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Colaboração e Direitos

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Olá amiga(o) ,
Fui professora dos projetos "Estímulo À Leitura",
"Tempo Integral" e a favor da leitura lúdica,
afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog, não se
esqueça de citar o "Linguagem" como fonte.
Você, blogueira sabe tanto quanto eu, que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
receber um elogio...
Venha conferir,
seja bem-vinda(o)
e que Deus nos abençoe.
Krika.
30/06/2009

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JUNHO 2017
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terça-feira, junho 19, 2012

Olimpíadas 2012> Linguagem esportiva 1> 19/06/12



Olimpíadas Londres 2012
Linguagem Esportiva 1

Estaremos vivenciando em julho e agosto de 2012 mais um evento internacional esportivo.
Hora de levar aos alunos informações referentes a esportes.
Não há tempo a perder!
O raciocínio precisa ser veloz, e nós podemos levar conhecimentos esportivos, agregando-os as aulas de linguagem em várias modalidades e gêneros.
Além das abordagens tradicionais ligadas ao evento, como aulas expositivas e informativas do tipo: Origem das olimpíadas, sua história,quadros de medalhas, vencedores, explanação das modalidades de competição, países envolvidos juntamente com o país sede e sua cultura, podemos convidar nossos alunos para conhecer esportes variados e, se possível até elaborar competições nas aulas de Educação Física.
Além de aulas dinâmicas,envolvendo  valores como autoestima, sentido de competir ,vencendo ou não, estaremos ampliando suas descobertas  e motivando-os à praticar esportes.
Linguagem traz algumas abordagens esportivas focando os gêneros textuais, desde aulas informativas como definições de esportes e suas caracteristicas, aulas instrucionais, ou seja, regras de jogo, modelo de quadras,etc. Produções de textos como por exemplo descrições de esportes, ou opinões de  que esporte gostaria de praticar,etc.

ESPORTE: AMPLIANDO OS MOVIMENTOS CORPORAIS

 
■ Expressar interesse, valorizar os avanços, aprender a aceitar contribuições, melhorar auto-estima (confiança e entusiasmo);
■ Ampliar o repertório de movimentos corporais;
■ Enfrentar os desafios usando o que sabem e elaborando estratégias para ganhar o jogo;
■ Compreender a necessidade de regra e respeito à mesma;
■ Discutir as regras e verificar se há outro jeito de jogar, modificando-as;
■ Participar de forma organizada e com autonomia do esporte coletivo: queimada, volley e basquete;
■ Expressar opiniões a respeito do esporte, do envolvimento dos participantes, das atitudes dos participantes e apresentar propostas;

Duração das atividades
5 aulas com duração de 50 minutos.

Estratégias e recursos da aula
Levantamento das ideias dos alunos sobre os esportes coletivos: queimada, vôlei e basquete.

1º MOMENTO - O/a professor/a deverá perguntar aos alunos:
■ O que é queimada, vôlei e basquete?
■ Onde teve início cada um desses esportes?
■ Quais as regras desses esportes?
Após essa conversa organize as crianças em três grupos.
Cada grupo ficará com um dos esportes. Oriente cada um dos grupos a registrarem o que pensam e conhecem desses esportes, por meio do desenho.
Em seguida, peça para escreverem de acordo com suas hipóteses de escrita, aspectos relacionados a cada um desses esportes: atletas, roupa, espaço/lugar onde esses jogos são realizados, materiais utilizados (bola, rede, cesto) e as regras.
Todos os desenhos e informações deverão ser fixados no mural da sala com o seguinte título: O que sabemos sobre os esportes - queimada, vôlei e basquete, ou o titulo que a turma sugerir.

