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Olá amiga(o) ,
Fui professora dos projetos "Estímulo À Leitura",
"Tempo Integral" e a favor da leitura lúdica,
afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog, não se
esqueça de citar o "Linguagem" como fonte.
Você, blogueira sabe tanto quanto eu, que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
receber um elogio...
Venha conferir,
seja bem-vinda(o)
e que Deus nos abençoe.
Krika.
30/06/2009

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terça-feira, fevereiro 12, 2013

Lições de geografia>E se o mundo cair? > Estímulos cartográficos e literários> 12/02/13

  Os mapas e as crianças
Moysés Castro
Professor de geografia. Especializado em Didática Universitária.
Todos os dias, quando acordamos, construímos mentalmente um roteiro dos lugares pelos quais teremos de passar para chegar ao trabalho, ao banco, ao supermercado etc.
Mesmo sem saber, estamos elaborando o chamado mapa mental, espécie de guia das diversas tarefas a serem executadas durante o dia.
Na cabecinha das crianças também são elaborados mapas mentais.
Elas começam por mapear cada cantinho da casa em que moram.
Em seguida, aprendem a identificar cada cômodo e a esconder brinquedos para que ninguém vá pegá-los.
E, à medida que vão crescendo, começam a conhecer novos lugares, como a rua onde moram, o caminho para a casa da vovó e o caminho da escola.
Os pais têm uma tarefa muito importante no processo de elaboração dos mapas mentais das crianças: incentivar o gosto pela descoberta, pelo novo.
Enquanto os cartógrafos estudam técnicas e técnicas para desenvolver mapas cada vez mais modernos e que representam os diversos lugares do mundo, com seus povos e aspectos naturais (clima, relevo, vegetação, hidrografia), as crianças vão se divertindo, criando e recriando em seu mundo imaginário os mais variados mapas mentais.
Mas vejam que curioso: quando se trabalha um mapa com as crianças na escola, elas têm muitas dificuldades de interpretar os diversos elementos nele contidos.
O que fazer, então?
A partir dos conhecimentos dos alunos, o professor pode trabalhar a parte escrita e a artística, sugerindo que eles desenhem determinado percurso que conhecem.
O professor pode também levar para a sala de aula figuras, imagens ou fotografias da cidade e perguntar às crianças o que elas visualizam.
Assim é possível perceber o que conseguem identificar (por exemplo, uma igreja, uma praça, uma escola, um prédio antigo, uma farmácia etc.).
Nessa etapa, é interessante que as crianças tenham conhecimento dos pontos cardeais (Norte, Sul, Leste e Oeste) para localizar na cidade o centro, a periferia, o litoral, os parques, as paisagens naturais etc.
Outra atividade é pedir que os alunos tragam fotografias de lugares em que já estiveram, para ser trabalhada a questão do espaço natural (paisagens naturais) ou espaço humanizado (espaço modificado pelo homem).
Usando o livro didático de geografia e também a criatividade, o professor encontrará várias maneiras de despertar os alunos para a leitura de mapas e a localização espacial.
É importante que as crianças percebam que o espaço onde vivem é dinâmico e a todo o momento se transforma de acordo com as necessidades humanas.
“Mapas já eram utilizados pelos homens das cavernas para expressar seus deslocamentos e registrar as informações quanto às possibilidades de caça, problemas de terreno, matas, rios etc.” (MONTEIRO, 2005)
Referência:
Cássio Murilo Monteiro. Alfabetização Cartográfica. Publicado em novembro de 2005.
Artigo disponível no site:
Fonte:

Vejam no link abaixo atividades relecionadas  a cartografia
Planta da sala de aula etc.

 E SE O MUNDO CAIR?

E se o mundo cair?
Claudio Martins

A menina tinha uma preocupação: tanta gente nascendo, tanta gente comendo e engordando, tantas fábricas e casas e carros... a Terra ia aguentar tanto peso?
Obs: Este livro deve ser interessante...Bateu uma curiosidade...Porém nada encontrei na net além desta referência... Bem,fica a dica do título...
Elementos básicos para leitura e interpretação de mapas
ORIENTAÇÕES AO PROFESSOR
PASSO A PASSO
- Peça aos alunos que deem um título para o seu desenho. Por exemplo: “Caminho entre a casa e a escola de João”; “Caminho entre a casa e a escola de Yasmim”.
- Explique às crianças que o título de um mapa tem a função de identificar o assunto abordado pelo mapa e também a área representada pelo mesmo. Por isso, no título podem inclusive destacar a data da informação representada, pois o espaço geográfico é dinâmico, ou seja, está sempre em transformação em função das atividades naturais ou humanas (individuais ou em grupos), ao longo do tempo.
■ Quais são os principais pontos de referência representados no mapa?
- Ouça as diferentes opiniões dos alunos e oriente-os para que construam uma legenda ao lado do desenho para explicar o que significa cada cor ou símbolo utilizado na representação do percurso casa-escola.
- Explique aos alunos que a legenda dos mapas serve para explicar a relação entre significante e seu respectivo significado, ou seja, torna possível a leitura do mapa por meio das cores e/ou símbolos usados.
Vejam mais aqui:

Representando Espaços Conhecidos – Como é minha sala de aula?
http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=1371

