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Colaboração e Direitos Autorais
Olá amiga(o) ,
Fui professora dos projetos "Estímulo À Leitura",
"Tempo Integral" e a favor da leitura lúdica,
afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog, não se
esqueça de citar o "Linguagem" como fonte.
Você, blogueira sabe tanto quanto eu, que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
receber um elogio...
Venha conferir,
seja bem-vinda(o)
e que Deus nos abençoe.
Krika.
30/06/2009

Linguagem social...

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Comemoração

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JUNHO 2019
17 ANOS DE LITERATURA INFANTIL
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quinta-feira, abril 18, 2024

O tigrinho Davi: Aprendendo a não morder os amiguinhos> Morde nãooo!>O jacarezinho mordedor>Estímulos sensoriais>18/04/2024

 

Malucha Nunes C.Pacheco
Com ênfase no cuidar e acolher ambas as crianças (a que mordeu e a que foi mordida), incentivando maneiras positivas de abordar o assunto de mordida, sendo este um assunto comum em lares e escolas. 
Embora a mordida seja um comportamento típico do desenvolvimento infantil, vale ressaltar que é preciso que pais e professores fiquem atentos, pois o comportamento exagerado pode ser sinal de que algo não vai bem emocionalmente.
O Tigrinho Davi: aprendendo a não morder os amiguinhos" é uma obra que aborda um assunto tão delicado de maneira positiva, com uma história leve, que poderia ser a história de muitas famílias brasileiras que buscam entender e passar por essa fase do desenvolvimento com assertividade e tranquilidade. 

Ouvindo: Uma linda história com rimas que trabalha questão das mordidas. AQUI


Autora: Rose Borges
Ilustradora: Paula Kranz

Há livros de quase todos os assuntos, mas poucos sobre mordidas na escola. Como será que a professora desta história resolveu essa questão em sua sala?
Temas abordados: mordida, brincadeiras, amizade, relacionamentos: 
Atividades sugeridas:  AQUI

Ellen Santa Rosa

Quem gosta de receber mordida? Eunão! 
E você? Essa à a história do Jacarezinho mordedor e como sua mãe o ajudou a parar de morder.
O jacarezinho mordia todos os amiguinhos da lagoa, logo começaram a se afastar dele, sua mamãe percebendo o ocorrido, teve uma ideia comprou um mordedor lindo para ele, porém resolveu por pouco tempo. Ela estava frustrada e preocupada, então começou a cantar uma linda canção ninar com muito amor para ele, e pronto ele parou de morder, era isso ele só queria mais atenção, então fizeram um combinado, sempre que ele sentisse vontade de morder ele estenderia as mãozinhas para frente e faria carinhos assim a vontade de morder passaria.

Editora Cora e Trilha da Leitura apresentam a história de Éllen Santa Rosa.: AQUI, AQUI
Fantoche/recurso para contar a história: AQUI

Neste vídeo, eu apresento 15 estratégias para acabar com situações
de mordida na Educação Infantil. AQUI
Por que as crianças mordem? Estratégias: AQUI
Brincadeiras/Estímulos sensoriais: AQUI, AQUI, AQUI

A jacarezinha que mordia: AQUI




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domingo, setembro 10, 2023

O gigante que aprendeu a sussurrar> Comunicação assertiva/lúdica>Atividade literária>10/09/2023

 

Um reino distante, um bosque encantado, fadas, gigantes e a terrível Bruxa do Esquecimento nos convidam a viver uma grande e transformadora aventura.

Com uma linguagem fluida, envolvente e uma temática interessante, a obra nos mostra que pessoas tão distintas podem caminhar juntas quando constroem pontes entre os seus corações. Além do conto, o livro também possui um guia didático com sugestão de atividades e material complementar (jogos de mesa, baralho, atividades e videoaulas), que você poderá baixar por meio de um QR code contido no livro.

