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Colaboração e Direitos Autorais
Olá amiga(o) ,
Fui professora dos projetos "Estímulo À Leitura",
"Tempo Integral" e a favor da leitura lúdica,
afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog, não se
esqueça de citar o "Linguagem" como fonte.
Você, blogueira sabe tanto quanto eu, que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
receber um elogio...
Venha conferir,
seja bem-vinda(o)
e que Deus nos abençoe.
Krika.
30/06/2009

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JUNHO 2019
17 ANOS DE LITERATURA INFANTIL
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Mostrando postagens com marcador Pipoca. Mostrar todas as postagens
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domingo, abril 19, 2026

A galinha ruivinha> O caso do bolo de milho que virou farelo>Caso investigativo> A coragem de ser piruá> 19/04/2026

 
João Filho

Galinha Ruivinha - Uma Fábula Universal em Versos e Ilustrações Exclusivas A Galinha Ruivinha é uma fábula clássica que atravessou gerações e encantou crianças em todo o mundo. 
Nesta edição inédita das Edições Oratório, o conto ganha nova vida: recontado em versos rimados pelo poeta João Filho, ricamente ilustrado e apresentado em quase 50 páginas que unem beleza textual e visual. 
Um verdadeiro tesouro literário para resgatar a boa nostalgia da infância e transmitir valores seguros e duradouros.
Muito mais sobre a obra: AQUI


Milton Célio/João Doce


Está tudo pronto para o aniversário da Galinha Clara, a casa está toda arrumada e ela fez um delicioso bolo de milho. Mas, esperem aí, o bolo sumiu! E agora? Só resta uma alternativa, chamar o melhor detetive da região: o Ganso Apolo. Com seu ajudante, o Pato Patson, ele vai desvendar este grande mistério: O caso do bolo de milho que virou farelo.

"O Caso do Bolo de Milho que Virou Farelo" é um livro infantil de Milton Célio, focado em uma narrativa investigativa. A história acompanha a Galinha Clara, que faz um bolo de milho para seu aniversário, mas o bolo some, levando à investigação do Ganso Apolo e seu ajudante Pato Patson
Detalhes Principais:
  • Enredo: A história gira em torno do mistério do bolo de milho desaparecido da Galinha Clara.
  • Detetives:
     O Ganso Apolo e o Pato Patson tentam resolver o caso.
  • Gênero: Literatura infantil (conto) com poucos personagens e cenário focado.
  • Uso Pedagógico: O livro é utilizado em escolas para desenvolver a coordenação motora, noção de quantidade e raciocínio lógico em crianças, às vezes acompanhado de atividades práticas como culinária.
  • Tema: Aborda a investigação e o trabalho em equipe para resolver o "crime" culinário
A trama funciona como um conto de mistério para crianças:
  • O Mistério: A Galinha Clara prepara um delicioso bolo de milho para sua festa de aniversário. No entanto, quando ela vai buscá-lo, o bolo simplesmente desapareceu, restando apenas farelos.
  • A Investigação: Clara decide chamar o melhor detetive da região, o Ganso Apolo, que conta com a ajuda de seu assistente, o Pato Patson.
  • Os Suspeitos: O detetive interroga todos que sabiam do bolo, incluindo a Girafa Rafa, o Porco Lino e o Rato Arruda
Essa história é muito popular em escolas e berçários. Frequentemente, professores utilizam o livro para criar atividades sensoriais, onde as crianças exploram a textura do milho e do fubá (o "farelo") e terminam a aula preparando uma receita real de bolo de milho

Investigação: Milho/ Fubá: AQUI , AQUI
Cordel: A festa junina da galinha ruiva: AQUI

Ana Paula Fransoni


Você sabe como o milho se transforma em pipoca? Nem ele! Piruá, um grão de milho para lá de especial, vai tentar de tudo para empipocar, até alguns métodos não muito recomendados. Mas será que é realmente a melhor escolha?! Nessa trajetória, ele vai descobrir que nem sempre há só um caminho a se seguir. Venha descobrir essa emocionante aventura e o que acontece
com o nosso Piruá durante essa divertidíssima saga para realizar seu grande sonho.

Leitura guiada/Contação animada/Libras: AQUI, AQUI
Clip musical: Empipocar: AQUI
Jogral: Milho, espantalho e São João: AQUI
Pipoca: AQUI
Galinha:AQUI
Fábulas: AQUI
Milho: AQUI
A galinha ruiva acrilex: AQUI
A galinha ruiva empreendedora: AQUI
Postagens diferentes: A galinha ruiva: AQUI, AQUI, AQUI, AQUI, AQUI
A galinha Biló e o galo Cocó: AQUI
A galinha da vizinha chegou ao fim da linha: AQUI
A galinha do vizinho bota ovo xadrezinho: AQUI
Cadê o fubá?: AQUI
Formigável: AQUI
A galinha xadrez: AQUI
A galinha dos ovos de ouro: AQUI



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segunda-feira, junho 26, 2017

Bule de café>Dança das peneiras ou do café>Cultura popular/Junina>Estímulos musicais>26/06/2017


Maneco Caneco vai descobrir qual é o caminho feito pelo café,
 desde que é plantado até chegar ao bule.
Luís Camargo
Vejam  AQUI sobre esta obra
E aproveitem a cultura musical:

A história da dança das peneiras ou do café

Como a maioria dos nossos primeiros colonos eram descendentes de italianos, povo alegre, amante da música, do canto e da dança, não seria de estranhar que fossem para o trabalho rural cantando, e, por que não? 
Que dançassem durante ele para retemperar a alma, saudosa da pátria distante.
A dança dá ideia de camponeses indo para o trabalho, num trajeto que interrompem para dançar. 
A coreografia seguem-se gestos realizados na colheita, correspondentes a: colher o café, mexê-lo na peneira, abaná-lo, sacudi-lo e amontoá-lo. Terminam festejando a colheita.
Usam peneira, objeto indispensável ao mister. Vejam tudo aqui: vestimentas, coreografia,etc


Ouvindo: AQUI
Ouvindo a origem do café: AQUI

Adorei esta sugestão!
Música: A dança da peneira
Uma ideia bem legal: peneira de pratinho de papelão.
Primeiro, comprei pratinhos de papelão número 04 e pedi que os alunos pintassem com tinta guache.
Depois colamos bolinhas de papel crepom branca para ser a pipoca. (Você pode colar pipoca de verdade!)
E, por último, enfeitamos com tiras coloridas de papel crepom nos lados do pratinho.

Letra da música:
A dança da peneira
Zélia Barros Moraes

Hoje é dia de São João
Vamos menina peneirar
A festa está animada
Quando a saia balançar

Balança menina pra cá
Balança menina pra lá
Balança menina pra cá
Deixa a peneira levantar

Deixe a peneira no chão
Dê uma volta no lugar
Pegue depressa a peneira
Volte logo a peneirar

Peneira, peneira pra cá
Peneira, peneira pra lá
Peneira, peneira pra cá

Jogue a pipoca para cima
Volte logo a peneirar
Elas pulam, pulam, pulam
Ninguém pode segura


Outra música
Farinhada
Luiz Gonzaga
Letra e música
A dança da mandioca/Tapioca
Histórico e música

Mais músicas juninas: AQUI

Projeto brincadeiras cantadas
( incluindo a farinhada )
Este projeto abrange brincadeiras para:
Ampliar o repertório lúdico e cultural das crianças e envolver as famílias no processo de aprendizagem, possibilitando às crianças expressarem-se em suas singularidades e descobrindo-se em suas identidades multiculturais.
Vejam: AQUI
Bule de café 1
AQUI




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domingo, abril 30, 2017

Pipoca o peixinho encrenqueiro> Estímulos literários que pipocam...30/04/2017


Pipoca, o peixinho mentiroso

Livro de imagens
O texto

Ouçam a história
O peixinho encrenqueiro e/ ou fofqueiro e/ ou mentiroso

Desdobramentos
Trabalhando  os sentidos com a pipoca

Aula sobre pipoca +galinha ruiva
Pipoca na panela
Projeto pipoca

Textos instrucionais/pipoca
AQUI





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segunda-feira, março 20, 2017

Minhoca não quer pipoca> Rimas,diversão e vogais>20/03/2017


Uma minhoca que não come pipoca, um jacaré que não tem chulé, um jabuti que não lê gibi, um mico que não usa penico e um urubu que não gosta de chuchu. 
Com histórias divertidas, coloridas e cheias de sonoridade, a Coleção Bicho Não apresenta as cinco vogais do alfabeto, em textos que brincam com o som das palavras e com situações engraçadas.




Gênero: texto em verso

Temas transversais: Pluralidade cultural – tradições culturais, características de grupos e regiões, culturas de origem
Abordagem interdisciplinar: Língua Portuguesa e Literatura, Ciências, Artes
Palavras-chave: animais, vogais


Atividades sugeridas
AQUI





Fonte


Uma Minhoca chamada Maroca,
Não gosta de pipoca, paçoca , nem de mandioca.
É muito dorminhoca, quase nunca sai da toca
E garante que não vai deixar de ser dondoca...

Um Jacaré que não tem chulé,
Pois vive lavando o pé...

Um Jabuti que não lê gibi,
Não come kiwi, sapoti, abacaxi, nem caqui.
O que será que faz o jabuti?

Um Mico que não usa penico
E que se chama Kiko. 

Um Urubu que não come chuchu,
Não gosta de angu, nem de quibe cru.
Mas adora bauru, com suco de caju!
Fonte

Mais jacaré
AQUI

Música
AQUI








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quarta-feira, maio 16, 2012

Os porquês da pipoca>Textos instrucionais>Planejamento junino>Hora da história>Atividades imprimir>16/05/12


Cláudia Soares

Livro: AQUI
Ouvindo a história: AQUI
A história da pipoca: AQUI
O milho queria virar pipoca: AQUI

Texto Instrucional

Você já deve ter dado instruções a alguém e, portanto, feito uso de um gênero textual muito veiculado socialmente. Trata-se do texto instrucional, presente nas bulas dos remédios, nas receitas de comida, nas instruções de jogos, nas instruções de como usar aparelhos eletroeletrônicos, de como utilizar novos programas de computador, etc.O texto instrucional tem uma estrutura bem simples, o que permite a uma pessoa leiga no assunto em questão aprender a manusear ou a fazer uma coisa a partir de sua leitura. Essa é a intenção: ensinar aqueles que não sabem jogar um jogo, a jogar; ensinar aqueles que não sabem preparar um prato diferente, a preparar; ensinar as pessoas que tomam remédios, a tomá-los adequadamente.
Em alguns casos, os textos instrucionais servem para orientar pessoas em situações de emergência. Em situações como essas, é recomendável que a pessoa tenha acesso a instruções para resolver determinados problemas de forma bastante objetiva e clara. Daí a importância da estrutura dos textos instrucionais, que até na maneira como estão diagramados podem contribuir para facilitar a tomada de decisões.
As instruções configuram-se , habitualmente, com verbos no modo imperativo (misture, adicione, sirva…) ou com verbos no infinitivo (misturar, preparar…)
É o que podemos observar nas receitas abaixo:
Pipoca tradicional
Coloque duas colheres de sopa de óleo em uma panela, deixe aquecer um pouco e junte uma xícara de chá de milho para pipoca. Mexa até o milho começar a estourar. Tampe a panela e agite às vezes. Peça ajuda para as crianças: quando o intervalo entre os estouros ficarem mais longos, está na hora de desligar. Coloque sal e está pronto!