2º MOMENTO – Realizar uma pesquisa juntamente com os alunos sobre esses esportes.
A professora deverá ler os diversos livros e textos selecionados pelo grupo, possibilitando ao grupo conhecer a origem desses esportes e suas regras, confrontando com os conhecimentos prévios dos alunos.

quadra de voleibol


Foto da partida de voleibol


3º MOMENTO – Elaboração e registro escrito de perguntas para entrevistar um atleta de basquete, vôlei e queimada.
O/a professor/a propõe aos alunos que participem da elaboração das perguntas.
Estas devem ser elaboradas dentro do contexto de diálogo e interação.
Os alunos fazem perguntas e o/a professor/a assume o papel de mediador dos diálogos, ajudando a refletirem e elaborarem as perguntas com clareza para que o/a entrevistado/a entenda o que se pretende saber.
Assim, é possível levantar as seguintes questões:
- Quais as regras de cada esporte?
- Quando e com que idade começou a praticar o esporte?
- Quantas competições já ganharam?
- O que um atleta recebe quando ganha uma competição?
- Quantas horas treinam por dia?
- Como é o fardamento?
- Como é a alimentação de um atleta?


4º MOMENTO – Aula passeio ao clube ou escola para assistir os atletas praticando os esportes – vôlei, basquete e queimada.
O/a professor/a deve orientar os alunos para que observem o local onde os atletas jogam, as regras e o vocabulário/termos próprios de cada esporte.
Ao retornar do passeio, o/a professora deve propor aos alunos o registro acerca da aula passeio, solicitando que desenhem e escrevam o que aprenderam nessa aula.
Após esse momento individual, convide os alunos a socializarem suas aprendizagens com os demais colegas da sala.

5º MOMENTO – Planejamento e realização de um campeonato de queimada, vôlei e basquete.
- O/a professor/a discute e combina com os alunos quando, onde, em que dias e qual esporte – queimada, vôlei, basquete - querem jogar - O/a professor/a e alunos, discutem e combinam as regras.
 Nesse momento, verificam e definem outros modos/regras para vivenciarem esses esportes. Ao término do campeonato, realize com os alunos uma avaliação, destacando os pontos positivos e apontando solução os problemas ou situações desagradáveis.

Recursos Complementares



Avaliação
■Respeitaram as regras;
■Ampliaram o repertório de movimentos corporais;
■Elaboraram estratégias para jogar;
■Participaram dos esportes coletivo: queimada, volley e basquete;
■Expressaram suas opiniões a respeito do esporte.


Introdução ao volei:
 
Objetivos
- Desenvolver técnicas do vôlei.
- Reconhecer habilidades e dificuldades em si e nos colegas.

Conteúdo
Fundamentos básicos do vôlei (saque, manchete e toque).
Vejam aqui:
http://revistaescola.abril.com.br/educacao-fisica/pratica-pedagogica/introducao-ao-volei-voleibol-626787.shtml

Atletismo
Objetivo
- Aprimorar a habilidade de correr com velocidade e boa coordenação motora.

Flexibilização
Os alunos com algum tipo de deficiência física poderão participar desta atividade desde que possam contar com alguém que os auxiliem, seja empurrando a cadeira de rodas, ou apoiando naquilo que for preciso. Ainda assim, é importante considerar o fato de que estarão em situação de desvantagem em relação aos outros. No caso de alunos cadeirantes, na maioria das vezes, um simples colega "empurrador" pode resolver o problema, desde que seja rápido (você propor um "teste" antes). No caso de alunos que andam com algum tipo de dificuldade e não contam com o apoio da cadeira, pode-se propor aos corredores das outras equipes que, no momento em que vão disputar com eles, o façam de uma forma diferente, enfrentando um desafio a mais como correr de costas ou de lado, por exemplo. A ideia é diminuir a desvantagem, tentando fazer com que todos enfrentem um desafio com graus de dificuldade e esforço parecidos. Mais importante que isso, é compartilhar as ideias entre todos, pedindo sugestões e ouvindo os comentários de todo o grupo. Este tipo de situação tem sua importância na medida em que contribui para que todas as crianças construam gradativamente uma disposição para encarar os próprios desafios e dificuldades de forma criativa e aberta à diversidade.

