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Colaboração e Direitos

Colaboração e Direitos Autorais
Olá amiga(o) ,
Fui professora dos projetos "Estímulo À Leitura",
"Tempo Integral" e a favor da leitura lúdica,
afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog, não se
esqueça de citar o "Linguagem" como fonte.
Você, blogueira sabe tanto quanto eu, que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
receber um elogio...
Venha conferir,
seja bem-vinda(o)
e que Deus nos abençoe.
Krika.
30/06/2009

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quinta-feira, maio 19, 2011

Ruth Rocha e Afins - 19/05/11

O dia em que meu primo quebrou
a cabeça do meu pai”
Ruth Rocha
Vocês precisavam conhecer o meu primo, puxa vida que chato que ele é!
Ele é tão certinho, mas tão certinho, que eu tenho sempre vontade de chutar a canela dele...
E nem isso eu posso, que ele é menor que eu e é faixa marrom de caratê.
E joga futebol... ele é goleiro, e tem luva de goleiro e camisa de goleiro e uma joelheira de verdade, que a Juju falou que é cotoveleira de gente grande e que criança usa joelheira.
E na escola?
Ganha até do primeiro da classe!
Ele sabe tudo só tira 10. Nunca vai para fora da classe, nunca tem anotação na caderneta.
E quando ele vai à minha casa, puxa vida! Meu pai fica dizendo: “Olha como o Armandinho come espinafre direitinho e cumprimenta todo mundo, não é como você que entra que nem um furacão se falar com ninguém...”
E as canetas do Armandinho não estouram e não sujam a mão dele toda de tinta, os cadernos dele não enrolam nos cantos que nem os meus e os lápis de cor dele gastam todos iguaizinhos, não ficam que nem os meus que logo acaba o vermelho e acaba o azul.
É por isso que eu não posso nem ouvir falar de Armandinho.
E é por isso que quando aconteceu o que eu vou contar eu fiquei me divertindo...
Neste dia o Armandinho já tinha enchido as minhas medidas.
 Vocês não vão acreditar, mas o Armandinho trouxe flores para a minha avó. Pode ?
E ele veio com uma roupa que eu acho que a minha mãe e a dele compraram no mesmo dia e que era um horror e que eu disse pra minha mãe que eu mão ia vestir nem que fosse amarrado.
E minha mãe e a minha avó só faltavam babar quando viram o Armandinho com aquela roupa de palhaço.
E na hora do almoço tinha fígado e o desgraçadinho gostava de fígado.
E ele tinha ganho o prêmio na escola e tocou piano pra minha mãe ver e tinha entrado na aula de natação!
Quando ele começou a contar que ia à Disneylândia nas férias e que ele tinha ganho um aparelho de videocassete, eu até levantei da mesa e disse que ia vomitar.
E fui pro meu quarto e me tranquei lá em cima e fingi que não ouvi quando minha mãe me chamou.
Mas depois de um tempo eu comecei a ouvir um berreiro, minha mãe falava sem parar e eu fui descendo a escada devagar e ouvi a minha avó dizer à minha mãe:
-- Foi o Armandinho... Ele quebrou a cabeça do Pacheco...
Eu podia perceber que minha avó ouvia o Armandinho chorando feito um bezerro desmamado.
Aí eu fiquei preocupado, que eu nem sabia que meu pai estava em casa e eu não ouvia a voz dele... “Será que meu pai morreu?” Eu pensei, e fiquei aflitíssimo com essa idéia.
E aí eu cheguei na sala e estava aquela zona! O Armandinho chorando no colo da minha avó. Minha mãe abaixada junto ao piano cantando uma coisa que eu não sabia o que era. E eu já entrei gritando:
-- Cadê meu pai? Meu pai morreu?
Minha mãe ficou muito assustada e correu para mim:
-- Seu pai morreu? Que é que você está dizendo?
E eu então percebi o que tinha acontecido e comecei a rir que não parava mais.
Cheguei a sentar no chão de tanto rir!
 É que o Armandinho tinha quebrado a cabeça de gesso que tinha em cima do piano e que era de um tal de Beethoven...
ROCHA, Ruth. Historinhas malcriadas. Rio de janeiro: Salamandra, 1991
Sugestões de questões para interpretação e estudo do texto:
1) O narrador participa dessa história? Copie o trecho que comprova sua resposta.
2) Quantos parágrafos tem o texto?
3) O que o menino quis dizer com : “ E nem isso eu posso, que ele é menor que eu e é faixa marrom de caratê “ ?
4) O primo de Armandinho é organizado com o seu material escolar? Que parte do texto justifica a sua resposta?
5) Explique as expressões grifadas:
a)“ Neste dia , o Armandinho já tinha enchido as minhas medidas.”
b)“ E minha mãe e a minha avó só faltavam babar quando viram o Armandinho com aquela roupa de palhaço.”
c)“Eu podia perceber que minha avó ouvia o Armandinho chorando feito um bezerro desmamado”.
6) Na sua opinião, qual é o sentimento que o menino tem pelo seu primo Armandinho? Por quê?
7) De acordo com o texto, quais são as características do Armandinho e de seu primo? Complete o quadro comparando os dois personagens:
Armandinho
Menino
8) Separe as sílabas das palavras:
enrolado
enrugado
marromg
goleiro
criança
caderneta
9) Procure no dicionário o significado de:
joelheira
cumprimentar
caderneta
10) Retire do texto 10 substantivos comuns:
a) Coloque-os em ordem alfabética:
b) O que você deve olhar para colocar palavras em ordem alfabética?
11) Retire do 3o parágrafo:
3 palavras trissílabas
3 palavras dissílabas:
3 verbos
12)As palavras podem ser oxítonas, paroxítonas ou proparoxítonas.
Retire do texto 5 palavras oxítonas e circule a sílaba tônica de cada uma delas.
Retire do texto 5 palavras paroxítonas e circule a sílaba tônica de cada uma delas.
Fonte: http://atividadesquintoano.blogspot.com/2010/06/portugues.html

