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Colaboração e Direitos

Colaboração e Direitos Autorais
Olá amiga(o) ,
Fui professora dos projetos "Estímulo À Leitura",
"Tempo Integral" e a favor da leitura lúdica,
afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog, não se
esqueça de citar o "Linguagem" como fonte.
Você, blogueira sabe tanto quanto eu, que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
receber um elogio...
Venha conferir,
seja bem-vinda(o)
e que Deus nos abençoe.
Krika.
30/06/2009

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domingo, janeiro 25, 2015

A sementinha bailarina>Estímulos literários primaveris>25/01/2015


A SEMENTINHA BAILARINA
Uma sementinha precisa ser carregada pelo vento para fazer a sua grande viagem, bailando pelos ares. Porém, uma menina corta o galho no qual a sementinha bailarina e suas irmãs aguardavam a brisa que a levaria ao chão para germinarem.
 Elas têm seu destino mudado e precisam lutar para sobreviver.
 Faltavam poucas sementinhas para partir.
O vento foi chegando e, de repente, algo aconteceu. 
Vimos avançar a mão de uma menina. 
Antes que o vento nos arrebatasse, cortou, ela, o galhinho em que nos encontrávamos e nos levou até a boca, que nos deu forte assopro.
Mal cheguei ao chão, vi um pezinho descalço descer e... Tudo ficou escuro. 
Senti que o pezinho me apertava na terra.
O pezinho havia me empurrado pela terra fofa. 
O lugar em que agora me encontrava parecia ser bom para o meu crescimento. 
Ali, eu tinha ar, água e tudo quanto era necessário para mim.
Minha raizinha começou a crescer. 
A raiz providencia tudo para mim. 
Ela chupa a água da terra e nela vem desmanchada uma porção de alimentos de que preciso.
Já surgiu meu caule. O caule, que é meu corpo, foi crescendo devagarinho, porém, sempre forte.
Na pontinha do caule, mostravam-se duas folhi­nhas pequeninas, que co­meçaram a abrir-se sob a luz do sol. É pelas folhas que as plantas respiram.
Eu já era uma plantinha quase completa. 
Tinha raízes tirando alimentos do solo e caule levando-os às folhas.
Logo pude ver minha primeira flor. 
Suas pétalas pareciam ter tirado o amarelo mais lindo dos raios do sol. 
Era pequena e delicada, mas ia produzir ótimos frutinhos. 
Eu me vi procurada pelas abelhas e borboletas, que vinham em busca de néctar.
Depois, as flores feneciam, mas deixavam os frutos, que iam crescendo e, quando maduros, todos se abriam, deixando partiras primeiras sementinhas, que iam fazer, como eu, a grande viagem, em busca de um lugar apropriado à formação de novas plantinhas.
Adaptado de Isa Ramos de Azevedo Souza. A sementinha bailarina. São Paulo, Ed. do Brasil, 1985.


Aula ver de perto o verde
Portal do professor
AQUI

Atividades sobre germinação utilizando esta obra

O conteúdo “Germinação” foi trabalhado a partir do texto “ A Sementinha Bailarina”.
O texto foi lido e após a leitura fizemos a interpretação textual, trabalhamos o vocabulário com consulta ao dicionário.
 Os alunos fizeram ainda a representação artística do texto através de desenhos.
Foi feita também uma pesquisa na Bíblia Sagrada sobre a parábola do Semeador (Mateus 13:3).
No dia seguinte os alunos assistiram a um vídeo no youtube sobre a parábola do Semeador (animação) no laboratório de informática.
Na sequência foi pesquisado na internet o que é parábola.
Em grupos os alunos desenharam em folhas com formato de coração a representação da terra que gostariam de ser para receber a semente que é a Palavra de Deus.
Os trabalhos foram colados em um mural.
Os alunos plantaram sementinhas e irão acompanhar seu crescimento.
Em sequência os alunos produziram uma história em quadrinhos sobre o tem trabalhado. 
Os textos forma colocados nos portfólio dos mesmos.
Os nossos objetivos foram plenamente atingidos.
Durante o planejamento surgiu à ideia de dramatizar com os alunos a Parábola do Semeador e a germinação, assim como a criação de herbário. 
Tais ideias poderão ser executadas futuramente já que não houve tempo hábil para colocá-las em prática no momento.
Vejam tudo 
AQUI
Desdobramentos/Interdisciplinaridade
O medo da sementinha
Falando sobre perdas
Rubem Alves
A sementinha que não queria nascer
entre outras primaveras

plano de aula para primavera
Vejam aula







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quarta-feira, janeiro 21, 2015

O sonho de Betinho>Educação financeira entre outras obras> Estímulos financeiros> 21/01/2015

O sonho de Betinho

Algumas obras literárias e atividades
Educação financeira








Todos
AQUI

Planejando sonhos/atividades

Linguagem
Educação financeira


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Os guardados de vovó>Estímulos e valores>Família> 21/01/2015


Nye Ribeiro

Uma menina ajudou a vovó a guardar tudo no armário, mas esperou o avô chegar para lhe perguntar sobre certas cartas.

