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Colaboração e Direitos

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Olá amiga(o) blogueira (o),
Fui professora dos projetos "Estímulo À Leitura",
"Tempo Integral" e a favor da leitura lúdica,
afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto,será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes , experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos .
Se você leu ,experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog ,ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente,assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo,por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog,não se
esqueça de citar o "Linguagem" como fonte.
Você, blogueira sabe tanto quanto eu ,que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
receber um elogio...
Venha conferir,
seja bem- vinda(o)
e que Deus nos abençoe.
Krika.
30/06/2009

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quarta-feira, agosto 20, 2014

O elfo e a sereia> Estímulos literários > Lendas> 20/08/2014


Você já ouviu falar nos elfos? Ninguém sabe direito se eles existem ou não. Mas quem jura que viu, conta que são lindíssimos, bem pequeninos, vivem na mata, têm asinhas finas e dormem dentro das flores.
No livro O Elfo e A Sereia, da escritora Ana Maria Machado, com ilustrações de Elma, há um elfo como o das lendas. Os animais acreditavam que foi o avô dele que ensinou os passarinhos a cantar.
Esse elfo um dia encontrou uma sereia. Ela estava dentro da arca do tesouro de um navio encalhado na praia. Ele ficou tão encantado com aqueles cabelos verdes, que se apaixonou na mesma hora.
Só que o elfo não podia viver no mar, junto com sua amada. 
Tampouco a sereia podia viver na mata.
E agora? Será que isso vai impedir essa linda história? 
Com um texto delicado e poético, Ana Maria mostra que não há limites para um amor tão bonito.

Ana Maria Machado estava a contar...
 Um elfo que não era apenas ares e asas, mas possuía toda a curiosidade sobre as pedras preciosas que pudesse encontrar. 
Uma libélula contou a ele dos restos de um barco náufrago na areia: quais tesouros poderia lá encontrar?


