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Fui professora dos projetos "Estímulo À Leitura",
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afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
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Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
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Krika.
30/06/2009

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quarta-feira, janeiro 26, 2011

Pintores e Afins - 26/01/11

Quando nasceu a pintura?
O homem sempre sentiu necessidade de reproduzir a realidade e as coisas que povoam sua imaginação.
Não se sabe exatamente quando o primeiro homem registrou com as próprias mãos, nas paredes das cavernas onde morava, aquilo que via e desejava.
As obras que esses artistas fizeram há milhares de anos são as primeiras pinturas de que se tem notícia.
Naquela época, nenhuma mãe reclamava quando as crianças riscavam a parede! Bons tempos...


A arte rupestre está registrada em rochas e grutas em todo o Brasil. São mais de 780 sítios arqueológicos, onde as pinturas rupestres deixaram o rastro dos primeiros "pintores" brasileiros de que se tem notícia.
Em Minas Gerais, um dos sítios mais importantes é o Vale do Peruaçu. Em paredões bem altos, os "pintores" da Antiguidade fizeram seus desenhos a cerca de dez metros do chão, provavelmente se encarapitando em cima de árvores! As pinturas do Peruaçu são de vários estilos, e os pesquisadores calculam que tenham entre 2.000 e 10.000 anos.
Além de retratarem cenas de caça, os painéis de rocha também exibem desenhos geométricos incríveis, com cores bem vivas.
Em Minas também ficam os penhascos de Lagoa Santa, outro lugar misterioso, cheio de desenhos de animais, com cerca de 10.000 anos de idade, descobertos pelo biólogo dinamarquês Peter Lund em 1834.
Parece que os " pintores" antigos de Lagoa Santa também usavam o lugar como cemitério, pois junto aos desenhos também foram encontrados ossos.
Até o estado do Pará possui pinturas rupestres! Aliás, em 1996 uma pesquisadora norte-americana descobriu uma coisa incrível!
Uma das descobertas recentes mais impressionantes é a Caverna da Pedra Pintada, na cidade de Monte Alegre, no Pará, descoberto em 1996 pela norte-americana Anna Roosevelt. A pesquisadora encontrou indícios de uma civilização avançada na bacia amazônica.
As pinturas rupestres deixadas nos paredões e cavernas de Monte Alegre são em tons avermelhados e chegam a ter 11.200 anos! Retratam plantas, animais, e até as cenas de um parto! Os "retratistas paraenses" pareciam ter boas noções de biologia, e deixaram os pesquisadores boquiabertos…
Esses desenhos ancestrais são atração também nos sítios de São Raimundo Nonato e Serra da Capivara, no Piauí, e Lajedo da Soledade, em Apodi, no Rio Grande do Norte, onde se concentra o maior número de pinturas rupestres por metro quadrado.
Nas paredes e tetos de cavernas pré-históricas, em várias partes do mundo, mamutes, veados, bisões e outros animais selvagens fogem de seus caçadores. Com as pinturas rupestres, como são chamadas, o homem pré-histórico representava o cotidiano.
Ele desenhava figuras humanas, as emocionantes caçadas, os tipos de plantas que rodeavam a "casa", os rituais, e muitas outras cenas do dia-a-dia. Como a agricultura ainda não tinha sido desenvolvida, eles deixaram nas paredes as pegadas da principal atividade que garantia a sobrevivência: a caça.
A primeira gruta pintada foi descoberta só em 1879, na cidade espanhola de Altamira. Muitos outros sítios arqueológicos foram encontrados em todo o mundo, inclusive no Brasil, principalmente em Minas Gerais e Piauí.
De 25000 a 8000 a.C. (antes de Cristo), no período conhecido como paleolítico, ou Idade da Pedra Lascada (mais primitiva, anterior ao uso de instrumentos), os antepassados do homem atual utilizavam carvão para contornar os desenhos. Coloriam o interior com o pó de blocos de terra esfarelada utilizando pincéis grosseiros de peles e folhas, que tingiam os desenhos em tons avermelhados.
Você sabia que no período Neolítico os artistas das cavernas tiravam tinta de pedra?