Pipoca doce
Coloque duas colheres (sopa) de manteiga, 10 colheres (sopa) de açúcar em uma panela grande e leve ao fogo baixo mexendo sem parar até formar uma calda. Cuidado para não deixar queimar. Junte 1 xícara (chá) de milho para pipoca e continuem mexendo. Quando as pipocas começarem a estourar, tampe a panela. Segure o cabo e vá chacoalhando a panela para a calda misturar bem. Quando os intervalos ficarem mais longos, desligue e sirva!

Pipoca doce e salgada – Kettle Corn
1 1/2 colher (sopa) de óleo (eu uso canola)
1/4 xícara de milho para pipoca
1 1/2 colher (sopa) de açúcar
Sal a gosto
Em uma panela grande, coloque o óleo e 3 grãos de milho. Acenda o fogo e tampe a panela. Preste atenção: quando o terceiro grão de milho estourar, o óleo está pronto. Adicione o restante do milho e o açúcar. Gire a panela para misturar bem. Tampe a panela e sacuda gentilmente (ou gire a manivela, se tiver uma panela própria), deixando a tampa entreaberta para o vapor sair. Quando estourar tudo, coloque as pipocas em uma tigela grande e coloque sal a gosto (cerca de 1 colher (chá) para esta quantidade de milho).

Bolotas de pipoca doce
5 xícaras de pipocas já estouradas
1 colher (ou quanto baste) de óleo de canola ou milho
3/4 de xícara de açúcar
2 colheres de sopa de açúcar mascavo
1/2 xícara de melado
1/3 xícara de água
1 colher de chá de suco de limão
1 pitada de sal
1 pitada de cravo em pó
2 pitadas de canela em pó
1 pitada de gengibre em pó
Deixe arrumada uma superfície antiaderente (um tapetinho de silicone, ou papel-manteiga untado), nela irão esfriar as bolotas. Unte uma tigela grande com óleo e coloque lá as pipocas já estouradas. Tenha o cuidado de retirar todos os milhos não estourados (piruás), para não correr o risco de quebrar o dente de alguém.
Em uma panela, misture os açúcares, o melado, a água, o suco de limão e os temperos. Leve ao fogo médio para ferver e mexa sempre. Quando as bolhas estiverem grandes e o caramelo espesso, ao ponto da colher fazer rastros definidos na panela, retire a panela do fogo e despeje o caramelo cuidadosamente sobre as pipocas. Misture as pipocas ao caramelo com um garfo e deixe esfriar um pouco, até conseguir encostar o dedo.
Unte as mãos com óleo e faça bolotas. Coloque as bolotas para esfriarem e endurecerem sobre a superfície untada. Armazene em pote bem fechado.
da Casa da Chris
Pipoca com manteiga temperada
Esquente em fogo forte 2 colheres de óleo, junte 200gr de milho de pipoca, tampe a panela e deixe a pipoca estourar, chacoalhando de vez em quando. Em outra panela derreta 50gr de manteiga e junte: 2 colheres (chá) de canela em pó, 2 colheres (chá) de cominho em pó, 2 colheres (chá) de páprica (se a família gostar de pimenta, pode usar a versão picante), 4 colheres (chá) de sal e 4 colheres (chá) de açúcar. Regue a pipoca já estourada com essa mistura e coloque tudo num saco de papel. Sacuda, sacuda e sacuda bem o saco para que a pipoca fique toda coberta com a manteiga temperada.
do Rainhas do Lar
Pipoca Picante
1 xícara (chá) de milho de pipoca Pula Pula
2 colheres (sopa) de margarina ou manteiga
1 colher (chá) de ervas finas
1 pitada de pimenta-do-reino
1/4 xícara (chá) de queijo ralado
Em uma panela coloque a margarina/manteiga e o milho de pipoca Pula Pula. Fique mexendo sempre até começar a pipocar. Tampe a panela e abaixe o fogo. Retire do fogo e acrescente as ervas finas, a pimenta e o queijo ralado, misture muito bem.
do Mundo de Sabores
Pipoca doce com pasta de amendoim
200 g de pipoca já estourada.
1/2 xícara de manteiga
3/4 xícara de açúcar mascavo
1/4 xícara de pasta de amendoim
20 marshmallows grandes
Coloque a pipoca em uma vasilha grande. Em uma panela, misture a manteiga, o açúcar mascavo e o marshmallow. Deixe em fogo baixo e vá mexendo até o marshmallow derreter. Acrescente a pasta de amendoim e misture bem. Antes de esfriar, jogue sobre a pipoca e misture tudo.
do Allrecipes
Pipoca doce com leite condensado
1 pacote de milho de pipoca (250g)
1 lata de leite condensado
1 pacote de coco ralado (500g)
3 colheres (sopa) de açúcar
2 colheres (sopa) de chocolate em pó
Óleo a gosto.
Em uma panela grande, adicione o óleo e estoure o milho de pipoca. Em seguida, passe a pipoca para uma vasilha grande. Reserve. Na mesma panela, coloque o açúcar e o chocolate em pó e deixe caramelizar. Apague o fogo e, rapidamente, despeje a pipoca na panela e mexa para caramelizá-la por completo. Passe a pipoca para a vasilha novamente e adicione o leite condensado e o coco ralado.
do Mais Você
Pipoca com caldo de carne
Quando for estourar a pipoca, antes de colocá-la no óleo, espere ele esquentar um pouco e então jogue um tablete de caldo de carne. Mexa até ele começar a se desfazer, então coloque a pipoca e não pare de mexer até que ela comece a estourar, senão o caldo queima! Fica muito bom se você conseguir não queimar. Também dá para fazer com caldo de galinha.
do Pipoca do Valdir
Pipoca com bacon
100 g de bacon
sal
1 xícara de milho para pipoca
Corte o bacon em cubos de ½ cm e coloque na panela juntamente com o óleo. Leve ao fogo baixo misturando levemente. Doure os cubinhos de bacon e coloque-os em papel absorvente. Reserve. Elimine parte da gordura que se formou na panela deixando o equivalente a 4 colheres de sopa. Leve ao fogo novamente e acrescente o milho. Tampe a panela. Assim que o milho começar a estourar, abra rapidamente a tampa e adicione os cubinhos de bacon frito, tampe novamente a panela e termine de estourar o milho. Salpique com sal e sirva quente.
do Muito Mais Receitas
Pipoca ao pesto de manjericão
3 xícaras (chá) de pipoca já estourada
1 xícara (chá) de manjericão
1 xícara (chá) de parmesão ralado
1/4 xícara (chá) de azeite
1 colher (chá) de sal
2 dentes de alho picados
Coloque todos os ingredientes, exceto a pipoca no liquidificador e bata até obter uma pasta homogênea. Numa vasilha, junte a pipoca e misture bem. Sirva em seguida.
do Moo
Pipoca de chocolate
1 xícara de milho para pipoca de boa qualidade
6 colheres de sopa de açúcar cristal
3 colheres de achocolatado em pó de boa qualidade
Água
Misture o achocolatado com o açúcar. Coloque água suficiente para cobrir a mistura. Leve ao fogo, mexa sempre para não encaroçar. Ferva até ponto de brigadeiro mole. Estoure a pipoca. Quando terminar de estourar desligue o fogo, despeje a calda na pipoca, ambas quentes, mexa rapidamente a pipoca até cristalizar a calda. Obs: não se preocupe quando você jogar a calda e a pipoca murchar. O que faz a pipoca ficar boa é mexê-la rapidamente.
do Tudo Gostoso

