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Olá amiga(o) ,
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"Tempo Integral" e a favor da leitura lúdica,
afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog, não se
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Você, blogueira sabe tanto quanto eu, que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
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Venha conferir,
seja bem-vinda(o)
e que Deus nos abençoe.
Krika.
30/06/2009

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JUNHO 2017
8 ANOS DE LITERATURA INFANTIL

domingo, fevereiro 19, 2012

A libélula e a tartaruga 1> Tartarugas e Afins> > 19/02/12

Recomendação literária parte 2

Textos sobre tartarugas
Curiosidades

Os jabutis formam um grupo de tartarugas que passam o tempo todo na terra e não na água. Justamente por isso, suas patas são adaptadas a uma vida de caminhadas e possuem a forma de colunas, lembrando as patas de elefantes.
Os jabutis têm grande longevidade.
Vivem cerca de 80 anos, mas há espécies que chegam aos 120 ou mais (foto: Geoff Gallice / Creative Commons).
Atualmente, os cientistas conhecem cerca de 60 espécies de jabutis no mundo.
Mas a caça ilegal e a destruição dos habitats onde esses animais vivem fez com que algumas espécies desaparecessem para sempre, e quase todas as outras estão ameaçadas de extinção.

A palavra “tartaruga” tem origem no termo grego tartaroukhos, que significa “que ocupa o Tártaro”.
Na mitologia grega, o Tártaro ficava no interior da Terra, e era o local onde os deuses aprisionavam seus inimigos.


Persistentes e coloridos

No Brasil, existem apenas duas espécies de jabutis: o jabuti-piranga e o jabuti-tinga.
A palavra “jabuti” tem origem na língua indígena tupi e quer dizer “o que é persistente”, ou, talvez, “o que não bebe”.
O motivo é simples.
Mesmo sendo vagarosos no seu caminhar, esses animais conseguem andar por longas distâncias e podem ficar muitas semanas sem comer ou beber água.
Mas não se engane, pois, apesar disso, os jabutis precisam de água sim, que pode ser obtida diretamente dos alimentos, como pequenos animais, e, principalmente, frutas e folhas suculentas.
O jabuti-piranga é também conhecido como jabuti-vermelho e habita principalmente as áreas abertas, entrando às vezes nas matas (foto: João Victor A. Lacerda).
O jabuti-piranga e o jabuti-tinga ganharam seus nomes dos indígenas que falavam tupi justamente por causa da cor das escamas de suas cabeças e membros.
 Piranga quer dizer “vermelho”, enquanto tinga é “branco”.
O curioso disso tudo é que o jabuti-tinga é amarelado e não branco!
O jabuti-tinga, também conhecido como jabuti-amarelo, vive no interior de florestas (foto: Jasper Nance / Creative Commons).


Parece, mas não é
Os nomes comuns dos jabutis brasileiros você já conhece.
Mas os cientistas os chamam pelos seus nomes científicos, que são bem diferentes.
O jabuti-piranga foi batizado de Chelonoidis carbonaria, enquanto o jabuti-tinga ganhou o nome de Chelonoidis denticulata.
Como você já sabe, os jabutis são um grupo diferente de tartarugas, adaptados à vida fora da água. E isso tem tudo a ver com o nome do gênero das duas espécies brasileiras, pois Chelonoidis, em grego, significa “parecido com uma tartaruga”.
O nome específico do jabuti-piranga, carbonaria, vem da palavra em latim que quer dizer “de carvão” ou “de brasa”.
A origem disso está em suas escamas avermelhadas, que lembram a cor de carvão em brasa.
Já o nome específico do jabuti-tinga não tem nada a ver com sua cor.
A palavra denticulata, que significa “com pequenos dentes” em latim, foi usada para batizar esta espécie porque seus filhotinhos possuem escamas serrilhadas na região anterior da carapaça.
Repare que a carapaça do filhote de jabuti-tinga é serrilhada logo atrás da cabeça, como se tivesse pequenos dentes.
É essa característica que deu origem à palavra ‘denticulata’ no nome científico da espécie .
Por muito tempo, os jabutis brasileiros pertenceram ao gênero Geochelone, que, em grego, quer dizer “tartaruga da terra”.
Mas hoje o nome Geochelone é usado apenas para alguns jabutis da África.
As espécies do Brasil, como você já sabe, são agora do gênero Chelonoidis.