Inclui atividades/ Material didático:

• Nomes, significados e imagens

• Acróstico dos nomes

• Aprenda algo com o seu filho (a)

• Vamos sussurrar

• Compartilhando historias

• Conectados desde a fragilidade

• As estações do ano

• Comunicar-se de forma sensorial. Fonte

"O livro narra a história de um grupo de fadas que vivia no Bosque Encantado, do qual deveriam cuidar. Porém, certo dia, sentem que a terra treme e escutam um grande ruído. Não se trata de um terremoto ou um trovão! É um gigante enorme que resolve viver no bosque e a sua presença transtorna completamente a ordem do lugar. Para resolver este problema, a rainha das fadas envia uma representante, a fada Lélia, que deve convencer o gigante a empreender com ela uma jornada até a Vila dos Seres Mágicos. Lá vive Savi, a fada mais velha do reino, que poderá ajudá-los a solucionar este enorme problema. Será que essa missão será exitosa?"

Neste link: AQUI, você conhecerá o trabalho da autora. Muito bem elaborado para atender as necessidades socioemocionais dos alunos e de grande ajuda no dia-a-dia "emocional". Através de um conto lúdico este "gigante" proporcionará momentos literários inesquecíveis, agregando valores importantes, além de  comunicação assertiva apresentada neste projeto de educação emocional.

No Linguagem vocês encontram mais obras de Claudine Bernardes:

A amendoeira triste e Carlota não quer falar: AQUI

O site " A caixa de imaginação" da autora tem muitos recursos para hora do conto e afins:

AQUI


Mais inspirações no Linguagem
Rita não grita: AQUI
Quando eu sinto raiva: AQUI
O gigante egoísta: AQUI
Teimosia/rabugice: AQUI


Coletâneas especiais: AQUI



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sábado, abril 08, 2023

Valentina e o não>Lucas, aprendendo a lidar com o não>Dinâmicas>08/04/2023


 Autor: Isabela Becker/Instituição: DPaschoal

Ouvir não lidar e lidar com as frustrações às vezes é desafiador. Se de um lado ouvir não incomoda, dizê-lo também pode não ser fácil. Nos dá oportunidade de refletirmos como podemos lidar com as frustrações para aproveitarmos cada vez mais os sins da vida!

Ouvindo: A grande lição de escutar um não: AQUI, AQUI

Livro PDF: AQUI  Baixar livro: AQUI

Quiz: AQUI

Desobediência, boas maneiras, ética, virtudes, valores= educação emocional/socioemocional, são alguns temas essenciais de nosso cotidiano escolar. Por isso indicamos estímulos literários referentes a estes temas, de forma lúdica. No ensino infantil falamos carinhosamente de "isso pode" isso não pode" "não",etc. Através das histórias as crianças aprendem brincando.

Crianças extremamente teimosas, agressivas quando contrariadas, com tendências vingativas e avessas a qualquer frustração podem apresentar intensas dificuldades em conviver socialmente com sua família e com figuras de autoridade. Tais comportamentos podem ser sinais componentes do Transtorno Opositivo-Desafiador (TOD).

Como trabalhar o TOD na sala de aula
A melhor forma de lidar com isso é segurar-lhe as mãos, agachar-se junto dela e falar com muita doçura para que a criança perca a coragem de prosseguir com o ato pensado anteriormente. Por isso é aconselhável nunca debater com o pequeno para evitar situações que só trarão muito desgaste aos dois, principalmente a você.
  • 1 – Advertir comportamentos com cautela. Quando a criança iniciar comportamentos que chamem atenção, a melhor forma é não repreendê-la na frente dos colegas! ...
  • 2 – Reforce a inclusão da criança nas aulas. ...
  • 3 – Conquiste a confiança da criança. ...
  • 4 – Adaptações que fazem toda a diferença nas aulas. Continua: AQUI

Edyleine Bellini Peroni Benczik

Lucas tem 7 anos, é um menino animado que adora brincar com os amigos. Quando as coisas são do seu jeito ele fica feliz e sente-se muito bem, mas quando isso não acontece ele se transforma, suas bochechas ficam vermelhas, seu cabelo arrepia, suas mães tremem e seu coração dispara ... ele fica muito brabo e até se joga no chão, isso acaba afastando ele dos amigos.
Através da história de Lucas e de vários episódios em que ele perde o controle quando as coisas não ocorrem como ele quer, a autora vai fazendo perguntas para as crianças leitoras do livro fazendo-as responder sobre se coisas parecidas ocorrem com elas, como agiram, como poderiam agir diferente, como se sentiram, como elas acham que os outros se sentiram e o que ocorre com o corpo numa hora destas.
Lucas conhece um psicólogo e através da conversa dos dois as crianças podem refletir sobre o que sentem quando ouvem o não e como agem quando o escutam, como é quando falam e principalmente aprendem técnicas de como agir diferente frente as frustações.
Um livro lindo e que ensina de forma muito leve a lidar com a frustração um sentimento que afinal de contas ninguém gosta de sentir, mas que sem ele não aprenderemos importantes lições.
Ouvindo a história: AQUI
Sobre a obra: AQUI

Dinâmica conhecimento próprio

  • Objetivo: Reconhecer sentimentos;
  • Idade: Todas;
  • Material: Folha de papel sulfite.

