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Olá amiga(o) ,
Fui professora dos projetos "Estímulo À Leitura",
"Tempo Integral" e a favor da leitura lúdica,
afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog, não se
esqueça de citar o "Linguagem" como fonte.
Você, blogueira sabe tanto quanto eu, que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
receber um elogio...
Venha conferir,
seja bem-vinda(o)
e que Deus nos abençoe.
Krika.
30/06/2009

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JUNHO 2019
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quarta-feira, outubro 13, 2021

O catador de pensamentos>Atividade literária>Conto>Produção de textos>Pesquisa sobre leitura>13/10/2021


Monika Feth

"A história é de uma poesia que ganha mais força ainda nas ilustrações dos pensamentos representados por pequenos e simpáticos seres coloridos que dão asas a imaginação da criançada. 

É mágico para os pequenos imaginar como devem ser os pensamentos alegres, barulhentos, caóticos, feios, bondosos, inteligentes, amalucados, curiosos e assim por diante."  Fonte

Temas: Ética / Pluralidade cultural / Conto / Humanos / Convivência social /Respeito às diferenças

O livro o Catador de Pensamentos conta a história de um velhinho chamado Senhor Rabuja que todas as manhãs percorre as ruas recolhendo todo o tipo de pensamento. Pensamentos bonitos, feios, barulhentos, silenciosos, leves, pesados, inteligentes, bobos, compridos, curtos... Afinal, os pensamentos devem se renovar! E para isso, o Senhor Rabuja planta os pensamentos que se transformam em flores e depois saem voando, colorindo o céu. Ele faz isso com o desejo que os pensamentos se renovem e assim nunca deixem de existir. 

Leva-os para casa, onde são divididos em categorias e, por ordem alfabética, colocados em prateleiras. De manhã, são plantados e se transformam em flores das mais diferentes cores e formatos, mas com apenas um perfume. Depois, sobem para o céu. Rabuja acredita que, assim, os pensamentos serão eternos.

Esse conto ("O Catador de Pensamentos"), da escritora alemã Monika Feth, converteu-se, na periferia de São Paulo, num jeito de colocar numa mesma sala, encantados pela literatura, pais e filhos que não tinham o hábito de ler.  AQUI

Projeto produção de textos: AQUI

Sobre o livro: AQUI  Lindas imagens

Ouvindo: AQUI, AQUI

Atividades sugeridas: AQUI, AQUI, AQUI, página 13 AQUI (Estratégias de leitura, pesquisa página 17)

Interpretando: AQUI

Texto: AQUI

Atividade motivadora: Com ilustrações dos "pensamentos" AQUI

O limpador de placas: AQUI

Quando as cores foram proibidas: AQUI






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quarta-feira, agosto 28, 2019

Quando as cores foram proibidas>Política>Cidadania>Grafite e pichação>28/08/2019

Quando as Cores Foram Proibidas  - Grupo Brinque-Book

Monica Feth
Temas: Ética / Pluralidade cultural / Conto / Humanos / Autoritarismo / Preconceito / Ditadura / Política / Respeito às diferenças.
Proposta de atividades
Ouvindo: AQUI

