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Colaboração e Direitos

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Olá amiga(o) blogueira (o),
Fui professora dos projetos "Estímulo À Leitura",
"Tempo Integral" e a favor da leitura lúdica,
afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto,será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes , experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos .
Se você leu ,experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog ,ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente,assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo,por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog,não se
esqueça de citar o "Linguagem" como fonte.
Você, blogueira sabe tanto quanto eu ,que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
receber um elogio...
Venha conferir,
seja bem- vinda(o)
e que Deus nos abençoe.
Krika.
30/06/2009

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quarta-feira, julho 30, 2014

O mistério do coelho pensante> Clarice Lispector para crianças>Estímulos literários > 30/07/2014

"Essa história só serve para criança que simpatiza com coelho": é assim que a autora Clarice Lispector inicia o enredo do seu livro infantil O mistério do coelho pensante. Na verdade, a história também só serve para criança que gosta de pensar, como o coelho. 
O conto, como explica a autora, é bem pequenininho, mas o encanto dele está justamente em aprender a ler além do que está escrito.
"Conversar sobre coelho é muito bom. Aliás, esse 'mistério' é mais uma conversa íntima do que uma história. 
Na verdade, a história só acaba quando a criança descobre outros mistérios", diz Clarice. E aí é hora de tentar solucionar tantos outros mistérios que encontramos ao longo da vida. 
O coelho em questão se chamava Joãozinho e, como todos os outros coelhinhos, mexia o nariz bem rápido quando estava cheirando. 
Mas o nariz de Joãozinho não cheirava só alimentos, como sua deliciosa cenoura, ou o ambiente de sua casinha. 
Era um nariz muito especial: cheirava também ideias! 
Quando o coelho pensava, também mexia o nariz.
 Ele vivia em uma casa pequena no quintal de casa e era cuidado por Paulo e Pedro, dois meninos que, às vezes, esqueciam de dar a Joãozinho a sua cenoura!
Um dia, Joãozinho decidiu: todo vez que ele não fosse alimentado, fugiria de sua casinha! 
Mas era muito difícil sair, porque as grades eram tão estreitas e pesadas, e Joãozinho era tão grande e gordinho! 
Mas seu nariz pensante farejou, farejou, farejou muito, até ficar bem vermelho de tanto pensar, e descobriu uma saída. 
Esse é o grande mistério do livro: como Joãozinho escapou de sua casa! 
Que tal desvendá-lo?    

Clarice Lispector para crianças
Objetivos 
- Realizar a leitura integral de duas obras de Clarice Lispector. 
- Valorizar a leitura literária como experiência estética. 
- Compartilhar impressões sobre as obras lidas e identificar semelhanças e diferenças entre elas (tema, enredo e recursos linguísticos utilizados pela autora). 
- Utilizar o conhecimento sobre a autora e sobre o mundo para interpretação mais ajustada do texto. 
AQUI

Atividades práticas de leitura da obra 
O mistério do coelho pensante de Clarice Lispector
As atividades de leitura não devem ser aleatórias, mas elaboradas a  partir da estrutura de jogo do texto. 
I.    MOTIVAÇÃO PARA A LEITURA
O professor propõe inicialmente uma brincadeira com charadas. Divide a turma em grupos e distribui textos sob a forma de enigmas para que tentem decifrá-los.
Ex.: Textos “Charadas do País das Maravilhas”, de Lewis Carrol e “Cachorrada” de José Paulo Paes.
II.   LEITURA
O professor apresenta para a turma a história O Mistério do Coelho Pensante, de Clarice Lispector. A leitura é feita oralmente pelo professor até o ponto em que a narrador cria no leitor uma expectativa de resolução do “mistério”, referente ao modo como o coelho sai da gaiola. O professor faz isso com o intuito de acionar o imaginário do leitor, e o desejo de prosseguir a leitura, a fim de verificar a resolução elaborada pelo literário. Após, cada criança faz a leitura individual do texto.  
III. COMPREENSÃO
a.  Uma vez que o agôn provoca o conflito entre duas visões do mundo – a do texto e a do leitor – o professor solicita que as crianças, em grupo, escrevam, em tiras de cartolina, as referências textuais (personagens e ações) que não encontram equivalência com o que elas conhecem do mundo real. Além do coelho pensante e de sua fuga “sem lógica”, pode ser que as crianças também achem estranho o fato de a narradora assumir atitudes de coelho, assim como o não desvendamento do mistério contraria a expectativa de todo o leitor, que é de encontrar uma resposta no final da história. Cada grupo irá expor a sua resposta em um painel, a fim de que possam ser confrontadas com as dos demais.
b.  O professor solicitará aos alunos que escrevam uma história em quadrinhos mostrando o que o coelho fazia quando fugia da gaiola.
IV.           INTERPRETAÇÃO
a) O professor propõe que cada aluno desempenhe o papel de um detetive e busque soluções que desvendem o modo como Joãozinho fugia. Pede para que as crianças escrevam a solução encontrada, para ser lido em sala de aula.
      V. APLICAÇÃO
a) O professor pede para que as crianças desenhem numa folha tudo aquilo que, para elas, representa algum mistério, alguma coisa que não sabem explicar. Depois, solicita para que cada um fale sobre o que faz de cada coisa desenhada um mistério.
b) O professor pede às crianças que se imaginem no papel de um animalzinho qualquer que teve uma grande idéia, a qual deverá ser representada, por meio de mímica, ao restante da classe, que deverá então “adivinhar” o que foi representado.
c) O professor propõe aos alunos que, colocando-se no lugar do coelho, escrevam a sua autobiografia, através de um discurso em primeira pessoa. Nesse texto, deverão relatar as suas observações e pensamentos sobre o mundo, bem como os “segredos” de sua intimidade.
Essa atividade é preparatória para a próxima leitura a ser oferecida – A vida íntima de Laura, também de Clarice Lispector, livro que se propõe a revelar os segredos de uma galinha.
Considerando o objetivo geral de enfatizar o caráter estético da obra literária infantil, a partir da estrutura de jogo no texto como caminho para o alargamento da percepção e da capacidade cognitiva da criança,  a aplicação da presente pesquisa, deve contribuir para o desenvolvimento de uma leitura reveladora das potencialidades estética das obras, que assim podem se tornar vivas na experiência dos leitores.  

