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Olá amiga(o) ,
Fui professora dos projetos "Estímulo À Leitura",
"Tempo Integral" e a favor da leitura lúdica,
afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog, não se
esqueça de citar o "Linguagem" como fonte.
Você, blogueira sabe tanto quanto eu, que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
receber um elogio...
Venha conferir,
seja bem-vinda(o)
e que Deus nos abençoe.
Krika.
30/06/2009

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sexta-feira, agosto 10, 2012

Consciência fonológicaAtividades> 10/08/12

TRABALHANDO A CONSCIÊNCIA FONOLÓGICA


Autor :Fernanda Maurício Simões
O que o aluno poderá aprender com esta aula
Ao final dessas atividades, esperamos que o aluno:
· Reconheça que as letras do sistema alfabético representam os fonemas da língua.
· Participe das atividades, escutando com atenção e compreensão, respondendo às questões propostas pelo professor, expondo suas opiniões e respeitando as opiniões dos colegas.
Duração das atividades
Essas atividades podem ser feitas durante o processo de alfabetização, a partir do momento em que as
 Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno
É preciso que o aluno já tenha iniciado a percepção de que a escrita representa os sons da fala.
Estratégias e recursos da aula
Caro professor, as atividades a seguir visam possibilitar aos alunos a apropriação do sistema alfabético.
Todos os jogos são direcionados para crianças que já perceberam que cada sílaba representa um som e necessitam superar essa hipótese, de modo a entender que cada letra representa um som.
Atividade 1: Montando os nomes dos animais
Para essa atividade, você pode confeccionar cartelas que farão parte de seu material permanente e poderá ser usado em várias turmas de alfabetização.
Sugerimos que cada cartela seja referida a um mesmo tema.
Daremos, aqui, o exemplo de uma cartela com o tema “animais”, mas é importante que você tenha várias cartelas com diversas temáticas.
Ex: frutas, legumes, escola, casa, brincadeiras, etc.
Recomendamos que a atividade seja feita em dupla e que cada uma tenha um conjunto de letras móveis para preencher a cartela.
Fazendo a atividade com o colega, as crianças poderão trocar hipóteses sobre a escrita das palavras, o que possibilitará maior avanço no processo de alfabetização.

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Atividade 2: Jogo da caixinha de fósforo
Essa atividade também visa possibilitar aos alunos entrarem em conflito com a hipótese de que cada sílaba da palavra corresponde a um som.
Você irá precisar de várias caixinhas de fósforo (ou qualquer outro objeto similar).
Cole na superfície da caixinha o desenho de alguma fruta ou animal, por exemplo, e coloque dentro da caixinha as letras que formam o nome da figura.
Os alunos irão se deparar com o desafio de ter que usar todas as letras para formar o nome do desenho.

Atividade 3: “Que letra está faltando?”
Entregue aos alunos uma lista de palavras que se refere a algum tema trabalhado em sala.
 O aluno deverá completar cada palavra com a letra que está faltando.
 Esse tipo de atividade também é muito importante para que os alunos superem a hipótese silábica. Ex:
LISTA DE FRUTAS:

___AÇÃ
A__ACAXI
MA___ÃO
LA___ANJA
__ÊRA
BA__ANA
LI___ÃO

(Frutas: Maçã, abacaxi, mamão, laranja, pêra, banana, limão)
Observação: Você pode falar para a turma o nome de cada fruta.
O importante é que percebam a letra faltante.
Atividade 4: Quebra cabeças de crianças
Nessa atividade, sugerimos que você selecione uma palavra e que alguns alunos recebam as letras (devem ser grandes) que correspondem à palavra.
Após você dizer qual é a palavra, os alunos deverão ir à frente e formar a palavra.
Você pode trabalhar, por exemplo, com nomes de brincadeiras e jogos.
Se a primeira palavra for futebol, sete alunos receberão as letras correspondentes a essa palavra. O restante da turma avaliará se a palavra formada está correta.
Caso algum aluno tenha correções a fazer deverá ir à frente e trocar seus colegas de lugar.
Atividade 5: Cruzadinha
Outra atividade que também tem como objetivo possibilitar aos alunos superarem a hipótese silábica é a cruzadinha.
 Nesse jogo, eles se depararão com o problema de ter que ocupar todos os quadrados da cruzadinha para formar a palavra.
Você pode confeccionar uma cruzadinha temática, em que as crianças deverão preenchê-la conforme o desenho apresentado.
Se o tema for ESCOLA, por exemplo, a cruzadinha pode conter as palavras: lápis, caderno, caneta. etc.
Avaliação
Com essas atividades, os alunos deverão perceber que cada letra do sistema alfabético representa um fonema.