Desenvolvimento
Peça que os alunos se dividam em duplas, trios ou quartetos. Em um pátio, eles ficam uns ao lado dos outros e, ao sinal do professor ou de um colega, um participante de cada grupo corre o mais rápido que puder, tentando chegar em primeiro lugar a um ponto definido. Quando a primeira bateria terminar, é hora de outros integrantes de cada equipe participarem. Esteja atento para que todos tenham a oportunidade de correr e oriente as crianças quanto aos fundamentos da corrida: posição de largada, atenção e concentração, movimentos coordenados de braços e pernas, respiração, olhar sempre fixo à frente etc. Desafie a garotada a correr de formas diferentes (de costas, de lado, num pé só) e diversifique os espaços, aumentando ou diminuindo a distância da pista.

Avaliação
Um bom indicador de que a turma está correndo cada vez mais rápido é o tempo gasto para completar a distância estipulada. Após a realização de algumas corridas, registre o tempo de todos e estabeleça com eles algumas metas. Tome como base a média de velocidade do grupo e defina os objetivos mais viáveis para cada aluno, visando diminuir o seu tempo. Repita várias vezes a atividade e incentive as crianças a registrar e monitorar seu tempo para ver se melhoram suas marcas.


 O atletismo na Educação Física escolar
Objetivos
- Conhecer alguns elementos do atletismo como modalidade esportiva olímpica.
- Refletir sobre a questão do gênero nas modalidades esportivas.

Conteúdos
- Conceituação do atletismo.
- Jogos e situações próximas às da modalidade oficial.
- Competições oficiais e as diferenças de gênero.

Tempo estimado
Sete aulas.

Material necessário
Cordas, garrafas PET com um pouco de água, giz, bambolês, cones, fita crepe, jornal, fita adesiva grossa, cabos de vassouras, caixas de papelão, barbante, cartolina ou papel pardo.

Desenvolvimento
1ª etapa
Pergunte aos alunos o que eles conhecem sobre o atletismo.
Em seguida passe um vídeo que mostre imagens de diversas provas.
Discuta o vídeo com os alunos, buscando construir um conceito sobre esse esporte.
Deixe que se manifestem, complemente, corrija equívocos e responda às perguntas que surgirem.
É importante ressaltar que a modalidade engloba diversas provas, a maioria individual.
Agrupe-as para melhor entendimento dos alunos: corridas, saltos, arremessos e lançamentos, explicando que existem variações.
 As corridas, por exemplo, incluem as de velocidade de 100 e 200 metros, de revezamento, de obstáculos, com barreiras, maratona etc.

Vídeos sugeridos:




Escolha uma das provas em conjunto com os alunos ou faça uma sugestão, como a corrida de velocidade, que pode ser feita de uma extremidade à outra da quadra.
 Primeiramente, separe meninos e meninas explicando que nas modalidades de corridas oficiais essa é regra (esse será o único momento em que eles estarão separados).
Depois, coloque-os para correr juntos, divididos em grupos mistos menores.
Quem estiver esperando a vez fica responsável por marcar os tempos ou observar e anotar quem chega primeiro.
Em seguida, proponha um jogo no qual os estudantes são colocados em duplas.
Cada dupla receberá uma folha de jornal que deverá ser levada ao colega parceiro - que se posicionará à sua frente, em sentido contrário ao dele e a uma distância que pode ser de uma lateral a outra da quadra (ou de uma linha de fundo a outra).
A folha deve ser colocada em contato com o corpo, sem ser dobrada, ou segurada pelas mãos. Vence a dupla que conseguir fazer o trajeto primeiro. (neste caso, quem está com a folha leva para o parceiro, chegando ao lado oposto à sua posição inicial.
O parceiro então, pega a folha e a leva para o outro lado, de onde saiu seu companheiro).
A dupla que conseguir fazer essa troca de lugar levando a folha de jornal junto ao corpo andando rápido, mas sem correr, vencerá.
Esse mesmo jogo poderá ser feito com mais estudantes, assim, a equipe que trocar de lugar primeiro, levando o jornal desse mesmo modo, vence o jogo.
Concluídas as duas atividades, organize uma roda de conversa e incentive todos a comentar as vivências, identificando o que foi aprendido e de que forma, ou a apresentar dúvidas.
Fale sobre as diversas provas de corrida de velocidade e as características básicas delas: distâncias curtas, saídas baixas (com blocos de partida, para dar impulso) e velocidade como capacidade física fundamental.
Incentive a discussão sobre a questão do gênero, sempre mostrando um olhar crítico, e incentive a superação de preconceitos.
Comente sobre a corrida individual, por gênero e depois mista, perguntando como foi para os alunos essa vivência. Exponha as questões fisiológicas que permeiam as competições olímpicas que separam os atletas dessa forma.

