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Olá amiga(o) ,
Fui professora dos projetos "Estímulo À Leitura",
"Tempo Integral" e a favor da leitura lúdica,
afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog, não se
esqueça de citar o "Linguagem" como fonte.
Você, blogueira sabe tanto quanto eu, que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
receber um elogio...
Venha conferir,
seja bem-vinda(o)
e que Deus nos abençoe.
Krika.
30/06/2009

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domingo, maio 22, 2011

Música e Afins - Aprendiz de orquestra - 22/05/11

Trouxe este projeto do site da Editora Moderna.
Achei muito interessante toda a trajetória que a professora descreveu.
Através dela podemos acompanhar todos os passos deste maravilhoso trabalho, e sem dúvida, repetir seus passos, ou adaptar algumas aulas.
Para chegar a sua finalidade,que era assistir a um concerto orquestral,ao vivo, em São Paulo,esta professora promoveu estímulos a cada atividade, de forma gradativa, chamando a atenção de seus alunos para a música,antes desconhecida por eles.
Vale a pena ver este projeto.
Tomara que você,colega, se inspire também!
Aprendiz de Orquestra
EMEF Prof. Mª Berenice dos Santos
Livros trabalhados:
Orquestra tintim por tintim
Autor do Projeto:
Daniela da Costa Neves
Público Alvo:
2º ano - ciclo I
Matérias:
música


Descrição / Justificativa
Tenho formação musical e estava com a intenção de desenvolver um projeto de música com os alunos, pois considero a atividade musical de grande contribuição para a formação integral da criança.
Ao longo da minha atuação na Prefeitura, percebi que os alunos tinham muito pouco contato com a música não industrializada, dentro e fora da escola, ou seja, o repertório deles estava limitado às músicas da mídia, não conheciam cantigas populares e de música clássica, então, nem ouviam falar.
Fiquei sabendo do Programa Descubra a Orquestra, realizado pela OSESP (Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo), na Sala São Paulo.
Através deste programa, a escola poderia levar os alunos para assistir a um concerto de orquestra.
Como já tinha desenvolvido atividades com a música popular no 1º semestre e, aproveitando a oportunidade que o programa oferecia, resolvi realizar um projeto ligado à música orquestral, que proporcionasse às crianças a oportunidade de conhecer, entender e apreciar este tipo de música, tornando-os ouvintes ativos.
Desenvolvi o projeto no 2º semestre de 2005, na EMEF Professora Maria Berenice dos Santos, com os alunos da 2ª série do Ensino Fundamental I.
A escola está situada próximo à represa de Guarapiranga, zona sul da cidade de São Paulo e possui vinte e uma salas de ensino fundamental I, atendendo 735 crianças.
Esta região é carente de espaços culturais, dificultando o acesso das crianças a estes locais.
Objetivos
Ampliar os conhecimentos dos alunos sobre o que é uma orquestra;
Ampliar o repertório musical dos alunos;
Desenvolver a percepção dos parâmetros musicais: altura, duração, intensidade e timbre; do ritmo e da dinâmica através da apreciação musical e da vivência corporal;
Conhecer as notas musicais; desenvolver a memória melódica e a afinação;
Sentir e controlar o próprio movimento, explorando andamentos diferentes;
Desenvolver as habilidades de criação e improvisação;
Explorar o corpo como instrumento e, porque não dizer, “pequena orquestra”;
Perceber e identificar formas simples em uma composição;
Assistir ao vivo a um concerto orquestral.
Procedimentos
Aula 1: A orquestra e a música (duração prevista: 2 aulas de 1 hora)
Perguntar aos alunos o que eles acham que é uma orquestra, se sabem quais instrumentos a compõem, se sabem o que faz o maestro.
A partir do conhecimento prévio dos alunos, explicar tudo isso através da leitura do livro
“A Orquestra tintim por tintim”, com audição do som dos instrumentos nos momentos indicados.
Aula 2: As notas musicais (duração prevista: 1 hora)
Perguntar aos alunos se conhecem as notas musicais e falar sobre elas.
Cantar a escala ascendente e descendente com eles, utilizando os braços para mostrar as variações de altura, com e sem o auxílio do teclado eletrônico.
Discutir o que é grave e o que é agudo (falar nomes de animais com sons graves e agudos).