Gigantes ilhados
Na costa do Equador, na América do Sul, existe um arquipélago chamado Galápagos.
Lá vivem jabutis gigantes, com mais de 1,2 metro de comprimento, que podem pesar 300 quilos!
O interessante é que quase todas as ilhas de Galápagos possuem sua própria espécie de jabuti gigante, mas algumas, infelizmente, foram extintas pelos humanos no passado.
Galápagos é o lar do jabuti mais famoso do mundo: o “Solitário George”, último sobrevivente da espécie Chelonoidis abingdonii, nativa da ilha de Pinta, também conhecida como Ilha de Abingdon (daí o nome científico deste tipo de jabuti).
O Solitário George é o último representante de sua espécie (os jabutis gigantes da Ilha de Pinta) e hoje vive em cativeiro numa estação de pesquisa.
As cabras que os humanos levaram para a ilha em 1959 destruíram a vegetação que servia de alimento para os jabutis, que já eram poucos naquela época, e acabaram sendo extintos.
O nome Galápagos tem origem em uma palavra em espanhol antigo cujo significado é “sela”.
Isso porque a forma do casco de algumas espécies de jabutis do arquipélago lembra uma sela de cavalo, como a espécie do Solitário George, Chelonoidis abingdonii.
Jabuti-piranga e jabuti-tinga são nomes dados pelos indígenas aos jabutis por causa da cor das escamas das cabeças e membros desses animais.
O que os complementos “piranga” e “tinga” significam, respectivamente?
Azul e amarelo
Preto e amarelo
Vermelho e branco
Vermelho e preto


Tartaruga em apuros? Chamem o Tamar!

Há 21 anos a vida das tartarugas marinhas mudou: elas, que viviam apavoradas com os malvados caçadores, e já tinham até entrado na lista de animais em extinção, de repente ganharam a proteção de um "super-herói".
Como é o nome dele?
Projeto Tamar!
Esse projeto criado por jovens oceanógrafos monitora, protege e pesquisa as tartarugas marinhas ao longo de mil quilômetros de praia!
Existem 20 bases do projeto em oito estados brasileiros, e a sede do Tamar fica em uma praia bonita lá da Bahia, chamada Praia do Forte.
Mas enquanto o Tamar cuida das tartarugas, quem cuida do Tamar?
A Fundação Pró-Tamar!
Ela é uma entidade sem nenhum fim lucrativo que existe só para dar uma mãozinha para o pessoal do Tamar.
Além disso, a população também coloca a mão na massa: 90% das pessoas que trabalham monitorando as tartarugas fazem parte das comunidades onde estão instaladas as bases do Tamar.
E sabia que você também pode ajudar?
É só...adotar uma tartaruga!
Mas não vá se animar e encher a banheira de água salgada para receber seu "bebê": a adoção é uma ajuda em dinheiro, que além de proteger as tartarugas, ainda ajuda as famílias que vivem em comunidades no litoral.
Gostou da idéia?
Então faça uma vistinha ao site do Tamar:


Vermelho da cor do mar

Que lindo é o mar, com suas ondas...vermelhas?!
Peraí, mas o mar não é azul esverdeado?
É, mas se tiver rolando uma "maré vermelha", o oceano fica parecendo um suco de morango gigante.
 Essa tal maré acontece quando uma turma de algas, muitas delas vermelhas, começa a se reproduzir demais e acaba "tingindo" as águas da região em que elas estão.
A maré vermelha acontece de vez em quando em quase todos os mares do planeta, e apesar de bonita, ela não é nada positiva: as algas responsáveis pelo fenômeno são bem tóxicas!
 Os peixes desavisados que são pegos pela maré vermelha vão para o beleléu, assim como os mariscos e os outros habitantes do mar.
E até para a gente pode ser um perigo: os bichinhos contaminados pelas toxinas dessas algas fazem muito mal para a nossa saúde e podem até matar!