2ª etapa
Retome as atividades da aula passada, relembrando as características básicas das corridas de velocidade, e proponha a prática de um jogo - que deve ser comparado aos realizados anteriormente.
Divida a turma em grupos mistos com aproximadamente oito integrantes cada. Se as equipes ficarem com o número desigual basta um aluno participar duas vezes.
Organize-os em colunas distantes 2 metros uma das outras numa das laterais da quadra.
Um aluno do grupo fica do lado oposto da quadra e, ao seu sinal, sai em busca do colega que está no inicio da coluna à sua frente.
Lá chegando, ele segura esse colega pela mão e os dois voltam para lado oposto da quadra.
 Os dois dão meia volta e buscam o próximo da fila, sem soltar as mãos. Ganha a equipe que se transferir mais rapidamente para o outro lado da quadra.
Terminado o jogo, reúna os estudantes num roda de conversa e peça que exponham suas reflexões sobre a prática e a construção do conhecimento acerca dela.
Faça um comparativo com as características das corridas de velocidade e as de resistência, buscando levantar os elementos que caracterizam essa última: distâncias longas, saída alta (em pé) e resistência aeróbica como capacidade física principal.

3ª etapa
Resgate as vivências realizadas nas aulas anteriores e, em seguida, pergunte o que as crianças sabem sobre o espaço onde ocorrem as competições de atletismo.
 Discuta o tema e proponha que todos juntos construam uma pista na quadra.
Você pode propor a utilização de giz ou fita crepe para contornar o espaço e construir pelo menos duas raias. Outra opção é o uso de cones ou garrafas PET com água.
Feitas as raias, explique que há diferença no comprimento da interna e que, por isso, quem está nela tem de largar de uma marca localizada mais atrás.
Proponha, então, uma corrida de velocidade entre os alunos nesse espaço.
Se não for possível fazer várias raias, peça que alguns alunos marquem os tempos dos outros e anotem os nomes numa cartolina ou papel pardo para posterior análise.
Nesse período, os que não estiverem participando devem realizar outra atividade.
Depois, organize uma corrida de revezamento utilizando cabos de vassouras cortados ou canudos de jornal.
Coloque-os em grupos mistos e ressalte a importância do trabalho em equipe.
No fim, forme uma roda de conversa para todos exporem as reflexões sobre as vivências e o que aprenderam com elas.
Retome o cartaz com os nomes e os tempos para uma análise conjunta dos melhores tempos e equipes. Levante as razões dos resultados e a questão de ganhar e perder.
Aponte se houve mais meninas que meninos com tempos melhores, incentivando o debate.
Cada turma terá um cenário diferente.
O importante é levar os alunos a analisar os resultados de forma crítica, observando as inúmeras questões que envolvem a competição e as diferenças de gênero.
É possível que apareça uma menina mais rápida que todos os meninos ou não.
A discussão é válida em ambos os casos para acabar com os preconceitos.

4ª etapa
Recorde o que foi abordado nas aulas anteriores, comparando os dois tipos de corrida e suas características principais.
Aponte para a importância da vivência na pista construída e proponha o uso dela para as corridas de resistência.
Como seria possível utilizá-la tomando por base as características desse tipo de competição?
Em cada turma surgirão ideias diferentes.
 Uma possibilidade é o jogo do mensageiro. Divida os alunos em dois ou três grupos, que deverão numerar seus participantes.
O número 1 de cada equipe receberá uma mensagem a ser levada ao rei tendo que, para isso, dar três voltas na pista.
Depois, ele passará a mensagem para o próximo mensageiro do seu grupo (número 2) até que ela chegue ao rei.
O grupo que levar a mensagem ao rei primeiro vence o jogo. No fim do jogo, discuta com todos sobre o que sentiram e aprenderam.
Em seguida, conte a história da maratona, de forma a despertar a curiosidade e a imaginação da garotada.