Cantar a música: Minha Canção
Chico Buarque
(esta música nada mais é do que a escala musical)
Dorme a cidade
Resta um coração
Misterioso
Faz uma ilusão
Soletra um verso
 Lavra a melodia
Singelamente
Dolorosamente
Doce a música
Silenciosa
 Larga o meu peito
Solta se no espaço
Faz-se certeza
Minha canção
Réstia de luz onde
Dorme o meu irmão
Aula 3: Na Gruta do Rei da Montanha (duração prevista: 1h30)
 Atividade 1:
Andar pela sala explorando o espaço; andar devagar, rápido, triste, feliz; andar na ponta dos pés esticando o corpo, andar próximo ao chão.
Atividade 2:
Ouvir a quarta parte da composição Peer Gynt, suíte nº 1, op.46 – Na gruta do Rei da Montanha, de Edvard Grieg.
Ouvir uma segunda vez andando pelo espaço de acordo com o andamento e com a intensidade da música.
Como a música começa bem suave e depois fica forte, pedir para as crianças fazerem gestos corporais para representar estas dimensões musicais.
Atividade 3:
 Em roda, conversar sobre o que lembra aquele som, o que pode estar acontecendo.
Contar para os alunos a história da obra.
(A obra conta a história de Peer Gynt, um camponês da Noruega que viaja pelo mundo à procura de aventura, entrando no universo fantástico dos gnomos e duendes.
Por fim, Peer volta para casa para morrer nos braços de Solveig, a mulher que sempre amou.
Na quarta parte - Gruta do Rei da Montanha – descreve o encontro de Peer com o rei dos duendes e a sua fuga da gruta).
Atividade 4:
Fazer um desenho imaginando o encontro de Peer Gynt com o rei dos duendes, enquanto ouve a composição.
Aula 4: O Burrico de Pau (duração prevista: 2 aulas de 1h30)


