Mostrar que a maioria decide o grupo, mas que a opinião de todos é ouvida e respeitada.
2. Contação de Histórias Temáticas
  • Livros sugeridos: Obras como A Eleição dos Bichos ou livros que abordam a organização e o respeito no parquinho.    A eleição dos bichos: AQUI
  • Dinâmica: Ler a história e promover uma roda de conversa perguntando: "Como os animais resolveram o problema?", "O que acontece quando ninguém escuta o outro?".
  • Objetivo: Desenvolver a empatia e o pensamento crítico sobre regras justas.
3. Construção de Combinados da Turma
  • Como fazer: Em vez de impor regras prontas, o professor propõe uma assembleia infantil para definir as normas de boa convivência da sala.
  • Dinâmica: As crianças sugerem o que pode e o que não pode (ex.: guardar os brinquedos, não bater, pedir por favor). O grupo vota quais combinados entram no cartaz da turma.
  • Objetivo: Vivenciar a democracia participativa na prática diária da escola. Fonte Google
Projeto " Eleição no jardim" através do livro " O mistério no jardim"( Sistema de ensino Anglo)
Aproveitem esta ideia! Eleição do personagem preferido!
 Ouçam a professora: AQUI  AQUI, AQUI

O jardim curioso: AQUI
O prefeito perfeito: AQUI
Eleições: AQUI
Políticas públicas: AQUI
Eleições/aulas: AQUI
A canção de Brisa: AQUI
O muro no meio do livro: AQUI
Eleição na mata: AQUI
A eleição da criançada: AQUI
Convivência/Respeito: AQUI
Democracia: AQUI
Liberdade: AQUI
Juntos e misturados: Uma história de galinhas:  AQUI
Lá fora: AQUI
O tratado da aranha: AQUI
O que fazer? Eu e os outros: AQUI
Fugindo das garras do gato: AQUI






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domingo, julho 27, 2025

Você já encheu um balde hoje?>Um guia para a felicidade diária>Doses de gentilezas>Acolhimento>27/07/2025

 

Carol McCloud/David Messing

Este livro cativante incentiva comportamentos positivos ao usar o conceito de um balde invisível para mostrar às crianças como é fácil e gratificante expressar bondade, gratidão e amor enchendo baldes. Ao longo das páginas, os leitores também vão descobrir que esvaziar baldes é um comportamento negativo, mas não um rótulo permanente. 
Venha descobrir neste livro como é possível encher ou esvaziar nossos próprios baldes. 
"A publicação do livro 'Você já encheu um balde hoje?' é um grande presente para todos os leitores e para quem convive com eles. Ser um enchedor de baldes reforça o conceito da gentileza, da bondade e do bem-estar. Estar com seu balde cheio significa ter pensamentos e sentimentos de felicidade e de respeito. 
Uma ideia que, trabalhada em casa, nas escolas e nos consultórios promoverá relações de afeto, de respeito e de autocuidado. - Iara Mastine, neuropsicológica e psicóloga infantojuvenil"

Ouvindo: AQUI

Neste vídeo, a educadora Kátia Pardal apresenta o livro “Você já encheu um balde hoje?”, escrito por Carol McCloud e ilustrado por David Messing, que faz parte da coleção Evoluir, dedicada a trabalhar as habilidades socioemocionais.
Trata-se de uma história sensível e encantadora, ideal para acolher os alunos na volta às aulas e promover a empatia, a bondade, a amizade e o respeito mútuo.
Anote as sugestões práticas compartilhadas pela nossa educadora e proponha boas reflexões em sala de aula para um retorno às aulas “com baldes cheios de afeto”.
Para conferir mais vídeos com conteúdo imperdível como este, inscreva-se em nosso canal no YouTube e fique por dentro de todas as novidades! AQUI