Entre as montanhas e o mar, existe um país que há muito tempo foi governado por um velho presidente. Ele não era um imperador, nem rei. Nem mesmo possuía uma coroa. Mas era muito mais poderoso do que qualquer imperador ou rei.
Muitos presidentes antes dele não haviam sido bons. Achavam que o dinheiro e tudo que podiam comprar com o dinheiro, era mais importante que os habitantes do país. E, acreditando neles, as pessoas não davam muita importância a si mesmas.  Mas o velho presidente não pensava como os outros e havia mudado tudo. Ele não queria ser o mais rico, nem o mais importante do país. Gostava de ver as pessoas rindo e queria que todo mundo fosse feliz.
E os habitantes estavam felizes com o país em que moravam, mas o velho presidente morreu e quem tomou o poder não foi alguém escolhido pelo povo,mas pelos ricos e poderosos. O que não foi nada bom pra ninguém. Nem mesmo para o presidente e seus subservientes ministros que acabaram castigados e sentiram o gosto da justa derrota.
O novo presidente era mais jovem que o anterior. E não tinha nada em comum com ele. Era dominador , vaidoso e ambicioso. Tudo o que era bonito, ele queria só pra si.
Primeiro mandou construir, pelos mais famosos arquitetos do país, um suntuoso castelo, com noventa e oito torres brancas como a neve. Depois, mandou confeccionar para si , centenas de trajes, pelos melhores alfaiates. Costumava usar perucas empoadas e enfeitar-se com peles e condecorações que ele mesmo se concedia. Dava festas em que se cantava, dançava, ria e comia até altas horas da noite. E, quando já tinha tudo o que podia desejar, mandou fazer uma carruagem dourada na qual saia a passear , só para se exibir.
Com seu próprio dinheiro ele não podia pagar tudo isso. Então ele tirava do povo até o último tostão que  podia. Os habitantes tinham de pagar altos impostos e o que sobrava era muito pouco. As famílias já se davam por satisfeitas se pelo menos aos domingos ainda pudessem  fazer uma boa refeição.
Tudo era pra ele... Ordenou que todas as casas fossem pintadas de CINZA e que tirassem delas todos os quadros. Ninguém deveria viver tão luxuosamente quanto ele.  De agora em diante declarou  todos as cores ficam proibidas. Os ministros abaixaram as cabeças e concordaram. Em pouco tempo, as pessoas perambulavam pelas ruas como sombras.
Não se via nada além de preto e cinza, cinza e preto.
Porém, sempre que o sol brilhava, depois de uma chuva e o arco-íris aparecia no céu o presidente não podia destruí-lo. As pessoas saiam correndo das casas para procurar um arco-íris. E então cantavam e dançavam debaixo do arco-íris, saciavam-se com suas cores e tudo parecia ser como nos velhos tempos. Nesses momentos, esqueciam-se do presidente, dos soldados e até do medo.
Atividades
Arte urbana
+ sobre grafite e pichação
Grafíti (do italiano graffiti, plural de graffito) é o nome dado às inscrições feitas em paredes, desde o Império Romano. 
Considera-se grafite uma inscrição caligrafada ou um desenho pintado ou gravado sobre um suporte que não é normalmente previsto para esta finalidade. 
Por muito tempo visto como um assunto irrelevante ou mera contravenção, atualmente o grafite já é considerado como forma de expressão incluída no âmbito das artes visuais, mais especificamente, da street art ou arte urbana - em que o artista aproveita os espaços públicos, criando uma linguagem intencional para interferir na cidade.   Mais:  AQUI

O grafite na sala de aula
AQUI
Arte urbana nas paredes da escola
AQUI
Texto e interpretação
Arte urbana
Sequência didática
Arte rupestre
Pré - história




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domingo, agosto 20, 2017

O limpador de placas>Estímulos literários reflexivos>Gêneros textuais>Produção de textos>20/08/2017