Explique para cada participante que os sentimentos podem ser traduzidos em uma folha. 

No mesmo momento, entregue uma folha de papel sulfite para cada um dos integrantes.

Após isso, eles devem ser orientados a aproximar o papel perto do ouvido e balançá-la. 

Os barulhos resultantes do balançar das folhas devem ser associados ao barulhos emitidos quando as pessoas estão cheias de sentimentos ruins, como o estresse ou cansaço.

Peça que eles amassem essas folhas como se fossem sentimentos ruins, pensando no bem.

Em seguida, eles devem ser orientados a desamassarem as folhas e balançarem mais uma vez perto dos ouvidos. Com isso, a folha não deve fazer barulho como anteriormente. 

A reflexão final deve ser que todos temos sentimentos ruins, como a raiva, que faz serem ditas palavras não desejadas e deve existir uma precaução para isso. 

A solução é “amassar” esses sentimento, reconhecê-los e suprimi-los para não afetar a si mesmo e ninguém a nossa volta.

Mais dinâmicas:  AQUI

Dinâmicas para vencer a agressividade

Quando os alunos da educação infantil estão sentindo raiva, é difícil de faze-los se concentrar. Nesta dinâmica, o professor será responsável por prender a atenção do aluno e acalmá-lo da raiva.

Livros infantis.  Execução da Dinâmica: 

Os livros infantis são ferramentas potentes para o desenvolvimento das crianças. Mesmo que seu aluno saiba ler, a proposta aqui é que você comece a ler algo que seja do interesse dele para tirar o foco do ataque de raiva.

Leia mesmo que no início ele não esteja prestando atenção. Use recursos lúdicos para chamar a atenção para o que você está lendo.

De quebra, a atividade vai estimular nos pequenos o interesse pela literatura infantil desde cedo.

Mais dinâmicas: AQUI    

Comportamento assertivos no Linguagem: AQUI





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quarta-feira, março 29, 2023

Agressividade infantil>Guia de orientação>Quando eu sinto raiva>Quando me sinto rejeitada>29/03/2023


James Misse

Ouvindo: A ideia da "coleção sentimentos e emoções" é abrir um canal de comunicação para que crianças e adultos consigam identificar tais sentimentos e aprendam a expressar suas emoções dizendo como se sentem, mas sem deixar de lado a outra pessoa. O escritor James Misse lança um olhar diferenciado sobre o tema e nos desafia a trabalhar nossas emoções e sentimentos para que, assim, possamos ser mais felizes. AQUI, AQUI, AQUI

Ouvindo: Explicação lúdica sobre a Emoção Raiva. Nesse episódio Sapinho está bravo com o Pinguim, pois se sentiu ofendido e desrespeitado pelo amigo, e até sentiu vontade de bater nele. Porém é ensinado ao Sapinho a importância de se acalmar para conseguir resolver bem a situação ao invés de brigar com o amigo. AQUI

Atividades PDF: AQUI,AQUI    Livro: AQUI 

Atividades PDF: Quando me sinto triste: AQUI

Guia de orientação :Agressividade infantil

Pode ser que uma criança tenda para a agressividade e outra dificilmente revele qualquer sintoma de agressividade, desde o princípio, embora ambas tenham o mesmo problema. Acontece simplesmente que essas duas crianças estão lidando de maneiras distintas com suas cargas de impulsos agressivos. (Winnicott).  

O objetivo do guia não é dar receitas prontas do que fazer frente às crianças que cometem atos agressivos, já que cada episódio de agressividade tem características singulares, mas sim propiciar a reflexão diante de recursos e estratégias que podem ser empregados pensando no desenvolvimento das crianças. 