"Ajudei vovó a guardar tudo no armário e, mais tarde, quanto vovô voltou, eu lhe perguntei sobre as cartas.
 Ele abriu a caixa e nela havia uma porção de envelopes amarelados, conselhos antigos, cartas, cartões e até poemas do meu bisavô. 
Emocionado, vovô leu um poema para mim.

-Porque o senhor ainda guarda tudo isso, vovô?

-Sabe, minha neta, nós somos um pouco de todas as nossas lembranças juntas. Algumas vão ficando desbotadas pelo tempo. 

Outras vão dando um novo colorido à nossa vida.

 E é com elas que vamos escrevendo nossa história.

-Ah! Estou entendendo..."

Temas abordados
AMOR, AVÓ, CASAMENTO, COSTUMES, ÉTICA, FAMÍLIA, MEMÓRIA, RESPEITO, TEMPO
Temas transversais
Valores humanos
Interdisciplinaridade
Datas Comemorativas

Sugestões de Atividades

Língua Portuguesa

1. Leitura silenciosa.
2. Leitura compartilhada.
3. Releia a história e responda:
– Qual a parte da história que você mais gostou? Por quê?
– O que você vai “guardar” desta história para a sua vida pessoal?
– Faça uma redação a partir de suas respostas.
– Escreva uma carta para os seus avós (ou bisavós) falando de alguma lembrança, ou fato acontecido que foi importante para você. Postar o envelope e enviar pelo correio.
História 
1. Pesquisa (Biblioteca e Internet): Inconfidência Mineira; imigrantes no Brasil; extração do ouro e pedras preciosas (garimpo e mineração); a Escola Mineira ou Movimento Arcadiano; Mestres do Barroco, etc.
2. Listar os sobrenomes de todos os alunos da turma. Verificar a descendência, ex: portugueses, espanhóis; italianos, etc). A partir desta pesquisa, cada aluno deve construir a árvore genealógica de sua família.
3. Formar grupos de alunos de acordo com sua descendência, e montar uma pequena dramatização sobre o que descobriram nas pesquisas.
Geografia 
1) Localizar no mapa do Brasil o estado e cidade onde a criança mora.
2) Localizar no mapa do Brasil o estado de Minas Gerais e a região onde acontece a história (Ouro Branco, Ouro Preto, Tiradentes, Congonhas, Mariana, Estrada Real; etc).
Ciências
1. Pesquisa: animais que vivem no sítio
Matemática
Reunir cédulas e moedas antigas do Brasil. Descobrir a época em que foram utilizadas. Criar “problemas” nos quais os alunos possam comparar valores e fazer cálculos em cruzeiros, centavos, etc.
Educação Física (brincadeira) 
Em casa, cada aluno deve observar os utensílios domésticos existentes e fazer uma lista, que deverá levar para a escola no dia seguinte.
Em círculo, sob a orientação da professora, cada aluno deve levantar e, por meio de mímica e exercícios, procurar traduzir o nome de um utensílio, sem repetir o que já foi falado (ex: colher de pau, panela de pressão, ferro de passar, etc). As crianças tentam adivinhar e a que acertar continua. A professora, atenta, acompanha e participa do jogo. A brincadeira. prossegue e o aluno que não tiver mais o que dizer “passa”. Ganha aquele que ainda tiver utensílios que não foram apresentados.
Artes 
1. Leitura das imagens – Observar as técnicas, detalhes e materiais utilizados pela Camilla para ilustrar este livro.
2. Em uma folha de papel cartão, Ilustrar a parte da história que você mais gostou, utilizando os mesmos materiais da ilustradora: tinta, lápis de cor, fotos, botões, retalhos, rendas e outros enfeites.
3. Painel: cada aluno expõe seu trabalho no mural da classe.
4. Exposição: Montar uma grande exposição na escola sobre “Os guardados dos nossos avós” (incluindo bisavós, tetravôs, etc).
Para comemorar o “Dia da Vovó” (26 de julho) os alunos poderão montar uma exposição e realizar uma festa surpresa para seus avós, na qual eles serão os anfitriões, vestidos com roupas e adornos de antigamente (incluindo bigodes, chapéus, leques, perucas, etc).
5. Fotografia – contratar um fotógrafo, durante um dia, para fazer fotos “antigas” das crianças (branco e preto com roupas e adornos de antigamente). Montar um painel com as fotos ou fazer da foto um presente para o “Dia das Mães” ou “Dia dos Pais”.
 Montagem da Exposição
1) Exposição de móveis e objetos antigos, como máquinas, telefones, utensílios domésticos, quadros, etc.
2) Exposição de fotos antigas em painéis, álbuns, porta-retratos, documentos, etc. acompanhados de textos das crianças sobre seus antepassados.
3) Exposição de roupas, calçados, chapéus, bijuterias antigas e outros adornos.
4) Exposição de quitutes com receitas das avós.
Obs. No final da festa, todos poderão se deliciar experimentando os quitutes.
 Valores Humanos
1. Família – Listar os sobrenomes de todos os alunos da turma.
– Conversando com os familiares, cada um deve verificar a sua descendência e construir a árvore genealógica de sua família.
– Escrever e postar uma carta para um avô, avó, ou bisavós, relembrando momentos especiais que passaram juntos.
2. Reflexão e roda de conversa sobre o poema abaixo:
Obs. Ao fazer a primeira leitura, as crianças deverão consultar o dicionário para buscar o significado das palavras que ainda não conhecem.
Memória
Carlos Drummond de Andrade
Amar o perdido
deixa confundido
este coração.
Nada pode o olvido
contra o sem sentido
apelo do Não.
As coisas tangíveis
tornam-se insensíveis
à palma da mão.Atividades
Mas as coisas findas
muito mais que lindas,
essas ficarão..
Fonte:
AQUI  
 Atividades interessantes