 Já no Período Neolítico (por volta de 5.000 a 3.000 a.C.), os artistas das cavernas tiravam leite de pedra! Isto é, tinta! Raspavam pedras coloridas e misturavam o pó desses minérios com resina de árvores e cera de abelha. A mistura virava uma espécie de tinta, que fixou as cores nas pedras por milênios.
O vermelho e o amarelo, por exemplo, eram obtidos do minério de ferro. Os artistas pintavam com pincéis e espátulas de madeira, e utilizavam os relevos das paredes como parte da cena. Assim, uma elevação da pedra poderia ser o enorme dorso de um mamute furioso, e dois buraquinhos podiam ser os olhos de um cavalo apavorado.
Eram espertos, esses artistas antigos. Não tinham muitos recursos, mas fizeram seus trabalhos tão bem feitos que até hoje os bichos parecem estar correndo, em cavernas na Europa, na África, nas Américas, preservados contra a ação do tempo.
Muito mais tarde, o homem iria pintar sobre papel, tela, cerâmica, madeira, seda, e até ovos. Mas essas primeiras pinturas são especiais. São a memória dos primeiros homens que se tornaram artistas, mesmo sem saber que aquilo já era arte...
Lápis , giz de cera, canetinha colorida. Com um pouquinho de imaginação, o mundo cabe no papel.
Mas até o século 16, ninguém ligava muito para o desenho, pois ele servia apenas como rascunho para as pinturas. A partir daí, os pintores também se dedicaram a descobrir o mundo utilizando penas cheias de tinta, lápis e carvão para desenhar com precisão e poesia os detalhes da natureza e do corpo humano.
Em papel e telas de tecido e madeira, os artistas passaram a utilizar o pastel, o nanquim e tintas feitas à base de óleo ou água para criarem suas obras.
A nossa viagem pelos materiais da pintura começa aqui!


As aquarelas são pigmentos que se dissolvem com facilidade na água e são fixados com goma-arábica ou resinas plásticas. Esses materiais fornecem mais luminosidade às cores, e muitos artistas usaram e abusaram da aquarela para expressar o espetáculo da natureza.
No começo do século 19, os pintores utilizavam pincéis feitos de pêlos de camelo e blocos de papel bem grossos, e saíam por aí. Isso mesmo: a aquarela seca assim que a água evapora, e os pintores podiam carregar suas obras para todo lado.
Dissolvendo a tinta em um pincel cheio de água, eles criaram lindas paisagens. Seu brilho e transparência fizeram da aquarela uma técnica muito popular em todo o mundo.
Já a tinta guache é feita à base de água, goma-arábica e um tipo de pó colorido. A diferença da aquarela é que o guache tem em sua composição uma espécie de tinta branca, o que o torna mais opaco. Assim, o pintor pode trabalhar com cores escuras e tornar o quadro mais claro aplicando o guache, um processo impossível quando se usa aquarela.
 

