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Colaboração e Direitos

Colaboração e Direitos Autorais
Olá amiga(o) ,
Fui professora dos projetos "Estímulo À Leitura",
"Tempo Integral" e a favor da leitura lúdica,
afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog, não se
esqueça de citar o "Linguagem" como fonte.
Você, blogueira sabe tanto quanto eu, que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
receber um elogio...
Venha conferir,
seja bem-vinda(o)
e que Deus nos abençoe.
Krika.
30/06/2009

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JUNHO 2017
8 ANOS DE LITERATURA INFANTIL

segunda-feira, junho 04, 2012

Aulas instrucionais>Contos>Histórias de dar água na boca> 04/06/12



No mundo dos contos de fada:
elementos estruturantes dos contos de fada


O que o aluno poderá aprender com esta aula
■Perceber os contos de fadas como uma narrativa em que algo mágico acontece e transforma a realidade;
■Reconhecer as características dos contos de fadas;
■Conhecer alguns dos recursos lingüísticos dos contos de fadas (era uma vez, de repente, certo dia, num lugar muito distante, viveram felizes para sempre), passando a identificá-los nos contos lidos em sala de aula;
■Compreender a leitura e a escrita como prática social
Duração das atividades
A atividade será dividida em quatro momentos com duração de 10 a 15 minutos cada
Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno
É interessante que o aluno conheça alguns contos de fada.
Estratégias e recursos da aula
1º Momento: Leitura de um conto de fada
O professor deverá iniciar a aula fazendo a leitura de um conto e, em seguida, realizar alguns questionamentos como:
■Vocês já conheciam essa história? Do que ela trata?
■Como ela começa? Como termina?
■Quais os personagens?
À medida que as crianças forem respondendo o professor registra em uma folha para que essas respostas sejam retomadas ao final da aula.
2º Momento: Conhecendo a estrutura de um conto de fada
O professor deverá, então, apresentar aos alunos algumas características comuns a esses contos.
Estrutura básica dos contos de fadas:
Início - nele aparece o heroi (ou heroína) e sua dificuldade ou restrição. Problemas vinculados à realidade, como estados de carência, penúria, conflitos etc., que desequilibram a tranquilidade inicial, como por exemplo, uma proibição é imposta ao heroi ;
Ruptura - é quando o heroi se desliga de sua vida concreta, sai da proteção e mergulha no completo desconhecido;
Confronto e superação de obstáculos e perigos - busca de soluções no plano da fantasia com a introdução de elementos imaginários, como por exemplo, quando são dados poderes mágicos ao heroi ou são introduzidas fadas ;
Restauração - início do processo de descobrir o novo, possibilidades, potencialidades e polaridades opostas;
Desfecho - volta à realidade. União dos opostos, germinação, florescimento, colheita e transcendência, como por exemplo, o heroi se casar.
3º Momento: Produzindo um conto
Após as crianças conhecerem as estruturas básicas de um conto de fadas, o professor irá propor que elas criem e/ou recriem um conto de fadas que posteriormente será utilizado para a construção de um livro com as ilustrações também das crianças. Nesse momento o professor além de mediador na construção da história, também assumirá o papel de escriba, sempre salientando a importância da leitura e da escrita como prática social.
Como o custo para a impressão da história seria alto, o professor poderá utilizar o programa de power point para que a história seja contada também para outras salas de aula.
4º Momento: Ilustrando o texto
Em seguida, o professor irá fazer a leitura oralmente para que as crianças analisem o texto e caso seja necessário acrescentem falas e ações. Com o texto concluido, as crianças irão se dividir me grupos para ilustrar a história.
Recursos Complementares
http://www.graudez.com.br/litinf/textos.htm#Fadas 

Avaliação
Com esta aula é possível avaliar:
■O envolvimento das crianças na atividade;
■se elas reconhecem as estruturas básicas de um conto de fadas;
■se conseguiram desenvolver atitudes de cooperação no trabalho durante a construção da história.