PROJETO: 
“SOMOS UM POUCO DE TODAS AS NOSSAS
LEMBRANÇAS JUNTAS.

Sequência didática
Investigando fontes históricas através das memórias da vovó,  Guardados da Vovó de Nye Ribeiro.
Componentes curriculares: 
Língua-portuguesa, matemática, geografia, ciências, história.
Objetivo Específico:
Explorar gêneros textuais como: Textos instrucionais, elaboração de receitas culinárias. relatos, entrevistas bem como investigar vestígios do passado a partir de exposição de objetos antigos e outras fontes históricas.
AQUI

Desdobramentos
A Cinderela das bonecas
Ruth Rocha

Vovó Neném vivia numa casinha muito clarinha, cercada de flores e de passarinhos.
Ela sabia fazer as melhores balas do mundo, daquelas branquinhas que se desmancham na boca... E brigadeiros, daqueles cobertos de bolinhas coloridas, e doces de coco e bolos fofíssimos de chocolate!
Vocês já sabem por que os netinhos de vovó Neném adoravam visitar a avó. E todas as crianças que moravam por perto se consideravam seus netos.

Mas não era somente por causa dos doces gostosos que as crianças gostavam de ir à casa dela.
Vovó Neném era cheia de ideias, estava sempre inventando alguma brincadeira.
Foi ela que ensinou o Beto a jogar bolinhas de gude, ensinou o Catapimba a empinar pipa, ensinou a Mariana a pular corda.
Foi ela que fez a rede da cesta de basquete do Alvinho e ensinou todo mundo a brincar de mímica, de telefone-sem-fio e de pular sela.
Mas o que a vovó fazia como ninguém era contar histórias. Não que ela contasse muito bem, não. É que era uma graça o jeito que ela contava.

- Era uma vez uma menina muito bonitinha, muito boazinha, chamada Chapeuzinho Vermelho. Um dia ela ia andando pela floresta quando encontrou... encontrou... ah! encontrou a Bela Adormecida!
As crianças riam, riam...
- Não, vovó! A história é de Chapeuzinho! Chapeuzinho Vermelho! Ela encontra o lobo!
- Ah, é verdade, que cabeça! O lobo! Isso mesmo, o lobo. Então o lobo bateu na porta com toda força: "Abram, abram já, senão eu vou bufar, eu vou soprar e a casinha vai voar!"
As crianças adoravam:
- Não, vovó, não! A história é de Chapeuzinho Vermelho! Vermelho!
- É claro, é claro! Eu sei muito bem. Vermelho. Então a rainha disse: "Eu quero uma filha que tenha cabelos negros como o ébano, pele branca como a neve e lábios vermelhos! Vermelhos como o sangue!"
As crianças gostavam mais das histórias malucas de vovó Neném do que das histórias certinhas dos livros...