5ª etapa
Faça uma revisão do que foi aprendido até então, sempre com base no que os alunos mencionarem.
 Inicie a construção do conceito de marcha atlética, questionando-os a respeito da única prova de atletismo que se faz andando.
Proponha o jogo pega congela andando.
Dois ou mais pegadores devem encostar a mão nos demais para congelá-los e quem está livre tem de descongelá-los da mesma maneira - mas ninguém pode correr, somente andar.
Mude os pegadores a cada 2 a 3 minutos.
Após esse jogo, converse sobre os movimentos necessários durante a brincadeira e incentive as discussões sobre o tema buscando construir o conceito de marcha atlética.
Em seguida, explique a diferença entre essa prova e as anteriores, como a inexistência da fase aérea (presente na corrida).
Em seguida proponha uma atividade de pega-pega em duplas.
Numa das laterais da quadra, os alunos são posicionados um na frente do outro, os dois voltados para a mesma direção. A distância entre eles deve ser de três passos.
 Ao seu sinal, a criança de trás tenta pegar a da frente, mas ambas só podem andar rápido.
Ao chegarem à outra lateral as funções se invertem e o jogo se repete.
A atividade pode ser retomada com a troca dos membros da dupla.
 Primeiro, proponha trajetos curtos para que a turma entenda a dinâmica da marcha.
No entanto, é importante alterar o percurso a fim de que os estudantes fiquem mais tempo nessa movimentação.
Se preferir, estabeleça um tempo para que consigam pegar o colega.
No fim da atividade volta-se à roda de conversa para que falem sobre o que sentiram e as dificuldades encontradas.
Com base nisso, complemente os conceitos construídos anteriormente e trate das características dessa prova: distâncias longas, partidas altas e resistência aeróbica como capacidade física fundamental. Portanto ela se parece mais com as corridas de resistência.
É importante que os alunos cheguem a essa conclusão.

6ª etapa
Retome novamente o que os alunos aprenderam anteriormente e pergunte sobre as corridas com barreiras e obstáculos, incentivando a curiosidade e a descoberta. Após essa primeira sensibilização, mostre este vídeo. Os alunos vão relembrar os outros tipos de corrida e observar imagens da de obstáculos e da com barreiras. Pensar com os alunos na possibilidade de realizar essas corridas na escola torna-se importante para criar adaptações. Proponha a colocação de barreiras feitas com cones e cordas na pista construída na quadra ou de uma extremidade à outra da quadra. Pode-se usar barbante e garrafas PET, uma sobre a outra. Para isso, corte a boca de algumas garrafas e encaixe uma na outra até a altura desejada. Coloque água ou terra na garrafa de baixo. Prenda o barbante na boca da de cima.


Incentive os alunos que ficarem com medo de tropeçar ou mesmo de fracassar. Deixe que eles experimentem antes de começar a corrida de uma forma mais competitiva, sempre lembrando que o objetivo da aula é diferente do relativo ao esporte oficial. Forme dois ou três grupos. Cada integrante receberá um número. O primeiro realiza o trajeto, volta, dá o sinal para que o segundo vá e assim por diante. A ideia de formar grupos visa dinamizar a aula, pois o elemento competitivo é motivador. Além disso, estimula o trabalho em equipe e o respeito às diferenças de gênero, de habilidades e às pessoas com deficiências.
Em seguida construa com as crianças os obstáculos para outra modalidade de corrida. Podem ser usadas as mesmas barreiras da vivência anterior e também caixas de papelão grandes ou outros materiais disponíveis. Lembre-se de deixar a turma explorar os materiais antes da competição em grupos, de estabelecer um percurso mais longo ou indicar que os participantes passem duas ou mais vezes pelo percurso, apontando aí uma das diferenças entre as duas corridas. Depois, organize uma roda de conversa expondo as reflexões e os apontamentos e fazendo a construção de conceitos sobre os dois tipos de corridas e suas características.