Atividade 1:
Conversar com as crianças sobre cavalos;
imitar o som do galope batendo as mãos em forma de ‘concha’ nas coxas.
 Conversar sobre burros, imitar o som do burro com a voz.
 Atividade 2:
Apresentar e ler a poesia: “O menino azul”, de Cecília Meireles.
 Conversar sobre o poema e criar com os alunos uma história ‘em prosa’ (produção coletiva com registro pela professora) sobre o menino e seu burrinho.
Atividade 3:
Ouvir o 4º movimento da sonata para cordas de Antônio Carlos Gomes, o Burrico de Pau.
Imaginar e desenhar uma aventura vivida pelo menino e o burrinho.
Atividade 4:
 Contar para as crianças a seguinte história: Os curumins e a chuva
O burrinho levou o menino para conhecer a aldeia dos curumins, que viviam numa cidade ali pertinho.
Um menino curumim chamado Poty convidou o menino para participar da dança da chuva, porque havia tempo que não chovia na aldeia e as plantas estavam muito secas e lhe deu um par de gravetos...
 Assim que a música parou, a chuva caiu.
Em roda, ouvir a peça e marcar o pulso com os gravetos (ou claves de madeira).
Assim que a música terminar, imitar o som da chuva.
 Atividade 5:
Contar a continuação da aventura: A grande cavalgada
Assim que a chuva terminou, o menino e os curumins, cada qual com seu burrinho ou cavalinho de pau saíram para uma grande cavalgada na floresta, para comemorar a chegada da chuva.
Cavalgar com as crianças ao som da música, mudando os gestos e direção de acordo com os parâmetros sonoros de ritmo e dinâmica.
Atividade 6:
 Brincadeira: Colocar o rabo no burro.
Uma criança por vez terá seus olhos vendados e deverá colocar o rabo no burro.
O grupo deve bater palmas com maior ou menor intensidade conforme a criança se aproxima ou se afasta do local correto para encaixar o rabo.
Aula 5: Composição livre (duração prevista: 1h30)
Atividade 1:
Formar uma roda.
Colocar ao centro instrumentos de sucata (madeirinhas, chocalhos, coco, saco plástico, etc).
Pedir às crianças que explorem sons corporais diferentes (bater na perna, na barriga, no peito, estalar os dedos, palmas abertas/fechadas, sopros, assobio, etc).
Em seguida propor a realização de uma seqüência minimal, ou seja, uma criança da roda irá fazer e sustentar um som (pode ser a professora), o próximo da roda fará um outro som que combine com o primeiro e assim por diante até o último.
Para fazer os sons pode-se usar os instrumentos ou o próprio corpo.
Atividade 2:
Montar grupos de cinco crianças.
Partindo da idéia do exercício anterior cada grupo cria uma pequena composição e a registra numa folha utilizando linhas, pontos e formas geométricas.
Atividade 3:
Apresentação das composições para a sala.
Aula 6: Os comediantes (duração prevista: 2 aulas de 1 hora) Metodologia:
Atividade 1:
Conversar sobre o circo. Assistir ao DVD “A Reinvenção do Circo”(Cirque du Soleil)
Atividade 2:
Ouvir o 1º movimento (Prólogo) da suíte Os Comediantes, de Dmitri Kabalevsky, e imaginar que personagem do circo ela representa (apresentador, por exemplo).
A segunda audição deve ser guiada:
a parte A representa o momento em que o apresentador está falando, e as partes B e C, ações que ocorrem como a apresentação breve de alguns dos personagens.
Atividade 3:
Relembrar o som do galope feito na aula do burrico.
Ouvir o 2º movimento da peça (Galope) de olhos fechados imaginando as ações do cavalo.
Na segunda escuta acompanhar a música batendo as mãos na coxa, imitando o som do galope.
Atividade 4:
Ouvir o 3º movimento da peça (Marcha) com os olhos fechados imaginando que animal do circo pode ser (elefante/leão/pingüim).
Em seguida, montar grupos de 5 crianças e entregar a cada grupo 4 cartões com os motivos musicais.
Ao ouvir a música novamente as crianças devem montar, como se fosse um quebra cabeça musical, os motivos na ordem em que eles aparecem na música.
Aula 7: Os comediantes (duração prevista: 1h30)
Atividade 1:
Ouvir o 6º movimento da peça – Intermezzo – imaginando que aí estão representados os palhaços.
Na segunda audição marcar o pulso com bolas coloridas ou claves de madeira.
Fazer a brincadeira da boca do palhaço.
Atividade 2:
Ouvir o 9º e 10º movimentos da música que representam o término do circo, com os personagens se despedindo e recebendo aplausos.
Entregar uma folha de sulfite para cada aluno e pedir para que desenhem e/ou escrevam sobre a experiência no circo dos comediantes.
Aula 8: Carmem (duração prevista: 1h30)
Atividade 1:
Conversar com os alunos sobre o que é uma ópera, se já ouviram.
 Contar a história da ópera Carmem :
(No séc.XIX, na Espanha, uma mulher cigana, Carmem, desafiava as regras na cidade de Sevilha. Era uma mulher de diversas facetas, que lutava intensamente pela vida e a liberdade, enfrentando os preconceitos de uma sociedade conservadora.
Em uma fábrica de cigarros em Sevilha, duas mulheres começam a brigar e são trazidas para o centro da praça.
Uma delas é a cigana Carmem, que fica sob a vigilância do sargento Don José.
O sargento é imediatamente seduzido por Carmem e a liberta, deixando-a fugir.
Um dia, Carmem está dançando na taberna de Lillas Pastia, quando entra o famoso toureiro Escamillo e tenta seduzir Carmem.
Mas ela está à espera de Don José, para convencê-lo a abandonar o exército e juntar-se a um grupo de contrabandistas.
O oficial superior, o tenente Zuniga, também é apaixonado por Carmem.
Don José luta contra ele e se vê obrigado a juntar-se aos contrabandistas.
Mas Carmem logo se cansa dele e começa a envolver-se com Escamillo.
Don José, com ciúmes, fere Carmem mortalmente, na porta da Praça de Touros onde Escamillo se apresenta e, consciente do seu ato, entrega-se em seguida à polícia).
Atividade 2:
Ouvir a Abertura da Ópera Carmem, de Georges Bizet.
Atividade 3:
Desenhar os personagens da ópera durante a segunda audição da música.
Atividade 4:
No pátio, cada criança escolhe um parceiro; formar duas rodas, uma dentro da outra, sendo que cada um ficará de frente para seu parceiro.
Na parte A da obra, que dura 16 compassos, rodar uma para a direita e a outra para a esquerda.
Na parte B e repetição da A, as crianças param de marchar e batem a palma da mão na do parceiro.
Na parte C, dançar com o parceiro livremente.
Na repetição da parte A, voltar a grande roda.
Aula 9: O concerto (duração prevista: 1h15)
Excursão à Sala São Paulo para assistir ao Concerto didático com a Orquestra Sinfônica de Santo André (OSSA), com o seguinte programa:
Wolfgang Amadeus Mozart – Eine Kleine Nachtmusik; Edvard Grieg – Peer Gynt, suíte nº1 op.46;
Antônio Carlos Gomes – Sonata para cordas: O Burrico de pau; Dmitri Kabalevsky – Suíte Os Comediantes: galope, marcha, epílogo; Georges Bizet - Abertura da Ópera Carmem.
Aula 10: Fechamento do projeto (duração prevista: 1h30)
Conversar sobre o dia do concerto;
 elaboração de um desenho e escrita de um pequeno texto sobre o dia do concerto.
Avaliação
A avaliação foi feita em cada aula, de várias maneiras, tais como:
- questões orais sobre o conteúdo trabalhado (tocar um som e perguntar se é grave ou agudo;
- tocar o som de um instrumento e perguntar que instrumento é;
- pedir a um aluno para fazer mímica de um instrumento e os outros devem adivinhar qual é);
- desenho da orquestra/instrumentos;
- observação no momento do canto;
- observação do processo de criação dos alunos;
- observação registro e análise da produção musical dos alunos coletivamente.
Todas as aulas foram registradas por escrito, de forma que pude refletir sobre o processo e modificá-lo quando necessário, durante o andamento do projeto.
Acrescento aqui minha avaliação a respeito do processo vivenciado pelos alunos e por mim mesma.
Quando planejei as aulas, tinha dúvidas se os alunos realizariam algumas das atividades propostas, pois, apesar de já trabalhar com eles alguns conteúdos musicais, não fazia isso com uma frequência que possibilitasse um desenvolvimento significativo de algumas habilidades.
O processo me surpreendeu muito.
Na primeira aula, quando notei que vários alunos não conseguiam marcar o pulso, pensei:
“Vou ter um bom trabalho pela frente!”
Com o decorrer do trabalho, pude ver os avanços e também analisar o quanto faz falta, para a formação integral da criança, um trabalho musical sistemático.
Pude observar avanços dos alunos nos seguintes aspectos:
- o pulso se tornou mais firme, como já citado;
- aumentaram o cuidado com colocação da voz para o canto e a concentração ao cantar;
- aumentaram a atenção durante a movimentação e a expressão corporal;
- houve um desenvolvimento da percepção auditiva, da apreciação musical e uma ampliação do  repertório e dos conhecimentos sobre orquestra.
Sem contar as habilidades de criação e improvisação desenvolvidas nos trabalhos coletivos.
Considero que faltou um pouco mais de tempo para as aulas de composição e improvisação.
Quando elaborei o projeto, considerei que o tempo destinado àquela aula seria suficiente para trabalhar a questão da criação com os alunos e, durante o desenvolvimento, percebi que eles precisavam amadurecer mais os conhecimentos sobre música e precisavam até de mais subsídios para que pudessem criar com segurança e desenvoltura.
Apesar de ter gostado muito do resultado, acredito que essa aula renderia um outro projeto.
No concerto, foi muito bom observar as atitudes e expressões dos alunos, durante a execução das composições.
Eles escutaram atentamente e ficaram fascinados, principalmente com o Burrico de Pau.
Na composição do Grieg, mexeram os braços como se estivessem regendo, tendo como referência os movimentos da maestrina.
No Burrico de Pau, bateram as mãos de leve na perna para imitar o galope como fizemos em sala.
De volta para a sala, comentaram que gostaram muito de ver as variações da forma de tocar o violino na composição do Burrico e de ouvir e ver cada um dos instrumentos da orquestra presentes no palco.
Transcrevo aqui alguns trechos escritos pelos alunos que considerei mais interessantes:
 “A sala São Paulo é muito bonita!
 Eu gostei muito de ir lá, valeu a pena!” (Samara)
“Eu gostei da maestrina e das músicas que eles tocaram. A gente aprendeu um pouco mais daquilo que a gente aprendeu na sala de aula. A gente ganhou um livrinho que mostrava a sala por dentro e por fora e a minha mãe viu como a sala era bonita”. (Mariana)
“Tinha vários instrumentos que eram muito bonitos”. (Hanatrícia)
“A Sala São Paulo parece de ouro, tem elevador no palco, no teto e no coro. Eu gostei da maestrina, dos instrumentos e dos músicos. Eu gostei mais do contrabaixo”. (Leonardo)
“Foi muito legal quando o músico tocou o tambor e o chão tremeu”. (Guilherme Jorge)
“Eu gostei muito da orquestra. A maestrina foi a Cláudia Feres. Eu gostaria muito de saber como foram tiradas as palmeiras. Eu gostaria de ver o piano que, infelizmente, não deu para ver”. (Thaís)
“É muito legal ouvir o toque de cada instrumento. Alguns são mais baixos, outros mais agudos”. (Stefany)
“Foi um dia muito legal, principalmente a parte do Burrico de pau. Eu gostei muito mesmo de todas as partes. Se eu pudesse ir de novo, de novo e de novo... porque eu achei a sala muito bonita, muito bonita mesmo. E eu achei mais legal ainda a parte da maestrina, pois eu achei que só havia maestro”. (Jean)


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Um comentário:

  1. Olá amiga do meu coração:)
    Mudei algumas coisas no meu Blog,ainda estou arrumando mas vim te oferecer meu novo Link e Award e também o Selinho que está na postagem e o Selo Destack da Amizade e o Selo Destack Permanente,espero que goste...
    Uma excelente semana para você
    beijoss fica com Deus!

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