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Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog, não se
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Você, blogueira sabe tanto quanto eu, que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
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Krika.
30/06/2009

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terça-feira, março 27, 2012

Assemblages>Montagens> Artes> 27/03/12

Assemblage:
A arte de reunir objetos diversos para contar histórias

Ensine as crianças a explorar a assemblage, técnica que proporciona a análise de materiais e desenvolve o gosto por construir e inventar tramas a respeito das criações,
boa oportunidade para trabalhar com a imaginação
Ana Gonzaga


A viagem da assemblage. Foto: Fernanda Preto

A viagem da assemblage
Ao ver um antigo monitor de computador na Escola I. L. Peretz, a turma do 4º ano associou-o ao rosto de um velho.
Um aluno disse que era "jurássico".
Então, o grupo teve a ideia de colocar um dinossauro de brinquedo dentro dele e unir o velho ao novo: o monitor representa o passado e o dinossauro saindo de dentro dele, que simula uma imagem tridimensional, sinaliza o moderno.
"Esta elaboração é o que há de mais rico na assemblage: a ressignificação dos objetos", diz a professora do grupo, Ligia  Coelho.
À primeira vista, o produto final desse tipo de arte pode despertar estranhamento.
Composta de madeira, papel, tecido, pedaços de brinquedos e muitas outras coisas unidas com cola ou simplesmente por encaixe, a obra é uma forma de expressão do imaginário do autor.
Os objetos, embora reunidos para representar algo novo, conservam seu sentido original.

Isso é assemblage, termo em francês que significa "montagem".

Com origens no modernismo europeu, o conceito foi usado pela primeira vez pelo francês Jean Dubuffet (1901-1985).
Ele era integrante do dadaísmo, movimento que se desenvolveu na Europa no início do século 20, logo após ser deflagrada a Primeira Guerra Mundial (1914-1918).
As obras dadaístas são desconexas, sem um sentido aparente, uma forma de protesto contra a guerra.

Antigo monitor transformado. Foto: Fernanda Preto

Na escola, a assemblage é uma boa pedida para as aulas de Arte.
Abre muito espaço para a experimentação, o estudo e a apreciação, já que a obra e todo o percurso para elaborá-la são um desafio constante para os alunos: encontrar soluções - estéticas e ao mesmo tempo lúdicas - para os problemas de construção com que eles se deparam.
Um deles é como colar os objetos uns nos outros, já que nem todos têm pontos de contato suficientes.
É preciso encontrar soluções, descobrindo como enxaixar as peças ou substituindo os materiais.
Exercita-se a habilidade de configurar formas - como vertical e horizontal - e consistências diferentes - o duro e o mole, por exemplo.
A capacidade de dividir tarefas também é desenvolvida, já que o mais interessante é fazer os alunos trabalharem coletivamente. Alguns podem ficar responsáveis pela montagem em si, enquanto outros fazem a seleção dos objetos que serão usados.
Para aproximar a meninada do tema, vale levar para a sala de aula imagens de obras como as apresentadas na exposição pioneira The Art of Assemblage, organizada em 1961 no Museu de Arte Moderna (MoMA) de Nova York, nos Estados Unidos. E de artistas como o italiano Alberto Bruni (1915-1995), os espanhóis Antonio Tapies e Pablo Picasso (1881-1973) e os brasileiros Arthur Bispo do Rosário (1909-1989), Wesley Duke Lee (1931-2010), Nuno Ramos e Leda Catunda.

Na sala de aula, o foco deve ser o percurso criativo

Ligia Coelho, professora da escola I. L. Peretz, em São Paulo, trabalhou a técnica com a classe do 4º ano durante um semestre e organizou uma exposição para a comunidade escolar.
A meninada garimpou muito material em casa e levou para a sala de aula desde brinquedos - em pedaços ou inteiros - até material de construção, como um sifão.

"Antes de começar a criar as assemblages, organizei um mercado de troca de objetos entre os estudantes", conta ela.
Depois, formaram-se duplas de trabalho.
Cada obra tem seu significado atribuído pelo autor.
Porém a análise do professor pode (e deve) ir além disso.
"É importante, durante o percurso de construção, desenvolver a imaginação. Por isso, os materiais precisam ser estimulantes o suficiente para dar origem a uma história", diz Paulo Nin Ferreira, mestre em Educação e arte-educador da Universidade Federal de Alagoas (Ufal).
Para isso, é preciso aproveitar a liberdade da brincadeira e observar como cada aluno soluciona problemas e como interage com os materiais e com os colegas.
Na opinião da professora Ligia, a obra pode carregar uma dose de crítica ou humor.
Ela recorda que um grupo utilizou uma boneca sem pernas para compor uma assemblage.
 "A turma estava estudando a questão da acessibilidade. Daí, a boneca ganhou rodinhas e, consequentemente, mobilidade."
No entanto, no ambiente escolar, lembre-se de que mais importante que o resultado final é o percurso do desenvolvimento da assemblage.
A obra é efêmera. É o saber construído que tem de permanecer vivo na mente da turma.

