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Colaboração e Direitos

Colaboração e Direitos Autorais
Olá amiga(o) ,
Fui professora dos projetos "Estímulo À Leitura",
"Tempo Integral" e a favor da leitura lúdica,
afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog, não se
esqueça de citar o "Linguagem" como fonte.
Você, blogueira sabe tanto quanto eu, que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
receber um elogio...
Venha conferir,
seja bem-vinda(o)
e que Deus nos abençoe.
Krika.
30/06/2009

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JUNHO 2019
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terça-feira, agosto 11, 2026

Corre cutia>Releitura em quadrinhos>PNLD Literário>Cantigas populares>11/08/2026

 
Daniel Mallzhen


Corre, cutia! narra as aventuras de uma pequena cutia que tenta, incansavelmente, realizar a entrega de um bolo feito por sua tia. Por meio de quadros, balões de fala e onomatopeias, o leitor descobrirá o motivo para essa cutia ter que correr tanto. 
Essa conhecida parlenda, uma releitura alegre e descontraída da brincadeira de roda “corre, cutia!”, vai divertir leitores a partir de seis anos. 
Pode olhar? Pode! ―------------ Corre, cutia! é uma parlenda em quadrinhos que reimagina a famosa brincadeira cantada. 
Por meio de quadros, balões de fala e onomatopeias, o leitor descobrirá o motivo para essa cutia ter que correr tanto. Pode olhar? Pode! Uma via lúdica para os atrasadinhos…

Ouvindo: AQUI
Cantando: AQUI

Quem não se lembra com alegria das músicas e brincadeiras de roda que embalam infâncias há tantas gerações? 
Corre, cutia recria uma das parlendas mais famosas e divertidas de todos os tempos, dando forma e contexto aos personagens que antes moravam apenas na melodia e no imaginário infantil brasileiro. A apressada cutia passa por uma série de aventuras, desde a célebre casa da tia, até um café muito inusitado com a avó, e tudo isso com hora marcada -  como lembram todos por quem ela passa, correndo cutia. Mas, afinal, por que ela tem pressa? 
Com ilustrações em quadrinhos que esbanjam dinamismo, Daniel Mallzhen propõe uma percepção narrativa delicada e divertida de canções que são jogos e risadas atemporais. Além disso, o livro brinca com a capacidade imaginativa e questionadora que não se deve perder na infância: “posso olhar?”
Roteiro de leitura: AQUI
Ludovico e Doroteia brincam de corre-cotia com as crianças do Quintal.
"Corre cotia na casa da tia. Corre cipó na casa da vó. Lencinho na mão caiu no chão!" AQUI
Trabalhar a parlenda "Corre Cutia" envolve o uso de brincadeira de roda, atividades de leitura e expressão corporal.
Brincadeira Tradicional de Roda
  • Formação: As crianças sentam em roda no chão, enquanto uma fica de pé do lado de fora segurando um lenço.
  • Dinâmica: A criança corre ao redor do grupo cantando a parlenda.
  • Diálogo final: Quem corre pergunta "Pode jogar?", o grupo responde "Pode!", e se pergunta "Ninguém vai olhar?", seguido da resposta e de deixar o lenço atrás de alguém.
  • Oralidade, Ritmo e Rima
  • Recitação: Fazer a leitura em voz alta batendo palmas ou marcando o ritmo com os pés.
  • Identificação de rimas: Destacar pares de palavras que terminam com o mesmo som, como cutia/tia (ou cipó/avó e mão/chão/coração)
Atividades de Alfabetização
  • Texto lacunado: Entregar a letra da parlenda com algumas palavras faltando para as crianças preencherem ou colarem os termos corretos.
  • Caça a palavras ou vogais: Pedir para circular vogais específicas ou encontrar palavras-chave no texto impresso. Fonte Google
Sugestões: Como utilizar esta parlenda: AQUI, AQUI
Plano de aula/Corre cutia: AQUI
Cutia: AQUI

Autor: Simão de Miranda
Ilustrador: Romont Willy

Olá, crianças! Cutia tem tia? Essa resposta eu não sei! Mas sei que vocês darão muitas gargalhadas e soltarão a criatividade com as caraminholas do mundo animal, com provocações curiosas que podem fazer sentido. No mínimo, será muito divertido brincar com os nomes dos bichos. No final da conversa, criança esperta, faça a sua pergunta indiscreta! 
Ouvindo: AQUI, AQUI
Cantigas populares: AQUI
Parlendas: AQUI
Onomatopeias: AQUI
A barata bailarina: AQUI
O cravo e a rosa: O cravo Mário e a Sonia rosa: AQUI, AQUI, AQUI
Que chulé espetacular/Jonas Ribeiro: Sapo cururu: AQUI, AQUI
Zambelê: Escravo de Jó: AQUI



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sexta-feira, junho 02, 2023

Paca, cara, cará, caramujo, cotia>Viva a cantoria>Atividade literária>02/06/2023


Idson Ricart

Os bichos lá do sertão assistem a um desafio. A Rã, o Rato e a Raposa cantam na beira do rio. A Rã vai mandar o mote e já pegou sua viola. Cada bicho aqui dará, o seu melhor desde agora.

