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Colaboração e Direitos

Colaboração e Direitos Autorais
Olá amiga(o) ,
Fui professora dos projetos "Estímulo À Leitura",
"Tempo Integral" e a favor da leitura lúdica,
afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog, não se
esqueça de citar o "Linguagem" como fonte.
Você, blogueira sabe tanto quanto eu, que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
receber um elogio...
Venha conferir,
seja bem-vinda(o)
e que Deus nos abençoe.
Krika.
30/06/2009

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Comemoração

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JUNHO 2019
17 ANOS DE LITERATURA INFANTIL
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Mostrando postagens com marcador Repente/cantoria. Mostrar todas as postagens
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segunda-feira, junho 24, 2019

Expressões culturais que se misturam> Cordel>Rappers>Repente>24/06/2019


Resultado de imagem para cordel + repente


Conhecer e respeitar a variedade linguística e cultural como expressão artística do povo.
Conhecer características fundamentais do Brasil nas dimensões sociais, materiais e culturais como meio para construir progressivamente a noção de identidade nacional e pessoal e o sentimento de pertinência ao País.

Quando o rap rima com cordel
Expressões culturais que se misturam

A arte do improviso e a rima estão presentes tanto na literatura quanto nos estilos musicais, muitas vezes são usados para contar histórias, expor ideias e falar sobre questões sociais e políticas que marcaram suas regiões. 
Apesar das semelhanças, o cordel, repente e o rap não surgiram da mesma maneira, possuem interferências das regiões em que surgiram. 
“A origem destes três segmentos de cultura é diferente. O ponto de convergência entre os três são as rimas, mas as diferenças em termos de arranjos sonoros são gritantes.” explica o produtor e compositor nordestino, Cauê Procópio. Mais:  AQUI


“Na escola que eu estudo a arte se faz presente. Nós temos maracatu, o cordel e o repente. 
Teatro e também o rap para contagiar a gente.”
Sobre o projeto: AQUI
+Projeto:
O projeto “De repente, rap!” tem como objetivo oferecer aos alunos uma nova perspectiva no que diz respeito a diferentes manifestações artísticas da cultura popular, que fazem uso da língua (falada e escrita) e também exercitam a criatividade a partir da criação de rimas e versos.
Prof. adapte as sugestões de acordo com sua turma
Tudo:  AQUI


Lendo e interpretando
A literatura de cordel é um tipo de poesia popular oral e improvisada, também impressa em folhetos. 
Esses folhetos eram expostos para venda pendurados em cordas ou cordéis, lá em Portugal, o que deu origem ao nome. 
No Nordeste do Brasil, herdamos o nome, mas a tradição das cordas não permaneceu. 
O cordel é escrito em forma rimada e alguns poemas são ilustrados. 
Os autores, ou cordelistas, recitam os versos de forma melodiosa e cadenciada, acompanhados de viola, como também fazem leituras ou declamações muito empolgadas e animadas para conquistar os possíveis compradores. Texto adaptado do site pt.wikipedia.org/wiki 
O texto acima tem informações interessantes!!!!! 
Tente descobrir pelas pistas que estão no texto acima o que quer dizer cadenciada. 
Depois, confira no dicionário se a sua ideia se aproxima da definição da palavra. 
O nosso “passeio” nos levou para o Nordeste brasileiro, lá encontramos a literatura de cordel. 
Na sua opinião, que contribuição essa tradição portuguesa trouxe para a nossa cultura? 


Você conhece o Patativa de Assaré?
 Ele chamava-se Antônio Gonçalves da Silva, mais conhecido como Patativa de Assaré (Assaré, Ceará). Nasceu em 5 de março de 1909 e morreu em 8 de julho de 2002. 
Foi um poeta popular, compositor, cantor e cordelista brasileiro. 
Abaixo, leia as duas primeiras estrofes de uma de suas poesias... 
O Sabiá e o Gavião
Eu nunca falei à toa. 
Sou um cabôco rocêro, 
Que sempre das coisa boa
 Eu tive um certo tempero.
 Não falo mal de ninguém, 
Mas vejo que o mundo tem 
Gente que não sabe amá,
 Não sabe fazê carinho, 
Não qué bem a passarinho, 
Não gosta dos animá. 
Já eu sou bem deferente. 
A coisa mió que eu acho 
É num dia munto quente
 Eu i me sentá debaxo 
De um copado juazêro, 
Prá escutá prazentêro 
Os passarinho cantá,
Pois aquela poesia 
Tem a mesma melodia 
Dos anjo celestiá 
+ Patativa do Assaré
ABC do sertão
Xote ecológico
Repente/Cantoria

