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Colaboração e Direitos

Colaboração e Direitos Autorais
Olá amiga(o) ,
Fui professora dos projetos "Estímulo À Leitura",
"Tempo Integral" e a favor da leitura lúdica,
afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog, não se
esqueça de citar o "Linguagem" como fonte.
Você, blogueira sabe tanto quanto eu, que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
receber um elogio...
Venha conferir,
seja bem-vinda(o)
e que Deus nos abençoe.
Krika.
30/06/2009

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JUNHO 2015
6 ANOS DE LITERATURA INFANTIL

terça-feira, fevereiro 02, 2016

Trocando uma ideia>Estímulos literários>02/02/2016

Trocando uma Ideia

Trocando uma Ideia é um livro cheio de reflexões filosóficas que norteiam o diálogo entre divertidos e contrastantes animais. 
A vida, o conhecimento e a inteligência, os sentimentos, a fé, a amizade, a beleza, uma gama de temas abordados de uma maneira surpreendente e bem humorada. Uma obra que irá introduzir a criançada ao mundo inquietante da filosofia, com muita diversão.
 Afinal, é natural do ser humano, desde a infância, querer compreender o mundo e a si mesmo.
O livro é composto por 15 divertidos e surpreendentes diálogos sobre diversos assuntos ligados à vida. O Pinguim discute com o Urso Polar sobre suas cores prediletas. O Gafanhoto está apaixonado e tenta explicar isso a uma joaninha. 
A Minhoca tenta convencer a Galinha de que ela, na verdade, não é uma minhoca
 A cada diálogo e a cada virar de página, um mundo de reflexões, de possibilidades e de diferentes pontos de vista.

O Elefante e o Caracol

Eu acho que vou morrer, disse o Elefante. O tempo estava frio, muito frio.
 O Elefante olhou com tristeza. Morrer?, perguntou o Caracol, que estava visitando o Elefante. Sim, disse o Elefante. É isso mesmo. Eu acho que vou morrer. Com o é que você sabe?, perguntou o Caracol. Eu sinto, disse o Elefante. E tentou olhar de um jeito ainda mais triste. No dedão do pé? Não, disse o Elefante. Bem dentro de mim. Ah..., disse o Caracol. E pensou, durante um bom tempo, sobre algo que vem de dentro. Onde seria isso? Bem dentro do Elefante seria como dentro da Minhoca? Da Formiga. Dá Medo?, perguntou finalmente o Caracol. Não, disse o Elefante, é uma sensação profunda. Como se você fosse viajar para muito longe e por muito tempo. Ah..., disse o Caracol de novo. E pensou, durante um bom tempo, sobre viajar para longe. Para onde poderia ser? Será que viajar para longe era para o Elefante tão longe quanto para o Besouro?
Ficaram um pouquinho em silêncio. O Elefante ergueu a vista. Sua tromba fumegava no ar gelado. E o Caracol continuava pensando. Sobre morrer. E sobre o que vem de dentro. E sobre viajar para longe.
 Mas, afinal de contas, perguntou o Elefante depois de um momento. O que você veio fazer mesmo? Ah..., disse o Caracol. Nada de especial. Ele olhou um pouco para as pontinhas de seus pedúnculos, que esfregava suavemente um sobre o outro. Com se quisesse se aquecer. O Elefante ficou muito curioso. Fala, vai, disse o Elefante. Bem..., disse o Caracol. Ele ainda hesitou um pouquinho.Bem, já que você quer mesmo saber: eu vim perguntar se você vem na minha festa de aniversário. Mas agora que você vai morrer, não dá. Ah..., disse o Elefante, ah... Ele olhou de repente, um pouco menos triste. Então baixou sua tromba até bem perto do Caracol e cochichou: Talvez, Caracol, talvez eu espere ainda um pouquinho antes de morrer. Até depois da sua festa...

Geert De Kockere e Klaas Verplancke. Trocando uma idéia. São Paulo: Brinque Book, 2007.
6 - Esse texto é dialogado, mas não possui travessões. Que recurso o autor usou para marcar os diálogos?
7 - A quem o verbo grifado no trecho a seguir se refere?

Ficaram um pouquinho em silêncio. O Elefante ergueu a vista. Sua tromba fumegava no ar
gelado. E o Caracol continuava pensando. Sobre morrer. E sobre o que vem de dentro. E sobre viajar para longe.

8 - Diante do convite para a festa do Caracol, o Elefante adia seu plano. Que plano era este?

9 - Na leitura da história, percebe-se que o Elefante demonstra sua dramaticidade, não só nas palavras ditas, mas nos gestos, na linguagem do corpo. Escolha um trecho que exemplifique a dramaticidade desta personagem e , reescreva-o aqui.