Baixar: AQUI
Ouvindo: AQUI, AQUI, AQUI
Projeto: "Canta criança"
Levar a criança a desenvolver a linguagem musical por meio da participação em atividades lúdicas e prazerosas, a fim de utilizar essa linguagem para expressar ideias, emoções e sentimentos.
Envio de bilhetinho aos pais, solicitando lista das músicas preferidas da família e da criança. (Socialização nas rodas de conversa e de canções)  
·         Montagem de painel com letras de música e imagens.
·         Audição de CD com sons do cotidiano
·         Audição de músicas variadas
·         Exibição de vídeos musicais
·         Leitura de poemas com rimas
·         Exploração de instrumentos musicais variados
·         Confecção de instrumentos musicais a partir de material reciclável
·         Brincadeiras cantadas variadas
·         Massagem relaxante ao som de músicas suaves
·         Chamadinha com fotos e música
·         Narrativa de histórias que tragam referência à música: Continua:  AQUI

O Livro: O que é o que é? Quem souber levanta a mão! do autor Idson Ricart e ilustrações de Rudsonn Duarte, conta uma divertida história de avó para netos, uma brincadeira de adivinhações onde toda a família se diverte muito. Venha conferir!
Essa história também pode ser trabalhada no dia dos avós. Ouvindo: AQUI

No Linguagem: Paca, tatu,  cotia não, sim: AQUI



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domingo, maio 21, 2017

Paca,tatu,cutia não,sim!>Cidadania>Direitos>Paca,tatu cutia>Glossário ilustrado tupi>21/05/2017


Cláudio Fragata

Essa é uma história em versos inspirada na parlenda “paca, tatu, cutia não!”. Em todos os lugares que as cutias vão, são barradas na entrada, seja no cinema, seja no estádio de futebol, seja no supermercado. Um dia resolvem não aceitar mais a discriminação e se juntam para combater o preconceito. “Cutias unidas, jamais serão vencidas!” é a palavra de ordem. Tudo o que desejam é que a parlenda passe a ser “paca, tatu, cutia sim!”
Ouvindo: AQUI, AQUI, AQUI





A obra é composta de 20 poemas com o título de animais encontrados na região amazônica.
 O autor Antonio Juraci Siqueira, faz uma linda brincadeira com as rimas e com a imaginação dos leitores.

Origem deste ditado popular
Paca, tatu, cutia não. Remonta às primeiras décadas após a chegada dos portugueses no Brasil a origem do ditado popular. E sem duplo sentido: paca e tatu eram pratos apreciadíssimos. Cutia, não. As índias achavam que comer cutia lhes traria uma prole nanica como o roedor. E de pacas, tatus, capivaras, mucujês, paquiás e oitis dentre muitos outros bichos e plantas hoje desaparecidos da mesa era feito o cardápio dos primeiros tempos do Brasil


Mouzar Benedito

Você sabe o que Bauru, Jurema, jacaré e pereba têm em comum? Todas são palavras originadas das línguas faladas no Brasil na época do descobrimento. Os indígenas do litoral brasileiro falavam dialetos muito parecidos de uma língua brasílica, que era só oral. Os jesuítas tentaram unificar esses dialetos por meio da criação de uma escrita, o “nheengatu” (“língua boa” ou “falar bem”, em tupi). Com o objetivo de valorizar nossa cultura e linguagem, Mouzar Benedito compilou os vocábulos do nheengatu neste glossário. Além de muito importante para estudantes do ensino fundamental e do ensino médio, este livro é também de interesse dos adultos. O autor procurou levantar o máximo de palavras do cotidiano (adjetivos, substantivos e verbos) e uma pequena parcela dos muitos nomes de cidades e bairros, rios e serras, estados e antropônimos. O leitor vai conhecer essas palavras, seus significados e muitas curiosidades sobre elas.


Sobre a obra: Por que você está na pindaíba?

Pode ser porque está desempregado, não? Ou porque tem emprego mas o salário é baixo. Ou porque estourou o cartão de crédito e paga juros muito altos, não sobra dinheiro pra nada. Ou porque o aluguel aumentou demais, o salário não acompanhou. Se é aposentado, então, pior ainda.

Mas os índios de língua tupi há séculos já podiam ficar na pindaíba, sem esses motivos.

É que pindá, em tupi, significa anzol. Iba, significa ruim. Então, pindaíba quer dizer anzol ruim. E nos povos que viviam em grande parte da pesca, anzol ruim é mesmo de deixar a pessoa sem ter o que comer. Continua: AQUI

O tupi que você fala: AQUI

Livro
O jogo da parlenda
Heloisa Prieto

Heloisa Prieto

AQUI
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Parlenda é um jogo de infância que toda criança conhece. Os versinhos podem ser aprendidos em casa ou com os amigos, mas a verdade é que as parlendas são tão antigas que ninguém sabe quem as inventou. Neste livro divertido, Heloisa Prieto reúne algumas das mais conhecidas, como o "Unidunitê", o "Ninho dos mafagafos" e "Batatinha quando nasce", e adiciona à brincadeira outros versinhos de criação própria. Para não deixar ninguém de fora, a autora ainda dá dicas de como inventar uma parlenda para, quem sabe, ouvi-la sendo cantada daqui há muitos e muitos anos.

Mais: O jogo da parlenda





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