Erros mais comuns

Fazer uma interpretação psicológica da assemblage.
É muito reducionista deduzir que uma criança sofre violência doméstica, por exemplo, simplesmente analisando uma obra que ela criou ou por meio da história contada.

Deixar os alunos trabalharem completamente livres.
É sua tarefa questioná-los a respeito de suas escolhas, sugerir o uso de alguns materiais que porventura não despertaram interesse.

Pré-selecionar materiais de acordo com a temática de outro projeto que esteja sendo desenvolvido na escola, por exemplo, reciclagem de plástico.
Isso não é indicado porque restringe a liberdade criativa da turma e descaracteriza o trabalho de assemblage.


Exposição de assemblages

Objetivos
- Estudar a natureza dos materiais.
- Apreciar e construir assemblages.

Conteúdo
- Assemblages.
Anos
2º ao 4º.
Tempo estimado
12 aulas.

Material necessário
Colas variadas (como branca e para isopor), barbante, fita adesiva, tesouras sem ponta, papéis diversos e caixas. Embalagens, sobras de marcenaria, de tecido e de carpete. Brinquedos. Imagens de assemblages disponíveis em abr.io/assemblage_moma e abr.io/assemblage_itaucultural.

Flexibilização
Para alunos com deficiência física (nos membros superiores)
Preparar um espaço adequado na sala para que os alunos com deficiência física possam participar deste projeto é imprescindível. Se as crianças se sentirem mais à vontade sentadas no chão, disponha os objetos como caixas e brinquedos em torno delas, para que fiquem acessíveis (mesmo que a criança tenha que alcança-los com a ajuda dos pés, por exemplo). Caso contrário, a criança pode ficar sentada em uma cadeira, próxima de uma mesa bem firme. Envolver tubos de cola, tinta e lápis em espuma dá mais segurança para que o aluno consiga segurar e trabalhar com os objetos. Contar com a sua ajuda e a dos colegas também é muito importante para alcançar materiais e manipulá-los. É fundamental que a criança possa opinar sobre a criação que deseja fazer e participe de todas as etapas do projeto. Se necessário, amplie o tempo de realização de cada uma das etapas e conte com a ajuda do profissional do AEE no contraturno.

Desenvolvimento
1ª etapa
Pergunte se a turma sabe o que é assemblage.
Mostre algumas imagens e converse sobre o significado delas, dando espaço para os estudantes fazerem associações livres.
Pergunte sobre os materiais e objetos utilizados.
Como o significado deles foi modificado?
Peça que inventem uma história para uma das obras.
Convide a todos a construir assemblages e organizar uma exposição para a comunidade escolar.

2ª etapa
Solicite que as crianças reúnam objetos como os sugeridos no item "material necessário" e uma caixa de sapato vazia, que será usada individualmente.
Peça que formem duplas.

3ª etapa
Retome a apreciação das reproduções.
Como os estudantes acham que as partes das obras foram unidas?
A intenção é levantar os problemas enfrentados pelos artistas.

4ª etapa
Levante temas de interesse das crianças.
Quais as brincadeiras e histórias que apreciam?
Esses assuntos devem ser sugeridos como temas das assemblages que farão.

5ª etapa
Organize o momento de troca de material.
Reunidos, os alunos podem começar a trabalhar.
Registre como a turma une, por exemplo, dois objetos arredondados.
Observe as preferências de materiais, temas e maneiras de compor as obras.

6ª etapa
Faça uma pausa, proponha uma observação coletiva e socialize os problemas e as soluções. Comente suas observações.
 Questione se a natureza dos materiais utilizados apresenta dificuldades específicas.
Por exemplo, se a mesma cola usada para papel serve para vidro?
E para plástico?
Dê continuidade ao trabalho.
Combine um prazo final.

7ª etapa
Encerradas as construções, exiba todas as obras e organize mais uma vez uma apreciação coletiva. Peça que todos falem sobre o que criaram e comentem os trabalhos dos colegas.

8ª etapa
Organize a exposição.
 Cada obra deve estar acompanhada por uma placa com o nome dos autores e o título.
Oriente a elaboração de um cartaz informativo sobre esse tipo de arte.
Convide a comunidade escolar para o evento.

Produto final
Exposição de assemblages.

Avaliação
Analise o que os alunos aprenderam sobre os materiais e como resolveram os problemas.
Avalie se compreenderam o que é uma assemblage e se criaram significados para os objetos utilizados.


Modelos de assemblages que encontrei:
Tema : Meio ambiente



 

 
Tema: Saúde



Trouxe daqui:





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