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Olá amiga(o) ,
Fui professora dos projetos "Estímulo À Leitura",
"Tempo Integral" e a favor da leitura lúdica,
afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog, não se
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Krika.
30/06/2009

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JUNHO 2017
8 ANOS DE LITERATURA INFANTIL

domingo, junho 03, 2012

A princesa e a ervilha >Leitura instrucional entre outros conhecimentos básicos> 03/06/12



História de dar água da boca
Aula instrucional
Um passeio pelos contos de fadas
e gêneros textuais


Contos, recontos de Princesas e Princípes.

Autor: Maria Núbia Pessoa
O que o aluno poderá aprender com esta aula
■ Conhecer as características dos contos de fadas;
■ Identificar alguns papéis dos personagens;
■ Ler e interpretar textos e imagens;
■ Elaborar desenhos.
Duração das atividades
Duas semanas
Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno
Contos de fadas.
Escuta de histórias.
Leitura.
Estratégias e recursos da aula
CONVERSANDO SOBRE OS CONTOS
O professor iniciará a aula conversando com as crianças sobre os contos infantis que elas conhecem, questionando:
■Quem gosta de ouvir histórias?
■Quais histórias vocês costumam ouvir?
■Quais os personagens que aparecem nessas histórias?
O professor poderá fazer uma lista com as respostas das crianças e expor na sala de aula para consultas. Em seguida, o professor apresenta alguns livros para as crianças, escolhe um dos livros e ler uma história para a turma.
Sugestão: As Mil e Uma Noites,Contos de Grimm, Contos de Perrault. Após a leitura, o professor fala sobre a origem dos contos de fadas.
No texto abaixo o professor encontrará maiores informações sobre esse tema.

Texto para o professor:
Contos de fadas para crianças

As versões infantis de contos de fadas hoje consideradas clássicas, devidamente expurgadas e suavizadas, teriam nascido quase por acaso na França do século XVII, na corte de Luís XIV, pelas mãos de Charles Perrault. Para Sheldon Cashdan, em referência aos países de língua inglesa, a transformação dos contos de fadas em literatura infantil (ou sua popularização) só teria mesmo ocorrido no século XIX, em função da atividade de vendedores ambulantes ("mascates") que viajavam de um povoado para o outro "vendendo artigos domésticos, partituras e pequenos volumes baratos chamados de chapbooks". Estes chapbooks (ou cheap books, "livros baratos" em inglês), eram vendidos por poucos centavos e continham histórias simplificadas do folclore e contos de fadas expurgados das passagens mais fortes, o que lhes facultava o acesso a um público mais amplo e menos sofisticado. [...] Em 1697, Perrault publicou Contes de ma Mère l'Oye ("Contos da minha Mãe Gansa"), uma coletânea de narrativas populares folclóricas e que, num primeiro momento, não se destinavam a crianças, mas a embasar a defesa da literatura francesa (considerada inferior aos clássicos greco-romanos por acadêmicos da época) e da causa feminista, que possuía como uma de suas líderes a sobrinha de Perrault. Principais contos da "Mère l'Oye":
■A Bela Adormecida no Bosque, Chapeuzinho Vermelho, O Barba Azul, O Gato de Botas, As Fadas, A Gata Borralheira, Henrique de Topete e O Pequeno Polegar.
Os Irmãos Grimm e o Espírito Teutônico
[...] Como resultado de sua pesquisa, entre 1812 e 1822, os irmãos Grimm publicaram uma coletânea de 100 contos denominada Kinder und Hausmaerchen ("Contos de fadas para crianças e adultos"). Principais contos de "Kinder und Hausmaerchen":
■Pele de Urso, A Bela e a Fera, A Gata Borralheira e João e Maria.
Andersen: o "Pai" da Literatura Infantil
[...] O poeta e novelista dinamarquês Hans Christian Andersen escreveu cerca de duzentos contos infantis, parte retirados da cultura popular, parte de sua própria lavra. Publicados com o título geral de Eventyr ("Contos"), entre 1835 e 1872, eles consagraram Andersen como o verdadeiro criador da literatura infantil. Principais contos de "Eventyr":
■A Roupa Nova do Imperador, O Patinho Feio, Os Sapatinhos Vermelhos, A Pequena Sereia, A Pequena Vendedora de Fósforos, A Princesa e a Ervilha.