Avaliação
Em cada roda de conversa deve ser feita uma avaliação por meio da observação com relação à participação dos alunos e à compreensão deles em cada revisão realizada.
Proponha uma avaliação documental sobre o que foi aprendido (por escrito ou com desenhos) para que os estudantes coloquem no papel o que aprenderam na prática sobre as diferenças entre as corridas, os elementos que cada uma delas apresenta, como eram realizadas etc.
Peça, ainda, uma autoavaliação individual para que eles reflitam sobre todo o processo de aprendizagem sobre as corridas do atletismo.
Separe a autoavaliação dessa forma:
1) corridas de velocidade e resistência;
 2) marcha atlética;
3) elaboração e construção do material e pista;
4) corridas com barreiras e obstáculos;
5) Atribuição de uma nota de 0 a 5, com base em todo o trabalho, justificando os motivos da nota.
Em cada tópico os alunos irão pontuar o que foi mais e menos interessante, o que de fato aprendeu, de que momento mais gostou, como foi participar do processo e o que mudaria para melhorar a forma de trabalhar com o atletismo.
Cada ponto tem de ser justificado.
Lembre a todos que a autoavaliação fará parte do processo avaliativo, juntamente com a nota da avaliação documental.
No fim, exponha a sua percepção sobre o desenvolvimento da turma durante o processo.
Quer saber mais?
Atletismo se Aprende na Escola, Sara Quenzer Matthiessen (org.), 144 págs., Ed. Fontoura, 30 reais
Atletismo para Crianças e Jovens: Um Projeto de Extensão Universitária, Aline de Oliveira Gomes, Sara Quenzer Matthiessen e Guy Ginciene. Rev. Ciênc. Ext. v.7, n.1, p.6, 2011.

 
  Circuitos para reflexão sobre o corpo e os movimentos

Objetivos
- Analisar e refletir sobre o corpo e os movimentos
- Conhecer limites e possibilidades de movimentação do corpo.
- Aprender a controlar gradualmente o movimento do corpo.
- Ampliar o repertório motor.

Conteúdos
- Reconhecimento dos limites do corpo.
- Exploração das possibilidades de movimento do corpo.

Tempo estimado
Oito a dez aulas.

Materiais necessários
Colchonetes, cordas, bambolês e cones.

Flexibilização
Para alunos com deficiência física (nos membros inferiores)
Na roda, faça com que todos se sentem em cadeiras, para que fiquem na mesma altura do colega que está na cadeira de rodas. Peça que o aluno com deficiência física fale sobre os movimentos que consegue fazer e conte como adapta os movimentos que não consegue realizar. Durante a 3ª etapa, o aluno precisará da sua ajuda para rolar no chão e da ajuda dos colegas, que podem guiar a cadeira do aluno pelo circuito de cones. Este aluno também pode ser desafiado a empurrar a própria cadeira dentro de um limite proposto com cordas colocadas paralelamente. Também é recomendável propor atividades que possam ser cumpridas com o aluno no chão, em colchonetes, que estimulem os movimentos possíveis para a criança com deficiência nos membros inferiores. A montagem dos circuitos em grupo pode ser uma boa chance para que os colegas experimentem alguns movimentos que são comuns para a criança com deficiência. Sempre estimule novos desafios e as potencialidades do seu aluno, inserindo-o no grupo.

Desenvolvimento
1ª etapa
Sente com os alunos em uma roda e converse sobre as possibilidades de movimentação do nosso corpo. Pergunte quais movimentos eles costumam realizar no dia a dia quando acordam (como o espreguiçar), ao escovar os dentes, ao caminhar até a escola ou quando brincam com os colegas. Sugira que as crianças se levantem, experimentem esses movimentos e falem quais as partes do corpo são acionadas para a realização de cada um deles. Com a turma espalhada pela quadra ou pelo local em que ocorre a aula, dê comandos para que realizem os movimentos discutidos, como se espreguiçar, caminhar, saltar, entre outros. Também estimule os alunos a criar movimentos novos a partir dos que foram experimentados.