Contos

O que o aluno poderá aprender com esta aula
■Identificar os elementos organizacionais e estruturais dos contos
■ Identificar a finalidade desse gênero textual.
■Conhecer as práticas sociais de produção e circulação dos contos.
■Conhecer diferentes tipos de contos
Duração das atividades
4 aulas de 50 minutos

Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno
Os alunos precisam conhecer alguns elementos que compõem uma narrativa.
Estratégias e recursos da aula
Uma breve definição dos contos e seus diferentes tipos:
Os contos, assim como as lendas, os mitos e as fábulas são tipos de narrativas originárias desde as mais antigas civilizações. Esses povos, através das histórias que contavam, passavam ensinamentos e preservavam sua cultura. Graças à tradição oral e, mais tarde, ao texto impresso, a arte de contar histórias foi passada de geração a geração, constituindo, até os dias de hoje, importantes fontes de informações para entendermos a história das civilizações. Dentro deste contexto é importante perceber o trabalho dos compiladores desse gênero literário que, até então, se mantinha no ideário popular, como: Homero com sua Odisséia (poeta grego – séc. VIII a.C.; Charles Perrault (França – séc. XVIII); os irmãos Grimm (Jacob e Wilhelm – Alemanha - séc. XVIII) e tantos outros, pois, esses escritos, além de preservar a memória histórica de um povo, emocionam, por lidar com o imaginário, divertem, criam suspense, mostram verdades e revelam sentimentos e valores de uma época.
Em cada país, surgiram novas modalidades de contos, regidos de acordo com a época e os movimentos artísticos que este momento histórico-cultural provocou e adquiriram forma literária e estética. Assim, leem-se hoje, contos de amor, de humor, contos fantásticos, de mistério e terror, contos realistas, psicológicos, sombrios, todos com estilos próprios daqueles que os escreveram.

Divida a turma em quatro grupos.

Para cada grupo, entregue um dos textos a seguir:
Texto 1
A Bela Adormecida
Charles Perrault
Na festa do batismo da tão desejada princesa, foram convidadas 12 fadas e como madrinhas desta ofereceram-lhe como presentes a beleza, o talento musical, a inteligência, entre outros valores apreciados.
No entanto, uma velha fada que foi negligeciada, porque o rei apenas tinha doze pratos de ouro, interrompeu o evento e lançou-lhe como vingança um feitiço cujo resultado seria, ao picar o dedo num fuso, a morte quando a princesa atingisse a idade adulta. Porém restava o presente da 12ª fada. Assim sendo, esta suavizou a morte, transformando o maldição da princesa para cem anos de sono profundo, até que seja despertada pelo primeiro beijo oriundo de um amor verdadeiro.
O rei proibiu imediatamente qualquer tipo de fiação em todo o reino, mas em vão. Quando a princesa contava 15 anos, descobriu uma sala escondida num torreão do castelo onde encontrou uma velha a fiar. Curiosa com o fuso pediu-lhe para a deixar fiar, picando-se nesse mesmo instante. Sentiu então o grande sono que lhe foi destinado e, ao adormecer, todas as criaturas presentes no castelo adormeceram juntamente, sob o novo feitiço da 12ª fada que tinha voltado entretanto. Com o tempo, cresceu uma floresta de urzes em torno do castelo adormecido, isolando-o do mundo exterior e dando uma morte fatal e dolorosa nos espinhos a quem tentasse entrar. Assim muitos príncipes morreram em busca da tal Bela Adormecida cuja beleza era tão falada.
Após cem anos decorridos, um príncipe corajoso enfrentou a floresta de espinhos, mesmo sabendo da morte de outros tantos, e consegiu entrar no castelo. Quando encontrou o quarto onde a princesa dormia, estremeceu de tal maneira ao ver a sua beleza, que caiu de joelhos diante o seu leito. Ele beijou-a e ela acordou finalmente. Então todos no castelo acordaram e continuaram onde haviam parado à cem anos atrás. O conto termina aqui, na boda do príncipe, com a famosa frase e viveram felizes até ao fim dos seus dias.