Texto completo disponível em


CONTOS DE PRINCÍPES E PRINCESAS

O professor poderá organizar um festival de vídeos que abordam contos de fada. Durante a semana, o professor exibe os filmes. Após a exibição, irá conversar com as crianças sobre os seguintes aspectos observados nos vídeos: Quais os personagens aparecem no vídeo? Qual a cena que você mais gostou? Em quais lugares acontecem essa história? Onde as pessoas moram? Quias as roupas que as mulheres usam? Aparece acontecimentos bons? Quais? Aparecem acontecimentos maus? Quais? Como termina essa história? Nessa história tem princípes e princesas?
Em cada sessão o professor divide a turma em grupos ou duplas, sugerindo a escolha de uma cena do vídeo na qual apareça o princípe ou a princesa, ou os dois. As cenas poderão ser representadas por fantoche, teatro, desenhos, etc. Depois, cada grupo apresenta suas produções. As crianças poderão utilizar materiais como: papel madeira, cartolina, hidrocor, tesoura, cola, lápis de cor, lápis cera, etc.
O professor poderá aproveitar para conversar com as crianças acerca das características dos princípes e princessas das histórias que elas assistiram e ouviram em sala de aula.
Sugestão de Vídeo:
A Princesa e a Ervilha



RECONTANDO UM CONTO
O professor dará continuidade a aula, apresentando para as crianças a história da Bela Adormecida, questionando:
Quem conhece a história da Bela Adormecida?
Que personagens aparecem na história?
O que acontece nessa história?
Em seguida, o professor na roda mostra o livro e conta a história para as crianças, sugerindo que após a leitura a turma em grupos organizem uma dramatização para representar a história que ouviram.
Para isso, o professor orientará as crianças como deverão organizar cada apresentação.

REESCRITA DE UM CONTO
O professor poderá irá à biblioteca da escola e separar com a ajuda da bibliotacária, alguns livros de contos. No dia da visita da turma, os livros escolhidos ficarão expostos nas mesas e cada criança escolherá um para leitura.
Em sala, as crianças irão contar do seu jeito a história que leu na biblioteca para a turma. Como atividade de registro, as crianças representam por meio da escrita/desenho a história que leu. É importante que o professor questione as crianças para ajudá-las na reconstrução da história.Questionando:
■Como começa essa história?: Era uma vez? Há muitos anos? Um certo dia?
■Quem são os personagens? O que acontece com eles?
■Tem acontecimentos mágicos? Qual?
■Em qual lugar aconteceu a história? (em castelos, na floresta, casa, na rua...)
Por meio desses questionamentos o professor retoma com as crianças as cracterísticas dos contos de fadas.
Com as reescritas o professor organizará o livro de contos de fadas da turma.
Outra atividade que pode ser realizada é a contação de histórias para outras crianças da escola.

Sugestão de livros eletrônicos.


Recursos Complementares
Sugestões de links:





LIVROS
Branca de Neve e os Sete Anões.Irmãos Grimm. Scipione
Os Contos de Grimm.Irmãos Grimm.Paulus
Contos e Fábulas de Perraut.Charles Perrault.Iluminuras
O Fantástico Mistério de Feiurinha. Pedro Bandeira. FTD.

Avaliação
O professor deverá observar se o aluno:
Conhece as características dos contos de fadas;
Identifica alguns papéis dos personagens;
Lê e interpreta textos e imagens;
Elabora desenhos.

 

A Diversidade de Gêneros Textuais
na Sala de Aula:"Ler,Ouvir,Conhecer e Produzir".