O carvão usado para desenhos é um dos materiais mais antigos do mundo, frequentemente encontrado nas pinturas rupestres. Mas também é a inspiração de grandes mestres do desenho e da pintura, que fazem belos jogos de luz e sombra em traços firmes. Feito por meio da queima completa do caule de plantas como a tília e o salgueiro, o carvão é muito usado para fazer esboços, pois se apaga com facilidade.
O minério de grafita, ou o grafite usado nos lápis atuais, foi descoberto em 1400 na Bavaria, hoje uma região da Alemanha, mas ainda não se sabia muito bem o que fazer com ele. Em 1504, descobriram uma mina de grafite em Cuberland, na Inglaterra, e os primeiros lápis começaram a ser produzidos, envolvidos em peles de carneiro. O primeiro lápis de madeira com grafite no meio, parecido com os de hoje, só foi fabricado em 1662.
O grafite duro que usamos na escola surgiu por obra e graça do imperador da França, Napoleão Bonaparte, no século 18. Em pé de guerra com os ingleses, grandes fornecedores de grafite, Napoleão pediu aos cientistas franceses que dessem um jeito de substituir o produto em falta.
O químico Nicolas Conté então aqueceu a altas temperaturas uma mistura com bastante argila, um pouquinho de grafite, massa e água. Estava inventado o grafite duro, e até hoje os lápis são fabricados através deste processo. Ceras e tintas foram incorporadas à mistura e... voilá! Surgiu o lápis de cor!
O antepassado do papel é o papiro. Feito no antigo Egito de longas folhas da planta do mesmo nome, constituía grandes rolos, onde os egípcios escreviam, desenhavam e pintavam.
O papel foi inventado pelos chineses, e era feito a partir de uma pasta de trapos triturados de plantas, como o arroz, o bambu e a amoreira. O papel como o conhecemos hoje, feito da celulose das árvores, foi inventado apenas no século 19.


Você sabe de onde vem o nome "pastel"? Não, não é do pastel de feira, mas do italiano pasta. Inventado no século 15, o pastel é a mistura de pigmentos em pó misturados com goma-arábica e cola. Existem dois tipos: pastel oleoso e pastel seco. O oleoso você conhece bem, pois é o bom e velho giz de cera. Já o seco tem um efeito diferente: quando a gente passa o dedo em cima do risco, ele vai esfumaçando, fica parecendo uma nuvenzinha.
Na França, a pintura com pastel foi uma verdadeira febre! Em 1780, havia mais de 2.500 pasteleiros… ops, artistas especializados em pintar com pastel!
 
Você sabe de onde vêm as cores das tintas? Elas são feitas de pós coloridos, extraídos de plantas, animais e minerais. Esses pozinhos mágicos são misturados a alguma outra substância que serve de "liga" , como a água ( no guache e na aquarela), o óleo, a cera e até o ovo!
Algumas cores são extraídas dos lugares mais estranhos! As cores sépia e púrpura vêm de moluscos, o carmim vem de um inseto esmagado, chamado cochonilha, o azul-ultramar de uma pedra preciosa chamada lápis-lazúli. Mas hoje em dia a maioria dos pigmentos são obtidos por processos químicos.

A tinta é usada para desenhar, pintar e escrever há mais de 2.000 anos. Os antigos egípcios, gregos e romanos usavam tinta em penas para escrever sobre pergaminho e papiro. Já os europeus, a partir do século 12, utilizavam as plumas das aves com tinta. Hoje em dia as aves podem ficar sossegadas… as penas foram substituídas por objetos parecidos feitos em metal, como prata ou aço, com as mais variadas pontas e tintas. O nanquim foi inventado na China, muitos séculos antes de Cristo. Os pintores chineses usavam a tinta em pincéis de madeira ou bambu e desenhavam animais e paisagens em pedaços de seda.
Por muitos anos, o nanquim foi obtido a partir daquela tinta preta que os polvos liberam quando se sentem ameaçados. Hoje, ele é feito a partir de uma mistura entre cânfora, gelatina e um pó escuro chamado pó-de-sapato.

Ela secava lentamente e dava ao pintor a oportunidade de retocar o quadro antes de terminá-lo, além de conferir uma luminosidade maravilhosa às obras.
Foi uma verdadeira revolução! Antes dessa invenção, as tintas eram feitas com cera ou ovo, e secavam muito depressa. Mas com a tinta a óleo, tudo mudou.
Os pintores podiam criar quadros bem grandes e transportá-los antes que secassem completamente.
Os pigmentos eram amassados com óleo de linhaça, mas hoje são utilizadas também resinas sintéticas.
No século 15, o pintor flamengo Van Eyck (1390-1441) descobriu o segredo da tinta a óleo!

Fonte: http://www.canalkids.com.br/arte/pintura/index.htm



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