Texto 2
A roupa nova do imperador
Hans Christian Andersen
Um alfaiate pobre, de terras distantes, diz a um determinado rei que poderia fazer uma roupa muito bonita e cara, mas que apenas as pessoas mais inteligentes e astutas poderiam vê-la. O rei, muito vaidoso, gostou da proposta e pediu ao alfaiate que fizesse uma roupa dessas para ele.
O alfaiate recebeu vários baús cheios de riquezas, rolos de linha de ouro, seda e outros materiais raros e exóticos, exigidos por ele para a confecção das roupas. Ele guardou todos os tesouros e ficou em seu tear, fingindo tecer fios invisíveis, que todas as pessoas alegavam ver, para não parecerem estúpidas.
Até que um dia, o rei se cansou de esperar, e ele e seus ministros quiseram ver o progresso do alfaiate. Quando o falso tecelão mostrou a mesa de trabalho vazia, o rei exclamou: "Que lindas vestes! Você fez um trabalho magnífico!", embora não visse nada além de uma simples mesa, pois dizer que nada via seria admitir na frente de seus súditos que não tinha a capacidade necessária para ser rei. Os nobres ao redor soltaram falsos suspiros de admiração pelo trabalho, nenhum deles querendo que achassem que era incompetente ou incapaz. O alfaiate garantiu que as roupas logo estariam completas, e o rei resolveu marcar uma grande parada na cidade para que ele exibisse as vestes especiais. A única pessoa a desmascarar a farsa foi uma criança, que gritou:
-O rei está nu!
O grito é absorvido por todos. O Imperador se encolhe, suspeitando a afirmação é verdadeira, mas se mantém-se orgulhosamente e continua a procissão.

Texto 3
O menino e o padre
Conto regional do Nordeste (autor desconhecido)
Um padre andava pelo sertão, e como estava com muita sede, aproximou-se duma cabana e chamou por alguém de dentro. Veio então lhe atender um menino muito mirrado.
- Bom dia meu filho, você não tem por aí uma aguinha aqui pro padre?
- Água tem não senhor, aqui só tem um pote cheio de garapa de açúcar! Se o senhor quiser... - disse o menino.
- Serve, vá buscar. - pediu-lhe o padre.
E o menino trouxe a garapa dentro de uma cabaça. O padre bebeu bastante e o menino ofereceu mais. Meio desconfiado, mas como estava com muita sede o padre aceitou. Depois de beber, o padre curioso perguntou ao menino:
- Me diga uma coisa, sua mãe não vai brigar com você por causa dessa garapa?
- Briga não senhor. Ela não quer mais essa garapa, porque tinha uma barata morta dentro do pote.
Surpreso e revoltado, o padre atira a cabaça no chão e esta se quebra em mil pedaços. E furioso ele exclama:
-Moleque danado, por que não me avisou antes?
O menino olhou desesperado para o padre, e então disse em tom de lamento:
- Agora sim eu vou levar uma surra das grandes; o senhor acaba de quebrar a cabacinha de vovó fazer xixi dentro!