Encontrou uma caixinha de madrepérola e coral e dentro dela... 
Uma sereia a cantar e a chorar a sorte como um peixe fora da água. 
“Por favor” a sereia sussurrou, “ponha-me de volta no mar antes que outro sol nasça.” Mas o elfo já não podia, sereias têm encantos.
“Você é a joia mais rara e preciosa que já vi, o tesouro mais brilhante que já piscou para mim, e canta a canção mais suave que já visitou meus ouvidos.” 
- Preciso de ti. Fica comigo. 
– Se eu ficar, morro – disse a Sereia. 
– Tu tens os olhos mais verdes que o vento do mar, um jeito mais forte e seguro que qualquer navio, o cheiro da terra mais vivo e fresquinho que já senti.
– Mas não me posso demorar fora d’água. 
– Também não me posso demorar.
Nessa narrativa poética, Ana Maria Machado, sempre criativa e sensível, encontra uma forma de esses dois seres, apesar das diferenças, serem felizes para sempre.
Fonte:
Elfos, o deus do ar, não gostava só de voar pelos ares. 
Também adorava jóias preciosas. E isso o levou até um navio naufragado.
Leitura e interpretação
O Elfo e a Sereia
Mexe que mexe, vira que vira, procura que procura, achou uma caixinha de madrepérola e coral. Tinha todo o jeito de guardar um tesouro. De dentro, vinha uma música tão linda como o canto dos pássaros ou a canção do bisavô-anjo.
Com dificuldade, o Elfo abriu a caixa.
Lá dentro, uma Sereia cantava, enquanto penteava os longos cabelos verdes. Cantava e chorava.
Quando viu o Elfo, parou de chorar e falou cantando:
- Muito obrigada. Você me salvou. A tempestade me jogou aqui e eu estava presa. Se eu ficasse muito tempo fora d’água, ia morrer. Por favor, ponha-me de volta no mar antes que outro sol nasça.
- Não posso – disse o Elfo. – Você é a jóia mais rara e preciosa, o tesouro mais brilhante que já piscou para mim, e canta a canção mais suave que já visitou meus ouvidos. Preciso de você. Fique comigo.
- Se eu ficar, eu morro – disse a Sereia. – Bem que eu gostaria! Você tem os olhos mais verdes que o vento do mar, um jeitão de madeira mais seguro que qualquer navio, o cheiro da terra mais forte e fresquinho que já senti. Mas não posso demorar fora d’água. Venha comigo.
- Não posso. Fora da mata eu morro. Também não posso demorar.
- E justamente porque estava gostando tanto dela, o Elfo soltou a Sereia no mar.
- E ela, justamente porque estava gostando tanto dele, não enrolou seus longos cabelos verdes no musgo do manto dele, não o arrastou.
Cada um foi para o seu lado. Mas ficaram tristes.
No fim de algum tempo, ele sentia tanta saudade que conseguiu um milagre: tecendo pétalas de flor, acabou fazendo uma túnica cor de maresia.
Enquanto isso, no chuveiro das ondas, a Sereia conseguia tomar banho de cheiro de luar na mata, com todos os seus cricris.
Uma noite, acabaram voltando à praia e se encontrando. Outras noites. Muitas. De lua cheia ou lua nova. Sempre se separando antes de o sol nascer.
E aos poucos começaram a surgir outros seres na mata e no mar. Iaras nas cachoeiras. Ninfas nos rios. Algas que viraram florestas nas profundezas marinhas. Peixes-voadores sobre as ondas, com asas leves e transparentes.
E no fundo das conchas mais fundas, novos tesouros – as pérolas. Seres maravilhosos que moram ao mesmo tempo na fantasia, na mata e no mar.
Parece que é porque o Elfo e a Sereia tiveram muitos filhos. E parece que é porque, desse jeito que eles inventaram, cada um seguiu sua vida, mas acabaram sendo felizes para sempre.
ESTUDO DO TEXTO: 
1. A história fala de um grande amor. Quem são as personagens?
2. Quem é Elfo?
3. Elfo e a Sereia se apaixonaram. O que os impedia de ficar juntos? 
4. Relacione Elfo e a Sereia às suas qualidades físicas: 
a. Elfo ( ) tinha cabelos longos e verdes.
b. A Sereia ( ) tinha olhos verdes.
( ) tinha um jeitão de madeira mais seguro que navio.
( ) era uma jóia rara e preciosa.
5. No texto, há diversas comparações feitas pelas personagens. Indique a quem eram dirigidas as comparações abaixo. Se dirigida à Sereia, marque um S ; se dirigida a Elfo, marque um E .
- Você é a jóia mais rara e preciosa que já vi. ( )
- Você tem os olhos mais verdes que o vento do mar. ( )
- O cheiro de terra mais forte e fresquinho que já vi. ( )
- O tesouro mais brilhante que já piscou para mim. ( )
Fonte:







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terça-feira, agosto 19, 2014

A vida íntima de Laura > Estímulos literários > 19/08/2014


A vida de uma simpática galinha...


Conto que narra a história  da vida “íntima” de Laura, uma galinha “muito da simples” que vive no quintal de Dona Luísa.
 Laura é casa com o galo Luís e possui um diferencial dentre as galinhas daquele galinheiro: ela era quem botava mais ovos dentre todas as suas colegas.
 Esta era sua qualidade, porém Laura também tinha vários defeitos, tanto físicos, como o pescoço, que era o mais feio do mundo, quanto defeitos psicológicos já que era desprovida de inteligência ou “buuuuuuuurra” mesmo, como diz a autora.
O maior medo da vida de Laura é virar almoço, mas se este for seu destino, ela deseja ser almoçada pelo craque Pelé. 
Mesmo morrendo de medo de morrer, Laura diz que gostaria de virar galinha ao molho pardo.
Laura, mesmo sendo a protagonista da história, não é uma heroína, se aproxima mais do conceito de anti-herói, trazido pela literatura modernista
É descrita como uma personagem sem méritos especiais, uma galinha sem graça, apressada e comum.
Esta forma irreverente de apresentar a personagem e suas características, faz com que a história se torne interessante para as crianças. 
Quanto ao moral ou lição trazida pela história, pode-se extrair que alguém pode ser importante por outros talentos que possui que não sejam físicos ou intelectuais.
Noutro momento, a autora deixa o recado: viver apressadinho é uma grande bobagem! E ensina o respeito às particularidades de cada um: “ninguém despreza a carijó por ser de outra raça. Elas até parecem saber que para Deus não existem essas bobagens de raça melhor ou pior.”
A linguagem do texto é amigável e afável:
“Vou logo explicando o que quer dizer “Vida íntima”. É assim vida íntima quer dizer que a gente não deve contar a todo o que se passa na casa da gente. São coisas que não se dizem a qualquer pessoa.
Pois vou contar a vida íntima de Laura.
Agora adivinhe quem e Laura.
Dou-lhe um beijo na testa se você adivinhar. E duvido que você acerte! Dê três palpites.
Viu como é difícil?
Pois Laura é uma galinha.”
Em estilo subjetivo, já característico de suas obras, Clarice desperta o imaginar da criança, abordando assuntos complexos como o respeito às diferenças, a geração, o nascimento, as qualidades interiores de alguém. O enredo se torna uma desculpa, um pretexto para falar de outros assuntos mais importantes e que vão sendo abordados ao longo da história.