Narrativa - "Historinhas Malcriadas":
peraltice infantil de Ruth Rocha
Autor :Daniela Braga de Paula
Co-autor(es) :Eliana Dias
Estrutura Curricular:
 Análise e reflexão sobre a língua
 Língua Portuguesa: Língua oral e escrita: prática de produção de textos orais e escritos
 Prática de leitura
Dados da Aula:
O que o aluno poderá aprender com esta aula:
■Analisar a obra;
■pesquisar sobre vida e obra da autora;
■encenar os contos da obra.
Duração das atividades:
03 aulas de 50 minutos
Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno:
Produção, leitura, análise e reflexão sobre linguagens.
Estratégias e recursos da aula:
■Discussões coletivas;
■pesquisa;
■questões interpretativas;
■encenação.
Recurso:
■Computador com internet.
Atividade 1:
O professor, como motivação, deverá perguntar aos alunos se seus pais têm o hábito de conversar com eles sobre o tempo em que eles, os pais, eram crianças.
Perguntará se sabem contar alguma peraltice envolvendo seus pais quando crianças.
Após dar oportunidade para que muitos falem, levará a turma ao laboratório de informática para acessarem o site:
Neste site encontrarão várias janelinhas.
A primeira a que devem entrar será "História de Ruth".
O professor explicará que conhecerão ali o narrador das interessantes histórias que lerão mais tarde.
Poderá pedir a um aluno que faça a leitura em voz alta enquanto os outros a seguem e se revezam nessa ação.
O professor, durante esta atividade, deverá, na mudança de leitor, interromper para fazer algumas perguntas orais como:
1- Como Ruth Rocha nasceu em 1931 e começou a escrever literatura em 1967, vocês pensam que ela começou cedo ou tarde sua história como escritora?
2- Ela já teve mais de 130 títulos publicados.
Entre eles há livros de ficção, didáticos, paradidáticos e um dicionário.
O que são livros de ficção? Livros didáticos? Livros paradidáticos?
3- Quem gostaria de comentar sobre a biografia de Ruth Rocha?
Roteiro:
Para que haja registro, possa ser lembrado posteriormente, o professor proporá:
Retirem do texto as seguintes informações:
1- Nome da autora:
2- Naturalidade:
3- Algumas de suas obras:
4- Pequeno comentário sobre a vida da autora.
Atividade 2:
O professor dirá que agora lerão histórias escritas por Ruth Rocha.
Distribuirá os quatro títulos abaixo entre os muitos pequenos grupos que deverá formar.
Ilustrando: o texto "Apanhei assim mesmo" poderá ser trabalhado por vários grupos.
Como irão representar a história lida e em cada uma delas há poucos personagens (e os alunos não gostam de ficar de fora), dará a cada grupo um título para lerem, ensaiarem e encenarem para a classe.
Explicará que uma dramatização não deve ter narrador e que alunos criativos, ao representarem, vão criando situações para que a plateia os entenda.
O professor pedirá que leiam o texto muitas vezes para que depois da apresentação possam discutir com ele, professor, diante da classe alguns aspectos do texto que só quem o leu pode observar.
Professor, incentive os alunos a procurarem ajuda de outros professores, de Artes por exemplo.
"O dia em que eu mordi Jesus Cristo"
"Apanhei assim mesmo..."
''Bom pra tosse''
"O dia em que meu primo quebrou a cabeça do meu pai "
Atividade 3:
Após as representações, o professor colocará os alunos em um círculo grande e pedirá àqueles que leram "O dia em que eu mordi Jesus Cristo" para fazerem um semicír- culo dentro do outro.
Fará com esses, os formadores desse primeiro grupo, o seguinte debate:
1- O narrador-personagem deste texto é masculino ou feminino? Justifiquem.
2- Como vocês explicam o uso da palavra tal pelo narrador, como em: ..."arranjaram uma tal aula de catecismo"; ..."na tal aula", ..." coisa e tal"...
3- Vocês devem ter notado que o narrador-personagem vai juntando frases diferentes em um único parágrafo. Por que faz isso? (Se necessário, leia para eles alguns fragmentos.)
4- O texto foi escrito em língua culta ou coloquial? Expliquem.
5- Vocês pensam que o narrador-personagem gostou da experiência ou não? Justifiquem.
Segundo grupo: Alunos que leram "Apanhei assim mesmo..." assumem o semicírculo.
1- O narrador-personagem deste texto é masculino ou feminino? Justifiquem.
2- Por que as frases da personagem são curtas?
3- O texto está em língua culta ou coloquial? Expliquem.
4- Ele diz que "Todos os meninos da minha classe já tinha fumado e eles viviam gozando da minha cara por isso". Por que isso acontecia? Em língua culta como ficará essa frase?
5- Ouçam, estas frases ditas pelo narrador-personagem:
"Cada vez que um cigarro ia acabando eu acendia outro, que nem meu pai faz."
"Precisa de ver que surra que eu levei!
Meu pai achou que eu tinha tomado pinga!"
O que se pode entender disso? Fumar pode, beber não?
Terceiro grupo: Alunos que leram "Apanhei assim mesmo..." assumem o semicírculo.
1- Que crítica pode-se fazer do Alvinho?
2- O que ele queria dizer com as interjeições que dava como resposta às perguntas feitas pelos pais sobre o trabalho?
3- Vocês pensam que a família acertou ou errou mais uma vez ao colocá-lo para trabalhar?
4- O texto está em língua culta ou coloquial? Expliquem.
5- O texto termina como começou:
"O Alvinho ficou na sala de espera esperando.
E só ouvia dona Branca dizer:
- Paciência? Estou cansada de ter paciência..."
Por que o narrador-personagem usou o artifício de se repetir?
Quarto grupo: Alunos que leram " O dia em que meu primo quebrou a cabeça do meu pai " assumem o semicírculo.
1- O que fazia os meninos, Armandinho e o narrador-perdonagem serem tão diferentes?
2- Na opinião do grupo, quem é o menino que seria amigo de vocês? Justifiquem.
3- O texto está em língua culta ou coloquial? Expliquem.
4- Expliquem a razão da confusão final.
Após encerrar a atividade de encenação o professor pode indicar aos alunos a feitura da cruzadinha que se encontra na janelinha do site.
Como eles não leram tudo que a autora escreveu, vão preencher os espaços seguindo a matemática.
 Podem ainda discutir sobre a obra de Ruth Rocha, acessando as capas dos livros, outra janelinha, sobre que livros já leram.
Atividade 4 :
O professor estimulará que façam o e-mail gentil e criativo, proposto no site, com cópia para a professora.
Eles podem não enviar à autora, se quiserem, porém, enviar para a professora não é opcional.
Recursos Complementares:
Professor, a leitura da primeira indicação é para o aluno, a segunda para você. Certamente vocês irão gostar.
Avaliação:
Os alunos serão avaliados em relação à participação na leitura, discussão no grupo, encenação, discussão com o professor quanto a aspectos da história e nas produção do e-mail.

Sugestão do livro LER,Márcia Leite e Cristina Bassi,Editora FTD, 5ºano






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Um comentário:

  1. Olá.

    Penso que
    as palavras que ensinam,
    tem a ternura
    de transformar o mundo.

    Que as estrelas
    sempre brilhem em teu olhar.

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