Atividade sugerida
Produção poema de cordel
A cultura da nossa região
Boa parte da Literatura de Cordel produzida no Brasil tem como foco o regionalismo nordestino.
A presente atividade tem por objetivo desenvolver uma discussão acerca de questões que envolvam o regionalismo da turma em questão.
Por exemplo:
  • uma turma de alunos do interior de Minas Gerais (jeitinho mineiro, costumes, personagens, tradições, culinária);
  • uma turma de alunos do pantanal matogrossense (Pantanal, natureza, lendas e mitos, música, tradições);
  • uma turma de alunos do Rio Grande do Sul (costumes gaúchos, origem europeia, danças e lendas, história).
Para desenvolver a atividade em questão:
  • divida a turma em 4 ou 5 grupos;
  • cada grupo pesquisará um aspecto da cultura regional (culinária, costumes, lendas, tradições etc);
  • as pesquisas poderão ter como fonte a internet, livros, relatos orais (pais, avós, bisavós).
Terminado o prazo estipulado para a pesquisa, empreenda um fórum na classe, em que todos tenham seu momento de fala. O professor será o mediador das apresentações, organizando o tempo de fala de cada grupo/aluno.
Peça aos alunos que:
  • não interfiram na fala dos colegas;
  • anotem possíveis dúvidas ou questionamentos;
  • anotem no caderno as principais informações de cada uma das apresentações.
Produzindo um poema de cordel
Para a efetivação dessa atividade, o aluno deve:
  • compreender as características da Literatura de Cordel;
  • conhecer parte da cultura popular de sua região.
  • A partir das discussões empreendidas em classe (literatura regionalista, literatura de cordel, cultura popular da região), bem como das anotações feitas pelos alunos, será proposto ao aluno:
  • produzir, individualmente, um texto literário que se enquadre nas características cordelistas (regionalismo, narrativa com rimas, humor e metáforas);
  • utilizar como temática da narrativa em versos o conteúdo compartilhado acerca da cultura regional em questão;
  • utilizar as características de impressão tradicional do cordel (folha sulfite comum dobrada ao meio e capa como sulfite colorido);
  • se possível, produzir uma ilustração que se assemelhe à técnica da xilogravura.
Lembre-se: Não exija textos muito extensos, já que o objetivo é que os alunos produzam um texto artístico.

Promovendo um recital de poesias de cordel
Após a produção dos textos em cordel, proponha aos alunos desenvolver um recital.
Discuta com eles a natureza do recital. Por exemplo:
  • os textos serão recitados somente para os colegas da turma?
  • cada aluno recitará uma poesia completa ou somente alguns versos?
  • serão convidados outras turmas da escola?
  • será um evento aberto aos familiares dos alunos?
Após decidido a natureza do recital, é importante que seja desenvolvido, pelo menos, dois ensaios com os alunos, visando:
  • aprimorar a leitura expressiva e poética;
  • construir possíveis cenários e figurinos;
  • organizar a ordem e o tempo de duração das apresentações.   Fonte
Interpretando um cordel/aula
Cordéis para imprimir
Fichas de leitura

Rap e letramento
Atividade de trabalho com rimas, em ritmo de rap.
Aula /O cordel e o rap
AQUI e  AQUI
Aula
Cordel e rap

• Desenvolver a expressão e a comunicação para a linguagem oral e escrita;
• Perceber as características do Cordel e do RAP;
• Apresentar inquietações acerca do texto não verbal mostrado nos cordéis (xilogravuras);
• Desenvolver o senso crítico de forma mais aguçada;
• Refletir sobre a realidade do país;
• Relacionar os gêneros com a cultura dos jovens

AQUI
Xilogravuras:  AQUI
Um cordel pra virar rap
Tema: transportes
AQUI e  AQUI


Através de um projeto que utilize os estilos musicais Hip Hop e Rap, dá para se integrar várias áreas, fazendo um trabalho interdisciplinar.
O rap (ritmo e poesia) é de origem jamaicana, apareceu por volta dos anos 60 nos guetos e nas periferias. Sons eram instalados pelas ruas, tendo sempre um DJ e um “toaster” (que fala durante a execução da música).
Acredita-se que o rap tenha sido a força para o hip hop, pois muitos jovens emigraram para os Estados Unidos, em razão dos problemas políticos e econômicos que o país passava na época, através de Kool Herc, um dos maiores DJs.
O surgimento do hip hop também é marcado pela opressão social sofrida pelas classes mais abastadas, porém nos Estados Unidos, já na década de 70. Da mesma forma, os jovens passaram a reivindicar seus direitos, através de letras musicais ritmadas e poéticas, porém tanto quanto hostis.
O hip hop é uma cultura criada nas ruas, através da união desses jovens de periferias, atrelando a expressão de quatro vertentes artísticas: o grafite, os DJs, os MCings (rimas improvisadas) e o break (estilo de dança). Continua:  AQUI