Livro
AQUI
AQUI atividade sobre esta obra

Vida íntima” são aqueles hábitos que todo mundo tem, mas não conta para qualquer pessoa. Por exemplo, a que hora em que as mães dão um beijo de boa noite nos filhos e o que se costuma comer em casa são intimidades de muitas famílias. 
O livro “A Vida Íntima de Laura”, da editora Rocco, conta o dia a dia da Laura, que é uma galinha.
Vejam mais:
 AQUI

Vídeo com a história com músicas ( repentes )










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terça-feira, agosto 12, 2014

Quase de verdade> Estímulos literários > 15/08/2014





Era uma vez... Era uma vez: eu!
       Mas aposto que você não sabe quem eu sou. Prepare-se para uma surpresa que você nem adivinha.
       Sabe quem eu sou? Sou um cachorro chamado Ulisses e minha dona é Clarice.

 Eu fico latindo para Clarice e ela — que entende o significado de meus latidos — escreve o que eu lhe conto.
Vejam o livro: 
AQUI



Clarice para crianças
Aqui

Esta obra clariceana pertence à literatura Infanto-Juvenil fala de um cachorro chamado Ulisses, que também é o narrador da história. Ulisses era peludo e latia muito, mas somente sua dona o entendia. Por este motivo, pede para a sua dona Clarice escrever o que ele via no quintal do vizinho. Também era bastante observador e por isso descobriu que “da união entre o sentimento de inveja e as ideias de más companhias só sai fruto ruim”.Descobriu isso ao observar em uma grande figueira que dividia espaço com galo, galinhas, pintinhos e minhocas.
Revoltada por não se sentir feliz, a árvore (figueira) resolve pedir a uma nuvem má para aprontar com os bichos, pois ela não suportava aquela alegria deles. Os personagens desta história foram realmente animais de estimação de Clarice Lispector nas diferentes casas onde morou (Brasil, Intália, Suíça, Inglaterra, etc.)
Além desta obra, há outras pertencentes à liturateura infanto-juvenil, tais quais: O mistério do coelho pensante, A vida íntima de Laura, A mulher que matou os peixes e Como nasceram as estrelas.
Vejamos um trecho da história:
“Era uma vez... Era uma vez: eu!
Mas aposto que você não sabe quem eu sou. Prepare-se para uma surpresa que você nem adivinha.
Sabe quem eu sou? Sou um cachorro chamado Ulisses e minha dona é Clarice. Eu fico latindo para Clarice e ela — que entende o significado de meus latidos — escreve o que eu lhe conto. Por exemplo, eu fiz uma viagem para o quintal de outra casa e contei a Clarice uma história bem latida: daqui a pouco você vai saber dela: é o resultado de uma observação minha sobre essa casa.
Antes de tudo quero me apresentar melhor.
Dizem que sou muito bonito e sabido. Bonito, parece que sou. Tenho um pêlo castanho cor de guaraná. Mas sobretudo tenho olhos que todos admiram: são dourados. Minha dona não quis cortar meu rabo porque acha que cortar seria contra a natureza.”
Um pouco sobre a autora:
Clarice Lispector nasceu em Tchetchelnik, uma pequena cidade na Ucrânia, mas chegou ao Brasil ainda bebê, junto com sua família. Aqui no Brasil morou em Recife durante boa parte da sua infância e juventude. Sempre gostou muito de inventar histórias e escrevê-las, e publicou seus primeiros contos quando começou sua carreira como jornalista. Além dos contos infantis, Clarice escreveu também romances, contos e crônicas do cotidiano para o público adulto.
Morou também no Rio de Janeiro, local onde se casou e teve dois filhos. Morou também em Nápoles (Itália), Berna (Suíça) e Torquay (Inglaterra), e teve muitos de seus livros traduzidos para outras línguas.
Fontes:


Fonte:


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quarta-feira, julho 30, 2014

O mistério do coelho pensante> Clarice Lispector para crianças>Estímulos literários > 30/07/2014

"Essa história só serve para criança que simpatiza com coelho": é assim que a autora Clarice Lispector inicia o enredo do seu livro infantil O mistério do coelho pensante. Na verdade, a história também só serve para criança que gosta de pensar, como o coelho. 
O conto, como explica a autora, é bem pequenininho, mas o encanto dele está justamente em aprender a ler além do que está escrito.
"Conversar sobre coelho é muito bom. Aliás, esse 'mistério' é mais uma conversa íntima do que uma história. 
Na verdade, a história só acaba quando a criança descobre outros mistérios", diz Clarice. E aí é hora de tentar solucionar tantos outros mistérios que encontramos ao longo da vida. 
O coelho em questão se chamava Joãozinho e, como todos os outros coelhinhos, mexia o nariz bem rápido quando estava cheirando. 
Mas o nariz de Joãozinho não cheirava só alimentos, como sua deliciosa cenoura, ou o ambiente de sua casinha. 
Era um nariz muito especial: cheirava também ideias! 
Quando o coelho pensava, também mexia o nariz.
 Ele vivia em uma casa pequena no quintal de casa e era cuidado por Paulo e Pedro, dois meninos que, às vezes, esqueciam de dar a Joãozinho a sua cenoura!
Um dia, Joãozinho decidiu: todo vez que ele não fosse alimentado, fugiria de sua casinha! 
Mas era muito difícil sair, porque as grades eram tão estreitas e pesadas, e Joãozinho era tão grande e gordinho! 
Mas seu nariz pensante farejou, farejou, farejou muito, até ficar bem vermelho de tanto pensar, e descobriu uma saída. 
Esse é o grande mistério do livro: como Joãozinho escapou de sua casa! 
Que tal desvendá-lo?    

Clarice Lispector para crianças
Objetivos 
- Realizar a leitura integral de duas obras de Clarice Lispector. 
- Valorizar a leitura literária como experiência estética. 
- Compartilhar impressões sobre as obras lidas e identificar semelhanças e diferenças entre elas (tema, enredo e recursos linguísticos utilizados pela autora). 
- Utilizar o conhecimento sobre a autora e sobre o mundo para interpretação mais ajustada do texto. 
AQUI