http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=13508
 
TRABALHANDO A CONSCIÊNCIA FONOLÓGICA
NA FASE INCIAL DO PROCESSO
DE APRENDIZAGEM DA ESCRITA


Autor: Fernanda Maurício Simões
O que o aluno poderá aprender com esta aula
Ao final dessas atividades, esperamos que o aluno:
· Avance na percepção de que a escrita representa os sons fala.
Duração das atividades
4 ou 5 aulas de 50 minutos.
Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno
■É importante que os alunos saibam que o sistema de escrita é constituído por letras e não por desenhos.
Estratégias e recursos da aula
Disponibilizamos aqui uma sequência de atividades com um grupo de palavras referentes a um tema.
Você poderá realizá-lo com outro tema que seja de interesse de seus alunos.
Pensamos que o trabalho com grupos de palavras no início da alfabetização é de suma importância, pois elas podem servir de referência para o processo de aprendizado do sistema de escrita.
Atividade 1:
Nessa atividade, você irá precisar de confeccionar cartelas temáticas para que os alunos relacionem a figura ao seu nome.
Dessa forma, as crianças começarão a perceber que, na escrita, devemos estabelecer a relação entre a palavra e o seu som. Ex:

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Fichas:
PETECA
BOLA
BONECA
CARRO
URSO
Atividade 2:

Com que letra começa?
Essa atividade também é importante para os alunos iniciarem a compreensão de que as letras representam os sons da fala.
Cada criança deverá descobrir qual a letra inicial de cada palavra:


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Atividade 3:
Com que letra termina?
Em outra atividade, sugerimos que você peça aos alunos que encontrem a letra final de cada palavra:

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Atividade 4:
Caça palavras
Ainda utilizando o mesmo grupo de palavras, você pode pedir às crianças que as encontrem no caça palavras:
G U B O N E C A
E Q B D P I P A
A L U T U R S O F
E B O L A H O P E
S D P E T E C A L
A C A R R O M A N
Atividade 5:
“Onde está meu par?”
Distribua para uma metade da turma desenhos referentes a um tema (por exemplo: brincadeiras e brinquedos) e para a outra metade o nome de cada desenho.
Proponha aos alunos que encontrem seus pares (desenho e nome escrito).
Essa atividade é importante para que os alunos avancem na percepção de que o nome dos desenhos representa os sons da língua.
Atividade 6:
 Escrita espontânea
Nessa atividade propomos que você dite aos alunos as palavras trabalhadas em sala (brinquedos e brincadeiras, por exemplo) e depois peça que façam o desenho de cada uma.
Com isso, você poderá verificar se as crianças já estão percebendo as relações entre as letras e seus sons.
É interessante também pedir às crianças que leiam as palavras que escreveram.
Observação: Essa atividade não tem como objetivo fazer a correção das palavras.
A intenção da escrita espontânea é oferecer ao professor um diagnóstico em relação aos modos como seus alunos estão se apropriando do sistema de escrita.
Avaliação
Ao final dessas atividades, os alunos deverão ter avançado na percepção de que a base de nosso sistema escrito é fonética, ou seja, as letras representam os sons da fala.


http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=13586
 
  Trabalhando com músicas:
ampliação da consciência fonológica

 
Oralidade e consciência fonológica
Coleçãode aulas  ( 33 aulas)
 