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sábado, novembro 25, 2017

Repente>Cantoria>O que é?>Gênero da cultura oral>Alguns repentes>25/11/2017

a arte do repente
O Repente, ou Cantoria, é uma das principais vertentes da poesia caracterizada pelo uso de rima e métrica. Chegou ao seu apogeu se aperfeiçoou ao longo de décadas no Nordeste, hoje conta com mais de 30 estilos poéticos e se caracteriza por genuína brasilidade.
Vejam tudo: AQUI
O repente nordestino é uma das diversas formas que surgiu de interpretação de canto e poesia a partir da tradição medieval ibérica dos trovadores. Seus personagens, chamados de repentistas ou cantadores improvisam versos sobre os mais variados assuntos, e andando pelas feiras e espaços populares se apresentam sozinho ou trocam versos com outro cantador, o chamado desafio.

Sequência didática/aula

Literatura de cordel e repente: suas diferenças e semelhanças

Artistas da improvisação/aula
O uso do repente como ferramenta ludopedagógica
Explorar a participação dos alunos por meio do repente permite aos estudantes se apropriarem dessas experiências, analisarem criticamente e explorarem novas perspectivas no ambiente em que vivem, além de tornar a escola mais atuante e crítica. O educador brasileiro Paulo Freire afirma em seu livro “Educação e Mudança” que é necessário “ter uma escola viva, em que se viva a cidadania e não uma escola onde um dia se sonhe em ser cidadão. A infância já cidadã é ser vivo já, é ser social.”
AQUI

Alguns repentes: Quintal da cultura: Pontuação

Divisão

Cabelo

Cores
Véspera de Natal
Natal

Sistema Solar




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A cor de Coraline>Estímulos literários>Música Somos todos coloridos>AtividadePDF>25/11/2017



Quantas cores cabem na pergunta “Me empresta o lápis cor de pele? ”. Em A cor de Coraline, o ilustrador, designer gráfico e escritor Alexandre Rampazo passeia pelas inúmeras possibilidades contidas numa caixa de lápis de cor e na imaginação infantil a partir da pergunta de um colega para a pequena Coraline, e mostra que o mundo é mais colorido – e diverso – do que nos acostumamos a pensar. Com texto curto e bem-humorado e ilustrações graciosas, o livro aborda o tema da diversidade de forma lúdica para os pequenos. A quarta-capa é assinada pelo premiado escritor Ignácio de Loyola Brandão.