Atividades práticas de leitura da obra 
O mistério do coelho pensante de Clarice Lispector
As atividades de leitura não devem ser aleatórias, mas elaboradas a  partir da estrutura de jogo do texto. 
I.    MOTIVAÇÃO PARA A LEITURA
O professor propõe inicialmente uma brincadeira com charadas. Divide a turma em grupos e distribui textos sob a forma de enigmas para que tentem decifrá-los.
Ex.: Textos “Charadas do País das Maravilhas”, de Lewis Carrol e “Cachorrada” de José Paulo Paes.
II.   LEITURA
O professor apresenta para a turma a história O Mistério do Coelho Pensante, de Clarice Lispector. A leitura é feita oralmente pelo professor até o ponto em que a narrador cria no leitor uma expectativa de resolução do “mistério”, referente ao modo como o coelho sai da gaiola. O professor faz isso com o intuito de acionar o imaginário do leitor, e o desejo de prosseguir a leitura, a fim de verificar a resolução elaborada pelo literário. Após, cada criança faz a leitura individual do texto.  
III. COMPREENSÃO
a.  Uma vez que o agôn provoca o conflito entre duas visões do mundo – a do texto e a do leitor – o professor solicita que as crianças, em grupo, escrevam, em tiras de cartolina, as referências textuais (personagens e ações) que não encontram equivalência com o que elas conhecem do mundo real. Além do coelho pensante e de sua fuga “sem lógica”, pode ser que as crianças também achem estranho o fato de a narradora assumir atitudes de coelho, assim como o não desvendamento do mistério contraria a expectativa de todo o leitor, que é de encontrar uma resposta no final da história. Cada grupo irá expor a sua resposta em um painel, a fim de que possam ser confrontadas com as dos demais.
b.  O professor solicitará aos alunos que escrevam uma história em quadrinhos mostrando o que o coelho fazia quando fugia da gaiola.
IV.           INTERPRETAÇÃO
a) O professor propõe que cada aluno desempenhe o papel de um detetive e busque soluções que desvendem o modo como Joãozinho fugia. Pede para que as crianças escrevam a solução encontrada, para ser lido em sala de aula.
      V. APLICAÇÃO
a) O professor pede para que as crianças desenhem numa folha tudo aquilo que, para elas, representa algum mistério, alguma coisa que não sabem explicar. Depois, solicita para que cada um fale sobre o que faz de cada coisa desenhada um mistério.
b) O professor pede às crianças que se imaginem no papel de um animalzinho qualquer que teve uma grande idéia, a qual deverá ser representada, por meio de mímica, ao restante da classe, que deverá então “adivinhar” o que foi representado.
c) O professor propõe aos alunos que, colocando-se no lugar do coelho, escrevam a sua autobiografia, através de um discurso em primeira pessoa. Nesse texto, deverão relatar as suas observações e pensamentos sobre o mundo, bem como os “segredos” de sua intimidade.
Essa atividade é preparatória para a próxima leitura a ser oferecida – A vida íntima de Laura, também de Clarice Lispector, livro que se propõe a revelar os segredos de uma galinha.
Considerando o objetivo geral de enfatizar o caráter estético da obra literária infantil, a partir da estrutura de jogo no texto como caminho para o alargamento da percepção e da capacidade cognitiva da criança,  a aplicação da presente pesquisa, deve contribuir para o desenvolvimento de uma leitura reveladora das potencialidades estética das obras, que assim podem se tornar vivas na experiência dos leitores.  

BIBLIOGRAFIA CONSULTADA                       

BORDINI, Maria da Glória; AGUIAR, Vera Teixeira. Literatura: a formação do leitor. Porto Alegre: Mercado Aberto, 1988.
GUMBRECHT, Hans Ulrich. Sobre os interesses cognitivos, terminologia básica e métodos de uma ciência da literatura fundada na teoria da ação. In: LIMA, Luiz Costa (org.). A literatura e o leitor. Rio de Janeiro: Francisco Alves.
ISER, Wolfgang. O ato da leitura: uma teoria do efeito estético. V. 1 e 2. É Paulo: 34, 1996, 1999.
___. O fictício e o imaginário. Rio de Janeiro: EDUERJ, 1996.
HUIZINGA, Johan. Homo ludens. São Paulo: Perspectiva, 1993
JAUSS, Hans Robert. História da literatura como provocação à teoria literária. São Paulo: Ática, 1994.
ROCHA, João César de Castro. Teoria da ficção. Indagações à obra de Wolfgang Iser. Rio de Janeiro: EDUERJ, 1999.
 Literária   
LISPECTOR, Clarice. O mistério do coelho pensante. São Paulo: Rocco, 2000.
___. A mulher que matou os peixes. São Paulo: Rocco, 2000.
___. A vida íntima de Laura. São Paulo: Rocco, 2000.
___. Quase de verdade. São Paulo: Rocco, 2000.

PAES, José Paulo. Cachorradas. In: É isso ali. São Paulo: Salamandra: 1993.
Fonte:AQUI

"LINGUAGEM E AFINS VALORIZANDO O LEITOR 
COMO ELEMENTO ATIVO NO PROCESSO  DA LEITURA"







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terça-feira, julho 22, 2014

A menina de nome enfeitado> Letra H > O H perdeu uma perna> Estímulos alfabéticos> 22/07/2014