Lendo:
Todos os dias, todas as pessoas do mundo carregam um balde invisível.
Ninguém o consegue ver, mas ele está lá...
Você tem um balde; a tua mãe e o teu pai têm um balde; a tua irmã e o teu irmão têm um balde...
Os teus avós, amigos e vizinhos, todos têm um balde. Todas as pessoas têm um balde invisível...
O teu balde existe por uma razão: serve para guardar os bons pensamentos e os bons sentimentos sobre si próprio.
Você se sente bem e feliz quando o teu balde está cheio. Sente-se mal e triste quando o teu balde está vazio.
As outras pessoas também se sentem assim... Estão felizes quando os seus baldes estão cheios e tristes quando eles estão vazios.
É muito bom ter um balde cheio e é assim que funciona... você precisa das outras pessoas para encher o teu balde e elas precisam de você para encher o balde delas. Mas como é que se enchem os baldes?
Você enche um balde quando diz ou faz alguma coisa boa e até quando sorri para os outros. Isso é ser um “enchedor de balde”!
Um “enchedor de balde” é uma pessoa amiga e amorosa, que diz e faz coisas que fazem os outros sentirem-se bem, sentir que são especiais. Quando você faz alguém sentir-se especial, você é um “enchedor de balde”.
Mas também você pode pegar num balde e despejar as coisas boas que lá estão. Faz isso quando diz ou faz coisas más. Isso é ser um “despejador de balde”!
Uma criança que é má para os outros, é um “despejador de balde”. Um “despejador de balde” diz e faz coisas que fazem os outros sentir-se mal.
Muitos “despejadores de balde” têm os seus baldes vazios. Eles pensam que  podem encher se despejarem os baldes dos outros…. mas isso não funciona! Nunca se consegue encher o nosso balde, se andamos a despejar os baldes dos outros…
Por outro lado, sabia que quando enchemos os baldes dos outros, eles também enchem o nosso? Isso acontece porque você se sente bem quando faz os outros sentirem-se bem!
Ao longo do dia, nós estamos sempre a encher e a despejar os baldes uns dos outros, através das coisas que dizemos ou fazemos. Experimenta encher um balde e vê o que acontece!
Você ama os teus pais, não é? Porque não diz isso a eles? Essas palavras vão encher os baldes deles até em cima!
Verá os sorrisos aparecerem nos seus rostos. Terá vontade de sorrir também. Um sorriso é uma boa prova de que encheste o balde de alguém!
Se treinar, você se tornará um grande “enchedor de baldes”. Lembre-se sempre: todos trazem consigo um balde invisível e pensa no que pode fazer para enchê-lo.
Aqui ficam algumas ideias: pode sorrir e dizer olá ao motorista do automóvel. Ele também tem um balde invisível!
Pode convidar as crianças novas da escola para brincarem com você…
Pode oferecer um desenho, ou umas palavras bonitas à tua professora…
Podes dizer ao avô que gosta de passar tempo com ele... Há muitas formas de encher baldes!
É divertido e fácil de fazer… não importa a tua idade, não custa dinheiro, não leva muito tempo. E lembre-se: quando enche os baldes dos outros, enche o teu também!
Se for um “enchedor de baldes” a tua casa, a tua escola e o teu bairro serão lugares melhores para viver! Encher baldes faz toda a gente sentir-se bem…
Por isso, porque não decidir ser um “enchedor de baldes” hoje e todos os dias? É só começar, um dia de cada vez, dizendo para si próprio: - Hoje eu vou fazer qualquer coisa para encher o balde de alguém!
E no final de cada dia, pergunte a si mesmo: -Eu enchi algum balde hoje?
- Sim, enchi! E esta é a vida de um “enchedor de baldes”…
 … como você!                    Fonte

O balde mágico das cores: AQUI
Dinâmica do baldinho: AQUI





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terça-feira, maio 06, 2025

O que vamos construir>Vida familiar e social>Modo de vida>Ecologia integral>06/05/2025

 
Oliver Jeffers

Inspirado pelo nascimento da sua filha, Oliver Jeffers traz neste livro a história de um pai e sua filha construindo a base da vida. Com suas próprias ferramentas especiais, eles começam a trabalhar, construindo memórias para acalentar, uma casa para mantê-los seguros e amor para mantê-los aquecidos. Com delicadas ilustrações do autor, é a história perfeita para apreciar juntos..
  • Nível de leitura Em processo
  • Assunto amor, construção, desafio, diálogo, futuro, refúgio, tempo
  • Tema complementar Diversidade cultural, Campanha da Fraternidade 2025, Vida familiar e social, Educação em direitos humanos
Manual do professor: AQUI
Ouvindo:
O que vamos construir juntos, eu e você? Vamos construir um relógio para vigiar o tempo. E construir nosso futuro curtindo cada momento. AQUI

Ecologia integral/Esperança para a Terra e humanidade
Transformação do nosso modo de vida e de nossas relações com a casa comum – nosso planeta.