O que o aluno poderá aprender com esta aula
■Ler textos dos gêneros previstos para o ano ajustando estratégias de leitura;
■Utilizar a linguagem oral com eficácia, expressando sentimentos e opiniões;
■Produzir textos escritos coerentes, considerando o leitor e o objetivo da mensagem, começando a identificar o gênero e o suporte que melhor atende a intenção comunicativa;
■Escrever textos dos gêneros previstos para o ano utilizando escrita alfabética e preocupando-se com as normas ortográficas.
Duração das atividades
5 aulas de 1h de duração para cada gênero
 Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno
Os alunos precisam estar inseridos em um contexto de letramento,convivendo e/ou tendo noções de diferentes gêneros textuais.
Estratégias e recursos da aula
A DIVERSIDADE DE GÊNEROS TEXTUAIS NA SALA DE AULA
O trabalho com a diversidade de gêneros textuais tem se expandido em meio às práticas pedagógicas de muitos professores, pois oferecem ricas e variadas oportunidades de explorar o texto como unidade de ensino da leitura e da escrita. Aprender com a variedade de gêneros textuais garante ao aluno a oportunidade de conhecer textos que circulam socialmente e através de suas análises sistematizar convenções ortográficas e gramaticais, bem como aperfeiçoar o uso dos recursos coesivos.
O trabalho com os diferentes gêneros textuais deve ser norteado a partir dos blocos de conteúdos de Língua Portuguesa propostos para o Ensino Fundamental pelos PCN (1998): Língua Oral, Língua Escrita(Prática de Leitura/Prática de Produção de Texto) e Análise e Reflexão sobre a Língua.

SEQUÊNCIA DIDÁTICA
O professor deve ter bem definido quais gêneros textuais pretende trabalhar com sua turma antes de dar início a esta sequencia,para que possa explorar as quatro competências previstas para este trabalho:ler,ouvir,conhecer e produzir diferentes gêneros textuais.Esta sequencia didática será desenvolvida em cinco aulas, como apresenta-se no exemplo a seguir,tendo o CONTO DE FADAS como gênero textual estudado.

1ª AULA: PRÁTICA DE LEITURA
Esta aula inicial tem a finalidade de ampliar o repertório textual da turma em relação ao gênero textual escolhido.
Antes de iniciar a leitura o professor deve sondar os conhecimentos prévios que os alunos tem em relação ao gênero estudado.No caso do CONTO,é preciso identificar quais histórias a turma já conhece/quais são as suas preferidas/etc.
O professor deve organizar a sala de aula para a contação e histórias,de modo a torná-la agradável,proporcionando momentos mágicos de leitura.Os alunos podem ser organizados em um semicírculo para que todos tenham acesso as imagens.O contador de histórias deve ser dinâmico e fazer uso de diferentes estratégias para contação de histórias(teatro de fantoches/caixa mágica/avental/bonecos,etc).Estes recursos serão fundamentais para que a turma desenvolva o prazer pelo mundo da leitura.
O professor deverá organizar um varal literário apresentando livros de contos infantis,permitindo assim que que cada aluno faça sua própria escolha de leitura

2ª AULA: LÍNGUA ORAL
Após a leitura de diversos CONTOS pela turma, deve-se promover uma roda de conversa onde os alunos possam se expressar em relação às histórias;o professor deve apresentar uma breve biografia sobre os principais autores (Hans Christian Andersen,Irmãos Grimm,etc) e permitir que a turma faça perguntas sobre eles.Por último, e não menos importante, deve-se promover uma discussão sobre as características do gênero, a fim de que os alunos cheguem a algumas conclusões como:
■Os contos podem contar ou não com a presença de fadas,mas fazem uso de magia e encantamentos;
■Contam com expressões como "Era uma vez..." e "Felizes para sempre..."
■O heroi ou heroína buscam uma realização pessoal(felicidade,amor,paz,etc);
■Existem muitos obstáculos e vilões(bruxas,lobos,madrastras,etc)

3ª AULA: LÍNGUA ESCRITA
Nesta aula será preciso organizar situações em que os alunos sejam convidados a utilizar a escrita; algumas atividades com elementos da história podem ser significativas, como:
■Listas de personagens;
■Títulos dos CONTOS preferidos;
■Descrição das características dos personagens e do ambiente onde se passa a história etc.
■Interpretação de texto;
■Atividades lúdicas:Cruzadinha;caça-palavras;jogo da forca,jogo da memória,etc.