  O que é consciência fonológica?
Qual a sua relação com o processo de alfabetização e letramento?
E a oralidade, que importância tem no cotidiano escolar?
Consciência Fonológica e Oralidade
Nos estudos de alfabetização e letramento surgiram dúvidas quanto à habilidade de reconhecimento das unidades fonéticas da língua e qual a sua importância na aquisição de leitura e da escrita.
O tema consciência fonológica e oralidade foi abordado tanto em aulas na UnB, quanto em encontros na EAPE.
E para maior embasamento nas aulas da tutoria pesquisei alguns artigos e livros os pontos abaixo.
Consciência Fonológica
Conceitos:
Habilidade metalingüística de tomada de consciência das características formais da linguagem.
É entender, de forma consciente, que os sons associados às letras são os mesmos da fala e que esses podem ser manipulados.
“O termo consciência fonológica foi definido como a percepção de que as palavras são construídas por diversos sons. Tal conceito diz respeito tanto à compreensão de que a fala pode ser segmentada quanto à habilidade de manipular esses segmentos”. (MEDEIROS e OLIVEIRA, 2008).
“É a capacidade de distinguir e manipular os sons constitutivos da língua. A consciência fonológica existe, de maneira mais ou menos grosseira, antes do aprendizado da leitura e se reforça ao longo dos diferentes tempos desta aquisição.” (RIVIÈRE, 2001 apud Carvalho, 2007).
Níveis da Consciência Fonológica:
1 – segmentação da língua: a frase pode ser segmentada em palavras, as palavras em sílabas e as sílabas em fonemas.
2 - as unidades segmentadas repetem-se em diferentes frases, palavras, e sílabas.
Sub- habilidades:
1. Rimas e aliterações: rima é a correspondência fonêmica entre duas palavras a partir da vogal da sílaba tônica, não precisa ter correspondência gráfica. Aliteração é a repetição da mesma sílaba ou fonema na posição inicial das palavras (trava-língua)

2. Consciência de palavras: também chamada de consciência sintática, representa a capacidade de segmentar a frase em palavras e, além disso, perceber a relação entre elas e organizá-las numa seqüência que dê sentido, usada na produção de textos