2014

Juntar letras para formar palavras. Essa é uma das grandes descobertas de quem, ao longo de seus 5 ou 6 anos, começa a entender o mundo por meio da leitura. Em A Menina de Nome Enfeitado aconteceu a mesma coisa. Bastou se dar conta de que juntando C com A com S com A tem-se CASA, Nathália foi logo contar a novidade para sua tia que morava no sítio.
Mas a menina estava mesmo era um pouco ressabiada com uma letra do alfabeto: “para que serve o H?” Afinal, “se eu escrever N-A-T-Á-L-I-A é o mesmo que escrever N-A-T-H-Á-L-I-A.”
Verdade… Assim como é verdade todas as outras descobertas que ela fez enquanto caminhava pelo sítio. Foi andando pelo caminho que Nathália percebeu que, sem o tal H, muitas palavras não poderiam existir. Ninho seria nino; galinha, galina; chuva, cuva; sobrinha, sobrina; milho, milo; e tantas outras.
Será que você também já se deu conta do valor do H, que parece assim meio sem sentido, mas no fundo faz a maior falta em algumas palavras? Escrito pela jornalista Míriam Leitão e editado pela Rocco, o livro pode ajudar as crianças em fase de alfabetização, que passam a juntar letra por letra a partir de seus sons para formar as palavras e dar sentido à vida letrada.
As ilustrações são de Alexandre Rampazo que, com traços bem-definidos, ajudam a criar uma história dentro da história. Assim, a letra H ganha movimento e se transforma em um elemento a mais na fábula, que fica o tempo todo “borboleteando” em volta da personagem. As cores, bastante vivas, reforçam ainda mais o encanto de entrar no mundo da linguagem falada e escrita.
NOME_Pg 6 e 7
ATIVIDADES LETRA H
SUGESTÕES

Turma da Mônica
Horácio
A convenção das Letras
(Autora: Lívia Fagundes Neves)
As letras do alfabeto viviam em constante harmonia e felicidade, até que um dia uma das letras resolveu se rebelar.
Durante as reuniões que frequentemente faziam para se combinarem e formarem palavras, a letra H protestou:
__ É um absurdo! Quase ninguém se lembra de mim! Quase ninguém me usa.
Dizendo isso, o H começou a chorar e as outras letrinhas não sabiam o que fazer.
Então, a letra R se aproximou e disse:
__ Querida amiga H, por que você está tão triste e nervosa, o que houve?
H explicou:
__ Amiga, o que acontece é que todas vocês são sempre lembradas, ninguém esquece que a palavra rato se escreve com R, com o seu auxílio. Já eu, quase não tenho som e sou completamente esquecida.
As letras não sabiam o que fazer e dizer para H, assim encerraram a reunião.
No dia seguinte, as vogais, com pena da amiga, convocaram uma convenção extraordinária para resolver o problema da H.
A letra A abriu a cerimônia dizendo:
__ H, o que mais prezamos nesse mundo de combinações de letras é a HARMONIA, não é mesmo?
A letra H consentiu com a cabeça positivamente.
__ Então - prosseguiu a vogal - qual é a primeira letra da palavra HARMONIA?
Todas as letras responderam:
__ H!
H se animou, mas retrucou:
__ Mas o som que as pessoas escutam ao dizerem essa palavra é o da letra A!
__ Isso não importa -respondeu a letra E- a palavra precisa de você para estar correta! Há muitas e muitas palavras que precisam de você, não desanime! 
Mesmo que alguém se esqueça acabará lembrando mais tarde, porque todas nós somos importantes, as palavras só existem com a nossa combinação.
A letra H sorriu e pediu para as amigas:
__ Vamos então fazer uma lista de palavras que começam com a minha letra?
E todas responderam felizes:
__ É para já!
As letras passaram assim a tarde toda escrevendo palavras.
Vamos ajudá-las também?
Vejam a aula completa AQUI

Onde fica o H?
Aula 

De olho na escrita ortográfica
com a música 
A velha a fiar
LetraH

Era uma vez a letra H, ela estava muito triste porque todas as letras tinha um sonzinho.
Quando ela se juntava com as vogais era o som das vogais que aparecia ela ficava sempre muda.
Vejam:   AQUI
Música lá vem o agá....


Gênero notícia...
O H Perdeu Uma Perna
«Hoje, às 10 horas, o H, nosso herói, habitante do abecedário, humilde, honrado e honesto perdeu uma perna enquanto praticava natação. A perna desapareceu no horizonte. O que há-de fazer o H? - Eu vou mas é perguntar às outras letras do alfabeto se me podem ajudar. Talvez me possam dar um bocado de si próprias. Assim, eu fico outra vez um H como deve ser.»
Postagem do Linguagem sobre esta obra acima




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