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Olá amiga(o) ,
Fui professora dos projetos "Estímulo À Leitura",
"Tempo Integral" e a favor da leitura lúdica,
afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog, não se
esqueça de citar o "Linguagem" como fonte.
Você, blogueira sabe tanto quanto eu, que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
receber um elogio...
Venha conferir,
seja bem-vinda(o)
e que Deus nos abençoe.
Krika.
30/06/2009

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terça-feira, junho 21, 2011

Soluções pedagógicas - 21/06/11

Soluções Pedagógicas
Algumas questões retiradas das revistas Nova Escola

Como programar as aulas das turmas multisseriadas?
A primeira etapa do planejamento, antes de qualquer tomada de decisão, é saber com quem você vai trabalhar.
Quem são essas crianças e esses jovens.
O que já sabem, como aprendem e como se socializam.
Como é seu ambiente social e familiar.
Com base nisso, é possível planejar as atividades escolares, em conjunto com os colegas e a coordenação pedagógica.
Realizado em colaboração, o planejamento detalhado torna-se o instrumento orientador das atividades de todo o período escolar.
Conhecendo cada aluno, todo professor pode organizá-los não por idade, mas por nível de conhecimento: alfabetização, de 3º a 6º ano e de 7º a 9º ano, por exemplo.
Só então define-se o que vai ser trabalhado com cada grupo e com cada criança, em função de conhecimentos e habilidades importantes que precisam ser aprendidos e desenvolvidos.
Elabora-se um quadro de aulas, com os conteúdos imprescindíveis para que o aluno avance para outro nível.
Nem sempre é melhor preparar atividades distintas para cada grupo.
Dependendo de alguns conteúdos e objetivos, o planejamento pode ser integrado com atividades coletivas, envolvendo todos.
É possível organizar um projeto em que a turma tenha que trabalhar em função de uma meta comum.
Por exemplo, o estudo da geografia e da história de uma localidade pode envolver aprofundamentos diferentes, dependendo do nível de conhecimento de cada grupo (ciclo, série ou ano) da classe e de cada aluno.
O planejamento do projeto é um só, mas são previstas tarefas individuais, coletivas e em grupos.
Como passar informações de alunos com deficiência para a coordenação?
Faça um relatório com a adequação curricular e os objetivos do trabalho, de maneira a ajudar o professor do ano seguinte a planejar novos desafios de acordo com as possibilidades do estudante.
Em uma ficha, relate suas habilidades, os atendimentos que recebe, as instituições que já frequentou, as ações que deram certo e as aprendizagens alcançadas.
Inclua os registros dos cuidadores e dos profissionais do Atendimento Especializado (AEE).
A ficha pode ser anexada ao protocolo de AEE
O que devo fazer no meu primeiro dia como professor?
José Rodrigo, sua indagação mostra que não só o estudante fica ansioso com o primeiro dia de aula.
O professor também pode se sentir inseguro e criar expectativas para a ocasião.
Antes de decidir as atividades que vai desenvolver, pesquise quem são eles, a faixa de idade, seu histórico de desenvolvimento, o ano/série que vão cursar e verifique de quanto tempo dispõe.
É prudente planejar uma situação de conversas.
Afinal, aula é espaço de interação, de interlocução, de diálogo.
 Se for possível, escolha um lugar da escola agradável para se sentarem em roda no chão.
Nesse dia, você deve se apresentar, falar sobre sua formação, onde já trabalhou, por que escolheu dar aula.
Também é preciso mostrar satisfação de conhecer a turma e apresentar suas expectativas em relação ao trabalho.
É natural que todos queiram se conhecer e saber o que vão estudar.
Por isso, logo em seguida, inicie a apresentação da garotada.
Divida o grupo em duplas, incluindo você.
Um entrevista o outro, perguntando nome, preferências musicais, literárias, hobbies, sonhos, onde mora, o que planeja para o futuro etc. e depois cada entrevistador apresenta o colega para o grupo.
Esse primeiro dia pode também ser planejado por toda a equipe escolar com atividades variadas, como uma gincana e um lanche coletivo.
O importante é dar à ocasião toda a atenção que ela merece, já que se trata do primeiro de muitos outros encontros.
 Deixe a apresentação detalhada do conteúdo e as combinações com a turma sobre as aulas (avaliação, tarefa de casa etc.) para o segundo dia de aula.
Como levar em conta os interesses dos alunos em uma turma grande?
Para sondar conhecimentos e interesses, crie uma situação-problema sobre o tema que vai ser estudado. Analise as produções para conhecer a diversidade de saberes presentes em sala.
Os elementos dessa investigação o ajudarão a elaborar atividades e desafios relacionados a novos conteúdos.
O que fazer para ser mais bem orientada pela coordenação pedagógica?
Muitas vezes, os problemas cotidianos da escola absorvem os gestores a ponto de não sobrar tempo para dar atenção às questões da sala de aula.
Para resolver isso, registre as dificuldades que você está enfrentando.
Marque um horário para ser atendida e leve as anotações.
Assim, o encontro será bem objetivo.