Quando as meninas do bairro resolveram fazer uma festa na casa da Gabriela e um concurso de bonecas, vovó gostou logo da ideia:
- Que bom! Eu adoro festas! Vou fazer bandeirinhas de papel de seda e lanterninhas de papel colorido e balas enroladas em papel celofane...
Todas as meninas ficaram muito assanhadas e trataram de enfeitar muito bem suas bonecas.

No dia do concurso, vovó foi à casa da Gabriela para levar os doces e os enfeites. Mas quando ela passou na casa da Mariana, viu que a menina estava muito triste, sentadinha na rede, com sua boneca no colo.
- Que é isso, Mariana? Você não está enfeitando sua boneca para a festa? - ela perguntou.

Mariana, muito desapontada, mostrou a boneca:
- Ah, vovó, eu nem vou levar a minha boneca na festa. Olha só como ela está feia! Eu pedi pra mamãe comprar uma nova, ela não podia...
- Mas, Mariana, quando os filhos ficam feios ou ficam doentes, a gente não joga eles fora...
Mariana não soube o que responder...
- Olhe, Mariana, avise sua mãe que nós vamos dar um pulinho lá em casa. Pegue seu carrinho, vá.
No caminho da casa da vovó, elas passaram pela casa do Beto. E vovó disse ao Beto uns segredinhos. Vovó Neném era cheia de segredinhos... Mas a gente gostava porque ela tinha um segredinho pra cada um. Então ela disse à Mariana:
-Deixe o seu carrinho um pouquinho com o Beto. Ele está precisando muito. Depois a gente vem buscar...

Assim que as duas chegaram, vovó levou Mariana para o quarto de costura. Mariana sabia que a vovó ia começar com uma conversa que ela gostava muito, que a gente não pode ir só comprando, a gente precisa aproveitar o que tem, consertar, remendar. Ela dizia sempre: "Costura uma vez que te dura um mês, torna a remendar que te durará".
As crianças achavam esta conversa meio chata, elas nem entendiam direito o que vovó Neném estava dizendo. Mas Mariana sabia que a vovó era danada para consertar as coisas. Quem sabe se ela não dava um jeito na boneca?

- Mariana - vovó perguntou - , você conhece a história da Cinderela? Aquela que dormiu durante cem anos?
-Ah, vovó, quem dormiu cem anos foi a Bela Adormecida... A Cinderela é aquela que não tinha vestido pra ir ao baile...
- Puxa, Mariana, parece a sua boneca, não parece?
- Parece sim, vovó! É pena que as fadas não existam mais...
- Mas não existem mesmo, Mariana?

Então vovó começou a abrir os seus baús e de dentro deles foi tirando umas caixas grandes e de dentro das caixas umas caixas menorzinhas e as caixinhas eram todas cobertas de papel brilhante, uns cheios de estrelinhas, outros cheios de bolinhas e outros cheios de coloridos.

E de dentro de cada caixa e de cada caixinha e de cada baú foram saindo os guardados da vovó: fazendas transparentes e rendadas, colares de miçangas, galões dourados, botões de cristal... Novelos de seda, pedrarias coloridas, plumas de avestruz... E uma cabeleira de cabelos loiros e sapatinhos de cetim, e tanta, tanta coisa linda e diferente, que Mariana achou que o baú de vovó Neném mais parecia o baú de uma fada!

Com a caixa de pinturas, vovó retocou o rosto da boneca, que foi ficando tão bonito que parecia novo.
E pôs na cabeça a cabeleira de cachos sedosos e dourados que ela tinha encontrado no baú.
E das mãos mágicas da vovó começou a sair uma porção de maravilhas: vestido brilhante, capa de lantejoulas, sapatinhos bordados, coroinha de princesa.
Enquanto ia trabalhando, vovó Neném ia conversando sobre aquelas coisas que ela gostava tanto de conversar, de como é importante guardar as coisas e conservá-las e usá-las de novo, mas desta vez Mariana não estava achando nada chato, pelo contrário!
Ela agora estava entendendo tudinho que a vovó dizia.
Quando a boneca ficou pronta, Mariana bateu palmas.
- Puxa, vovó! Você é uma fada!