4ª AULA: PRÁTICA DE PRODUÇÃO DE TEXTO
Após a leitura e o estudo de algumas CONTOS, os alunos terão subsídios básicos necessários para a produção de textos de própria autoria atendendo as características do gênero proposto.Os desenhos da crianças não devem ser esquecidos nesta etapa,pelo contrário,devem ser incentivados e valorizados para que o aluno também compreenda a ilustração como um gênero textual extraverbal.

5ª AULA: ANÁLISE E REFLEXÃO SOBRE A LÍNGUA
O professor deve orientar os alunos sobre a estrutura adequada do texto e nortear atividades que os façam refletir sobre a melhor apresentação possível de suas produções.
■Revisão do texto;
■ Reorganização das idéias;
■ Pontuação;
■Correção ortográfica;
■Coerência e coesão;
■Reescrita do texto.

SISTEMATIZAÇÃO
Os textos produzidos pela turma devem ser expostos e compartilhados em um mural na sala de aula.Ao final de cada sequencia didática com um gênero textual o professor deverá arquivar em um portfólio individual o material produzido pela turma. As cinco aulas aqui apresentadas podem ser trabalhadas com vários gêneros previstos no planejamento anual do professor.É importante aproximar as produções textuais às práticas sociais de leitura e escrita vivenciadas pelos alunos, como a escrita de uma lista de compras, um bilhete ou uma carta, sempre evidenciando a funcionalidade do gênero.

SUGESTÕES DE GÊNEROS TEXTUAIS
■LITERÁRIOS:Conto de fadas,poesias,fábulas,lendas,romances,anedotas,etc.
■PRÁTICOS:Bilhete,carta,anúncio,calendário,receita,agenda,etc.
■INFORMATIVOS OU CIENTÍFICOS:Entrevista,dicionário,texto histórico,notícia,etc.
■EXTRAVERBAIS:Ilustração,quadro de arte,sinais de trânsito,etc.

A cada etapa,os textos produzidos pela turma devem ser selecionados pelo professor para a composição de uma coletânea de textos apresentando a diversidade de gêneros textuais estudados na escola.Outras atividades podem ser realizadas ao final do trabalho,como: sarau literário com dramatizações, leitura e contação de histórias para as demais turmas da escola de algumas das produções dos alunos;entrega de um exemplar da coletânea de textos a cada aluno/autor da turma e à biblioteca da escola;noite de autógrafos(evento realizado com intuito de valorizar e incentivar a leitura e a produção de textos pelas crianças com a presença de toda a comunidade escolar).

Recursos Complementares
BRASIL. Parâmetros Curriculares Nacionais: Língua Portuguesa / MEC/SEF; Brasília, 1998.
KAUFMAN, Ana M.e RODRIGUEZ, M. Helena. Escola, leitura e produção de texto. Porto Alegre: Artes Médicas, 1999.
LERNER, Délia. Ler e escrever na escola: o real, o possível e o necessário. Porto Alegre: Artemed, 2002.

Avaliação
A avaliação ocorrerá de forma contínua analisando as competências(ler,ouvir,conhecer e produzir) desenvolvidas pelos alunos durante a sequência didática.
O portfólio também se constitui um rico instrumento de avaliação,pois apresenta os avanços de cada aluno em relação às práticas de leitura e produção de texto.

 
 
A princesa e a ervilha

                                            
 
