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Colaboração e Direitos Autorais
Olá amiga(o) ,
Fui professora dos projetos "Estímulo À Leitura",
"Tempo Integral" e a favor da leitura lúdica,
afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog, não se
esqueça de citar o "Linguagem" como fonte.
Você, blogueira sabe tanto quanto eu, que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
receber um elogio...
Venha conferir,
seja bem-vinda(o)
e que Deus nos abençoe.
Krika.
30/06/2009

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JUNHO 2019
17 ANOS DE LITERATURA INFANTIL
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segunda-feira, julho 13, 2026

Cartas para um monstro>Vamos escrever?>Atividades lúdicas>Produção de textos> 13/07/2026

Patrícia Forde/Sarah Warburton


Era uma noite escura e chuvosa, e Sofia tinha certeza de que havia um monstro embaixo de sua cama. Então, como qualquer criança sensata faria, a garota decidiu escrever uma carta para ele, exigindo que saísse de lá.
A resposta chega sem demora, e os dois iniciam uma animada troca de correspondências em que o monstro conta suas incríveis aventuras e compartilha informações sobre o verdadeiro novo morador do quarto de Sofia.
Aos poucos, a garota começa a perceber que talvez o monstro não seja tão assustador assim… Quem sabe ele pode até se tornar um amigo?
Engraçado e acolhedor, o livro parte de medos comuns a muitas crianças ― do escuro, de dormir sozinhas, do desconhecido ― para construir uma narrativa epistolar cheia de imaginação. 
Patricia Forde, autora de diversos livros infantis, conduz essa troca de cartas com humor e criatividade, mostrando que aquilo que mais assusta nem sempre é tão terrível quanto parece. 
As ilustrações de Sarah Warburton retratam as aventuras do monstro de forma lúdica, acentuando o tom divertido da história e nos convidando a olhar para nossos próprios medos com mais leveza

Ouvindo: AQUI

O livro "Cartas para um Monstro", de Patricia Forde com ilustrações de Sarah Warburton, é excelente para trabalhar temas como medo do escuro e superação com crianças. A história epistolar de Sofia, que escreve para um monstro exigindo que ele saia debaixo da cama e acaba descobrindo um grande amigo, permite realizar várias atividades lúdicas: 
  • Escreva sua própria carta: Incentive as crianças a escreverem ou ditarem uma carta para o seu próprio "monstro" debaixo da cama ou para algum medo que elas tenham. 
  • Desenhe o seu monstro: Proponha a criação de um ateliê de arte onde cada criança desenha o monstro como imagina, usando características divertidas (como olhos grandes e corpo peludo), o que ajuda a desmistificar que eles são assustadores. 
  • Caixa de Medos: Crie uma caixa decorada onde as crianças possam colocar bilhetes com seus medos. Depois, conversem em grupo sobre como cada medo pode ser enfrentado ou compreendido. 
  • Roda de Leitura Compartilhada: Promova a leitura em voz alta da história, incentivando as crianças a dramatizarem a troca de correspondências entre Sofia e o monstro. 
  • 1. Produção Textual (Gênero Epistolar)
    • Reescrita de Cartas: Peça para as crianças imaginarem que há um monstro no quarto delas e pedirem para que ele escreva de volta, contando sobre o seu dia a dia e seus gostos. 
    • Correio Elegante Monstruoso: Crie uma caixa de correio na sala. Os alunos devem escrever cartas anônimas para "colegas monstros" (colegas da turma), elogiando algo neles e propondo uma brincadeira.
    • Regras de Convivência: Assim como Sofia fez ao ditar regras para o monstro, proponha que os alunos escrevam uma "Carta de Boa Convivência" para a sala de aula ou para a família. 
    •  Educação Emocional
      • Caixa dos Medos: Peça para as crianças desenharem ou escreverem em um papel o que elas mais temem (como o escuro ou monstros). Depois, dobrem o papel e o coloquem dentro de uma "caixa-monstro", simbolizando que eles estão guardando e enfrentando seus medos. 
      • O Monstro e as Emoções: Explore como o monstro se sente (assustado, sozinho, curioso) e peça para os alunos relacionarem as emoções da história aos seus próprios sentimentos. 
      3. Artes e Criatividade
      • Desenho às Cegas: Faça um ditado de monstro. Dite características para os alunos desenharem (ex: "um monstro com 3 olhos, corpo azul, rabo de dinossauro e 4 braços"). Depois, compare como a imaginação de cada um funciona. 
      • Monstro de Sucata: Proponha a construção de um monstro utilizando materiais recicláveis (caixas de ovos, rolos de papel higiênico, tampinhas).
      • 4. Leitura e Dramatização
        • Leitura Compartilhada: Promova uma leitura dramática do livro, mudando a voz para a Sofia (mais exigente) e para o monstro (mais amigável).
        • Teatro de Fantoches: Incentive as crianças a criarem fantoches de palito ou meia baseados nos personagens e a encenarem uma nova carta que gostariam que o monstro respondesse. Fonte Google
    Gênero textual: enviando cartas: AQUI, AQUI
    Estratégia de leitura: Preguicinha: AQUI
    As listas de Teobaldo: AQUI
    Propostas para produção de textos: AQUI, AQUI, AQUI, AQUI
    Atividade divertida: O monstro mandou: AQUI
    Como reconhecer um monstro: AQUI
    Bilhetes, convites, diário: AQUI
    Gênero bilhetes: AQUI
    Gênero cartas: AQUI, AQUI
    Gênero convite: AQUI
    Gênero blog: AQUI
    Gênero textual folhetos: AQUI
    Gênero listas: AQUI
    Gênero textual whats app: AQUI
    Produção de textos: AQUI
    Produção de textos coletivos: AQUI
    Produção de textos/Dinâmicas: AQUI
    Produção/Poesia: AQUI
    Vamos escrever?: AQUI
    Propostas de produção divertidas: AQUI
    Produzindo fábulas: AQUI
    Brinco de listas: AQUI
    Listas fabulosas: AQUI





