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Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
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Venha conferir,
seja bem-vinda(o)
e que Deus nos abençoe.
Krika.
30/06/2009

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quinta-feira, junho 09, 2011

Pintores e Afins/Cézanne-Aula> 09/06/11

Com Cézanne, o sentimento vence a forma
História da arte
Este plano de aula está ligado à seguinte reportagem de VEJA: Pai de Todos - 01/04 /2009
A obra de Paul Cézanne e a Arte Moderna
Habilidades
Conhecer e analisar o objeto artístico; desenvolver a percepção e o potencial criativo em projetos individuais e coletivos.
Tempo estimado: Duas aulas
A reportagem de VEJA “Pai de Todos” destaca a importância de Paul Cézanne para a arte.
Como mostra a revista, o francês contribuiu para dar um novo rumo à história da pintura e essa trajetória você pode ajudar seus alunos a percorrer.
Atividades
1ª aula – Os estudantes devem ter à disposição frutas, objetos e uma câmera fotográfica.
Inicie a atividade propondo questões como: quantas fotografias nós já tiramos na vida?
Quanto tempo é preciso hoje para bater uma foto?
E antigamente, que período era necessário para um artista pintar um retrato ou uma paisagem?
Explique à moçada como a criação da fotografia no século XIX se transformou em um marco para a história da arte.
A partir da possibilidade de registrar um único momento por meio de uma máquina fez com que a pintura passasse por um processo de revisão.
Se a câmera poderia reproduzir as imagens do mundo, o que faria então o pintor?
Questões simples como esta, associadas às pesquisas científicas ligadas aos fenômenos da luz e da visão, contribuíram para que alguns artistas da segunda metade do século XIX direcionassem sua pintura para uma profunda discussão a respeito da percepção da luz, das formas e das cores.
O Impressionismo surgiu quando artistas como Manet, Monet, Renoir e outros deixaram seus ateliês e buscaram captar as cores da natureza, pintando ao ar livre, tentando experimentar as diferentes impressões causadas pela luz natural, o que era bem diferente de pintar dentro dos ateliês fechados e escuros típicos de então.
Comente com a turma sobre as mudanças visuais que a paisagem do nosso dia-a-dia sofre: as luzes do amanhecer e do pôr-do-sol, os dias nublados e chuvosos...
Cada uma dessas situações traz uma visão diferente.
A proposta dos impressionistas demorou a ser entendida, mas com o passar dos anos ela se transformou em uma grande lição para a arte.
Paul Cézanne, o artista de que trata VEJA, aproximou-se desse grupo por volta de 1860 e adorou a experiência de pintar ao ar livre.
 Ele ficou deslumbrado com a possibilidade de registrar como uma mesma paisagem ou forma poderia adquirir diferentes cores somente pela alteração da posição do sol em diferentes épocas do ano.
Um exemplo disso está nas dezenas de pinturas que realizou a partir da montanha de Santa Vitória, localizada perto de Aix, cidade francesa onde nasceu.
Cézanne desenvolveu um método próprio de pintura em que buscava, além da exploração de luzes e cores, a síntese das formas, fazendo com que tivessem a aparência de sólidos geométricos – o que fica claro em suas naturezas-mortas.
 Aproveite esse momento para explicar que esse tradicional gênero de pintura se popularizou na Holanda no século XVII como uma possibilidade de representação de alimentos, flores e objetos do cotidiano das casas.
No século XIX as naturezas-mortas eram consideradas apenas um recurso de estudo dos jovens pintores, mas ganharam um status diferente nas obras desse artista francês.
Para realizar suas pinturas Cézanne elaborava interessantes montagens com frutas e objetos, criando composições baseadas em formas geométricas, como se os elementos quase se transformassem em esferas, cones, cilindros.
Dessa mesma forma ele tratava as paisagens e até mesmo as figuras humanas.
Explique à turma que embora suas obras partissem da natureza, Cézanne não propunha uma pintura que disputasse lugar com a fotografia, mas que revelasse uma maneira pessoal de ver e apresentar o mundo.
Agora, mãos à obra.
 Pensando na questão da natureza-morta, proponha uma composição coletiva utilizando frutas e objetos.
É importante iluminar a composição de diferentes maneiras (com luminárias com lâmpadas de cores diversas, por exemplo, para explorar as sensações provocadas pelas mudanças da luz).
Peça que os jovens fotografem diferentes ângulos do conjunto, lembrando sempre das propostas de Paul Cézanne.
A Montanha de Santa Vitória: Pintada por Cézanne entre 1902 e 1904, a paisagem inspirou diversas obras do artista. Divulgação: Museu de Arte da Filadélfia.