É um conceito que une dimensões ambientais, sociais, culturais, econômicas e espirituais, promovendo uma visão integradora em que o ambiente é reconhecido como uma casa a ser cuidada, e não como um recurso a ser explorado.
Ecologia Integral é um termo cunhado pelo Papa Francisco na Carta Encíclica Laudato Si´, que em seu parágrafo 139 estabelece: 
“Quando falamos de meio ambiente, fazemos referência também a uma particular relação: a relação entre a natureza e a sociedade que a habita. Isto impede-nos de considerar a natureza como algo separado de nós ou como uma mera moldura da nossa vida”.
Já não é possível encontrar uma resposta específica e independente para cada parte do problema. 
É fundamental buscar soluções integrais que considerem as interações dos sistemas naturais entre si e com os sistemas sociais”. Fonte

A ecologia integral na educação infantil 
Visa formar crianças com consciência ambiental, ética e social, reconhecendo a interdependência entre natureza, sociedade e ser humano. Enfatiza a importância de cultivar o respeito pela vida, valorizar a diversidade e promover a justiça social, através de atividades lúdicas e práticas que conectam as crianças com o meio ambiente. 
Neste vídeo, Paulo Gustavo reflete sobre a importância de integrar a fraternidade e a ecologia no ambiente escolar. Através de uma educação consciente e transformadora, é possível formar cidadãos mais empáticos e responsáveis pelo cuidado com o planeta e com o próximo. Assista e inspire-se nessa caminhada por um mundo mais sustentável e solidário! AQUI
Sugestão para os pequenos: AQUI
Hora da história: Nosso amigão mundão: AQUI

Da minha janela: AQUI
Mania de explicação: AQUI
Mania de explicação/Teatro: AQUI
Amoras: AQUI
+ Oliver Jeffers: AQUI



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segunda-feira, março 24, 2025

Uma história atrapalhada>Especial 100 anos de Gianni Rodari>Contos e poesias> 24/03/2025

 
Gianni Rodari/Alessandro Sanna

Alguma vez contaram pra você uma história bem conhecida, daquelas preferidas, e o contador errou tudo, tudinho do princípio ao fim? A menina que era ouvinte dessa história foi ficando irritada com tantos erros. Toda hora tinha que corrigir as trapalhadas, e a história estava virando uma coisamuito diferente. O contador se apressou porque não queria briga com a menina e tratou de arranjar um outro final. E adivinhem quem saiu ganhando?
  • Temas: Quotidiano de crianças nas escolas, nas famílias e nas comunidades (urbanas e rurais); Relacionamento pessoal e desenvolvimento de sentimentos de crianças nas escolas, nas famílias e nas comunidades (urbanas e rurais); Animais da fauna local, nacional e mundial; Fábulas e lendas locais, nacionais e universais; Jogos, brincadeiras e diversão; Aventuras em contextos imaginários ou realistas, urbanos, rurais, locais, internacionais.
  • Sobre a obra: Uma história atrapalhada faz uma brincadeira com a conhecida história de Chapeuzinho Vermelho. Gianni Rodari, o autor da história, subverte o clássico conto, bem conhecido das crianças de 4 anos a 5 anos e 11 meses. O texto é organizado como um diálogo entre alguém que está contando a história e alguém que a escuta. A característica desse diálogo é que o narrador conta a história de forma atrapalhada, inventando fatos e trazendo personagens que não existem na narrativa original, sendo o tempo todo corrigido por quem está ouvindo. O texto já começa com uma afirmação provocadora para as crianças que conhecem a história: “Era uma vez uma menina que se chamava Chapeuzinho Amarelo”, provocando os pequenos ouvintes ou leitores a questionar a afirmação. Ao longo da narrativa, os fatos conhecidos vão sendo “trocados”, sugerindo um esquecimento, distração ou mesmo provocação, que com certeza não passam despercebidos pelas crianças.
    Todas as vezes que o narrador conta um fato atrapalhado, é corrigido pela voz do ouvinte. Assim, o narrador se refere a Chapeuzinho Vermelho como Amarelo, depois como Verde, depois como Negro, sendo sempre “lembrado” de suas distrações malucas. Displicentemente, ou de propósito, a vovó vira “tia Palmira”, o lobo vira uma girafa, a fatia de bolo que deve ser levada para a vovó vira um pão de batata, e o lobo, ao invés de perguntar aonde vai Chapeuzinho Vermelho, pergunta a ela “quanto é seis vezes oito”.
    O efeito cômico do texto é contagiante, provocando as crianças a corrigir o leitor o tempo todo e criando um jogo envolvente para o leitor e os ouvintes.
    Ao final da história, a criança que lê ou escuta descobre que, na verdade, quem está contando a história atrapalhada à sua netinha é um avô, que acaba dando a ela uma moeda para que vá comprar um chiclete, deixando-o sossegado para terminar de ler seu jornal.