Lições de geografia


Projeto
AQUI
Para repensarmos nossa didática...
Uma lição de Geografia

Por incrível que pareça, muitos deles ainda chegam à escola de bicicletas, carroças, cavalos, a pé. Sim, há ônibus da prefeitura, mas apenas para aqueles que moram em locais bem mais afastados. Quilômetros e mais quilômetros escondidos entre árvores, morros e ruas de terra que complementam a paisagem daquela cidadezinha do interior paulista.
Eu havia chegado há pouco. Sabia que seria uma experiência diferente, mas não imaginava que os efeitos disso tudo pudessem acontecer tão rápido, logo no primeiro dia de aula.
Moradora de cidade grande desde que nasci, lecionando em escolas de periferia com muitos desafios complicados, não podia imaginar que dar aulas em uma pequena cidade do interior pudesse me fazer sentir isso. Parecia que eu estava em outro planeta.
A minha turminha de 2º ano começava a chegar e, aos poucos, eu ia me habituando com aqueles rostinhos de uma inocência diferente das que eu estava acostumada a ver nas periferias do ABC. Crianças são crianças em todo lugar, mas não sei se era o local, se era o clima, mas essas traziam algo mais no rosto.
Apesar de a próxima aula ser de geografia, eu senti que tinha muita história para aprender e descobrir ali.
Olhos curiosos te seguem em todo canto quando você é nova no lugar.
Imagine quando esse lugar é pequeno – com certeza há muita língua afiada por toda parte.
Mas não faz mal. Agora a minha rotina é diferente.
Eu escuto um galo cantar quando acordo. Ao sair, dia bem claro e luminoso, ar fresquinho da manhã. As pessoas te cumprimentam, riem à toa, elas falam com você sem precisar de assunto.
E quando você é a nova professora do filho delas, aí é assunto que não acaba mais.
As crianças vão chegando.
São costumes e hábitos realmente diferentes. Senti um frio na barriga... será preciso mudar meu jeito de ensinar?
Não tinha pensado nisso ainda, mas também não tinha imaginado que a algumas centenas de quilômetros dentro de um mesmo Estado havia tantas e diferentes particularidades.
Talvez não tenha que mudar meu jeito de ensinar, mas sim minha visão urbana da vida e da realidade de cada um.
Na sala de aula eu tentava explicar as diferenças de um lugar para outro.
Zona rural, zona urbana. As dúvidas surgiam meio confusas.
 Bem, decidi, então, destacar os aspectos principais de cada caso, dessa forma, trabalharia diversos pontos em uma mesma lição.
Relevo, bacias hidrográficas, vegetação, esses seriam meus pontos de partida.
Trouxe cartazes, revistas, livros que tinham as melhores imagens que iam ilustrar a minha aula, e assim, ia falando e mostrando a eles a diferença de um lago e um rio, do cerrado e da floresta, e assim por diante.
E eles riam, naturalmente, a cada imagem que viam, como se aquilo fosse a coisa mais rotineira do mundo para eles. Só podiam estar tirando uma com a minha cara!
Foi quando eu mostrei a imagem de uma pequena cachoeira e um dos meninos gritou:
_ Olha, igual a que tem na sua casa, Jair!.
O Jair levantou, concordando com o coleguinha, e apontou para outro cartaz:
_ E lá perto tem pedras como essas aqui também.
E de um minuto para o outro eu estava diante de um diálogo intenso entre crianças de 7, 8, 9 anos mostrando, através de minhas figuras, o que elas tinham em seus quintais.
Foi então que uma aluna, menina bem miudinha, me disse, apontando o dedo para fora:
_ E esse campo aqui é que nem esse ali de fora, né professora?
Quando eu olhei janela afora, foi como se a luz apagada dentro de mim tivesse acendido, bem forte...
 PÁ! Eu estava ensinando geografia àquelas crianças de uma forma tão distante, tão improvável, no automático, como fazia para as crianças da periferia. Que erro!
A grande diferença é que lá na periferia era mesmo algo muito distante, pois elas viviam cercadas naquela selva de concreto, em meio a tanto barulho, sob um céu cinzento, e era tão impessoal o contato que mantinham com tudo à sua volta que só me restava ensinar por meio de fotos e cartazes.
 Mas ali, na cidade do interior não, era tudo muito ao alcance das mãos.
De mãos como as minhas que raramente tocaram a grama, a terra, a água de uma nascente.
Fui, imediatamente, pedir autorização à diretora para dar minha aula lá fora, pois lá eu tinha tudo que precisava ao alcance das mãos.
Saímos de trás dos muros da escola e desbravamos as redondezas, vimos de tudo.
Tomei água de bica, conheci tipos diferentes de árvores e vegetações, vi rios, lagos atrás dos portões vizinhos.
E enquanto eu ensinava nomes e dados técnicos de cada coisa ali aos meus alunos, ria ao me conscientizar que eles mal podiam imaginar que a maior lição quem teve fui eu.
Para eles, a natureza é uma companheira de tempo integral.
Para mim era, até então, imagem de livro.
Eles descobriram o que tinham no caminho, em casa, no vizinho, aprenderam o nome correto de cada vegetação, e eu aprendi a olhar para fora da minha janela tão limitada e a desfrutar cada canto em um lugar onde os caipiras, sem saber, têm muito a ensinar.
E foi assim que, baseada na realidade e na beleza escondida em tudo, que as minhas aulas passaram a ensinar verdadeiramente.
Mais do que dizer, eu aprendi a ver e a mostrar, a envolver e me envolver de corpo e alma naquilo que faço. E então, a janela se abriu de vez.




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Um comentário:

  1. Krika!Gostei muito destas sugestões para trabalhar o movimento, a localização e a orientação espacial.Usarei no meu trabalho neste ano, com alunos de classe de apoio em alfabetização e matemática.
    Valeu amiga!Estava procurando material nesta área.Bjos e até mais!

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