3. Consciência silábica: capacidade de segmentar as palavras em sílabas (análise e síntese)

4. Consciência fonêmica: capacidade de analisar os fonemas que compõem a palavra.
É a mais refinada da consciência fonológica, é também a última a ser adquirida pela criança.
“Parte da dificuldade de se desenvolver a consciência fonêmica é que, de uma palavra a outra e de um falante a outro, o som de um determinado fone pode variar consideravelmente.
Esses tipos de variações na forma falada que não indicam uma diferença de significado são chamadas de alofones de fonema.” (ADAMS et al, 1998)
“A consciência fonológica desenvolve-se gradualmente conforme a criança adquire conhecimento das palavras, sílabas e fonemas como unidades possíveis de identificação.
O desenvolvimento da consciência fonológica parece ocorrer naturalmente, segundo um ritmo previsto na linguagem oral.
Porém, também é afetada pelo tipo de experiência que a criança possui.
Em torno de seis a sete anos de idade, há um crescente desenvolvimento desta consciência, coincidindo com o início da escolarização.” (MEDEIROS e OLIVEIRA, 2008).
Larga a tia, largatixa!
Largatixa,larga a tia!
Só no dia em que sua tia
Chamar largatixa
De lagartixa
O professor deve encontrar formas de fazer com que as crianças notem os fonemas, sua existência e a possibilidade de separá-los.
Que atividades desenvolvem a consciência fonológica?
Poemas pequenos para recitar
Trava-língua link
Músicas
Advinhas
Parlendas link: as caveiras Bia Bedran you tube
Ditados populares
Brinquedos cantados o rato no you tube
Histórias e músicas cumulativas Link: história da coca
Jogos de escuta
Jogos de linguagem
Chico
Chicote
Nariz de bodoque Lé com lé
Cré com cré
Um sapato em cada pé
Qual a importância de se trabalhar a consciência fonológica na educação infantil?
Em 2003, a Câmara dos Deputados publicou o Relatório Final do Grupo de Trabalho Alfabetização Infantil: os novos caminhos, com o objetivo apresentar uma visão atualizada sobre as teorias e práticas de alfabetização como base para uma análise da situação brasileira.
O documento aponta que a consciência fonêmica é imprescindível para a compreensão do princípio alfabético e para entender a lógica da decodificação, pois os fonemas são as unidades de som representadas pelas letras.
Sem tal habilidade, o aluno terá dificuldade em compreender a ortografia de uma língua alfabética e passará a decorar as palavras com base na sua aparência.
“Durante os últimos anos, estudos nesta área têm demonstrado que para a criança aprender a ler é essencial que ela tenha habilidades de processamento fonológico. A capacidade de refletir sobre a estrutura sonora da fala bem como manipular seus componentes estruturais, a chamada consciência fonológica, está intimamente relacionada à aprendizagem da leitura e escrita. Assim, estudos comprovam que a introdução de atividades com rimas, aliterações, sílabas e fonemas na pré-escola possa produzir ganhos importantes no desenvolvimento de conceitos e habilidades que são pré-requisitos no processo de alfabetização.” (DAMBROWSKI et al, 2008).
Devemos lembrar também de fazer com que a criança se envolva nas práticas do mundo letrado. Trabalhando com textos significativos mesmo antes da aquisição formal da leitura e da escrita.
Slides: EAPE consciência
Oralidade
“As primeiras manifestações verbais das crianças, são vocalizações, ou seja, sons emitidos apenas pelo prazer de brincar. Aos poucos essa brincadeira vai se transformando em tentativas de comunicação, principalmente pela influencia positiva de um ambiente estimulador e afetivo.” (VELLASCO)
A questão da oralidade foi discutida com a análise de dois filmes:
Sinopse: A Maçã
Irã, 86 Minutos, Drama O filme acompanha a história de duas meninas gêmeas, que foram trancafiadas em casa pela família, até os 11 anos de idade.
Nesse período, nunca tiveram contato com outras pessoas a não ser com os pais.
Criadas num bairro pobre do Teerã, as meninas foram descobertas a partir da denúncia dos vizinhos a uma Assistência Social.
Diretor / Roteirista: Samira Makhmalbaf
Sinopse: Narradores de Javé.
Nada mudaria a rotina do pequeno vilarejo de Javé se não fosse o fato de cair sobre ele a ameaça repentina de sua extinção: Javé deverá desaparecer inundado pelas águas de uma grande hidrelétrica.
Diante da infausta notícia, a comunidade decide ir a defesa de sua existência pondo em prática uma estratégia bastante inusitada e original: escrever um dossiê que documente o que consideram ser os "grandes" e "nobres" acontecimentos da história do povoado e assim justificar a sua preservação.
Se até hoje ninguém se preocupou em escrever a verdadeira história de Javé, tal tarefa deverá agora ser executada pelos próprios habitantes.
Como a maioria dos moradores de Javé são bons contadores de histórias mas, mal sabem escrever o próprio nome, é necessário conseguir um escrivão à altura de tal empreendimento.
É designado o nome de Antônio Biá, personagem anárquico, de caráter duvidoso, porém o único no povoado que sabe escrever fluentemente.
Apesar de polêmico, ele terá a permissão de todos para ouvir e registrar os relatos mais importantes que formarão a trama histórica do vilarejo.
Uma tarefa difícil porque nem sempre os habitantes concordam sobre qual, dentre todas as versões, deverá prevalecer na memória do povoado.
Na construção deste dossiê, inicia-se um duelo poético entre os contadores que disputam com suas histórias - muitas vezes fantásticas e lendárias - o direito de permanecerem no patrimônio de Javé.
Direção: Eliane Caffé
O primeiro deles foi “A Maçã”.
O filme mostra a importância da mediação informal da mãe e dos familiares para o desenvolvimento da linguagem e da organização do pensamento da criança.
 Na interação com o seu meio e com outro, a criança constrói a gramática materna, oral e informal, que é a base para a linguagem formal, escolarizada.
A privação desse contato social e da aquisição da gramática materna causa profundas seqüelas nas áreas motora, cognitiva, afetiva e social.
Assim, chegamos à conclusão de que a linguagem materna deve ser valorizada na escola e usada como ponto de partida para o letramento e a alfabetização dos alunos.
Atividades de rotina como a rodinha e a contação de histórias são de extrema importância para o aprimoramento da oralidade, nesses momentos a criança mostra seu modo de falar e entra em contato com outras culturas e com o conhecimento escolarizado.
Com o filme Narradores de Javé, fizemos um paralelo entre a cultura da oralidade, que acontece na expressão do pensamento por meio da fala, da conversa, da escuta, da comunicação e se configura em uma herança cultural.
E a cultura escolarizada que apresenta elementos como a escrita, avaliação e disciplina.
A constituição do povoado independia do espaço geográfico, mas mostrava sua conexão e sua existência por meio das diversas histórias contadas e criadas pelo seu povo.
Dessa maneira elementos como identidade e territoriedade estão ligados à oralidade
Textos:
A influência da consciência fonológica em crianças alfabetizadas pelos métodos fônico e silábico. - Tatiana Gonçalves de Medeiros, Elka Renata Costa Oliveira
Influência da consciência fonológica na escrita de pré-escolares. Adriane Bittencourt DambrowskiI, Cristine Leal Martins, Juliana de Lima Theodoro, Erissandra Gomes.
Livro sugerido:
Consciência Fonológica em Crianças Pequenas - Marilyn Jager Adams
Vídeo:
Pensamento Infantil - A Narrativa da Criança, Revista Nova Escola






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