Texto 4
O Assalto
Carlos Drumond de Andrade
A casa luxuosa no Leblon é guardada por um molosso de feia catadura, que dorme de olhos abertos, ou talvez nem durma, de tão vigilante. Por isso, a família vive tranqüila, e nunca se teve notícia de assalto a residência tão protegida.
Até a semana passada. Na noite de quinta-feira, um homem conseguiu abrir o pesado portão de ferro e penetrar no jardim. Ia fazer o mesmo com a porta da casa, quando o cachorro, que muito de astúcia o deixara chegar até lá, para acender-lhe o clarão de esperança e depois arrancar-lhe toda ilusão, avançou contra ele, abocanhando-lhe a perna esquerda. O ladrão quis sacar do revólver, mas não teve tempo para isto. Caindo ao chão, sob as patas do inimigo, suplicou-lhe com os olhos que o deixasse viver, e com a boca prometeu que nunca mais tentaria assaltar aquela casa. Falou em voz baixa, para não despertar os moradores, temendo que se agravasse a situação. O animal pareceu compreender a súplica do ladrão, e deixou-o sair em estado deplorável.
No jardim ficou um pedaço da calça. No dia seguinte, a empregada não entendeu bem por que uma voz. Pelo telefone, disse que era da Saúde Pública e indagou se o cão era vacinado. Nesse momento o cão estava junto da doméstica, e abanou o rabo, afirmativamente.
Peça que os alunos leiam o texto silenciosamente e que depois o discutam com os colegas do grupo. Certifique-se de que os alunos compreenderam a história. Podem ser feitas perguntas factuais para ver se o texto foi entendido. Em seguida, peça que os cada grupo conte a história que leram para o restante da sala. Eles não deverão ler, mas relatar a narrativa para a turma.
Após terem relatado a história para os colegas, pergunte se eles percebem semelhanças entre os textos. Leve os alunos a perceberem algumas características comuns, como por exemplo: todos os textos estão contando uma história; têm personagens e narrador; espaço e tempo; estão organizados em parágrafos; são relativamente curtos; possuem início, meio e fim. Ajude-os também a perceber diferenças entre os textos: a temática não é igual, alguns usam de recursos mágicos (texto 1), outros têm uma história engraçada (texto 3) ou uma história mais próxima do real (texto4).
Pergunte para os alunos se eles têm alguma idéia sobre qual é o nome de textos como o que eles acabaram de ler. Em função da experiência com alguns desses gêneros, os alunos poderão dizer que esses textos são contos. Com base nas diferenças e semelhanças percebidas pelos alunos, construam coletivamente uma definição de contos. Nessa definição, deixem claro que o conto é uma narrativa (conta uma história) com personagens diversos, de temática variada e que, em geral, é curta se comparada a outros textos narrativos (como romances e novelas).

ATIVIDADE 2
Apresente para os alunos as seguintes classificações de contos:
Contos de fadas:

Narrativa curta na qual o herói ou heroína tem de enfrentar grandes obstáculos antes de triunfar contra o mal. Caracteristicamente envolvem algum tipo de magia, metamorfose ou encantamento.
(Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Contos_de_fadas )

Contos maravilhosos:
Lidam com uma temática social: o herói (ou anti-herói), que é uma pessoa de origem humilde ou que passa por grandes privações, triunfa ao conquistar riqueza e poder.
(Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/ Contos_maravilhosos)

Contos populares:
Fruto da oralidade e do espírito inventivo. Criado, narrado e ouvido pelo povo. Transmitido de gerações a gerações. É testemunha de usos, costumes, idéias, práticas, saberes, decisões e julgamentos. Têm por característica o humorismo e as situações imprevistas, morais e/ou materiais.
(Fonte: http://www.jangadabrasil.com.br/revista/setembro82/apresentacao.asp )

Contos modernos:
É um tipo de narrativa não muito longa (história curta de fatos fictícios) em que o narrador se detém num momento especial, ou seja, a ação se concentra em um único ponto de interesse um conflito maior vivido pelos personagens. Normalmente, contam histórias voltadas para o cotidiano
(Fonte:
http://www.smec.salvador.ba.gov.br/site/documentos/espaco-virtual/espaco-cenap/publicacoes/caderno%20de%20Apoio%20a%20pratica%20pedagogica%20contos%20classicos%20mitologicos%20e%20modernos.pdf )

A partir das definições acima, peça que os alunos classifiquem os textos lidos na aula anterior e que justifiquem suas respostas. Pergunte se eles conhecem outros contos que se encaixam nas classificações estabelecidas acima. Explique que há outros tipos de contos e outras classificações (contos etiológicos, contos africanos, contos de terror, contos de humor etc.).