10 - Leia o trecho a seguir:

Eu acho que vou morrer, disse o Elefante. O tempo estava frio, muito frio. O Elefante olhou
com tristeza. Morrer?, perguntou o Caracol, que estava visitando o Elefante.

a) Nele encontramos o registro de uma conversa entre o Caracol e o Elefante. Essa conversa já aconteceu? Justifique sua resposta usando o tempo verbal como exemplo.

b) Reescreva os trechos a seguir alterando o tempo verbal, de acordo com o que se pede. Faça também as adaptações necessárias para garantir o sentido:

I.              Ficaram um pouquinho em silêncio.

Presente:________________________________
Passado:________________________________
Futuro:________________________________

II.            E o Caracol continuava pensando

Presente:__________________________________
Passado:__________________________________
Futuro:___________________________________

O urso polar e o pinguim










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Elias José> Mais poesias>Estímulos poéticos>02/02/2016


"Poesia É brincar com palavras
Como se brinca
Com bola, papagaio, pião."

Apresentando o gênero literário poesia
Metodologia/dicas

Lendo e trabalhando o poema Rodízio

Lendo e trabalhando o poema a casa e o seu dono

O jogo do é



Atividades
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Mais Elias José
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quinta-feira, janeiro 28, 2016

Feliz por obrigação>Estímulos "obrigatórios"literários>28/01/2016


Esse livro eu recomendo à todas as idades, principalmente crianças, pois mostra de uma forma clara o que é felicidade, ou melhor dizendo, ajuda o leitor a formular seu pensamento sobre o assunto, e como já disse em outro texto aqui no blog, a leitura também consiste em desencadear a criatividade e o conhecimento de mundo do leitor, nesse livro a ideia é fazer com que o leitor reflita sobre o conceito de felicidade. Também já disse nesse blog, que, a leitura tem papel importante na formação de pensamento e sabedoria do leitor; esse livro ajuda o leitor a entender qual é a moral da história, e também o ajuda a formular seu pensamento sobre o assunto e enriquecer sua mente. Todos esses predicados e benefícios podem ser encontrados em uma infinidade de livros.


" Feliz por Obrigação" Texto e Ilustração Chris Wormell, 
Tradução de Luisa Baeta
Num reino onde as pessoas têm a obrigação de ser felizes por lei, um garoto desafia a ordem e chora na frente de todo mundo.
 Acaba levado para o castelo pelos guardas do rei, que era considerado a pessoa mais feliz do lugar. 
Lá, ele revela ao rei que chora porque seu cãozinho morreu, e defende o seu direito de ficar triste de vez em quando. 
Logo descobre que o rei parecia sorrir sempre porque usava uma máscara para esconder seu rosto com expressões de tristeza. 
Era, na verdade, o rei mais triste do mundo e pelo mesmo motivo que o garoto: também perdera seu cãozinho. 
Ele decretou a felicidade compulsória para acabar com a tristeza que se instalou em sua volta depois da morte do cão. 
O rei e o garoto relembram, juntos, as peripécias de seus cãezinhos, até que o rei decide rasgar o decreto especial, permitindo que as pessoas tivessem os sentimentos que quisessem.




No reino das letras felizes
AQUI

Compreendendo os sentimentos
aula sobre esta obra

essa-dor-nome.jpg

Laura era uma ''Maria das Dores''. Sentia dores todos os dias, em diversos lugares do corpo. 
Foi ao médico e ele disse que ela estava ótima, e que essas dores tinham outro nome. 
Aos poucos foi descobrindo que suas dores eram: medo, tristeza, raiva, não querer comer... 
Um dia, Laura adoeceu de verdade e essa dor tinha um nome.

ATIVIDADES SUGERIDAS


-Ressaltar as características do conto realista.
-Debater:
 -Dores verdadeiras e dores imaginárias;
 -Cuidados com a saúde: remédios, vitaminas, diversidade de alimentos;
 -Emoções e doenças.
-Produção de texto:
 -Maria das dores...
 -Eu tenho medo de...


Vamos espantar a tristeza?


Modelos de carinhas e expressões













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quarta-feira, janeiro 27, 2016

A girafa sem sono>Estímulos literários>27/01/2016


Resultado de imagem para a girafa sem sono




A história

Joguinho

Slides
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Livro em feltro
A casa sonolenta
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Mais girafas
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Como dormem os animais
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De papo com a noite>Estímulos literários>27/01/2016

Um menino levado brinca de sonhar acordado enquanto o sono não vem. 
Uma linda história que pode ser o ponto de partida para trabalhar a importância do sono para a saúde.