AQUI

As crianças vivenciam uma abundância de sentimentos e experiências que podem levá-las a enfrentar acessos de raiva. ~

Este livro apresenta uma situação mostrando como as crianças abordam certos acontecimentos por meio de sua compreensão e de seu julgamento, os efeitos dos sentimentos reprimidos e a maneira correta e positiva de lidar com tais emoções. 

Lola era a garota mais popular da escola. Todas as meninas queriam ser iguais a ela, e Lola gostava disso. Suas duas melhores amigas, Ana e Violeta a seguiam por toda a parte e Lola sempre as recompensava com presentes caros. Embora fizessem qualquer coisa que ela quisesse, havia uma coisa que as três garotas não tinham em comum. Ana e Violeta gostavam de roubar coisas do Shopping Center. Lola sempre dizia a elas para não fazerem isso, mas elas nunca a escutavam. 

Vale a pena ler esta história que nos ensina a refletir sobre as consequências de nossas atitudes, antes de fazer uma escolha e como as coisas podem ser mais fáceis quando seguimos pelo caminho correto. Tendo isso como princípio, o principal é ser muito feliz!

As crianças vivenciam uma abundância de sentimentos e experiências que podem levá-las a enfrentar acessos de raiva. Nesta coleção, são apresentadas diversas situações com foco nesse tema, a forma como as crianças abordam certos acontecimentos, por meio de sua compreensão e de seu julgamento, os efeitos dos sentimentos reprimidos e a maneira correta e positiva de lidar com tais emoções. Ao final de cada história, a maneira correta de lidar com a raiva e as emoções negativas relacionadas são reforçadas por meio de dicas diretas. Além disso, um relato e um questionário aberto são fornecidos para ajudar a criança a expressar sua compreensão acerca do relato e de como lidar com a situação apresentada por ele. Sem falar que cada livro será um incrível item de colecionador, tanto para as crianças quanto às pessoas que lhes servem de exemplo. AQUI

No Linguagem

Raiva: AQUI

Agressividades: AQUI

Bullying: AQUI

Tolerância: AQUI



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terça-feira, setembro 24, 2019

Não me chame de gorducha>O mundinho sem bullying>Amigo sim,bullying não>Música>Projetos>24/09/2019

Ingrid B.Bellinghausen


Este livro procura mostrar ao pequeno leitor como as crianças de um planeta chamado Mundinho resolveram se reunir e mudar as situações de bullying.
Bullying são atitudes agressivas praticadas de forma repetitiva com intuito de humilhar ou intimidar uma ou mais pessoas.
PDF: AQUI, AQUI, AQUI
Ouvindo: AQUI
As duas maçãs: AQUI



Barbara Philips
Rita sofre de um problema sério: excesso de peso. 
E detesta o apelido que os meninos da classe lhe deram. Mas ela tem força de vontade...

Blog SOS professor
PDF: AQUI,  AQUI
AQUI
Produção textual: AQUI
Projeto: Eu não pratico bullying
AQUI

AQUI
Música/letra/coreografia
Frases sobre bullying
Quando a brincadeira passa da conta
Brincadeiras entre amigos é normal. O futebol gera muitas piadas. Ligar, enviar mensagens, fazer o outro vestir a camisa do time rival. Traços de personalidade também rendem risadas. O amigo desajeitado, o amigo muito magro, o amigo muito tímido. Amigos de longa data têm liberdade para falar o que pensam, puxar as orelhas e fazer piadas. Ainda assim é preciso ter bom senso. Nem sempre o outro levará as coisas numa boa. Às vezes, a pessoa está em um dia ou fase ruim. O que era para ser uma gozação vira ofensa. O clima fica ruim, os amigos passam alguns dias sem se falar, mas, uma conversa sincera resolve a situação. Continua:  AQUI



Amigo sim,bullying não

Mais Bullying no Linguagem e Afins
AQUI



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quarta-feira, março 13, 2019

Pinote,o fracote e Janjão, o fortão 2>Estímulos literários>Respeito>Convivência>13/03/2019

Resultado de imagem para pinote o fracote e janjão o fortão atividades
Fernanda Lopes de Almeida
Respeito as diferenças/Tolerância/Aula
Mais atividades
Baralho/Memória
Continua AQUI
Leitura e interpretação
AQUI



Imagem relacionada
Pinote, o fracote e Janjão,o fortão1
Desculpe-me

Mais desta autora





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sábado, julho 14, 2018

O diário de Davi>Bullying>Textos>Atividades>Projeto>Preconceito>Homofobia>14/07/2018

Discute as múltiplas diferenças que nos constituem, e a diversidade presente no universo escolar, através da história de um garoto de 12 anos, negro, que está acima do peso, e constantemente sofre bullying na escola. 
Em seu diário, Davi narra as suas angústias, o dia a dia da escola, sua amizade com João, um aluno cadeirante e Telton Fradf, que sofre bullying homofóbico.
 A escola é o cenário desta história emocionante, em que professores, alunos e pais, se mobilizam para combater o bullying.

