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Colaboração e Direitos

Colaboração e Direitos Autorais
Olá amiga(o) ,
Fui professora dos projetos "Estímulo À Leitura",
"Tempo Integral" e a favor da leitura lúdica,
afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog, não se
esqueça de citar o "Linguagem" como fonte.
Você, blogueira sabe tanto quanto eu, que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
receber um elogio...
Venha conferir,
seja bem-vinda(o)
e que Deus nos abençoe.
Krika.
30/06/2009

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JUNHO 2015
6 ANOS DE LITERATURA INFANTIL

quinta-feira, julho 30, 2015

Não gosto,não quero>Estímulos literários>Humor> 30/07/2015

Quem não conhece aquela menina 
que mal-humorada vive resmungando
 e acaba se esquecendo como se faz para sorrir?

Em 'Não gosto, não quero', Luciana Savaget deixa bem claro que tristeza não nos leva a lugar nenhum e que o mundo fica muito melhor se deixarmos espaço para a alegria.
Você é uma pessoa bem humorada?
Vejam abaixo uma unidade sobre o riso e sobre a obra
Bem interessante!
Interpretando
Não gosto, não quero
5
Sou louca por bombom de cereja, filme de
terror e revista de fofoca.
Televisão? Mais ou menos... quer dizer,
eu adoro, m...
Fonte:

Vejam  trechos do livro com imagens
Não gosto, não quero conta a história de uma menina que era muito mal-humorada e que não gostava de nada. Vivia reclamando e resmungando tanto que acabou esquecendo como se faz para sorrir. Seus pais tentavam de tudo! Levavam no médico, tentaram fazer uma festinha com palhaços e várias criancinhas, mas nada resolvia. Não gosto, como ficou sendo chamada a menina, se trancava no quarto e lá ficava, só sabia falar: não gosto! Não quero!
Apesar de o dia estar lindo e ensolarado, ela tinha a impressão de carregar um pesinho no coração. Por resmungar muito, a paisagem da menina que suspirava tristeza desbotou e quase perdeu as cores.
Caminhando ela esbarrou num menino igual a ela, não gostava de nada, não queria nada. Ela achou tão engraçado o jeito do menino que começou a rir. Riu tanto que voltou a ver as cores e a beleza do mundo.





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terça-feira, julho 28, 2015

A caligrafia de Dona Sofia>Estímulos poéticos>28/07/2015


 O livro, como as paredes da casa de Dona Sofia, também é todo 'ilustrado' com muitos poemas de diversos autores, despertando no leitor o desejo de conhecer mais esse universo tão rico de imagens e sonoridades. Um trabalho artístico delicado, que convida a ler e reler, inúmeras vezes, sempre descobrindo novos detalhes.