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    sexta-feira, maio 26, 2023

    Boliche do alfabeto>Boliche das sílabas>O alfabeto>26/05/2023

     


    Bolibeto

    As letras do alfabeto tem uma ordem chamada "Ordem Alfabética". Ela é muito útil para organizar vários tipos de listas, principalmente porque podemos encontrar um nome ou palavra rapidamente.
    Além de treinarmos a memorização da ordem alfabética, iremos também desenvolver a coordenação visio-motora, percepção espaço-temporal, lateralidade que são muitos importantes para o processo de aprendizagem da escrita.

    Materiais para a brincadeira:
    Você vai precisar de uma bola de qualquer tipo, pode ser até uma bola de meia. Uma garrafa PET ou caixa de leite para servir de "pino" do boliche. Cartinhas com as 26 letras do alfabeto. Se não quiser fazer as 26 cartinhas, pode usar uma folha e um lápis, onde cada vez que a bola acerta o pino do boliche, o participante vai escrever uma letra na ordem.

    Modo de jogar: Antes de começar o jogo, os dois participantes tiram "par ou impar" ou "pedra, papel e tesoura", quem ganhar começa. Colocar o "pino" do boliche posicionado entre os dois participantes, a uma distância igual entre um e outro. Minha sugestão é uma distância de mais ou menos 3 metros entre cada participante e o "pino". O lançamento deve ser alternado, trocando a mão a cada lançamento. Cada vez que a bola derruba o "pino", o participante escreve a próxima letra na ordem, lembrando que os dois participantes começam pela letra A. Veja vídeo: AQUI

    Ou simples assim:

    Objetivos: Identificar as letras do alfabeto relacionando-as com o fonema inicial de cada palavra; Desenvolver a coordenação ampla.

    Materiais necessários: embalagens de refrigerante e bola.