BIBLIOGRAFIA CONSULTADA                       

BORDINI, Maria da Glória; AGUIAR, Vera Teixeira. Literatura: a formação do leitor. Porto Alegre: Mercado Aberto, 1988.
GUMBRECHT, Hans Ulrich. Sobre os interesses cognitivos, terminologia básica e métodos de uma ciência da literatura fundada na teoria da ação. In: LIMA, Luiz Costa (org.). A literatura e o leitor. Rio de Janeiro: Francisco Alves.
ISER, Wolfgang. O ato da leitura: uma teoria do efeito estético. V. 1 e 2. É Paulo: 34, 1996, 1999.
___. O fictício e o imaginário. Rio de Janeiro: EDUERJ, 1996.
HUIZINGA, Johan. Homo ludens. São Paulo: Perspectiva, 1993
JAUSS, Hans Robert. História da literatura como provocação à teoria literária. São Paulo: Ática, 1994.
ROCHA, João César de Castro. Teoria da ficção. Indagações à obra de Wolfgang Iser. Rio de Janeiro: EDUERJ, 1999.
 Literária   
LISPECTOR, Clarice. O mistério do coelho pensante. São Paulo: Rocco, 2000.
___. A mulher que matou os peixes. São Paulo: Rocco, 2000.
___. A vida íntima de Laura. São Paulo: Rocco, 2000.
___. Quase de verdade. São Paulo: Rocco, 2000.

PAES, José Paulo. Cachorradas. In: É isso ali. São Paulo: Salamandra: 1993.
Fonte:AQUI

"LINGUAGEM E AFINS VALORIZANDO O LEITOR 
COMO ELEMENTO ATIVO NO PROCESSO  DA LEITURA"







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terça-feira, julho 22, 2014

A menina de nome enfeitado> Letra H > O H perdeu uma perna> Estímulos alfabéticos> 22/07/2014


2014

Juntar letras para formar palavras. Essa é uma das grandes descobertas de quem, ao longo de seus 5 ou 6 anos, começa a entender o mundo por meio da leitura. Em A Menina de Nome Enfeitado aconteceu a mesma coisa. Bastou se dar conta de que juntando C com A com S com A tem-se CASA, Nathália foi logo contar a novidade para sua tia que morava no sítio.
Mas a menina estava mesmo era um pouco ressabiada com uma letra do alfabeto: “para que serve o H?” Afinal, “se eu escrever N-A-T-Á-L-I-A é o mesmo que escrever N-A-T-H-Á-L-I-A.”
Verdade… Assim como é verdade todas as outras descobertas que ela fez enquanto caminhava pelo sítio. Foi andando pelo caminho que Nathália percebeu que, sem o tal H, muitas palavras não poderiam existir. Ninho seria nino; galinha, galina; chuva, cuva; sobrinha, sobrina; milho, milo; e tantas outras.
Será que você também já se deu conta do valor do H, que parece assim meio sem sentido, mas no fundo faz a maior falta em algumas palavras? Escrito pela jornalista Míriam Leitão e editado pela Rocco, o livro pode ajudar as crianças em fase de alfabetização, que passam a juntar letra por letra a partir de seus sons para formar as palavras e dar sentido à vida letrada.
As ilustrações são de Alexandre Rampazo que, com traços bem-definidos, ajudam a criar uma história dentro da história. Assim, a letra H ganha movimento e se transforma em um elemento a mais na fábula, que fica o tempo todo “borboleteando” em volta da personagem. As cores, bastante vivas, reforçam ainda mais o encanto de entrar no mundo da linguagem falada e escrita.
NOME_Pg 6 e 7
ATIVIDADES LETRA H
SUGESTÕES