DE PAPO COM A NOITE

Depois de tantas travessuras durante o dia, o menino não consegue dormir. 
Falador como ele só, procura alguém para conversar.
Mas conversar com quem, se todo mundo já está dormindo? 
Para o menino, isso não é problema.
 Ele descobre que o escuro, a parede, o raio de luar, o fio de fumaça e o vento podem ser bons companheiros de papo até o sono chegar.

Slide

Dia e noite
O sol, quando o dia termina, 
Dá seu lugar à lua. Então fica tudo escuro.
 Temos de acender a luz. 
As estrelas aparecem. 
O gato passeia no telhado. 
As crianças dormem. 
A lua, quando vê o fim da noite, vai embora e vem o sol.
 O galo começa a cantar. Cocoricocó 
Fica tudo claro e podemos olhar as nuvens.
 A gente nem tem mais sono e vai todo mundo brincar. 
Dia e noite não se encontram. 
Já repararam vocês?
 Cada um na sua hora.
 Cada um na sua vez.
 Agora eu faço a pergunta. 
A resposta é toda sua:
 A lua é que foge do sol, 
Ou é o sol que foge da lua? 
Gisele Vargas

Complete o quadro abaixo, com idéias do texto e suas idéias também!
 Durante o dia...
 Fica tudo claro
O galo canta
Durante a noite...
Fica tudo escuro
As estrelas aparecem

Palavra              Oposto       Frase
 termina 
aparecem 
acender 
fim 
claro

Escreva uma história que começa de dia e termina de noite.


Toda criança sabe o que é não estar com sono à noite, mas nem todas sabem que podem brincar com os elementos que circundam a noite enquanto o sono não vem. É com isso que o menino da história as presenteia. A linguagem é constituída basicamente de diálogos, com perguntas que habitam o imaginário infantil e pensamentos que brincam com os provérbios populares. O menino conversa com o Escuro, a Parede, a Lua, o Vento – até o sono chegar. As bonitas ilustrações de Leninha Lacerda, com predominância dos azuis, desenham essas figuras, que aportam à janela do menino, como se fossem pessoas. Enquanto o menino conversa animadamente, o cachorrinho que dorme ao pé da cama se revolve com o cobertorzinho que ele divide com o pequeno. Esse é um detalhe especial da ilustração que aumenta um ponto da história ao recriá-la com imagens.
“– O que você faz aí, seu Escuro, tão quieto nesse canto? – perguntou o menino. E o escuro respondeu, no meio da escuridão: – Bem, cada escuro fica num canto e eu fico no meu. Toda noite cresço e apareço. Quanto mais a noite é noite, mais escureço. Tem criança que morre de medo de mim. Mas não faço mal a ninguém. Você não tem medo de mim, tem?" (p. 4)

Soneca na escola
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Preparação do ambiente
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Como os animais dormem? Aula
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Por quê bocejamos?
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Lixo no chão,não!>Estímulos cidadãos e afins>27/01/2016



LixoChaoP

O assunto é:
Educação,saneamento,terreno baldio,lixo nas ruas....
Mosquito Aedes Aegypti e afins

Começamos o ano de 2016 com este problema chamado Aedes Aegypti.
Para as professoras do ensino infantil e início do fundamental eu reuni sugestões de atividades pertinentes aos estímulos positivos em torno da educação sobre o lixo.
O básico é: jogo garrafinha no chão? Ela vai ser levada pela chuva?
Vai virar criadouro do mosquito?
Será que somente a prefeitura tem responsabilidade de limpar as ruas?
O meu vizinho tem garrafinha vazia no quintal?
Vai me prejudicar?
São tantas indagações e nós adultos precisamos sensibilizar os pequenos sobre a importância do jogar o lixo no lixo. Houve um tempo que ensinávamos nossos alunos a não sujar a escola....
Mas agora com a infestação do mosquito precisamos retomar a questão e levá-la para além do pátio da escola...

  • Identificar diferentes ações humanas nos espaços e nos serviços públicos no cotidiano (coleta de lixo, correio, postos de saúde, lazer);
  • Identificar cuidados com a saúde e o bem-estar relacionados às medidas coletivas como, por exemplo: coleta de resíduos, tratamento de água e esgoto;

Educação ambiental e saúde
Aula

Pequenas atitudes a favor do meio ambiente
lixeiras


O lixo que produzimos
Várias aulas

Projeto
O lixo

Dengue
Aula lúdica

Estratégias de Ensino Dengue, Zika e Chikungunya Educação Infantil

Atividades
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FONTE
Mais Dengue AQUI






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