    Modo de jogar: Ao derrubar as garrafas, deverá identificar a letra e dizer uma palavra que inicie com a mesma. AQUI

    Boliche das vogais: AQUI, AQUI
    Boliche das letras/PDF: AQUI, AQUI
    Com copos: AQUI

    Boliche das sílabas: AQUI, AQUI, outro modelo: AQUI
    Mais sugestões/ sílabas: AQUI
    Boliche das sílabas com a parlenda:" Deu meio dia macaco  assobia"
     Jogo de Boliche: 
    Participantes: Alunos da Sala 
     Objetivo: Acertar o maior número de garrafas para ter muitas sílabas disponíveis 
    Materiais: 12 garrafas e 1 bola 
    Procedimentos: 
    1) Prepare 12 garrafas plásticas para serem alvo dos alunos. Use as sílabas das palavras retiradas e trocadas na parlenda “Deu meio-dia”. Em cada garrafa registre uma das sílabas. 
    Sugestões: MA - LU - RI - PA - NE - LA - JA - PE - GE - VA - CA - RE - 
    2) Você pode consultar imagens de garrafas para o jogo nos links a seguir:  http://monicabf.blogspot.com/2013/12/boliche-feito-com-pet-silabas.html  http://jdanamaria.blogspot.com/2012/04/jogo-de-boliche.html 

    Durante o ano, o professor pode usar listas de palavras significativas para os alunos, como nomes das turmas, rótulos trabalhados, listas de brincadeiras, etc e, com uma caixa de sapato, preparar um “banco de sílabas”, decompondo as palavras e deixando as sílabas à mão das crianças para que, em momentos de roda ou em outras rodadas de boliche, possam formar palavras. 
    Como jogar: 
    I - Um aluno lança a bola e lê com a ajuda dos colegas as sílabas que derrubou. 
    II - A sala analisa as sílabas e procura registrar no quadro o maior número de palavras que puder formar com tais sílabas. 
    III - Voltam as garrafas e o próximo aluno lança a bola. 
    IV - Os alunos precisam se alternar para que todos tenham a chance de participar. AQUI
    Mais: Deu meio dia macaco assobia: AQUI

    Boliche da sustentabilidade: AQUI

    O alfabeto/Dani Costa: Ouvindo: AQUI, AQUI
    A festa do macaco: AQUI
    Pássaro amarelo: AQUI
    Era uma vez um lobo mingau: AQUI
    O aniversário do seu Alfabeto: AQUI



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    Propostas para produção de textos divertidas> Oralidade>Formando frases/Palavras/Textos>Vamos escrever?26/05/2023

     

    Vamos escrever brincando?

    Algumas sugestões para estimular a escrita

    Site" Aprende Brasil" Desenvolvendo a oralidade: 

    Criança é curiosa e exploradora e é por meio das brincadeiras e interações que ela desenvolve a criatividade. A resolução de problemas no dia-dia, o levantamento de hipóteses, imaginar, contar histórias, brincar de faz de conta, são habilidades desenvolvidas e que proporcionam o pensamento criativo dos pequenos.

    E como o professor pode auxiliar neste processo?

    Proporcionar momentos livres, de narrativas, com brincadeiras que desafiam e instigam a imaginação. E uma sugestão de brincadeira, é a caixa de música. Como fazer?

    – Em uma caixa de papelão, coloque figuras ou até mesmo objetos que façam parte de alguma música. A criança irá pegar de olhos fechados ou vendados, uma determinada figura de dentro da caixa, na sequência irá cantar uma música com a respectiva imagem. Por exemplo: A criança pegou de dentro da caixa a figura de um sapo, e canta “O sapo não lava o pé”.  Fonte

    Aprendendo e brincando!

    Crianças pequenas experimentam suas vontades e desejos através de sua imaginação, que está sempre em ação. Nesse sentido, ao brincar, as crianças desenvolvem um lado de pensamento e imaginação, ao mesmo tempo que desenvolvem e incorporam cultura ao interagir com si e com outras crianças. Aprender brincando não torna o aprendizado menos sério. Pelo contrário: torna o aprendizado muito mais fácil e gostoso. Por isso, na infância, brincar é compromisso. Não precisa delimitar fronteiras tão rígidas entre a hora de brincar e hora de aprender.