Baixinhas, vagarosas...e invocadas

Tem coisa mais assustadora que uma onda gigante?
Bom, na verdade pode ter: as ondas Rossby! Quer ver como elas são de meter medo?
Para começo de conversa, as bichinhas medem "espantosos" 10 centímetros de altura.
E a velocidade, então? São tão "rápidas" que podem levar até uma década para atravessar o Oceano Atlântico.
Aposto que você não entendeu nada e está pensando: como raios alguém pode se assustar com uma ondinha nanica mais lenta que tartaruga com sono?
Bom, é que a parte de meter medo vem agora: as ondas Rossby podem ter até 500 quilômetros de comprimento!
Ainda não está com medo?
Pois saiba que, apesar de baixotas, elas são "influentes": o movimento delas nos mares tem a força de afetar as correntes marítimas e o clima em escala mundial!
Tem até cientista desconfiando que foram elas as responsáveis por uma série de inundações que aconteceram em 1992 lá nos Estados Unidos!
E quer saber do pior?
Alguns estudos indicam que as ondas Rossby estão se movendo duas vezes mais rápido do que deveriam...
O que será que vem por aí?
http://www.canalkids.com.br/meioambiente/vocesabia/dezembro01.htm

Tartaruga gigante pode desaparecer!

Ser grande não significa ser forte... As tartarugas gigantes que o digam: elas correm sério risco de extinção!
E para evitar que isso aconteça, cientistas se uniram à uma comunidade de Honduras para tentar salvar essa que é considerada a maior espécie de tartaruga do mundo.
Monitorando uma praia chamada Plaplaya, voluntários recolhem os ovos que encontram na areia e os leva até um viveiro artificial.
Depois de 60 a 90 dias, as tartaruguinhas gigantes nascem e são devolvidas ao mar, livres dos predadores naturais e da ação de homens que vendem descaradamente os pobres ovos!
Para se ter uma idéia, cerca de 115.000 tartarugas gigantes viviam felizes pelos oceanos do mundo em 1980.
Hoje apenas 30.000 delas estão por aí...
O nome científico da tartaruga gigante ou tartaruga-de-couro é Dermochelys coriacea.
Essa espécie vive mais de 50 anos e pode ser encontrada em diversos mares do mundo.
No entanto, seus locais preferidos para desovar são a América Central (onde fica Honduras), o México e as Guianas, no Atlântico.


Faro de tartaruga ajuda na viagem!


"Devagar se vai ao longe": ninguém melhor do que uma tartaruga verde para entender esse ditado.
As bichinhas, famosas por sua...digamos..."baixa velocidade", costumam fazer viagens imensas mar a fora.
A cada três ou quatro anos esses quelônios simpáticos criam coragem e partem para uma jornada de mais de ...2.200 quilômetros!
As tartarugas verdes saem daqui do Brasil e só param quando chegam às Ilhas Ascensão, lá no no meio do Oceano Atlântico.
Mas, além do fôlego, tem uma outra coisa que ajuda essas viajantes: o faro!
Um grupo de cientistas acaba de descobrir que, sem um belo "cheirador", as tartarugas dificilmente encontram o caminho para chegar ao fim do seu roteiro!
É claro que só farejar a rota não é suficiente.
Além disso, as verdosas também usam uma espécie de radar natural que capta as variações magnéticas dos lugares por onde elas passam.
Mas se o nariz não estiver funcionando bem, a coisa complica.
Para descobrir isso, os cientistas pegaram seis tartaruguinhas.
Três delas foram soltas a 50 quilômetros das Ilhas Ascensão, a favor do vento.
O grupo de pesquisadores também soltou as outras três tartarugas a 50 quilômetros das Ilhas, mas em outro lugar, contra o vento.
Um dia depois, a primeira tartaruga solta a favor do vento deu às caras na Ilha.
No dia seguinte apareceu a segunda e, dois dias depois, lá estava a terceira tartaruguinha.
Mas as coitadinhas que foram soltas contra o vento...uma delas demorou 10 dias para chegar.
A outra só conseguiu acabar a viagem 27 dias depois.
E a terceira, que pena, depois de 59 dias tentando, desistiu e voltou para o Brasil!
Essa experiência fez os cientistas perceberem que esses animais farejam o "perfume" das Ilhas no vento, e que esse cheirinho é uma espécie de "mapa olfativo" para elas.
Moral da história: tartaruga resfriada não pode viajar!