Turma da Mônica
Horácio
A convenção das Letras
(Autora: Lívia Fagundes Neves)
As letras do alfabeto viviam em constante harmonia e felicidade, até que um dia uma das letras resolveu se rebelar.
Durante as reuniões que frequentemente faziam para se combinarem e formarem palavras, a letra H protestou:
__ É um absurdo! Quase ninguém se lembra de mim! Quase ninguém me usa.
Dizendo isso, o H começou a chorar e as outras letrinhas não sabiam o que fazer.
Então, a letra R se aproximou e disse:
__ Querida amiga H, por que você está tão triste e nervosa, o que houve?
H explicou:
__ Amiga, o que acontece é que todas vocês são sempre lembradas, ninguém esquece que a palavra rato se escreve com R, com o seu auxílio. Já eu, quase não tenho som e sou completamente esquecida.
As letras não sabiam o que fazer e dizer para H, assim encerraram a reunião.
No dia seguinte, as vogais, com pena da amiga, convocaram uma convenção extraordinária para resolver o problema da H.
A letra A abriu a cerimônia dizendo:
__ H, o que mais prezamos nesse mundo de combinações de letras é a HARMONIA, não é mesmo?
A letra H consentiu com a cabeça positivamente.
__ Então - prosseguiu a vogal - qual é a primeira letra da palavra HARMONIA?
Todas as letras responderam:
__ H!
H se animou, mas retrucou:
__ Mas o som que as pessoas escutam ao dizerem essa palavra é o da letra A!
__ Isso não importa -respondeu a letra E- a palavra precisa de você para estar correta! Há muitas e muitas palavras que precisam de você, não desanime! 
Mesmo que alguém se esqueça acabará lembrando mais tarde, porque todas nós somos importantes, as palavras só existem com a nossa combinação.
A letra H sorriu e pediu para as amigas:
__ Vamos então fazer uma lista de palavras que começam com a minha letra?
E todas responderam felizes:
__ É para já!
As letras passaram assim a tarde toda escrevendo palavras.
Vamos ajudá-las também?
Vejam a aula completa AQUI

Onde fica o H?
Aula 

De olho na escrita ortográfica
com a música 
A velha a fiar
LetraH

Era uma vez a letra H, ela estava muito triste porque todas as letras tinha um sonzinho.
Quando ela se juntava com as vogais era o som das vogais que aparecia ela ficava sempre muda.
Vejam:   AQUI
Música lá vem o agá....


Gênero notícia...
O H Perdeu Uma Perna
«Hoje, às 10 horas, o H, nosso herói, habitante do abecedário, humilde, honrado e honesto perdeu uma perna enquanto praticava natação. A perna desapareceu no horizonte. O que há-de fazer o H? - Eu vou mas é perguntar às outras letras do alfabeto se me podem ajudar. Talvez me possam dar um bocado de si próprias. Assim, eu fico outra vez um H como deve ser.»
Postagem do Linguagem sobre esta obra acima




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segunda-feira, julho 21, 2014

Pé de letra > A borboleta cinza > Estímulos alfabéticos> 21/07/2014

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As experiências de leitura.
Os encantos da literatura e do mundo das letras, e o afeto entre as gerações, fazem dessa narrativa um objeto de incentivo e valorização da leitura e da escrita. 
As Ilustrações coloridas e expressivas sugerem uma relação do passado e do presente, do real e do imaginário. Obra escrita e ilustrada para leitores iniciantes.
SUGESTÕES DE ATIVIDADES:
•Escrever nomes de histórias conhecidas;

•Discutir sobre a relação dos pais no processo de alfabetização;

•Narrar a experiência vivida no processo de alfabetização.