Ouvindo: AQUI, AQUI
Tutorial do professor: AQUI
Sugestão de atividades: AQUI
Biografia: AQUI

Esse é o primeiro da série de cinco vídeos com cinco histórias do autor italiano Gianni Rodari.
Uma forma do @muralpedagogia prestigiar o poeta da fantasia e das infâncias no ano de seu centenário. AQUI - Conto: A estrada que não levava a lugar algum.

A história nº02, dessa série, é O pintor. Uma história um pouco mais simples, menos densa, que agrada muito as crianças pequenas devido à repetição que acontece ao longo dela. Rodari teve fases e momentos diferentes no estilo de sua escrita, assim conseguimos perceber com facilidade, as diferenças entre uma e outra. AQUI. O pintor. Rimas/Cores. AQUI

A 3a história da série especial em comemoração ao centenário do autor italiano Gianni Rodari é O Trólebus 75. AQUI.

4ª história: Um e sete: AQUI

Essa é a última história da semana, gratidão por quem acompanhou esses cinco dias, espero que a escolha das histórias tenha lhe tocado de alguma forma. AQUI. Tiago de cristal

+ Gianni Rodari: AQUI
Filosofia: AQUI



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domingo, agosto 18, 2024

O prefeito perfeito>PNLD Literário>Gênero conto/Pensamento político>Eleições> 18/08/2024

 

Lia Neiva/Elizabeth Teixeira

A mata da Lagoa Rasa está uma grande confusão.

Nas estradas esburacadas, a pobre centopeia machucou vários pezinhos; os peixes detestam nadar na água imunda da lagoa, e a galinha, perdida na escuridão, quase entrou na toca da raposa.

Então, a bicharada decide que é hora de escolher um prefeito, de preferência, perfeito. Mas quem? Há tantos candidatos...!

O texto bem-humorado de Lia Neiva é acompanhado pelas divertidas ilustrações de Elisabeth Teixeira e fala sobre um assunto muito importante, porque, numa eleição, é preciso pensar bem para escolher certo e não se arrepender depois, não é verdade?
Neste livro repleto de sonoridade, que brinca com a repetição de fonemas, o leitor mergulhará numa trama que trata de um tema sério, a política, fundamental para o exercício da cidadania.
Proposta de trabalho: AQUI ( PDF) Vídeo: AQUI  Leia o livro na íntegra: AQUI
Ouvindo: AQUI


+ Sugestões 
PNLD Literário: AQUI
Floresta: AQUI
Cidadania: AQUI
Minha cidade: AQUI
Bairro/rua: AQUI
Eleições: AQUI
Políticas públicas: AQUI
Quem manda aqui?: AQUI
Eleições/aulas: AQUI
A canção de Brisa: AQUI
O muro no meio do livro: AQUI
Eleição na mata: AQUI
A eleição da criançada: AQUI
A máquina do tempo: AQUI


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terça-feira, maio 02, 2023

O que fazer? Eu e os outros>Falando de convivência>Cidadania>Empatia>02/05/2023

 

Liliana e Michele Iacocca

O que fazer?