Sabia que as tartarugas marinhas
são mais antigas que os dinossauros?

É isso mesmo amiguinho!
As tartarugas existem pelo menos há 180 milhões de anos.
Seus primos distantes, os dinossauros, viveram há 140 milhões de anos atrás.
As tartarugas são os répteis marinhos mais conhecidos.
Elas preferem viver em águas quentes.
Alimentam-se principalmente de microalgas, mas acrescentam em sua dieta pequenos animais.
Algumas espécies podem viver até 150 anos e nunca param de crescer, podendo atingir até 540 quilos.
Estimam que cerca de 1500 tartarugas fêmeas desovem nas praias do litoral brasileiro.
Cada uma deposita, aproximadamente, 1000 ovos, mas, pelas regras da natureza, apenas um ou no máximo dois filhotes chegam à fase adulta e reprodutiva.
Para ajudar na reprodução das tartarugas e combater a captura das fêmeas durante a desova foi criado o Projeto TAMAR.
Todas as cinco espécies de tartarugas existentes no Brasil estão ameaçadas de extinção


http://www.smartkids.com.br/especiais/fundo-do-mar-tartaruga-marinha.html

As tartarugas

Mais de trezentas espécies de tartarugas podem ser encontradas em todo o mundo.
Exemplos: tartarugas (mar), jabutis (terra) e cágados (água doce).
As tartarugas são pertencentes à classe dos répteis e compreendem à ordem dos Quelônios (gr.: chelone, tartaruga marinha)
Jabuti
As "tartarugas" de terra são denominadas de Jabuti.
Seu tronco é escudado por um estojo ósseo que se divide numa parte dorsal (a carapaça) e outra ventral (o plastrão).
Essa disposição permite a algumas espécies, como defesa passiva, recolher completamente a cabeça triangular e os membros.
Em lugar de dentes, ela dispõe de maxilas com bordas cortantes, afiadas ou serrilhadas.
O jabuti atinge no máximo 70 cm de comprimento.
Habita as matas desde o Espírito Santo até a Amazônia, ao norte, e Paraguai, ao sul. Na seca, esconde-se entre a folhagem e o húmus; na época de chuva alimenta-se de frutas caídas. A fêmea, chamada jabota, é maior que o macho, e avermelhada.

As tartarugas das Galápagos
(Testudo elephantopus) podem superar os 185 anos de vida, porém, isso é uma questão de sorte, pois a maioria não ultrapassa os 50 anos.
As tartaruguinhas terrestres são comercializadas no Brasil ainda muito pequenas, e essa comercialização é ilegal.

Respiração

Na respiração, difere-se dos demais répteis, porque o desenvolvimento da carapaça redundou na fixação das costelas.
Respira através do movimento de distensão e compressão da cabeça e membros, para dentro e fora da carapaça.
As espécies marinhas contam com um aparelho respiratório auxiliar: têm na boca, uma enorme quantidade de vasos sanguíneos, que absorvem o oxigênio dissolvido na água.
Isso e bons pulmões dão-lhe capacidade de imersão por várias horas.


Habitat e alimentação

As espécies terrestres (maior número), vivem em climas tropicais, no inverno cavam o terreno e entram em letargo.
As marinhas estão distribuídas por todos os mares quentes, podem percorrer longas distâncias, pois seus membros desempenham a função de nadadeiras, e possuem bom sentido de orientação.
A alimentação de ambas é variada; são vegetarianas, carnívoras ou onívoras.