Era uma vez um príncipe que queria se casar com uma princesa, mas uma princesa de verdade, de sangue real meeeeesmo. Viajou pelo mundo inteiro, à procura da princesa dos seus sonhos, mas todas as que encontravam tinham algum defeito. Não é que faltassem princesas, não: havia de sobra, mas a dificuldade era saber se realmente eram de sangue real.
E o príncipe retornou ao seu castelo muito triste e desiludido, pois queria muito casar com uma princesa de verdade.
Uma noite desabou uma tempestade medonha. Chovia desabaladamente, com trovoadas, raios, relâmpagos. Um espetáculo tremendo! De repente bateram à porta do castelo estavam ocupados enxugando as salas cujas janelas foram abertas pela tempestade e o rei em pessoa foi atender.
Era uma moça, que dizia ser uma princesa. Mas estava encharcada de tal maneira, os cabelos escorrendo, as roupas grudadas ao corpo, os sapatos quase desmanchando... que era difícil acreditar que fosse realmente uma princesa real.
A moça tanto afirmou que era uma princesa que a rainha pensou numa forma de provar se o que ela dizia era verdade. Ordenou que sua criada de confiança empilhasse vinte colchões no quarto de hóspedes e colocou sob eles uma ervilha. Aquela seria a cama da “princesa”.
A moça estranhou a altura da cama, mas conseguiu, com a ajuda de uma escada, se deitar.
No dia seguinte, a rainha perguntou como ela havia dormido. Oh! Não consegui dormir respondeu a moça havia algo duro na minha cama, e me deixou até manchas roxas no corpo!
O rei, a rainha e o príncipe se olharam com surpresa. A moça era realmente uma princesa! Só mesmo uma princesa verdadeira teria pele tão sensível para sentir um grão de ervilha sob vinte colchões!!!
O príncipe casou com a princesa, feliz da vida, e a ervilha foi enviada para um museu, e ainda deve estar por lá...
Acredite se quiser, mas esta história realmente aconteceu!
Adaptado do conto de Hans Christian Andersen

Interpretação
1. A história é sobre:
(A) a organização do casamento de um príncipe.
(B) uma família real e seu castelo.
(C) como fazer uma cama de princesa.
(D) como uma rainha descobriu uma princesa de verdade.

2. Na frase:
"A moça tanto afirmou que era uma princesa que a rainha pensou numa forma de provar se o que ela dizia era verdade", a palavra grifada refere-se a
(A) moça.
(B) rainha.
(C) forma.
(D) verdade.
3. A rainha soube que a moça era uma princesa de verdade porque ela
(A) conseguiu subir nos 20 colchões e dormir.
(B) afirmou que a ervilha deixou seu corpo com manchas.
(C) merecia uma cama de "princesa".
(D) afirmou que era uma princesa.

4. "Era uma vez" fica caracterizado na história por
(A) verbos no tempo passado, como em "chovia" e "estranhou".
(B) advérbios, como "realmente" e "desabaladamente".
(C) ênfase em palavra, como em "meeeeesmo".
(D) reticências, como em "e ainda deve estar por lá...".

5. "Chovia desabaladamente"
A palavra grifada tem o sentido de
(A) raramente.
(B) fracamente.
(C) fortemente.
(D) levemente.

6. No texto, o uso do sinal de exclamação (!) ocorre todas as vezes que o autor quer
(A) reforçar uma situação.
(B) demonstrar dúvida.
(C) dizer que a história continua.
(D) causar medo.

7. A palavra ´´ervilha`` no texto é:
(A) ditongo
(B) dígrafo
(C) oxítona
(D) dissílaba

8.O gênero dessa história é:
(A) propaganda
(B) notícia
(C) poema
(D) conto

 
Mais versões
 
Era uma vez um príncipe que desejava para esposa uma princesa, mas devia ser uma verdadeira princesa. Viajou, pois, por todo o mundo para achá-la.
 Princesas é o que não faltavam, mas todas tinham os seus defeitos.
Voltou para casa triste e desanimado.
Desejava tanto encontrar uma verdadeira princesa!
Uma noite, sobreveio uma forte tempestade; relâmpagos rasgavam o céu, o trovão rolava e a chuva caía aos borbotões.
Era uma coisa terrível!
Foi quando alguém bateu à porta do castelo.
E o próprio rei foi abrir e lá fora estava uma princesa.

1-princesa chegou ao castelo
(A) em um dia ensolarado
(B) em uma tarde de primavera
(C) em uma manhã de outono
(D) em uma noite de tempestade.

2-em abriu a porta do castelo foi
(A) o rei.
(B) a rainha
(C) o príncipe
(D) o empregado.

3-príncipe viajou pelo mundo para
(A) encontrar o grão de ervilha
(B) conquistar mais territórios
(C) conhecer outros países
(D) encontrar a verdadeira princesa.