Planejamento semanal junino: Prof.Samantha Ladeira: AQUI, AQUI
Mais um: AQUI
COMO TRABALHAR COM PARLENDAS
E TEXTOS INSTRUCIONAIS PARA O
APRIMORAMENTO DA LEITURA E DA ESCRITA:   AQUI

Texto instrucional (ficha)
TEXTOS INSTRUCIONAIS OU PRESCRITIVOS

FUNÇÃO
O texto instrucional ou prescritivo tem a função de ensinar a fazer algo ou apenas a usar algum equipamento ou produto.

CARACTERÍSTICAS
O texto instrucional apresenta duas partes distintas: uma contém a lista dos elementos a serem utilizados; a outra desenvolve as instruções (modo de fazer), como, por exemplo, receitas de culinária.
As listas são semelhantes, em sua construção, às que usamos habitualmente para fazer compras. Apresentam substantivos acompanhados de numerais.
As instruções são iniciadas com verbos no modo imperativo (misture, junte, acrescente, etc.) ou por construções com verbos no modo infinitivo (misturar, juntar, acrescentar, etc.)
Os verbos aparecem acompanhados por advérbios ou locuções adverbiais que expressam o modo como devem ser realizadas determinadas ações (lentamente, rapidamente, devagar, vagarosamente, etc.)
As ações aparecem estruturadas, visando a um objetivo (mexa lentamente para diluir o conteúdo do pacote em água fria), ou com valor temporal final (bata o creme com as claras até que adquira uma consistência espessa).
Nesse tipo de texto, aparece com frequência o uso de palavras, como aqui, agora, neste momento, etc.
LINGUAGEM
É um texto que exige muita precisão, pois qualquer troca ou falta de um dos materiais ou ingredientes causa problemas na execução da tarefa.
Apresenta uma organização lógica. Essa ordem pode obedecer:
* a uma sequência cronológica ( um passo só pode ser feito depois de outro);
* a um agrupamento de atividades comuns;
* ao critério do nível de dificuldade (primeiro as operações mais simples, depois as mais complicadas).
Os textos instrucionais apresentam uma ordem e uma estrutura que se repete. Levam em conta os aspectos visuais para facilitar a compreensão. Nesse sentido, é preciso:
* colocar títulos e subtítulos;
* separar uma instrução da outra;
* inserir, preferencialmente, ilustrações que auxiliem no esclarecimento das instruções.
EXEMPLOS
São inúmeros os exemplos de textos instrucionais ou prescritivos:
receitas culinárias;
receitas médicas (prescrições médicas);
bula de medicamento;
manual de instrução de aparelhos e veículos;
regras de jogos;
dicas de comportamento;
etiquetas e rótulos de produtos;
(...)
OBSERVAÇÃO:
Há diversas formas sintáticas para expressar a ordem.
Modo imperativo = Digite o nome...
Infinitivo = Digitar o nome...
Orações declarativas = Deve-se digitar o nome...
Orações passivas e impessoais = Digita-se o nome...
Uso da 1ª pessoa no presente do indicativo = Digito o nome...