- Ainda falta alguma coisa, Mariana. Chapeuzinho Vermelho foi ao baile de carruagem... Cadê o seu carrinho?
Mariana começou a rir, adorando a brincadeira.
- Não foi a Chapeuzinho, vovó, foi a Cinderela! O meu carrinho ficou na casa do Beto. Eu vou já buscar!

Mas no que Mariana chegou na porta, o Beto vinha chegando com o carrinho, que ele tinha consertado, tinha pintado e tinha enfeitado com umas flores que Mariana adivinhou que eram do baú da vovó.
Mariana gritou, animada:
- Venha ver, venha ver, vovó. Você não pode imaginar o que o Beto vem trazendo!
- Posso sim, posso sim... As fadas podem tudo! - disse a vovó sorrindo.

- Pronto! - disse a vovó. - Agora a mágica está completa. Escute só mais uma coisinha. A gente não pode desanimar quando as coisas estão difíceis. Se você prestar atenção nas histórias, você vai ver que todas as princesas precisaram coragem, de paciência e de esperteza para conseguir sair dos seus problemas... Vá para a festa, minha filha. E leve a sua Branca de Neve.
- Branca de Neve? - riu-se Mariana. - Este não é o nome da minha boneca, não!

Quando Mariana chegou, a festa estava animada. Cada menina, orgulhosa, mostrava a sua boneca. Todas as meninas correm para falar com Mariana:
- Mariana, Mariana, como é o nome da sua boneca?
- Minha boneca? Minha boneca se chama Cinderela, é claro...
Fonte:
 AQUI
Quadrinhos
O principal objetivo da coleção é disponibilizar aos professores, novas e diferentes linguagens por meio do gênero textual História em Quadrinhos - HQs. Dessa forma, espera-se agregar à prática docente possibilidades de desenvolver atividades lúdicas e dinâmicas, que propiciem aos alunos refletir, solucionar e resolver problemas sobre
diferentes situações e contextos, inclusive de forma interdisciplinar, tornando-se um rico material de apoio à prática pedagógica.
O baú da vovó
AQUI
Dia dos avós
Linguagem








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terça-feira, janeiro 20, 2015

O menino que aprendeu a ver> Estímulos literários e alfabéticos> 20/01/2015


" O lúdico privilegia a criatividade e a imaginação por 
sua própria ligação com os fundamentos do prazer.
Não importa regras pré estabelecidas, 
nem velhos caminhos já trabalhados, 
abre novos caminhos,vislumbrando outros possíveis."
Rubem Alves


Desenvolvendo nas crianças aspectos culturais, sociais, cognitivos e emocionais, despertando de uma forma lúdica o gosto pela leitura.
Analisando a obra
Os símbolos em nosso dia-a-dia
Aula
AQUI
AQUI

O menino que descobriu as palavras
Dicas pedagógicas
AQUI
Livro
AQUI
AQUI

Sequência didática
Fazer download
AQUI

Estratégias e atividades
AQUI

A arte de contar e recontar histórias
Portal do professor
AQUI

Vídeo


Mais Ruth Rocha no Linguagem
AQUI

Um prazer indicar estas obras
Editora Noovha America
Especialista em Alfabetização
Livros modernos 
AQUI

Guaratinguetá
LINK AQUI



O Santo de Guaratinguetá
Editora Noovha America
Organizado pelo Museu Frei Galvão
AQUI lançamento

Linguagem e Afins parabeniza esta Editora
E faz questão de comentar
Sem fins lucrativos algum
E ainda pensativa por não encontrar menção sobre a editora....




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A rua e o bairro do Marcelo>Estímulos alfabéticos> 20/01/2015



  A rua de Marcelo  

“Na minha rua passa o lixeiro, que leva o lixo, o carteiro, que traz as cartas, e o fruteiro, que vende frutas.
Mas o homem que entrega a água na casa do alemão não se chama aguadeiro, como eu acho que devia.
Ele é o entregador de água”.  

Aula sobre a rua
Portal do professor
O BAIRRO DE MARCELO
Aula sobre o bairro
Portal do professor

Meu Bairro quantos lugares
Sobre esta obra slides 35 em diante

Descobrindo o bairro
Portal do professor

Nosso bairro

Cada bairro tem um história
Portal do professor

RECOMENDO!
Texto e atividades
A rua do Marcelo
Geografia da rua
Mais
(Avaliação)

Obras de Ruth Rocha no Linguagem
AQUI








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