As Grandes Banhistas: obra iniciada em 1898 e terminada pelo pintor francês sete anos depois. Divulgação: Museu de Arte da Filadélfia.


Natureza Morta com Maçãs e Laranjas: o trabalho iniciado em 1895 demorou cinco anos para ser concluído. Divulgação: Museu D’Orsay.
Para criar suas naturezas-mortas, Cézanne estudava atentamente a disposição dos objetos que iria pintar.
 Apesar desse cuidado, a ordenação dos elementos resulta despretensiosa, como neste quadro Natureza-morta com maçãs e laranjas.
O artista não pretendeu realizar uma representação naturalista, mas propositadamente expressou-se pelo artificialismo da própria pintura.
Cézanne não utilizou o mesmo ponto de vista para construir a perspectiva e preencher o espaço da tela, como ocorre na perspectiva científica.
Antes trabalha em diferentes pontos de vista, produzindo vários planos, e permitindo uma angulação de visão diversificada dos objetos.
Esse conceito de ponto de vista múltiplo atingirá sua plenitude no Cubismo.
Mas, já aqui, a distorção resultante reforça o entendimento de que existe uma grande distância entre realidade e visão, entre o objeto e a imagem criada a partir dele, questão já levantada pelo Impressionismo.
Nesse quadro, as maçãs e laranjas são simplificadas em formas esféricas, definidas pela cor. Basicamente o amarelo e o vermelho modelam a fruta, tornando forma e cor uma única coisa. Assim, em vez da maçã ser uma forma colorida, a cor é usada para formar a imagem da fruta.
Uma famosa frase do artista sintetiza seu pensamento sobre a cor: “Quand la couleur est à sa richesse la forme este à sa plenitude”, ou seja, “quando a cor atinge sua riqueza, a forma atinge sua plenitude”.
Cézanne incorpora a luz na cor, uma abordagem da iluminação nova na época de Cézanne.
Para ele, o volume das formas não depende mais do claro-escuro tradicional.
São as cores as responsáveis pela sensação de avanço e recuo das superfícies, como vemos nas frutas desta imagem.
Os tecidos, toalhas e cortinas dão um vigor especial ao conjunto, suas dobras criam uma sucessão de planos que se articulam uns com os outros e dão solidez à composição.
Cézanne resgatou o gênero de pintura de natureza-morta, que havia sido abandonado no século XIX.
Diferente das obras do início deste gênero, durante o período barroco, que, juntamente com as chamadas pinturas de gênero, visavam abordar o cotidiano da classe média em ascensão, Paul Cézanne encontrava na natureza-morta ótimas condições para desenvolver seu trabalho, na medida em que tinha maior liberdade de interação com o seu modelo.
Diz-se que, muitas vezes, o tempo que o artista levava para realizar uma destas obras era tão prolongado que as frutas chegavam a apodrecer.
Além disso, por seu aspecto trivial, tais temas eram bastante compatíveis com as pesquisas objetivas de Cézanne, a busca de reter a essência formal de cada personagem de sua obra sem envolvimentos de outras ordens.
Através desses seres inanimados, o artista alcançou a existência duradoura que tanto almejava.
Esta obra foi apropriada pela equipe de criadores do jogo A Mansão de Quelícera e aparece em duas situações.
Primeiro, no ambiente do Claustro, sobre uma mesa colocada em primeiro plano.
Segundo, como um desafio, na passagem da Sala de Jantar para a Cozinha, onde o jogador tem que definir qual os objetos corretos desta composição.
2ª Aula - Imprima algumas das imagens registradas na aula anterior.
Divida a turma em grupos e distribua as imagens entre eles.
Elas serão o ponto de partida para a realização de pinturas coletivas.
A moçada precisa ter à disposição tinta guache de diferentes cores.
Todos podem criar as próprias cores utilizando tinta látex como base para misturas com pigmentos industriais líquidos ou em pó.
O suporte pode ser um papel encorpado ou uma prancha rígida - como uma chapa laminada de madeira.
Com base nas fotos, os estudantes aplicarão as lições de Cézanne, criando pinturas que sintetizarão as formas da composição por meio de círculos, triângulos, quadrados, explorando também as cores presentes nos registros fotográficos.
Ao término da atividade, as pinturas podem ser reunidas compondo um grande painel.
 Vale a pena montar uma exposição com as fotografias e pinturas, revelando assim os diferentes olhares sobre um mesmo tema.
A lição de Cézanne mostrou às gerações futuras que um mesmo objeto pode ser representado sob diversos ângulos, tornando-se uma das maiores influências para a arte do século XX.
O Museu de Arte da Filadélfia exibe a reprodução de diversas obras de Paul Cézanne.
O Museu D’Orsay, de Paris, tem imagens de produções de Cézanne e de outros importantes artistas de sua época - como Monet, Manet, Renoir, Degas, Van Gogh e Gauguin, entre outros.
Atividade sugerida por Maria José Spiteri Tavolar Passos
Professora de Arte das universidades Cruzeiro do Sul, São Paulo

Biografia
Paul Cézanne

(1839-1906), Aix-en-Provence – França.