Com esse maravilhoso livro, A caligrafia de Dona Sofia, André Neves sugere que a vida seria muito melhor se espalhássemos poemas pelo mundo afora. 
E ele, com sua carga de talento duplo e de humanidade, fez mais: espalhou muitos poemas, criou.
Dona Sofia, desenhando e escrevendo a história, provou que um poema partilhado provoca mais amor, mais amizade e que há muitas razões para também copiar e espalhar poemas.
Elias José
Na mais alta colina entre as colinas que guardam a cidade, existe uma casa diferente de todas as outras, com paredes decoradas com poemas.
Não haveria quem não pudesse dizer que, ali, as paredes recitavam, cada canto vivo cuidado com emoção e a caligrafia em estilo que só Dona Sofia sabia... 
Mas, anos sempre em marcha, a velha percebeu que ficaria sem espaço para escrever os versos que tanto amava.
Com letra de caprichosa moça, a professora aposentada decidiu-se pelos cartões poéticos — prensando flores sobre o papel, colhendo palavras com sua florida caligrafia — endereçando-os a todos os moradores da pequena cidade... 
Eis então que a ajuda de Seu Ananias seria de grande valia, e entra em cena o protagonista desta renda palavra–imagem que André Neves teceu: a história do carteiro e da amorosa leitora de poetas. E um dia chega, e ele próprio recebe um cartão...
Como as paredes da casa de Dona Sofia, as páginas do livro se abrem, preenchidas por uma caligrafia redonda, cursiva e constante: que o leitor entre nessa casa e descubra, distraidamente ou não, os versos que falam de deslumbramentos, estradas, brilhos, firmamento, primaveras do passado e do presente. São confissões de poetas de variados públicos — agora reunidos sob uma aura romântica, embora a diversidade das escolhas —, e parecem mesmo falar a um só ouvido. Esse é um projeto sensível, um livro para ser relido, e quem se atrever a espiar mais certamente encontrará os poemas motores para essa e para outras produções do autor, como se comentassem suas cores e fulgurações, seus horizontes de leitura...
Quando finda a primeira leitura, uma névoa triste de alegria e a certeza de que “Um poema partilhado provoca mais amor, mais amizade”, como afirma Elias José, “Que há muitas razões para também copiar e espalhar poemas”, como Dona Sofia, que resgatou, dividiu e multiplicou belezas que os livros guardam.
E sua memória jamais esqueceu.
CALIGRAFIADONASOFIAVERSAO1
Na colina mais alta da região havia uma casa diferente. 
Uma casa enfeitada com os sonhos, as emoções, os segredos e as sensações provocadas pelas palavras.  
A dona desta casa era uma professora aposentada chamada Sofia. 
Além de cultivar flores, Sofia cultivava poesias. 
Em cada cantinho de sua casa, dona Sofia escrevia, com sua caprichada caligrafia, um de seus poemas preferidos. 

Com o passar do tempo e sem espaço para escrever seus versos, Dona Sofia resolveu presentear cada morador de sua cidade com um cartão poético, decorados com as flores que ela própria cultivava.
 Dona Sofia não queria que os poemas ficassem escondidos dentro dos livros,mas sim alojados nos corações das pessoas.
 A sua ideia trouxe colorido e vida a toda uma cidade.

Para ajudá-la na distribuição dos cartões , Dona Sofia contava com a ajuda do carteiro Ananias, que  aos poucos foi  aprendendo a encontrar a emoção e a alegria contidas  em cada verso. 
No final, uma pequena surpresa em forma de poema, que traduz toda a sensibilidade inspirada pela história.
Cada página do livro é recheada com diferentes poemas e ilustrações primorosas. Um verdadeiro presente para os amantes da poesia. 

A CALIGRAFIA DE DONA SOFIA
(Pela aluna Eduarda Santos Pereira)

Tudo começou com a Sofia
Que sempre adorou
Cultivar flores e escrever poesias.
Essa era a vida de Dona Sofia.

Na casa de Dona Sofia
Havia muitas poesias
nas cortinas e nas paredes.
Era autor pra lá, autor pra cá, e
Dona Sofia nunca cansava de copiar.

Ananias era o carteiro,
Sempre estava a gritar:
Correiiiiiiiiiioooooooo!
No tempo livre
Ele ajudava Dona Sofia.

Dona Sofia começou a escrever
Lindos cartões
Carregados de emoções
Enfeitados com muitas flores.

Ananias ajudava Dona Sofia
A entregar as poesias
Que ela fazia
Com muita alegria.

Depois de muito tempo,
Seu Ananias, disse:
-Dona Sofia, todo mundo
Está lendo suas poesias!

Dona Sofia presenteou Ananias
Com um caderno de caligrafia,
-Vou tentar melhorar a caligrafia
Para poder escrever poesia!

Então, seu Ananias praticou
E um dia ele escreveu
Uma poesia sobre flores
Para Dona Sofia.
Teatro



Outro vídeo

Mais

Roseana Murray
"O livro é a casa
onde se descansa
do mundo.

O livro é a casa
do tempo,
é a casa de tudo.

Mar e rio
no mesmo fio,
água doce e salgada.

O livro é onde
a gente se esconde
em gruta encantada".

Vejam um projeto




Poema em forma livre
Vejam no link um trabalho sobre os gêneros literários
incluindo uma atividades com a obra 






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domingo, julho 26, 2015

Fada fofa onça-fada>Estímulos literários>Fada em Paris>26/07/2015


A Fada Fofa resolveu ser bailarina, vejam só!
 Para isso, pediu a ajuda do Vento, que sabe bem balançar as coisas pra lá e pra cá.
 O Vento ajudou e os dois saíram por aí...