Alexandre Rampazo pega uma situação banal, uma criança pedindo emprestado um lápis de cor, e faz disso um alerta para o preconceito que existe, ainda, em muitas das expressões que usamos cotidianamente. Pedrinho pede um lápis “cor da pele” para Coraline e ela fica confusa com o pedido e começa a divagar sobre as cores.
Em um mundo dominado por pessoas brancas lápis cor da pele é bege ou rosa, é a primeira cor que vem a cabeça da maioria das pessoas sem nem mesmo se dar ao trabalho de pensar o quão preconceituoso é esse conceito. Foi necessário um livro infantil para me alertar disso, para me fazer pensar nessas pequenas coisas que eram tão comuns e não deveriam ser.
Sugestão:
Hoje você vai conhecer Coraline, uma menina muito esperta que vai te fazer pensar sobre algumas coisas. Convide alguém da sua casa para dividir essa leitura com você. Juntos, observem bem a capa: o que deve ter dentro de um livro com esse título? Qual você acha que é a cor de Coraline? E o que essa cor tem a ver com a história? Coraline é um nome diferente, né? Você conhece alguém com esse nome? Ele é bem parecido com outro que é mais comum… Depois de pensar e conversar sobre a capa, inicie a leitura. Vá até a metade do livro, na parte em que Coraline olha pro lápis amarelo e pensa nos peixinhos.
Retome a leitura de onde você parou e vá até o final do livro. E aí? O livro era sobre o que você achava que seria? O que mudou? Qual é a cor de Coraline? Foi essa cor que você imaginou? Se quiser, releia o livro, aproveitando bem as ilustrações e comparando os desenhos com as falas de Coraline. Tem alguma palavra ou trecho do livro que você não entendeu? Se tiver, converse com sua companhia de leitura ou entre em contato com sua professora para tirar suas dúvidas. Se não tiver, simplesmente reveja o que você mais gostou.
  No livro, Coraline ficou confusa quando Pedro lhe pediu o lápis cor de pele e começou a olhar para sua caixa de lápis de cor imaginando que pessoas ou seres poderiam ter cada uma daquelas cores. Você já parou pra pensar sobre isso? Quando pensa em “cor de pele”, que cor você imagina? Pegue folhas de papel e lápis ou caneta preta. Pense nas pessoas da sua família, em seus colegas de escola ou do bairro, lembrando de suas cores. Em seguida, escolha algumas dessas pessoas e os desenhe, pode usar várias folhas de papel pra isso, mas ainda não pinte seus desenhos. Depois, guarde os desenhos para amanhã.
Pegue os desenhos que fez ontem, mais lápis e caneta coloridas. Você teria cores suficientes para pintar todos os desenhos deixando-os bem parecidos com a pele real dessas pessoas? É provável que não. Sem problemas, hoje vamos usar a imaginação e pintar as pessoas de cores muito diferentes. Imagine seu pai verde, por exemplo, ou seu melhor amigo lilás, que tal? Pense nas cores que você acha que essas pessoas gostam ou que combinam com elas, mas aproveite pra escolher cores muito diferentes, deixando-as super coloridas. Divirta-se com as misturas! O que achou? Você acha que as cores escolhidas mudam algo nessas pessoas além da aparência? Ao final, guarde suas obras de arte, amanhã organizaremos uma exposição!
 No último dia de atividades, você vai pedir a ajuda de alguém em casa para montar uma exposição. Peguem um pedaço de barbante e prendedores. Juntos, colem o barbante na parede, formando um varal, e pendurem seus desenhos usando os prendedores. Essa é a sua exposição artística, nela podemos ver as pessoas que você ama com as cores imaginadas por você. Mostre para todo mundo da sua casa e diga a eles o que você pensou ao escolher cada cor. Lembrando o livro que você leu depois de fazer todos esses desenhos, se você fosse Coraline, que lápis você daria a Pedro quando ele lhe pedisse o “lápis cor de pele”? Conte tudo para a sua família! Fonte
Atividade desta obra página 28: PDF: AQUI, 
Mais atividades PDF: AQUI, AQUI, AQUI, AQUI


Repente :Dia da Consciência Negra

Música Somos todos coloridos
AQUI






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quinta-feira, novembro 02, 2017

Minha bandeira tem história>Nossa bandeira+atividades>02/11/2017

Resultado de imagem para o minha bandeiratem historia
 Beatriz ,Elizabeth e
Ruiter C.Ribeiro
Sobre autores e obras
Não encontrei atividades sobre esta obra,porém achei interessante trazer a sugestão.
Faz parte da coleção Brasil:Só ama quem conhece.
Outros livros deles : AQUI
O Brasil independente teve duas bandeiras nacionais — uma quando Império, outra ao tornar-se República. Elas sintetizam a alma brasileira em suas cores, formas e símbolos. 
A obra leva as crianças a reconstituir os caminhos criativos que originaram nossas bandeiras, respeitando a verdade histórica e a inteligência delas.



Atividades Pátria e Bandeira






Mais


AQUI



O autor conta a história da bandeira do Brasil, desde o período português até os dias de hoje. Explica como ela deve ser hasteada, cuidada e amada por todos os brasileiros. 
Quais os significados dos brasões que ela já teve, o significado das cores e como utilizá-la em solenidades e no dia a dia. Uma obra enriquecedora, com ilustrações de caráter histórico.

LIVRO NOSSA BANDEIRA!



Interdisciplinaridade / Áreas envolvidas: História do Brasil /

Língua Portuguesa e Literatura / Geografia / 

Ciências Naturais / Artes.


Entre diferentes possibilidades vividas a partir da literatura, uma das mais significativas é possibilitar ao leitor construir uma nova visão, mais ampla e rica, sobre fatos ou temas  cotidianos.
 Neste sentido, a obra de Marcos Vinícius Lúcio traz grande mérito, aproximando o leitor de um símbolo nacional importante.

Proposta de trabalho



Sequência didática
Trabalhar o dia da bandeira com seus alunos, demonstrando sua importância e o significado desse símbolo para o nosso país;
- Trabalhar fatos históricos sobre a bandeira;
- Trabalhar as formas geométricas;
- Trabalhar as cores;
- Coordenação motora;
- Fazer artístico.
Continua:  AQUI

Repente da bandeira




Proclamação da República
AQUI





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