    Brincando, a criança aprende a ter empatia e experimentar diferentes papeis sociais, a ganhar, perder, tentar de novo, seguir regras. Desenvolve ainda: coordenação motora, noção espacial, autoconfiança, estratégia, entre muitas outras habilidades sociais e cognitivas essenciais à nossa presença no mundo.

    Por falar em aprender, que tal propor uma brincadeira para as crianças?

    Qual a diferença?

    Objetivos: desenvolver a oralidade e a capacidade de diferenciar as coisas.

    Desenvolvimento: em uma roda de conversa, ler as frases, quando a criança souber responder, deve levantar rapidamente a mão.

    Exemplo: Qual a diferença entre carro e ônibus?

    • O carro é pequeno e transporta poucas pessoas.
    • O ônibus é grande e transporta muitas pessoas.

    Sugestões:

    • Cama e mesa.
    • Criança e adulto.
    • Rio e mar.
    • Sede e fome.
    • Melancia e uva.
    • Triste e alegre.
    • TV e rádio.
    • Pão e biscoito.
    • Pesado e leve.
    • Estrela e lua.
    • Manhã e tarde.
    • Quente e frio.
    • Casa e escola.
    • Brincar e estudar.

    Além da brincadeira: aproveitar a brincadeira para trabalhar palavras antônimas. Fonte

    Produção de texto divertida: Uma ideia:  AQUI

    Fábrica de textos: Outra ideia: AQUI Mais maluca: AQUI



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    sábado, abril 02, 2022

    Diário da gratidão>Relações interpessoais>Diário coletivo>Produção de textos> 02/04/2022

    Construção de um diário coletivo para trabalhar escrita aliada às habilidades socioemocionais

    Criando relações interpessoais com os alunos: 

    O Diário da Gratidão funciona como um diário coletivo, onde os alunos desenvolvem a escrita, de forma espontânea e prazerosa, por meio de agradecimentos. A caneta que acompanha o diário é a “caneta das possibilidades”, que foi criada para modificar nosso olhar, nos dando a possibilidade de ver o lado bom das coisas, ensinando às crianças que tudo que nos acontece é aprendizado e devemos ser gratos. Continua: AQUI

    Passo a passo: AQUI

    1 Contato com o gênero Converse com os alunos sobre as funções sociais que o diário pode ter (registro de memórias e apresentação de uma viagem, por exemplo) e proponha que a turma leia diários publicados em livros para conhecer esse tipo de texto. 

    2 Hora de escrever Convide as crianças para fazer diários e registrar coisas que aconteceram, sonhos etc. Peça que todos escrevam semanalmente. Diga que você vai ler as produções para ajudá-los a avançar. Quem quiser pode ler o material para os colegas em voz alta. 

    3 Análise e devolutiva Avalie a produção dos alunos com atenção e escreva comentários no fim dos textos, para incentivá-los a escrever cada vez mais e melhor. Diagnostique os erros mais comuns em um material à parte e planeje explorá-los em outros momentos.  Fonte

    Produção de texto/Diário/PDF: AQUI

    + Atividades diário: AQUI , aulas/Nova Escola: AQUI

    Emocionário: AQUI, AQUI

    Sobre gratidão no Linguagem: AQUI

    Sobre diário no Linguagem: AQUI




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    sexta-feira, agosto 06, 2021

    A mochila de ouro>Produção textual>Oficina de escritores>A reinvenção de histórias>Através de livros infantis>06/08/2021


    "Não há história que só possa ser contada de uma única maneira. Mas, então, se de algum modo ela é alterada, continua a ser a mesma história? Reinventar histórias conhecidas aguça a percepção de que o mundo é feito de múltiplos pontos de vista."

    Caderno de atividades, lendo, imaginando, escrevendo e ilustrando: Através de livros paradidáticos:

    Professora Rosangela A. Guimarães

    As sequências didáticas deste caderno de atividades têm como objetivo apresentar sugestões que propiciem uma melhora na habilidade de escrita dos alunos dos anos iniciais do Ensino Fundamental, a partir da leitura de obras da Literatura Infantil.