Livro
Esta é mais uma divertida história da personagem de Sylvia Orthof, a Fada Fofa, desta vez, ela forma um trio com o Vento e a Onça para ir colorindo de humor e poesia todos os lugares por onde passam. O leitor vai se divertir com essa nova aventura da Fada Fofa.
Uxa fada
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Mais sua esta escritora no Linguagem
Resultado de imagem para fada fofa em paris sylvia orthof atividades
Fada fofa em Paris
Desta vez Sylvia transporta a sua Fada Fofa para Paris, junto com a irrequieta pulga Henriqueta. Lá, no meio de muita aventura - Fofa entorta a torre Eiffel e acaba entalada no Arco do Triunfo -, a dupla recebe bons conselhos de uma fada francesa - a tia Hedy.

Poesia é coisa séria. 
E Sylvia Orthof sempre levou a sério essa tarefa de olhar o mundo de forma bem humorada e poética! 
Sabia remexer nas palavras e extrair delas o maior número de significados possíveis.
Vejam tudo sobre ela

Quem conta um conto
Linguagem coloquial
Aula

Equilíbrio entre o bem e o mal

FADA SEMPRE-VIVA E A GALINHA FADA
A fada sempre viva

A fada Sempre-Viva vive em uma casa encantada e se veste como uma vovozinha levada. 
Sabe fazer tudo o que uma boa fada sabe fazer - transformar abóboras em carruagens, sapos em príncipes, além de outros feitiços. 
Só que agora Sempre-Viva precisa atender ao pedido de um rei muito exigente que adora bolos. E agora, como Sempre-Viva atenderá ao pedido do rei?






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sexta-feira, julho 24, 2015

O rato roeu a roupa>Estímulos alfabéticos>24/07/2015

O rato estava com fome, mas não tinha nem um resto de rosca para roer. Então ele roeu o reboco, o rádio, o remo e a rolha. Nada matava sua fome. Aí ele roeu a roupa nova do Rei de Roma. A Série Mico Maneco oferece às crianças uma fascinante aventura: aprender a ler, lendo. Apresentando personagens bem brasileiras, inseridas em histórias curtas e imaginativas, estes livros fazem da alfabetização um prazer.

Aula O rato roeu a roupa
O rato do campo e o rato da cidade
Criando legendas
(música)
Trabalhando produção de texto
Palavra rato
AQUI
Mais atividades
AQUI









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Lolo Barnabé>Estímulos históricos> Sociedade>24/07/2015

Um diálogo sobre a evolução da tecnologia
através de pensamentos críticos e reflexivos


A leitura da obra Lolo Barnabé, propicia uma reflexão sobre a eterna busca do homem por melhores condições de sobrevivência . 
Na intenção de suprir suas necessidades e ter mais conforto, a sociedade acabou gerando consequências que , paradoxalmente afetam a própria qualidade de vida. 
Entre elas o consumismo, o desperdício e a alteração das relações de convivência familiar.
Tudo

Roteiro de leitura

Slides

Livro



Atividades de interpretação
Tudo se cria, tudo se transforma?
Aula
Vejam o conto completo






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Caça ao tesouro>Estímulos literários>Aventura>24/07/2015

CAÇA AO TESOURO
Amanda J.Wood
Com um grupo de ratinhos á procura do tesouro, numa ilha perdida. E enquanto a estória se desenvolve  o leitor precisa desvendar os mistérios do caminho até a ilha do tesouro. Em cada página desta história divertida, os jovens leitores encontrarão um enigma pronto para ser decifrado. 
São descobertas de caminhos, através de perigosos labirintos e mares bravos, figuras escondidas e pistas secretas... que levam ao tesouro!
Dinâmica para introduzir à obra      AQUI
Aula com atividades   
O papel da leitura na formação do cidadão ético:







Prática social
Utilizando a escrita
(cartas)
AULA AQUI
Vamos caçar um tesouro na escola?
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Piratas de palavras
AULA AQUI




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