Adaptado do conto de Hans Christian Andersen

Era uma vez um príncipe que queria se casar com uma princesa, mas uma princesa de verdade, de sangue real meeeeesmo. Viajou pelo mundo inteiro, à procura da princesa dos seus sonhos, mas todas as que encontrava tinham algum defeito. Não é que faltassem princesas, não:
havia de sobra, mas a dificuldade era saber se realmente eram de sangue real. E o príncipe retornou ao seu castelo muito triste e desiludido, pois queria muito casar com uma princesa de verdade.
Uma noite desabou uma tempestade medonha. Chovia desabaladamente, com trovoadas, raios, relâmpagos. Um espetáculo tremendo!
De repente bateram à porta do castelo e o rei em pessoa foi atender, pois os criados estavam ocupados enxugando as salas cujas janelas foram abertas pela tempestade.

Era uma moça, que dizia ser uma princesa. Mas estava encharcada de tal maneira, os cabelos escorrendo, as roupas grudadas ao corpo, os sapatos quase desmanchando... que era difícil acreditar que fosse realmente uma princesa real.
A moça tanto afirmou que era uma princesa que a rainha pensou numa forma de provar se o que ela dizia era verdade.
Ordenou que sua criada de confiança empilhasse vinte colchões no quarto de hóspedes e colocou sob eles uma ervilha.
Aquela seria a cama da “princesa”.
A moça estranhou a altura da cama, mas conseguiu, com a ajuda de uma escada, se deitar.
No dia seguinte, a rainha perguntou como ela havia dormido.
-Oh! Não consegui dormir -respondeu a moça :
- havia algo duro na minha cama, e me deixou até manchas roxas no corpo!
O rei, a rainha e o príncipe se olharam com surpresa. A moça era realmente uma princesa!
Só mesmo uma princesa verdadeira teria pele tão sensível para sentir um grão de ervilha sob vinte colchões!!!
O príncipe casou com a princesa, feliz da vida, e a ervilha foi enviada para um museu, e
ainda deve estar por lá...
Acredite se quiser, mas esta história realmente aconteceu!

4. A história é sobre
(A) a organização do casamento de um príncipe.
(B) uma família real e seu castelo.
(C) como fazer uma cama de princesa.
(D) como uma rainha descobriu uma princesa de verdade.

5. Na frase:
"A moça tanto afirmou que era uma princesa que a rainha pensou numa forma de provar se o
que ela dizia era verdade", a palavra grifada refere-se a
(A) moça.
(B) rainha.
(C) forma.
(D) verdade.

6. A rainha soube que a moça era uma princesa de verdade porque ela
(A) conseguiu subir nos 20 colchões e dormir.
(B) afirmou que a ervilha deixou seu corpo com manchas.
(C) merecia uma cama de "princesa".
(D) afirmou que era uma princesa.

7. "Era uma vez" fica caracterizado na história por
(A) verbos no tempo passado, como em "chovia" e "estranhou".
(B) advérbios, como "realmente" e "desabaladamente".
(C) ênfase em palavra, como em "meeeeesmo".
(D) reticências, como em "e ainda deve estar por lá...".

8. "Chovia desabaladamente"
A palavra grifada tem o sentido de
(A) raramente.
(B) fracamente.
(C) fortemente.
(D) levemente.

9. No texto, o uso do sinal de exclamação (!) ocorre todas as vezes que o autor quer
(A) reforçar uma situação.
(B) demonstrar dúvida.
(C) dizer que a história continua.
(D) causar medo.
 
 
 
 
Para ouvir a música
 
 
Leitura Instrucional
Histórias de dar água na boca
Rosane Pamplona
Editora Moderna

Vale a pena vocês lerem estas páginas abaixo.
A autora faz uma crônica engraçada  sobre ervilhas e demais legumes...
  Depois ela elabora uma carta mais engraçada ainda, que permitem algumas intervenções inusitadas em sala de aula.
Use sua criatividade para rechear mais esta saborosa aula instrucional
Talvez a receita seja impossível se ser realizada com os alunos, porém eles poderão levar para suas mães fazerem em casa. A intenção é brincar com  possibilidades e  obter aulas criativas.
Boa aula!







 

Vejam aqui uma versão humoristica desta história do livro 
Que história é essa?  Flávio de  Souza
 




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