    AQUI

    A mochila de ouro

    Texto: AQUI

    A história+ atividades: AQUI

    A cumbuca de ouro: AQUI

    O sapo encantado/Viagem pelo Br em 52 histórias/S.Salermo: AQUI, AQUI, AQUI

    No caderno de atividades da prof Rosangela: A mochila de ouro (livro Viagem pelo Brasil em 52 histórias/Silvana Salermo

    Trabalhando a imaginação ( página 64)

    Vejam demais sugestões no Linguagem:

    Autoestima: Frederico Godofredo: AQUI

     Trabalhando a importância da escrita como forma de comunicação:

     A caligrafia de Dona Sofia: AQUI

    De carta em carta: AQUI

    João das letras: AQUI

    Trabalhando a importância das bibliotecas: Atrás da porta: AQUI

    Trabalhando com os desafios de aprender: Quem tem medo do ridículo? AQUI

    Trabalhando com as emoções presentes no nosso dia-a-dia: 

    A esperta mão aberta: AQUI

    A fada emburrada: AQUI

    A pipa e a flor: AQUI

    O pequeno grande livro da tristeza feliz: AQUI

    Trabalhando a diferença: 

    Pato coelho: AQUI

    Os três lobinhos e o porco mau: AQUI

    Trabalhando a imaginação: Ou isto ou aquilo: AQUI

    Trabalhando a escolha do rumo da narrativa: 

    Os oito pares de sapatos da Cinderela: AQUI

    Era uma vez um livro: AQUI

    Escrita de textos narrativos:
     Sempre que os alunos forem escrever um texto narrativo, ensine-os a utilizarem o lembrete da mãozinha. 
    Veja como é fácil decorar as partes que compõem o texto narrativo:
    Cartões para construir histórias: AQUI, AQUI

    Diário de registro/Oficina de escritores/Projeto: AQUI




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    domingo, agosto 01, 2021

    Era uma vez um livro> Dez histórias sem desfecho>Era uma vez o livro>Hora da história>01/08/2021


    Marcelo Cipis

    Um narrador inicia dez histórias e pára de repente, no ponto exato para deixar a curiosidade bem atiçada, deixando para o leitor o compromisso irresistível de imaginar o desfecho. Como um jogo de armar, as ilustrações fornecem separadamente os elementos das histórias que compõem o livro - e também de muitas outras que o leitor queira contar.

    O que dizer depois do "Era uma vez"? Como se cria uma história? 

    É o que mostra Marcelo Cipis neste livro em que um narrador-personagem-autor, às voltas com angústias próprias do seu ofício, inicia sucessivamente dez narrativas e pára de repente - no ponto exato para deixar a curiosidade bem atiçada. 

    Dizendo-se "insatisfeito" ou "indeciso", "cansado" ou "descabelado", ele faz que desiste a cada vez e passa adiante, propondo um novo "Era uma vez". Entre um e outro, o leitor é estimulado a partilhar a experiência de elaboração do texto, porque o destino das personagens fica suspenso, mas vem preparado para que se imaginem os rumos que pode tomar. Ao leitor, assim, é delegado o poder de buscar no seu repertório os desfechos possíveis, como se participasse de um jogo de adivinhação de que sempre sairá vencedor. Para completar o jogo, Marcelo Cipis criou ilustrações que funcionam como modelos para armar, fornecendo separadamente os elementos das histórias que compõem o livro - e também de muitas outras que o leitor queira contar. Fonte

    Ouvindo: AQUI

    Atividade: AQUI

    Desfecho de narrativa: Página 71: AQUI

    Do mesmo autor: Quem és tu? AQUI

    Era uma vez o livro

    Era Uma Vez era um livro muito bonito. Capa grossa, folhas limpas, material da melhor qualidade. Muitas e muitas páginas. Letras? Nem se fala. Capítulos enormes com letras de todas as cores, tipos e tamanhos. Porém, ele se sentia muito triste porque ninguém o pedia emprestado na biblioteca. Todos os seus colegas de prateleira saíam para passear com alguma criança, iam visitar as suas casas, seus amigos, iam até para a escola e conheciam outros livros. Continua e baixe:  AQUI





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