Caça à tartaruga

Todas as tartarugas são cobiçadas pelo homem, que aproveita desde sua carne (na Amazônia substitui a carne de boi), até as placas imbricadas da couraça.


Tartaruga Marinha Gigante

A Dermochelys coriacea, tartaruga gigante, chega a ter mais de 2 metros de comprimento e meia tonelada de peso.
A couraça é achatada e acinzentada.
As patas são compridas, em forma de nadadeiras, são cobertas de pele e desprovidas de unhas.
A tartaruga marinha gigante alimenta-se de moluscos, algas, crustáceos e carne.


Ovo

As tartarugas marinhas arrastam-se pela praia até um lugar livre de marés.
Ali cavam a areia (60 cm de profundidade por 1 metro de diâmetro), e enterram seus ovos (de uma a duas centenas de ovos por vez).
São ovos esféricos ou elípticos, elas tapam o buraco, alisam a areia e voltam para o mar.
Depois de uma quinzena renovam a operação, mais ou menos no mesmo lugar.
O sol se encarrega de incubar os ovos.
As tartarugas terrestres (jabutis), e de água doce (cágados), fazem o mesmo nas margens do rio e pântanos, ou entre as folhagens.
Depois de três meses, nascem as tartaruguinhas, com 6 cm. Logo quando nascem, as tartarugas marinhas correm logo para o mar.
Em alguns países, tanto o ovo de tartaruga como a carne são consumidos pelo ser humano.
A caça da tartaruga ou o uso desses animais como animal de estimação vem contrinuindo para o desaparecimento de muitas espécies.


Tartaruga Verde

Tartaruga Verde (Chelonia mudas), com um peso de 150 a 200 kg, se alimenta sobre tudo de algas e ervas marinhas.


QUEM NASCEU PRIMEIRO, O OVO OU A GALINHA?

Puxa!
Essa pergunta é um tanto quanto filosófica, não é mesmo?
Mas, científica e biologicamente falando, podemos concluir que o ovo surgiu antes da galinha. Calma que eu vou explicar!
Se analisarmos a evolução dos animais, veremos que os primeiros animais a "botarem" ovos foram os répteis.
E as aves são a evolução dos répteis.
Ou seja, quando as galinhas surgiram, já existiam animais com reprodução ovípara, isto é, por ovos.
http://www.smartkids.com.br/especiais/aves-ovo-ou-galinha.html


Reflexão
“A LIBÉLULA E A TARTARUGA”:
A LITERATURA DE RUBEM ALVES
COMO RECURSO DE LEITURA E ESCRITA
http://catalogo.ftd.com.br.s3.amazonaws.com/280x400_13304807.jpg

O que o aluno poderá aprender com esta aula

■Formular hipóteses sobre o conteúdo da história;
■Compreender globalmente a história;
■Inferir informações a partir da história lida pela professora;
■Recontar oralmente a história;
■Identificar dados da capa do livro;
■Interpretar a história a partir de desenhos (imagem) Identificar a tese de um texto (história);
■Inferir o sentido de uma palavra ou expressão;
■Identificar o efeito de sentido decorrente do uso da pontuação;
■Produzir textos.

A história:

Uma libélula recém nascida, que pairava as suas leves asas sobre a água transparente do ribeirão, viu imóvel sobre uma pedra, uma tartaruga que tomava banho de sol. Espantada diante de uma criatura tão feia, pousou sobre uma folha de capim a fim de ver melhor. A tartaruga, achando que a libélula a estava admirando, começou a falar:
- Olá – disse ela.
A libélula levou um susto.
- Pensei que você estivesse morta, de tão parada.
- Já fui como você, minha criança, muito agitada, mas aprendi que é perigoso viver assim. Em você tudo é esbanjamento: asas vibrando, ir e vir nas costas do vento, voar sem cessar. Mas tudo isso faz mal. Quem se mexe muito morre logo. A vida é como a vela: há de se economizar para durar mais. Minha filosofia é simples: nunca ficar de pé, quando posso ficar deitada. Para simplificar, fico sempre deitada…
A libélula espantada de que alguém pudesse viver assim, ia perguntar se a vida vale a pena. Mas não deu tempo porque a tartaruga continuou a falar:
- Você ainda não aprendeu a lição do peso. Para se voar é preciso ser leva. Mas tudo o que é leve é frágil. As crianças gostam de empinar papagaios. Mas para subir no vento, eles têm de ser feitos com varetas finas de bambú e papel de seda. Por isso, acabam quase sempre enroscados em algum galho de árvore. Mas você nunca viu uma tartaruga enroscada num galho de árvore. Estão fora dos enroscos porque não se metem a voar, porque são muito pesadas e por isso ficam sempre junto ao chão. Somos prudentes. Voar é perigoso, exige leveza e fragilidade. Isso é coisa que fascina as crianças, mas não os adultos. Os adultos são graves. E grave é aquilo que respeita a lei da gravidade e gosta de ir para baixo. Como eu. Os adultos quando querem elogiar alguém dizem que ele é uma pessoa de peso. O contrário de peso? Leveza, bexiga solta no espaço. Quando se diz que alguém é leviano, isso não é um elogio, é uma ofensa. Leviano é quem não leva as coisas a sério, como as crianças. Quanto mais adultas, mais parecidas comigo.
A libélula ia dizer que ser leve é coisa muito gostosa, porque dá sempre uma enorme vontade de rir, mas se calou, com medo de ser acusada de leviana. A tartaruga não entenderia.
- E há também a necessidade de defesas – continuou a tartaruga – Veja o seu corpo, fino como um palito. O bico de qualquer pássaro pode cortá-lo ao meio. E suas asas? Lindas e fracas. Veja agora a minha carapaça. Nem martelo consegue quebrá-la. Você é mole, eu sou dura. Mole são as crianças, os palhaços, os poetas, os artistas. Duros são os generais, os banqueiros, os policiais, as pessoas importantes. Quando as crianças deixam de ser uma libélula para se tornarem uma tartaruga, os adultos dizem que elas ficaram maduras. Na verdade o que querem dizem é que ficaram armaduras. Coisa madura é coisa mole, gostosa, boa de se comer e se descuidar apodrece e acaba. Já a armadura é coisa que vara os séculos. Como eu, impenetrável, constante, sempre a mesma. Digna de confiança. Serei amanhã o que sou hoje. Quanto a você, não sei onde estará. As coisas leves passam. As duras permanecem. Ninguém diz que Deus é vento ou nuvem. Mas dizem que é rocha e fortaleza. Claro que as armaduras criam certos problemas. Fica difícil para brincar, pular, abraçar… Mas é o preço da sobrevivência.
Mas, as coisas não são tão seguras quanto parecem. O tempo e a água haviam feito crescer sobre a dura pedra em que a tartaruga se encontrava, uma lisa e escorregadia camada de limo. E um mísero, quase invisível mosquitinho entrou no nariz da tartaruga, o que lhe provocou um enorme espirro. Com o espirro a tartaruga escorregou e caiu, casco para baixo, perninhas para cima. Se fosse uma libélula ou uma coisas mais leve, teria sido fácil desvirar. Mas ela era pesada demais. Ficou presa de suas próprias defesas. As vezes, as armaduras se transformam em armadilhas. E lá ficou ela, indefesa, até que alguém a levou e a transformou em sopa deliciosa.
A libélula então voou ao sabor do vento, feliz de que ela fosse assim,
sem armaduras, tão leve e tão frágil…
Vejam também aula instrucional> confecção desta tartatuguinha...



OS VALORES HUMANOS E
A LINGUAGEM ORAL E ESCRITA.

■Identificar os valores humanos implícitos no contexto da história “A libélula e a Tartaruga”;
Esta aula contém muitas atividades variadas, como: dinâmica,artes,reflexão,interpretação,produção de texto, diálogo,entre outras.


Vejam tudo aqui:


Os alunos deverão ser capazes de reconhecer o grupo dos Répteis, bem como as principais
características do grupo.


Vejam outras postagens referentes ao OVO NOVO 
AQUI e AQUI



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