Um panorama histórico do relacionamento humano. O texto é acessível e bem-humorado e as ilustrações retratam, com muita graça e ironia, as dificuldades da convivência pacífica entre as pessoas

Proposta de trabalho: AQUI

Blog Coordenação Pedagógica Paratinga
FALANDO DE CONVIVÊNCIA
 O QUE VOCÊ FARIA?

... Se a professora percebesse que você está colando na prova ?
... Se você ganhasse uma bola nova e seu vizinho pedisse a bola emprestada?
... Se um velho maltrapilho pedisse para você ajuda-lo a atravessar a rua?
... Se você não tivesse aquela mochila que todo mundo tem?
... Se sua mãe descobrisse que você pegou dinheiro na carteira dela e não avisou?
... Se você visse seu amigo roubando alguma coisa?
... Se você fosse à casa de um amigo e descobrisse que ele é muito pobre?
... Se alguém inventasse uma coisa feia sobre você?
QUANTA PERGUNTA?
Você respondeu de um jeito e outras crianças responderam diferente, teve quem nem quis saber, quem discutiu e quem ficou pensando no assunto.  
O QUE FAZER?
... Desde quando o homem morava nas cavernas o mundo exigia regras de convivência. Quando elas ainda não existiam era uma confusão... O QUE FAZER? - DIFÍCIL CHEGAR A UMA CONCLUSÃO? O QUE É CERTO? O QUE É ERRADO? QUAL A SUA ESCOLHA? E A CONCLUSÃO?
Foram séculos de conflitos, guerras, buscas e tentativas. Os homens convivendo em grupos cada vez maiores. E enquanto surgiam e se formavam cidadãos, países e até grandes impérios, também apareciam pensadores, filósofos e líderes religiosos procurando respostas e novos caminhos.
Sócrates, que acreditava na bondade, no conhecimento, na felicidade e explicava suas ideias para a juventude dizia “Conhece-te a ti mesmo”.
Assim Platão dizia “Cada um pode viver bem num bom lugar”, Aristóteles falava “O homem bom deve ser um bom cidadão” , Moisés e Cristo falaram, cada um a seu modo, como o homem poderia viver melhor, em harmonia com seu semelhante, com a natureza e com Deus....
...( )Mas não era tão fácil....Havia muitas injustiças. O novo mundo foi descoberto junto as pesquisas, ideias e ciências.  Nicolau Copérnico, Isaac Newton, Galileu Galilei, e Immauel Kant, que dizia “O homem é responsável pelos seus atos e tem consciência de seu dever” A máquina evoluiu, os homens se agrupando em grandes cidades e as regras de convivências foram se modificando.
Então as pessoas passaram a desejar o fim das injustiças, mais liberdade e igualdade.
Aquele servo que só obedecia queria melhorar sua vida. E alguns reis que só mandavam deixaram de ser reis.
...( )Agora tudo anda depressa, com tecnologias fantásticas. Muita coisa mudou, as exigências do mundo junto as nossas expectativas de vida são outras.
Os homens cada vez mais numerosos , cada vez mais agrupados e as relações cada vez mais complicadas.
QUE CONFUSÃO ! E AGORA?
Muita coisa mudou ....
A relação pai e filhos .... Entre homem e mulher ... Os jovens podem falar e se manifestar... A criança é mais respeitada pelos adultos...
MAS AINDA EXISTEM ...
... muitas crianças abandonadas e maltratadas, miséria, gente que não tem o que comer e nem onde morar, injustiças, leis que não são cumpridas, péssimos governantes, racismo...
... existem guerras, violência, abusos de poder, pessoas que destroem a natureza...
... e também os mal-educados, que não falam bom dia nem boa noite, não respeitam nada e desconhecem as gentilizas...
... os que prometem e não cumprem e não são amigos de ninguém.
O QUE FAZER?
RESPEITAR OS GOSTOS E AS PREFERÊNCIAS DE CADA UM!
POR FALAR NISSO: EU GOSTO DE SORVETE...
Estudar e aprender muito bem as coisas de que a gente mais gosta
Ajudar quem precisa ....Defender a própria opinião ....Falar a verdade... Ver o sol nascer ...Lutar pela igualdade entre todos ....Conviver bem com todo mundo ...Receber elogios ...Ter amigos ...Cuidar das próprias coisas ... Descobrir que nem sempre se tem razão  ...Sonhar, pensar, ficar alegre...
É BOM IMAGINAR O DIA SEGUINTE ”
FIM!!
Com ilustrações de Michael Iacocca e  o texto de Liliana Iacocca, da Editora Àtica. O livro é  uma história em quadrinhos, mesclados com textos. Suprimimos alguns trechos para encurtar a história.... Mas você quiser pode trabalha-lo na íntegra ou readaptar o texto.