2ª etapa
Pergunte como os animais se deslocam. Ouça os exemplos das crianças e questione como esses movimentos podem ser imitados. Com a turma espalhada pela quadra ou pelo local em que ocorre a aula, solicite que realizem os movimentos de diferentes animais. Diga para se posicionarem como se estivessem dentro de um ovo, tal e qual um pintinho antes de nascer. Em seguida, estimule-os a imitar desde o nascimento do pintinho até sua transformação em galo ou galinha. Agora, pergunte aos alunos sobre como dormem, comem, correm ou se espreguiçam os animais que conhecem. Comece pelos animais domésticos (cachorros, gatos etc.) e, depois, fale dos animais de fazendas (porco, vaca, ovelha, pato etc.), sempre pedindo para a criançada imitá-los. Vale também imitar animais que seriam vistos em um safári na África, por exemplo, caso de leões ferozes e girafas enormes, ou, então, aqueles que habitam a floresta Amazônica, como macacos saltitantes e jacarés de bocas enormes ao espreguiçar ao nascer do sol.

3ª etapa
Para explorar e desenvolver ainda mais as habilidades motoras da meninada, monte um circuito de atividades com materiais simples. Organize as estações de modo que os alunos possam vivenciar diversos movimentos a partir de diferentes desafios: equilibrar-se sobre uma corda (ou sobre uma linha desenhada com giz), subir em um banco de madeira e saltar (ou saltar por cima de colegas deitados no chão), desviar de cones (ou de garrafas plásticas com água) dispostos em linha reta, saltar dentro de bambolês (ou dentro de círculos desenhados com giz) e rolar sobre colchonetes (ou sobre grama ou outro piso macio). Primeiramente, deixe que os alunos percorram o circuito utilizando os movimentos que quiserem. Depois, indique quais movimentos são os pretendidos nessas atividades. Em seguida, faça com as crianças a associação dos movimentos vivenciados no circuito aos utilizados cotidianamente pelos alunos. Não esqueça de permitir que os alunos proponham variações, como equilibrar-se sobre a corda andando de costas, saltar dentro dos bambolês com apenas um dos pés ou transpor o banco sem tocá-lo. Por fim, peça que realizem o circuito também com os olhos vendados para estimular o desenvolvimento da percepção por meio de outros sentidos (que não seja a visão), de modo a desenvolver mais a sensibilização corporal. Por fim, proporcione momentos de socialização das experiências.

4ª etapa
Agora será a vez de as crianças sugerirem as atividades e os movimentos em um novo circuito de habilidades. Separe os alunos em grupos para que cada um crie um circuito diferente a ser vivenciado pelos colegas. Após a vivência dos circuitos, compare os movimentos e os desafios propostos por cada grupo, discuta sobre as diferenças entre eles e de onde surgiu a ideia para aqueles movimentos. Proponha também que a criançada construa, com base nas ideias anteriores dos grupos, um único circuito para que todos o experimentem. Apresente os materiais disponíveis e ressalte que a ideia é variar ainda mais os tipos de saltos, rolamentos e deslocamentos. Acompanhe um pouco da criação do novo circuito e assista a uma execução completa dele. Finalize com uma conversa e a produção de um quadro com legendas para registrar os movimentos vivenciados durante as aulas, tanto os sugeridos pelo professor como os criados pelos alunos, de modo que possam comparar o que sabiam e o que aprenderam.

Avaliação
É importante observar se os objetivos propostos para estas aulas foram gradativamente compreendidos e atingidos pela turma. Tenha atenção especial nos momentos de socialização das experiências motoras e, por fim, no momento da realização do registro coletivo das atividades, pois pode ser necessário reajustar as propostas para se adequar às especificidades da turma ou planejar atividades futuras.





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