ATIVIDADE 3
Peça que um aluno leia o primeiro parágrafo dos textos trabalhados. Pergunte para eles: do que trata o primeiro parágrafo de todos os quatro textos? Espera-se que os alunos percebam que no primeiro parágrafo, ocorre a apresentação dos personagens e do ambiente em que se dá a história. Peça que eles falem das características dos personagens e do espaço em que se passa a narrativa de cada um dos textos. Explique que, em geral, nos diferentes tipos de conto o primeiro parágrafo nos apresenta ao cenário e aos personagens.
Pergunte aos alunos: depois que os personagens são apresentados, o que acontece no conto? Os alunos devem ser levados a perceber que uma situação problemática é apresentada no texto. Essa situação será responsável pelo desenrolar da história. Peça que eles identifiquem qual o conflito que se estabelece no primeiro conto.
Após a apresentação do problema e o desenrolar da história, existe, em geral, um clímax, ou seja, o ponto máximo de tensão da história, quando o conflito chega a seu máximo. A partir desse clímax, a história caminha para o desfecho. Explore esses elementos nos diferentes textos, para que os alunos possam se familiarizar com a estrutura presente no conto (apresentação dos personagens, conflito, desenvolvimento da história, clímax e desfecho). Esses elementos serão importantes para a atividade de produção.

ATIVIDADE 4
Agora que os alunos já compreenderam a estrutura do conto, promova uma atividade de reescrita em sala de aula. A reescrita consiste em recontar por escrito uma história já conhecida, com suas palavras, enriquecendo-a ou suprimindo alguns detalhes, conforme o interesse e o objetivo dos autores. Essa atividade pode ser realizada coletivamente, em grupos menores ou individualmente. O professor pode propor a reescrita do texto “A Bela Adormecida” ou “A roupa nova do rei” que provavelmente são mais conhecidos pelos alunos. Explique que a reescrita não consiste em copiar o texto, mas em usar a mesma história, contando-a com suas palavras, acrescentando ou retirando elementos, colocando diálogos, descrevendo melhor os cenários, sem mudar a essência do que é narrado. Durante o processo de reescrita, o professor deve auxiliar os alunos a seguirem a seqüência estudada anteriormente. Estimule os alunos a revisarem os textos, verificando a coerência e a correção gramatical e ortográfica.
Após a produção, os alunos devem ler os seus contos em sala. Os colegas avaliam para ver se o conto seguiu a sequência previamente estabelecida.

Recursos Complementares
Para saber mais sobre contos e seu trabalho em sala de aula, sugere-se a leitura dos textos presentes nos sites:



Avaliação
O professor pode avaliar a compreensão de textos por parte dos alunos com base no realizado na primeira atividade. Pode também avaliar a participação e o envolvimento dos estudantes em todos os momentos. A última atividade constitui-se em um momento interessante para avaliar se os alunos compreenderam a estrutura que compõem um conto.



Teste seus conhecimentos literários
 - A história se passa em um bosque e uma menina de capuz vermelho é abordada por um lobo.
O livro é?
( ) Branca de Neve e os sete anões.
( ) Chapeuzinho vermelho
( ) Rapunzel

- Tem três irmãos que constroem casas diferentes, mas vem um lobo e derruba duas delas, assoprando sem parar. O livro é?
( ) Os três porquinhos
( ) O vento forte
( ) Os três irmãos e suas casas

- Menino que usa uma panela na cabeça. O livro é
( ) O menino feliz
( ) Doidão do pão
( ) O Menino Maluquinho

- Uma galinha medrosa acorda de madrugada todo o golinheiro, pensando que a própria sombra e um ladrão... O livro é?
( ) O galinheiro
( ) A galinha e o ladrão
( ) A galinha e a sombra

- Personagem que faz parte da História dos 7 anões?
( ) Bruxa Onilda
( ) Branca de Neve
( ) Cinderela

- Moça solitária que mora em uma torre e possui uma grande trança. O livro é?
( ) Rapunzel
( ) Cinderela
( ) Fiona

- É uma menina dentuça, usa vestido vermelho e adora seu coelho Sansão?
( ) Magali
( ) Cascuda
( ) Mônica

- Criou a história do Sítio do Pica Pau Amarelo:
( ) Mauricio de Souza
( ) Monteiro Lobato
( ) Ziraldo

- Autora do livro “O reizinho mandão”.
( ) Ziraldo
( ) Ana Maria Machado
( ) Ruth Rocha

- Revista infantil que traz informações sobre curiosidades, geralmente voltada para animais.
( ) Veja
( ) Recreio
( ) Isto é




Histórias de dar água na boca
Rosane Pamplona
Editora Moderna
















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