Cézanne pertencia a uma família tradicional e seu pai, banqueiro e autoritário, não aceitava a idéia do filho ser artista. Mas Cézanne tinha dificuldades para enfrentá-lo.
Com o apoio de sua mãe, o pai acabou cedendo ao desejo do filho, que abandonou a faculdade de Direito e viajou a Paris, em 1861, para aperfeiçoar os estudos em pintura.
Apesar da presença de seu grande amigo de infância, o (futuro) escritor Émile Zola, Cézanne não conseguiu adaptar-se ao ambiente artístico parisiense e, após seis meses, retornou a Aix e começou a trabalhar no banco do pai.
Descontente com sua vida, largou o trabalho e voltou a Paris em 1862, quando passou a receber dinheiro do pai para se manter.
Porém, não havia espaço para pintores inovadores em meio à arte acadêmica de Paris.
Cézanne foi diversas vezes recusado no Salão Oficial, além de ser reprovado nos exames de ingresso na Escola de Belas Artes de Paris.
Isto só veio a agravar sua instabilidade emocional, que o fazia voltar frequentemente a Aix. Mesmo conhecendo vários artistas, seu modo de ser, irritadiço, tímido e aborrecido, impediu-o de travar relações duráveis com os grupos parisienses, fazendo com que o seu isolamento se tornasse cada vez maior.
Em 1886, Cézanne rompeu relações com Zola que este publicou o romance A Obra - no qual o personagem principal é um artista fracassado com pensamentos e personalidade que se assemelhavam aos de Cézanne.
Esse episódio trouxe muita dor a Cézanne e somou-se à morte do seu pai no mesmo ano.
Passou a viver ainda mais isolado, obstinado em sua busca artística, contrariado com certas opiniões e depressivo.
 A personalidade anti-social do artista fica visível nas obras em que trata personagens humanos, como em Mulher com cafeteira, na qual a frieza e a rigidez da mulher a aproxima da própria figura da cafeteira.
Segundo Márcio Doctors, é este isolamento do artista, sua busca por uma nova verdade para a arte a partir do mergulho em sua solidão intelectual, que irá gerar o mito anti-heróico de Cézanne, um dos mártires do início da Arte Moderna.
Mesmo nas obras do período em que esteve junto aos impressionistas, em 1872, é o aspecto solitário das pesquisas de Cézanne que salta aos olhos, a sua singularidade e a dificuldade de aquietar-se com os ideais artísticos de um grupo.
O Impressionismo tomava a natureza pelo seu aspecto passageiro e traduzia-a em termos óticos, efeitos de luz e cor.
Essa concepção efêmera da natureza não condizia com o pensamento de Cézanne.
Por volta de 1878 ele afastou-se dos impressionistas para buscar a permanência da natureza através de sua estrutura construtiva.
Começou a desenvolver seu próprio estilo, atento ao aspecto bidimensional da pintura.
Cézanne não cria a ilusão do espaço, mas o constrói com objetos, na solidez de suas formas e volumes simplificados em sua essência geométrica.
 Afirmava que "tudo na natureza se modela como a esfera, o cone e o cilindro", tornando volume e espaço um só corpo estrutural.
A cor modela a forma, como podemos observar em Natureza morta com maçãs e laranjas, e a pincelada constrói a cor, como podemos ver em Pirâmide de crânios.
Se crises depressivas acompanharam Cézanne por toda sua vida, foi sem dúvida a persistência, forte marca de sua personalidade, uma das principais responsáveis pelo desenvolvimento de sua genialidade artística.
Sua pintura, que costuma ser enquadrado entre os pós-impressionistas, abriu novos caminhos para a arte do século XX, e trouxe uma nova concepção de percepção da realidade.
Em obras como A montanha de Saint Victoire, o artista prenuncia as pesquisas do Cubismo.
 Imagem de algumas obras e extenso guia de links sobre o artista (em português):
Breve biografia e mais 108 imagens (em inglês): http://www.abcgallery.com/C/cezanne/cezanne.html
 Biografia, obras e textos sobre Cézanne e movimentos artísticos da época (em inglês):
 Completo guia de links para sites de museus com obras do artista (em Inglês):
 Biografia e banco de imagens com inúmeras obras (em espanhol):
http://www.artehistoria.com/genios/pintores/1555.htm
Dica de site: A mansão de Quelícera: jogo com apreciação artística promovendo a contextualização de obras.


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