PROPOSTA DE ATIVIDADES: “O que você faria se você...”
Parte 1:
Divida a turma em pequenos grupos (2 alunos).  Cada grupo receberá uma pergunta diferente. Estas são as mesmas apresentadas pelos autores. Você pode criar outras, a depender da faixa etária da turma.
“O que você faria se ...
... Você encontrasse uma caixa de canetas no pátio da escola e você soubesse de quem é?
...Se seu pai lhe desse uma bronca porque o rádio está quebrado mas o culpado é seu irmão?
...Se sua irmã ou irmão passasse o tempo todo xeretando suas coisas?
...Se você fosse almoçar na casa de um amigo e servissem a comida que você mais odeia?
...Se todo mundo elogiasse seu colega pelo trabalho escolar mas quem fez tudo foi você?
“O QUE FAZER? DIFÍCIL CHEGAR A UMA CONCLUSÃO? O QUE É CERTO? O QUE É ERRADO? QUAL A SUA ESCOLHA? E A CONCLUSÃO? RESPEITAR OS GOSTOS E AS PREFERÊNCIAS DE CADA UM! ”.
- DISCUTA COM SEUS COLEGAS E  COMBINEM UMA SOLUÇÃO:
Para as turmas mais velhas, você pode fazer outros questionamentos. Por exemplo:
... Se você tivesse com dor de cabeça e seu vizinho ligasse o som nas alturas ?
... Se você fosse comprar pão e recebesse dinheiro a mais?
... Se você ligasse o som bem alto na sua casa e seu vizinho reclamasse?
... Se você visse alguém sendo discriminado?

Parte 2:
Os alunos deverão responder com suas próprias conclusões. Deverá escrevê-la num pedaço de papel. Caso a dupla não entrar em consenso, deve-se apresentar as duas respostas e a turma toda discute. Depois de alguns minutos, cadeiras em círculo, inicia-se a discussão. Cada dupla apresenta sua pergunta e solução e colocá-la na mesa. (È hora de promover a oralidade. Todos deverão deixar o outro falar e ser ouvido, respeitando pontos de vista diferentes....).

2 ATIVIDADE -  É ético ou antiético ?
De posse das respostas escritas , um aluno lê pergunta e resposta e o grupo todo julgará se pode ser considerada uma resposta ética ou antiética.
3 ATIVIDADE -  POR FALAR NISSO: EU GOSTO DE SORVETE... E você gosta de quê?
Os alunos podem criar suas próprias respostas e apresentá-las oralmente.

Eu e os outros

Nesta obra, que trata de relações humanas, o leitor é estimulado a refletir sobre as atitudes preconceituosas, egoístas ou agressivas a que todos nós estamos suscetíveis. A interação da criança com o livro ocorre por meio de perguntas, como “com quem você se parece” e “como você gostaria de ser”. O último capítulo traz dicas para melhorar a relação das pessoas com elas mesmas, com a família e com os amigos.

No Linguagem: Sobre esta obra: Eu e os outros: AQUI, AQUI



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