Fonte
Ao ler esta história pensei em recortes de letras, árvores....
Personagens nos galhos....
A história
O pai plantou uma letrinha no quarto do filho.
A
Todo dia ele regava até que apareceram as primeiras folhas.
A árvore foi crescendo e brotaram muitas letras.
O filho subia nos galhos para colher os frutos.
As letras não paravam de nascer, e a casa do menino ficou cheia de histórias.
E ele tinha lindos sonhos.
Por ali passavam as mais estranhas criaturas.
E as mais lindas também, como a Cinderela e a Bela Adormecida....
(...) Chegavam gente de todo canto....Curumim, Cobra Norato....Mágicos, malabaristas.....
Figuras de todo planeta....
(...) Assim o tempo foi passando.
O pai agora é avô, e no quarto do netinho,entre megabytes e super- heróis eletrônicos,
imagens e sons digitais, brotou uma nova letrinha... 
A
São muitas as opções literárias e histórias para estímulos afins.
Gostei desta sugestão abaixo envolvendo 
 outra obra de Mario Vale
A borboleta cinza

  Uma atividade em dupla:
João Carlos frequenta o segundo ano e Rayssa o terceiro ano regular - Cada um, dentro de seu potencial construirá seu conhecimento a partir da história comum aos dois:

            * Atividade proposta à dupla - Folhear o livrinho, observar as imagens. Rayssa ler a história,   contando ao colega João. João ouvir e observar.

            * João recontar o que entendeu. Rayssa recontar a história que leu.

            * Rayssa - Dividir a história em começo, meio e fim - A aluna narrando e a professora escrevendo. Após ler as três partes e ilustrar.

            * João - Observar a professora escrevendo o que ele relatou da história. Selecionar a cor CINZA. Pensar junto com a prof ª o que deverá desenhar embaixo.

            * Rayssa digitar o seu texto, utilizando o WORD - ( Letras aumentadas) Aprimorar a atenção, coordenação viso-motora, leitura e escrita, noções de digitação, espaço, parágrafos, pontuação, etc.
Perceber sua produção em ambiente on line.
            * João - Digitar com auxílio da profª as letras ditadas, formando a frase que produziu. Também perceber a ferramenta tecnológica que divulgará a sua fala.
Fonte:
Dramatização:
Este livro nos rendeu momentos de grandes reflexões em setembro. 
Quando planejamos o momento da história e construímos o mural achamos que seria uma história rápida e simples, para trabalharmos Primavera, formas circulares, recortes, colagens, montagens e estruturações de cenas...puro engano, foi muito mais que isso.
Vejam AQUI


Avaliação utilizando esta obra

AULA IMAGEM

- Desenvolver a criatividade e a imaginação através da interpretação e observação da imagem
- Emitir livremente sua opinião e a repeitar as opiniões diferentes das suas
- Criar um texto narrativo
- Saber as regras que esse tipo de texto dispõe
- Trabalhar o Novo Acordo Ortográfico
- O significado das palavras

Estratégias da aula:
1- Contar a história "A Borboleta Cinza" de Mário vale
NINGUÉM PRESTAVA ATENÇÃO NA BORBOLETA, PERDIDA NO MEIO DA POLUIÇÃO.
ELA NÃO TINHA GRAÇA, ERA DA COR DA FUMAÇA. AS PESSOAS SÓ OLHAVAM PARA A TELEVISÃO. 
A BORBOLETA ENTÃO FOI EMBORA PARA BEM LONGE. O LUGAR ERA CHEIO DE BICHINHOS COLORIDOS.
ELA SE ESCONDEU, COM VERGONHA DE SUA COR.CHOROU A NOITE TODA E TOMOU UM BANHO DE LÁGRIMAS.
DE MANHA BEM CEDINHO, NÃO AGUENTOU DE FRIO, FOI SE SECAR NO SOL.
QUANDO OS BICHINHOS VIRAM A BORBOLETA, GRITARAM:
- QUE LINDA!
E A BORBOLETA FELIZ VOOU, FAZENDO UM ARCO-ÍRIS NO CÉU.
2-Separar os alunos em grupos de 4 alunos e pedir para criarem um texto em cima do que a professora leu para eles a partir das imagens dadas.
3- Durante a produção do texto, a professor acompanha os grupos, fazendo intervenções se necessário ou sugestões, para avaliar como as crianças desenvolverão seus textos, como elas analisaram as imagens e como elas trabalharão em equipe, se respeitarão a opinião do outro, etc.
4- Corrigir os textos.
Recursos utilizados
Pesquisa no site Portal do Professor;
A história "A Borboleta Cinza";
E o computador para os alunos criarem a história.

Avaliação:
Observar a participação das crianças sob os seguintes aspectos:
  • Interesse
  • Coerência
  • Criatividade
  • Compreensão da estrutura textual ( título, parágrafo, pontuação)
  • Organização das ideias ( começo, meio e fim do texto)
Analisar a produção escrita, observando a ortografia, estrutura do texto, coerência da história pelo grupo, criatividade e outros aspectos.
Trouxe DAQUI




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