Como gerenciar a correção das tarefas de casa?
Sua preocupação se justifica, Luziana.
A tarefa de casa pode ser uma aliada no acompanhamento dos alunos.
 Mas eu aprendi que esse recurso exige atenção e planejamento.
Não convém que o tipo de correção seja sempre o mesmo.
É preciso variar, conforme seu objetivo:
- individual para conhecer o que o estudante consegue fazer sozinho e poder orientá-lo em suas dificuldades;
- coletiva, indicada às turmas mais adiantadas (nessa correção, cada um compara sua resposta com a dos colegas e avalia se a sua está certa);
- em duplas, com base em um roteiro, os alunos avaliam seus próprios trabalhos e indicam o que precisa ser melhorado.
- correção por amostragem é um bom recurso para classes numerosas - você pode selecionar uma atividade específica e corrigir a lição de alguns estudantes a cada dia, até chegar à totalidade da classe.
- correção feita por monitores também é indicada para os anos mais avançados. Nesse caso, os alunos incumbidos da tarefa devem receber orientação de como fazer a correção.

Como contextualizar o conhecimento em classe?
É preciso vincular os conteúdos escolares a situações que façam sentido para o aluno, incorporando as vivências dele.
Assim, ele é capaz de estabelecer relações entre os conhecimentos.
Contextualizar a leitura e a escrita de notícia em procedimentos diversos, por exemplo, é uma das possibilidades: ler textos jornalísticos no jornal impresso, entrevistar uma pessoa, publicar um jornal "de verdade" etc.
 A escolha do contexto deve considerar o que é significativo para o aluno em sua vida e no mundo e para os objetivos da escola.
Onde buscá-los?
Na vida cotidiana, na sociedade, na descoberta de conhecimento.
Respostas de Heloisa Ramos
O que fazer quando os alunos deixam o celular ligado durante a aula?
Ana, se um celular toca quando estou dando aula, prefiro lidar com a situação com bom humor, colocando a questão em particular ao aluno se isso se repetir.
Queremos que os jovens sigam as regras por achá-las necessárias e não por conformismo ou medo de punições, não é mesmo?
Assim, é válido que os aparelhos toquem durante algumas aulas incomodando os demais e, depois, nos espaços destinados à discussão dos conflitos (como as assembleias), o problema seja analisado por vários ângulos e se busquem soluções não punitivas.
Esses acordos servem para melhorar a convivência.
Porém é preciso incentivar o comprometimento de todos com as decisões tomadas.
É sempre bom lembrar que uma regra não precisa ser rígida.
Há exceções, como quando um parente está doente.
Nesses casos, o ideal é discutir o uso consciente do aparelho, como pôr no modo vibratório e sair para atender.
 Esse processo contribui para um ambiente de respeito mútuo, no qual professores e alunos podem cooperar e se autorregular.