TEXTO INSTRUCIONAL COM INTERPRETAÇÃO
TEXTO 01
- Quando a família fala em viajar, nós logo pensamos em fazer as malas.
O que levar? Veja como preparar a bagagem para as férias.

PARA ONDE VOCÊ VAI?
Escolha roupas de acordo com o lugar pra onde vai.
Se você for passear no campo, é legal levar roupas confortáveis e algumas até meio velhas, para brincar a vontade e sujar sem medo.
Se for um lugar frio, escolha peças quentinhas (,,,).
Já se o lugar tiver piscina ou praia, não se esqueça da roupa de banho.
 Como o clima é maluco, leve sempre um agasalho e algumas peças mais leves.
Na hora de fazer a mala, nada de socar calças, tênis, sandálias e blusas.
 Escolha uma mala de bom tamanho ou leve duas pequenas.
Dobre as roupas e coloque os calçados em saquinhos limpos.
Deixe por cima o que vai usar primeiro e leve mais saquinhos para guardar a roupa suja.
Lembre-se de pegar [...] produtos de higiene pessoal.
Quando tudo estiver pronto, chame um adulto para mostrar que você é fera!
 Assim, se por acaso tiver esquecido alguma coisa, sua mãe ou seu pai podem dar uma mãozinha.
(RECREIO, Nª 42)
Legenda:
 Ótimo leu com fluência respeitando os sinais de pontuação;
 Bom leu com fluência, mas não respeitou os sinais de pontuação;
 Precisa melhorar, pois engasgou em algumas palavras.

INTERPRETAÇÃO

01 - O texto “Para onde você vai?” é uma fabula, um texto instrucional, uma carta ou verbete de enciclopédia? Justifique sua resposta.
02 – Você acha que esse texto foi escrito pra adultos ou para crianças e adolescentes? Retire do texto a frase que confirme sua resposta.
03 – Ao escolher o que levar nas malas, o que é importante ter em mente? Leia as opções abaixo e marque as respostas corretas:
( ) o lugar para onde se vai: campo, praia ou cidade
( ) o meio de transporte
( ) clima frio ou quente
( ) o tipo de comida
04 – Qual sugestão que o texto dá para quem quer passar as férias no;
A) campo:
b) lugar frio:
c) lugar onde há praia ou piscina:
05 – Segundo o texto, qual a melhor maneira de se arrumar uma mala?
06- Por que é necessário levar produtos de higiene pessoal, quando se vai viajar?
07 - O texto sugere que a criança chame um adulto depois que as malas estiverem prontas. Por quê?

Atenção: Para responder às questões de números 1 a 3, leia o texto abaixo.
Relógio de Sol
Você vai precisar de:
- 1 vaso
- 1 lápis
- massa de modelar
- cartolina
-  cola
Como fazer:
1. Passe o lápis pelo furo do vaso e prenda-o com a massa de modelar.
2. Risque um círculo na cartolina, maior que o fundo do vaso.
3. Recorte-a e faça um furo no centro.
4. Cole o círculo no pote, passando o lápis pelo.
5. Numa manhã, ponha o relógio no Sol. De hora em hora, marque a sombra do lápis no papel. Escreva as horas dentro de cada marca.
Obs.: Nos dias seguintes, coloque o relógio no mesmo lugar e na mesma posição. Daí, veja as horas pela sombra do lápis na cartolina.
Atenção! Nunca mude o relógio de lugar ou posição.

1. Na construção deste relógio de Sol, o que funciona como ponteiro?
(A) O vaso.
(B) A sombra do lápis.
(C) A cartolina.
(D) O círculo.


2. Por que não é pedido para fazer o furo no vaso?
(A) Porque o furo não vai ser usado.
(B) Porque o vaso utilizado já era furado.
(C) Porque o lápis não precisa passar pelo furo.
(D) Porque o círculo tampou o furo do vaso.

3. Este texto serve para
(A) dar informações sobre relógio de Sol.
(B) contar a história do relógio de Sol.
(C) ensinar a fazer um relógio de Sol.
(D) vender o relógio de Sol.

Mais sugestões pipocas: AQUI
Mais sugestões juninas: Para imprimir: AQUI, AQUI, AQUI, AQUI




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terça-feira, maio 15, 2012

A invenção da pipoca>A culpa é da pipoca>Estímulos literários>Pipoca e Afins> E mais piruás...>16/05/12




O que é pipoca?

Pipoca é um prato feito a partir de uma variedade especial de milho , que estoura quando aquecido, ao aquecermos os grãos de milho de maneira rápida, a umidade interna é convertida em vapor. Num determinado ponto, a pressão estoura a casca externa, transformando a parte interna numa massa pouco consistente de amidos e fibras, maior do que o grão original.


Descrevendo a pipoca

O milho cultivado para a produção de pipoca é de uma variedade especial, com espigas menores que as do milho tradicional.
Seus grãos podem aparecer em vários formatos (achatados, pontiagudos, etc.) e cores (como amarelo, branco, rosa, roxo, etc.).
Apresenta como característica grãos pequenos contendo amido duro ou cristalino que possui a propriedade de estourar quando submetidos ao aquecimento, originando a popular pipoca. Algumas espécies cultivadas: Zélia e Colorado pop-1. Semeada normalmente nos meses de setembro a novembro (primavera na maior parte da América do Sul).