Resultado de imagem para livro o limpador de placas
Monika Feth

Temas: Ética / Pluralidade cultural / Conto / Humanos / Convivência social / Incentivo ao conhecimento / Artes / Humildade
Com poucas palavras bem colocadas, a autora nos ensina como a leitura e a boa música podem preencher e transformar a vida de qualquer pessoa.
O limpador de placas de rua era um homem feliz. Gostava do que fazia, gostava de suas ruas e gostava de suas placas. E quando alguém perguntava o que gostaria de mudar em sua vida, respondia sem vacilar: Nada, absolutamente nada! Decerto tudo teria continuado assim se um belo dia uma mãe e seu filho não tivessem parado ao pé da escada azul...
Comentário:
Era um dia comum de estágio no ensino fundamental I, precisamente no 3º ano de uma Escola Estadual localizada em um bairro na zona leste do estado de São Paulo; Bem, pelo menos eu imaginava ser um dia comum, na qual eu seguiria uma rotina de observações que me levariam a profundas reflexões sobre as práticas escolares. Mas, de relance vejo um menino alvoroçado e chateado em um pequeno canto na sala de aula. 
Sem delongas lhe pergunto o que havia acontecido para tê-lo deixado daquele jeito. 
Ele me disse que não gostava de ir à escola e que estava lá por obrigação, pois seus pais estavam o castigando por ele ser um menino mal. 
É que, uma semana antes da minha chegada o menino em questão havia tentado fugir da escola e, pasmem, até conseguiu quebrar os portões da instituição. Meio inexperiente, tentei dizer palavras que pudessem fazer sentido à sua estadia na escola, porém a resposta do garoto foi essa: “a única coisa importante nesse mundo é saber a direção dos lugares”. Eu não entendi muito bem, mas logo o garoto me confessou que gostaria de viajar e conhecer o mundo todo e não queria ficar preso em uma sala de aula chata aprendendo coisas que não ia precisar. Em suas explicações para tentar se livrar da escola e de mim, o menino disse algo que me deixou pensativa: “ Eu posso aprender tudo o que preciso na rua”.
Nesse momento, me bateu uma ideia, e ela pulsou como as epifanias que Clarice Lispector dizia ter quando criava suas obras. 
Dentro da minha bolsa havia um livro que poderia me auxiliar a fazer um trabalho dirigido e que tivesse significado real para aquele garoto. 
Quer saber qual o livro?
 Simples O Limpador de Placas.
O Livro trás a história de um senhor humilde que trabalhava limpando placas. 
Ele era feliz em sua profissão e fazia seu trabalho com muito esmero, porém, um dia, ouviu uma conversa entre mãe e filho e, desde então não foi mais o mesmo.
 Acontece que aquele homem descobriu que não conhecia nada sobre as placas da cidade que ele limpava há anos. 
Por que tinham aqueles nomes? 
Nomes esses que lhes soavam familiar como, por exemplo, a Rua Guimarães Rosa. 
Assim, decidiu anotar os nomes a fim de fazer uma pesquisa sobre eles. 
Então descobriu milhões de histórias e novidades. As placas levavam nomes de escritores, poetas e músicos renomados e, para o Limpador de Placas foi uma maravilha aprender sobre cada uma delas. 
Seu trabalho foi além e aquele homem sentiu-se realizado; até foi convidado para um programa de televisão, e no final......bem ai vocês vão ter que descobrir. Só posso adiantar que é um final surpreendente e que nos deixa uma bela lição.
E foi com essa linda história que comecei a realizar um trabalho didático a partir da realidade daquele menino.
 Claro que fui supervisionada pela professora titular da sala que, diga-se de passagem, é maravilhosa e me ajudou bastante. Eu queria que, assim, como o Limpador de Placas foi muito além de suas expectativas, aquela criança, que se dizia má, também enxergasse além. 
De certa forma o menino não estava errado o conhecimento salta para além da sala de aula. 
E, para tanto precisamos fazer com que o ensino e aprendizado faça sentido real às crianças. 
Assim, montamos um projeto sobre literatura que superou minhas expectativas. 
A escola toda se mobilizou. 
E o menino que queria viajar pelo mundo todo, aprendeu que é importante ir à escola, pois lá, ele aprenderia a ler e ler é fundamental para compreender o que diz as placas que mostram a direção da jornada que seguiria quando adulto. Literalmente.
Projeto e produção de textos: AQUI
Texto
Ouvindo: AQUI
Sugestões de atividades
O livro paradidático "O Limpador de Placas" servirá de inspiração para diversas atividades do 5º ano. O primeiro trabalho começou ontem! As crianças colaram placas de rua pela escola e, em seguida, tiveram uma aula de biblioteca, onde realizaram uma discussão para saber a relação da atividade de colar placas com o nome da obra. 
Vejam fotos:


Vejam melhor: AQUI
Mais atividades :  AQUI


Releitura

"O limpador de placas cantava e encantava o povo com suas
melodias lindas e maravilhosas".


Atividade de Jogo - O Limpador de Placas
Através da leitura realizada "O Limpador de Placas" o auxiliar de sala de leitura, Douglas Cavalcante, convidou as pessoas que residem com ele, para participarem de uma brincadeira muito conhecida, o telefone sem fio, porém com outro formato!
Aproveite e faça essa brincadeira com toda a família! AQUI

Leitura Mediada - O Limpador de Placas Quando você sai, você costuma prestar atenção nas placas de rua por onde passa? a partir do livro "O Limpador de Placas" de Monika Feth e ilustração de Antoni Boratynski, neste video o auxiliar de sala de leitura, Douglas Cavalcante, mediou a história de um homem que sempre limpava as mesmas placas, mas não sabia o que aqueles nomes representavam. AQUI

Atividade PDF: AQUI

Quando as cores foram proibidas: AQUI



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