A relação professor/aluno interfere no aprendizado e no desempenho?
Inúmeras pesquisas comprovam o que nós, professores, já sabemos: o bom relacionamento entre professor e aluno é o fator que mais favorece a aprendizagem e o bom desempenho, entre todos os demais elementos envolvidos - como condições de trabalho, tempo que os pais passam com os filhos, número de alunos por classe etc.
Esses estudos indicam também que os educadores mais eficientes são, em geral, os que sabem acolher os estudantes (vendo-os como são e não como deveriam ser), que buscam identificar e trabalhar interesses, acreditando que todos podem progredir.
É preciso lembrar ainda, Luiz, a importância de dominar os conteúdos da matéria, organizar bem o trabalho e a forma de lidar com a indisciplina.
Construir essa relação pode demorar, mas garanto que jamais será perda de tempo.
Como agir em sala de aula com uma criança tímida?
Luci, inicialmente, eu procuraria saber se ela é tímida também em seus outros círculos.
 Na maioria das vezes, um estudante é quieto na escola, mas em casa, por exemplo, pode se mostrar à vontade.
É preciso considerar, ainda, que alguns alunos são introspectivos sem que esse comportamento interfira em seu aprendizado e sua socialização.
De qualquer forma, a criança que pouco interage precisa de intervenções construtivas.
Ela considera demais o juízo do outro, mas no íntimo quer ser valorizada e reconhecida.
Um ambiente de aprendizado acolhedor, aberto a diferentes opiniões, é benéfico para qualquer um, especialmente para ela.
Evitar expô-la contribui para que se sinta seguro e aceita.
É importante valorizar as tentativas de participação, descrevendo fatos e sentimentos:
"Interessante, não tinha pensado nisso. Explique melhor a sua ideia".
Atividades em pequenos grupos e jogos cooperativos também ajudam na interação.
É correto usar a fila dentro da creche?
Em situações em que pode haver riscos, como em escadas e passeios externos, as filas são justificadas.
Porém, no ambiente seguro da creche, elas devem ser evitadas, pois dificultam o sentimento de pertencimento ao espaço escolar.
É preciso deixar as crianças livres para explorar o ambiente por conta própria, permitindo que circulem com autonomia.

 Deve-se ensiná-las a andar com tranquilidade e a respeitar o outro, isto é, não empurrar, olhar quem vem à frente e atrás e ajudar um colega que tropeçou e caiu, por exemplo.
 E esse aprendizado só ocorre por meio da vivência.
Como agir quando os pais dos alunos considerados difíceis, mesmo sendo chamados pela escola, ficam indiferentes?
Inicialmente, cabe reforçar que nenhuma família está satisfeita diante de um filho "difícil", mesmo que aparentemente pareça estar.
Em geral, os pais já fizeram tudo que sabiam para modificar as coisas e se sentem frustrados.
O melhor a fazer é ouvi-los e ampará-los.
De nada adianta chamar os pais para reclamar que a criança é "terrível" ou tentar ensiná-los a educá-la.
Esse tipo de conduta não resolverá, pois isso possivelmente já ocorreu e não trouxe resultados efetivos.
Portanto, é preciso procurar outros caminhos.
Os pais devem, antes de mais nada, saber que existe alguém que compreende o que eles estão passando.
É preciso ainda ter paciência com os que se mostrarem agressivos, pois, com certeza, eles se sentem angustiados em relação a si mesmos, a seus filhos e aos profissionais e estão, portanto, numa posição defensiva.
Quando os pais quiserem conselhos, eles mesmos solicitarão e, quando o professor os der, é importante reconhecer que ninguém realmente tem todas as respostas.
 O que se pode fazer é apenas concordar em experimentar diferentes estratégias mais coerentes com o desenvolvimento socioafetivo da criança e que atendam às necessidades dela.
É prejudicial ter um dos pais como professor?
É desejável evitar que os pais sejam os professores, sobretudo quando polivalentes.
Mas isso nem sempre é possível.
O educador pode conversar com o filho sobre os diferentes espaços e papéis.
 Em casa, o pequeno ocupa lugar privilegiado.
Na escola, torna-se igual aos demais, dando início à aprendizagem da convivência no espaço coletivo.
A autoavaliação constante do professor pode corrigir desvios.


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