Cultivo

Com espaçamento de 0,8 m entre linhas e 0,2 m entre plantas, normalmente usa-se entre 10 a 15 Kg/ha de sementes. Colheita, manual ou mecânica, com os grãos em torno de 16-18% de umidade. O milho-pipoca deve ser comercializado com teor de umidade em torno de 12 a 13%.

História

Os primeiros europeus que chegaram ao continente descreveram a pipoca, desconhecida para eles, como um salgado à base de milho usado pelos índios tanto como alimento quanto como enfeite para o cabelo.
Sementes de milho usadas para fazer pipoca foram encontradas por arqueólogos não só no Peru, como também no atual Estado de Utah, nos Estados Unidos, o que sugere que ela fazia parte da alimentação de vários povos americanos.
Sabe-se, porém, que inicialmente os índios preparavam a pipoca com a espiga inteira sobre o fogo. Depois, eles passaram a colocar só os grãos sobre as brasas - até inventarem um método mais sofisticado: cozinhar o milho numa panela de barro com areia quente.
A pipoca já era vendida em feiras e parques nos Estados Unidos no século XIX. No fim desse período, surgiram os primeiros cinemas americanos, e, com eles, vieram os ambulantes e seus carrinhos com pipoca e guloseimas, mistura de pipoca, amendoim e açúcar queimado.
No começo, os donos dos cinemas torciam o nariz e achavam que a pipoca distraía os espectadores dos filmes.
Durante a Grande Depressão, a pipoca era relativamente barato e se tornou popular.
Assim, o negócio da pipoca prosperou e se tornou uma fonte de renda para alguns agricultores em dificuldades.
Hoje, nos Estados Unidos, as vendas de pipoca chegam a 45% dos lucros dos cinemas.
Os americanos consomem, por ano, 15,12 bilhões de toneladas de pipoca, cerca de 51 toneladas por pessoa. No Brasil, são 80 mil toneladas anualmente.

Informação nutricional de Pipoca

Porção de: 25g (1 xícara)
Quantidade por porção VD%
Valor energético 78 cal 4%
Proteínas 2,7 g 4%
Carboidratos 17 g 6%
Gorduras Saturadas <1 g <1%
Gorduras Trans <1 g ou 0g *
Fibra Alimentar 3,0 g 12%
Sódio 18 mg 1%
Cálcio <8 mg <1%
Ferro 0,36 mg 3%
 
Mais história da pipoca
 
Curiosidades sobre pipocas

Não se sabe ao certo onde surgiu a pipoca, mas há indícios de que no Antigo Egito, na Antiga China e na Civilização Inca já se comia pipoca. Grãos de pipoca podem estourar sozinhos na areia do deserto.
Durante a Segunda Guerra Mundial, os Estados Unidos enviavam açúcar para suas tropas em quantidade insuficiente para a produção de doces. Isso os levou a fazer pipoca três vezes mais do que o normal!
A pipoca tornou-se popular durante os anos 50 com o surgimento da televisão, pois pela primeira vez as pessoas compravam pipoca para comer em casa, coisa que só era feita nos cinemas e teatros.
As vendas de pipocas para microondas ultrapassam 240 milhões de dólares por ano.
O lugar onde mais se come pipoca nos Estados Unidos é em Dallas.
Aproximadamente 48% das pessoas que vão ao cinema compram pipoca. Desses 48%, 80% compram Coca-Cola, 15% guaraná e 5% outras bebidas.
A pipoca queimada no microondas fede mais do que a queimada no fogão.

Como a pipoca estoura:

Algumas tribos indígenas americanas costumavam dizer que os espíritos viviam dentro de cada grão de pipoca. Os espíritos estavam em paz, mas quando suas "casas" eram aquecidas eles ficavam furiosos, fazendo com que o grão pulasse e finalmente estourasse libertando o espírito, que saia sob a forma de uma névoa.
Mas atenção! Não se deixe enganar! O que acontece é que dentro de cada grão de pipoca existe uma pequena quantidade de água, cercada por uma pequena camada macia. Quando você aquece o grão de pipoca, seja com óleo ou microondas, essa água começa a se expandir, e a pressão se torna tão intensa que ela explode o grão e expande a camada macia, que é a parte branca da pipoca onde você coloca sal.
Essa é a verdadeira explicação científica de porque a pipoca estoura.

Diferentes maneiras de você fazer pipoca!

- Com raspas de limão:
Junto com o óleo da pipoca, coloque as raspas da casca de 1 limão.
Isso vai fazer com que a sua pipoca fique com aroma e gosto de limão!
- Com caldo de carne:
Quando for estourar a pipoca, antes de colocá-la no óleo, espere ele esquentar um pouco e então jogue um tablete de caldo de carne ou galinha. Mexa até ele começar a se desfazer, então coloque a pipoca e não pare de mexer até que ela comece a estourar, senão o caldo queima! Fica muito bom se você conseguir não queimar.
- Com tempero de macarrão instantâneo:
Há duas maneiras de se fazer. Você pode adicionar o tempero à pipoca já pronta, ou colocá-lo junto com ela no óleo. Para conseguir o tempero, basta você abrir um daqueles saquinhos de macarrão instantâneo tipo Miojo e fazer a festa!
- Temperos para colocar na pipoca já pronta:
Pimenta; Ajinomoto; Açúcar; Molho Inglês; Suco em pó, tipo Tang, de qualquer sabor ; Açúcar e sucrilhos ; Neston e açúcar.