Vejam  o índice desta obra

Leitura e Discussão do Texto: O Diário de Davi Satil: Uma vítima de Bullying

Texto
Atividades
Textos menores e atividades
AQUI

Projeto
Muito material com várias atividades
Vale a pena abrir
Página 31 sobre a obra acima
AQUI







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sábado, março 10, 2018

A jacarezinha que mordia>Mordidas>Guia>Como entender>Projetos>10/03/2018

Imagem relacionada


“A Jacarezinha que mordia” conta a história de Jaquinha, uma linda jacarezinha risonha, que apesar de receber muito carinho de Dona Jaca, sua mãe, tem o mau hábito de morder a todos que encontra pelo caminho. 
Os animais da floresta, cansados de receber tantas mordidas, se apresentam diante da sua mãe pedindo que esta dê fim a este problema que está alterando o convívio social na floresta. 
Muita história e afins
Continua:
Ouvindo a história: AQUI

Projetos sobre a fase das mordidas/baixe arquivos: AQUI

Música de boas maneiras. Não pode morder o amiguinho. Tia Cris ensina os pequeninos através de música sobre direitos humanos básicos para crianças. Boa convivência na escola! AQUI

Não pode morder o amigo: AQUI

O que fazer com crianças que mordem?
Conteúdo:

Identidade e Autonomia
Objetivo:

Lidar com crianças que mordem.
Desenvolvimento :
 Para que as mordidas não aconteçam
Estimule situações comunicativas, pois o uso progressivo da fala e de outras formas de comunicação vão, aos poucos, substituir as dentadas.
Garanta que haja variedade de material, principalmente dos brinquedos preferidos. Dessa forma, há a possibilidades de escolha para todos, evitando-se assim as disputas.
Esteja sempre por perto na hora em que o grupo compartilhar brinquedos.
Evite situações que irritam ou cansam as crianças, como fome, sono e longos períodos de espera entre uma atividade e outra.
Se houver uma que costuma morder com mais frequência, fique próximo dela. Certamente ela vai se sentir mais constrangida com um adulto por perto.
Continua:AQUI

Como entender as mordidas?

A criança morde quando...
★ Quer algo que está na mão do amiguinho e ele se recusa a dar;
★ Precisa aliviar alguma angústia ou tensão;
★ Está entediada em determinada situação;
★ Quer chamar a atenção do adulto;
★ Precisa descobrir ou explorar alguma sensação (nesse caso morde objetos, brinquedos etc.); 
★
 Está com ciúmes

Continua

Trabalhando a agressividade
AQUI
Música
Meu hipopótamo não consegue aquietar as mãos
AQUI


Crianças não param totalmente de morder... mas criar uma rotina de atividades ajudem as crianças a se expressarem e a descarregarem suas tensões, diminuindo a ocorrência das dolorosas mordidas. Confira aí algumas dicas:
  1. Atividades de manipulação de papel, como rasgar, amassar, rasgar revistas velhas, fazer bolinhas com papel, tudo para aliviar a agressividade. 
  2. Momentos de manipulação de massinha: modelar, jogar, bater com força, esticar etc. 
  3. Exploração de diferentes texturas: ofereça às crianças materiais como algodão, lixa, gelo e coisas moles, como mingau colorido com corante e sagu. 
  4. Atividades artísticas com guache, pincel, canetinha, oferecendo a elas telas de pintura, cartolina, papelão, papel etc. 
  5. Atividades com música, cantando, batendo palma e dançando. 
  6. Brincadeiras com água e lama no jardim. As situações ao ar livre são essenciais para qualquer criança.
  7. Muitas historinhas, contadas com fantoches e uma entonação de voz atraente e cheia de suspense.

Projeto dentinhos que mordem






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