
Remos e Barcos
Somos vulneráveis para os entes queridos...
E no entanto, nos transformamos em porto seguro para os entes distantes.
Somos responsáveis pelos nossos atos na vida...
E no entanto, nos tornamos frágeis diante de perdas.
Somos perdedores para alguns...
E no entanto, somos heróis para os demais.
Somos remadores de nossos barcos para que eles não percam o rumo diante de um rodamoinho...
E no entanto, soltamos os remos nos mais inesperados momentos.
Somos incógnitas mediante situações...
E no entanto, queremos respostas ao inevitável chamado da morte.
Somos mortais de corpo e coração...
E no entanto, queremos absolvição da alma.
Somos espectadores de incompreensões...
E no entanto, vasculhamos até porões obscuros, julgando nossa própria carne, culpando nossas fraquezas ridículas,destinando ofensas até para nosso espelho,silenciando e ocultando nossas falhas até a próxima solidão inevitável.
TOCAR O BARCO significa tudo isso...
E no entanto, haverei de sentir a ausência até da ressonância carioca dos “erres” dessas palavras.
Dr.Ricardo,
Recentemente ouvi uma história sobre pensar e agir, que desconheço o autor...
Conta de uma pessoa que precisava atravessar um rio, que não tinha ponte. Havia um barco... Ele prontamente entrou nele e começou a remar...
No entanto, o barco girava sem sair do lugar.
Uma voz lhe disse para pegar o outro remo que se encontrava no fundo do barco. Assim, alternadamente, ele empurrou a água com os dois remos. Um remo era o pensar e o outro era o agir.
Então o homem chegou à outra margem do rio, pensando e agindo...
E no entanto, nos transformamos em porto seguro para os entes distantes.
Somos responsáveis pelos nossos atos na vida...
E no entanto, nos tornamos frágeis diante de perdas.
Somos perdedores para alguns...
E no entanto, somos heróis para os demais.
Somos remadores de nossos barcos para que eles não percam o rumo diante de um rodamoinho...
E no entanto, soltamos os remos nos mais inesperados momentos.
Somos incógnitas mediante situações...
E no entanto, queremos respostas ao inevitável chamado da morte.
Somos mortais de corpo e coração...
E no entanto, queremos absolvição da alma.
Somos espectadores de incompreensões...
E no entanto, vasculhamos até porões obscuros, julgando nossa própria carne, culpando nossas fraquezas ridículas,destinando ofensas até para nosso espelho,silenciando e ocultando nossas falhas até a próxima solidão inevitável.
TOCAR O BARCO significa tudo isso...
E no entanto, haverei de sentir a ausência até da ressonância carioca dos “erres” dessas palavras.
Dr.Ricardo,
Recentemente ouvi uma história sobre pensar e agir, que desconheço o autor...
Conta de uma pessoa que precisava atravessar um rio, que não tinha ponte. Havia um barco... Ele prontamente entrou nele e começou a remar...
No entanto, o barco girava sem sair do lugar.
Uma voz lhe disse para pegar o outro remo que se encontrava no fundo do barco. Assim, alternadamente, ele empurrou a água com os dois remos. Um remo era o pensar e o outro era o agir.
Então o homem chegou à outra margem do rio, pensando e agindo...
Pensando e agindo...
Creio que você chegou ao outro lado do rio...
Agora, por favor, mande os remos de volta para também pensarmos e agirmos...
Homenagem ao Dr. Ricardo Bittencourt Nepomuceno
Médico Psiquiatra da Clínica Saint Germain
Taubaté – São Paulo
krika
25nov2009
Creio que você chegou ao outro lado do rio...
Agora, por favor, mande os remos de volta para também pensarmos e agirmos...
Homenagem ao Dr. Ricardo Bittencourt Nepomuceno
Médico Psiquiatra da Clínica Saint Germain
Taubaté – São Paulo
krika
25nov2009

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