A invenção da pipoca
Claudia Camara
Editora Biruta

Temas : Meio Ambiente, Solidariedade
Áreas de Conhecimento e Interdisciplinaridade:
Língua Portuguesa, Ciências, Artes.

A Invenção da Pipoca é um texto de ficção que poderá ser trabalhado em diferentes disciplinas explorando-se os temas:
- invenções- ciências, arte
- histórias sobre o milho, lenda- linguagens e arte
- transformações que se dão por estímulos físicos: calor, água, luz, ciências, etc.
Você poderá eleger um dos temas ou trabalhar com todos e acrescentar outros que perceba como interessantes.
Em seguida, relacionamos as sugestões de atividades e no item 3 os recursos pedagógicos que poderão orientar a prática docente.
1- COMO TRABALHAR A INVENÇÃO DA PIPOCA COM CRIANÇAS DE 1º 2º e 3º anos
• Traga pipocas para a turma
• Pergunte: como será que a pipoca foi inventada?
• Ouça as histórias das crianças
• Em seguida, conte a história do livro ou peça que as crianças a leiam
• A partir daí, você pode começar a conversar com as crianças sobre a história de outras invenções.
Peça que elas escolham os objetos ou utensílios e instrumentos cuja história desejem conhecer.
• Ajude as crianças a descobrir quem inventou o carro, o avião, o telefone, a lâmpada, o computador, etc, e como surgiram essas invenções
• Leve as crianças a concluir que ninguém inventa nada sozinho e que é essencial partir do que outros já inventaram e colaborar para descobrir coisas novas.
• Divida as crianças em pequenos grupos e ofereça a cada grupo um conjunto de objetos (caixas de tamanho diferente, barbantes, copinhos de iogurte, cola, papel colorido, etc) e peça que inventem uma máquina mágica com esses materiais.
 Elas devem definir que tipo de mágica a máquina vai fazer, como utilizá-la e que formato deve ter.
• Peça que escrevam um pequeno texto- duas ou três frases- inventando um nome para a máquina e explicando o que ela é capaz de fazer.
2- COMO TRABALHAR A INVENÇÃO DA PIPOCA COM CRIANÇAS de 4º e 5ºanos
• Faça uma roda de conversa com o tema: de onde vêm os alimentos que comemos todos os dias? De onde vem a PIPOCA?
• Peça às crianças para pesquisarem de onde vem o milho e as lendas dos indígenas latino-americanos sobre a origem do milho.
• Peça que formulem hipóteses sobre como a pipoca poderia ter sido inventada.
• Em seguida, convide-as a ler o livro e comparar suas hipóteses com a história da autora.
• Faça um debate: a história do livro é plausível?
Poderia ter acontecido assim?
• Proponha um experimento para testar se a história é verdadeira: as crianças devem deixar o milho ao sol bem forte e verificar se ele vira pipoca.
• Mostrar para as crianças a diferença entre o texto literário- em que os fatos e personagens são inventados, imaginados- e o texto científico em que as informações estão baseadas na ciência.
• Explique que os cientistas precisam de uma boa dose de imaginação para chegar às descobertas. A partir de suas hipóteses, quer dizer, das explicações que eles supõem verdadeiras é que pesquisam para encontrar as explicações.
• É muito importante explicar que o conhecimento é dinâmico, quer dizer, nada é descoberto definitivamente.
É possível acrescentar às descobertas outros conhecimentos que vão surgindo e vão transformando o que já se sabe.
3- RECURSOS PEDAGÓGICOS
• Você encontra na internet alguns sites que podem enriquecer a discussão sobre invenções.
Por exemplo: http://www.renato.sabbatini.com/correio/ciencia// o autor escolhe as dez maiores invenções dos últimos 1000 anos.
Em relação ao telefone há fotos dos aparelhos mais antigos e informações que indicam terem sido vários os descobridores em vários lugares do mundo.
• Se você quiser estimular a imaginação de seus alunos, não deixe de visitar o site


É muito divertido e pode ser tema de discussões e redações.
Que tal pensar numa situação que incomoda e se repete sempre e depois numa invenção para mudar isso?
Os alunos poderiam imaginar, desenhar e escrever sobre a sua invenção.
Imagine como seria uma escada bem moderna, um porta-banana, uma pantufa pra você não se perder no escuro...
• Lendas sobre o milho.


O professor encontra a lenda do milho de origem indígena,dos Parecis.


Também apresenta outra versão indígena sobre a origem do milho.

As diferentes versões permitem uma discussão sobre o conceito de lenda e as inúmeras possibilidades do mesmo fato ser explicado, por meio de lendas, segundo a cultura de cada povo. O site http://www.rosanevolpatto.trd.br/lendamilho.htm// é muito interessante, apresenta fotos e as informações sobre a origem do milho.
4- OUTRAS INFORMAÇÕES SOBRE A ORIGEM DO MILHO-A ORIGEM DO MILHO
O milho deve ter surgido nos países da área central da América há cerca de 7000 anos. É possível que tenha sido encontrado no México na região dos planaltos e de lá se espalhado até o sul da América-Uruguai e até o norte-Amazonas. Os povos maias, astecas e incas utilizavam o milho como alimentação e consideravam um alimento sagrado. Os europeus só conheceram o milho depois da descoberta da América em 1492.
O grão foi levado pra Europa e causou sensação entre os botânicos. Hoje, o milho é consumido em todas as partes do mundo e serve como matéria-prima para fabricação de óleos, cremes e bebidas. Como o milho foi um alimento essencial para a sobrevivência dos povos da antiguidade surgiram várias lendas para explicar a sua origem, quase sempre com uma explicação religiosa.
Aula: Transformação do milho a pipoca: AQUI
Aula: Galinha ruiva mais pipoca: AQUI
+Galinha ruiva: AQUI
Textos instrucionais +parlenda: AQUI
Texto 
História da pipoca
Transformação
“Você já estourou pipoca? Se já o fez, deve ter observado a *bela transformação do milho duro em pipoca macia*. Imagine o milho, fechado dentro da panela, sentindo cada vez mais o ambiente ficar quente. Deve pensar que a sua hora chegou: vai morrer.
Dentro de sua casca dura, fechado em si mesmo, ele não pode imaginar a transformação que está sendo preparada. *Imaginar aquilo de que é capaz.* Aí, sem aviso prévio, pelo poder do fogo, a transformação acontece e ele aparece como uma outra coisa, completamente diferente: *pipoca macia*.
*Podemos nos comparar ao milho de pipoca*. *Somos muitas vezes criaturas duras, insensíveis, incompreensíveis*. Tantas vezes, com uma visão distorcida da vida, sem valores reais. Também sofremos transformações quando passamos pelo fogo. É a dor. São situações que nunca imaginamos vivenciar. Pode ser um fogo de dentro, cuja causa demoramos a descobrir e que nos atormenta um largo tempo: medo, ansiedade, depressão, pânico.
Quem não passa pelo fogo fica do mesmo jeito a vida inteira. São pessoas de uma indiferença e uma dureza assobrosa. Só que elas não percebem. Acham que o seu jeito de ser está ótimo. Por outro lado, existem pessoas que, por mais que o fogo esquente, se recusam a mudar. Acham que não pode existir nada mais maravilhoso do que o jeito delas serem. A sua presunção e o medo são a dura casca que não estoura. Essas podem ser comparadas ao piruá: aquele milho de pipoca que se recusa a estourar e fica no fundo da panela, depois do alegre estouro da pipoca.
*Ser piruá ou pipoca estourada, eis uma opção*.
*Aquele que deseja ser felize fazer os outros felizes aceitam as lições das dores, tornando-se
mais afáveis, gentis no trato, ponderados no falar*. Aprendem a usar aempatia, a fim de compreender as dores alheias.Jesus realizou seus labores juntos aos sofredores de todas os matizes.Com Ele, todo e qualquer sofrimento terá remédio. Os sofredores encontrarão o necessário amparo e a vida de todos terá a luz e o rumo dos quais precisamos para a completa felicidade dos dias futuros.”

Mais sobre pipoca: AQUI
Brincando com pipoca/artes: AQUI

Outro texto sobre pipoca: AQUI
 
Rebenta pipoca,
Maria sororoca.
Saltando bem louca
Pra dentro da boca.
Rebenta Pipoca,
Branquinha e amarela.
Pula que pula,
No fundo da panela.
Quem resiste ao cheirinho dela?
(E. Pioneira, Ilustrações de Marchi)


Pipoca Xuxa

Pipoca aaaaaah
Cheiro de pipoca tá rolando no ar
Pipoca uobaaa
Comendo o dia inteiro esparramando no sofá
Mamãe diz que pipoca é besteira.
Que não fede nem cheira.
Que não tem gosto de nada.
vai ver que ela ta meio boboca.
Eu sou movida a pipoca.
a base de tonelada
Pipoca aaaaaaaah.
Cheiro de pipoca tá rolando no ar.
Pipoca uobaaa
Comendo o dia inteiro esparramando no sofá
Diz que é pra eu devorar o almoço
e que pipoca eu não posso
Pipoca eu como até o caroço
Sem a tal tenho um troço
Pipoca aaaaaah
Cheiro de pipoca tá rolando no ar
Pipoca uobaaa
Comendo o dia inteiro esparramando no sofá




A culpa é da pipoca, de Dayse Cavalcanti de Albuquerque, é uma narrativa tradicional que apresenta às crianças a temática do “mundo natural e social”, ao abordar de modo instigante as relações familiares de Lica e Tico, que constroem seu ninho nos cabelos de uma estátua. A obra pré-escola ou em fase de alfabetização uma narrativa que retoma os contos tradicionais, as narrativas orais, colocando-as em contato com uma realidade imaginária e possível dentro do universo infantil A narrativa possibilita o contato das crianças com elementos e animais próprios da natureza e ao seu modo de vida. A linguagem verbal estabelece diálogo profícuo com as imagens, que são bem construídas esteticamente, chamando a atenção do leitor, sobretudo porque o projeto editorial e gráfico dispõe de modo muito produtivo as imagens e o texto verbal. Trata-se, de obra original, adequada ao público a que se destina, contribuindo para a consolidação e para a ampliação do repertório de temas dos alunos leitores.

Ouvindo a história: AQUI

Atividades PDF: AQUI
Rótulos de pipoca/Atividades: AQUI
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Bule da café: AQUI
Trabalhando os sentidos/Pipoca: AQUI, AQUI
Sequência didática: Pipoca na panela: Receita/Gráfico: AQUI


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