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Colaboração e Direitos Autorais
Olá amiga(o) ,
Fui professora dos projetos "Estímulo À Leitura",
"Tempo Integral" e a favor da leitura lúdica,
afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog, não se
esqueça de citar o "Linguagem" como fonte.
Você, blogueira sabe tanto quanto eu, que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
receber um elogio...
Venha conferir,
seja bem-vinda(o)
e que Deus nos abençoe.
Krika.
30/06/2009

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JUNHO 2019
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domingo, janeiro 11, 2026

A girafa que queria ter listras>Somos diferentes mas somos iguais>Literatura Afetiva/Acolhimento> 11/01/2026

 
Diana Lopes Cardoso

Era uma vez uma girafa que vivia feliz com a sua manada até o dia em que avistou, na floresta, zebras exibindo suas listras em uma festa, e, então, pensou:
"meu pescoço comprido até que é elegante, mas, se fosse com listras, ficaria deslumbrante!"

Você pode imaginar qual foi o bafafá quando, em meio à bicharada, surgiu uma girafa listrada, que toda vaidosa, em vez de galopar, desfilava?

Uma história sobre a beleza da diversidade.

Esta é a história de uma girafa que não estava muito satisfeita com sua imagem, buscando, incessantemente, novas modas para poder sentir-se fisicamente bem e aceita pelos outros. Aos poucos, essa ideia vai sendo disseminada entre os animais da floresta e, de uma maneira muito divertida, as crianças vão entendendo o grande valor da personalidade, da diversidade e da autenticidade. Esta girafinha e seus amigos irão nos mostrar que o mundo pode ficar muito sem graça se não soubermos valorizar nossas diferenças e as características que nos fazem únicos e únicas. Fonte
Sinopse da História
  1. O Desejo: A girafa, insatisfeita com suas manchas, inveja as listras das zebras e sonha em tê-las para ser mais "deslumbrante".
  2. A Transformação: Ela pede a um elefante para pintá-la com listras, criando um "bafafá" na floresta, com outros animais querendo também mudar sua aparência (pedindo jubas, pintas, etc.).
  3. A Lição: A história explora temas como identidade, autoaceitação e como a beleza reside na diversidade, mostrando que ser diferente é natural e valioso.  Fonte Google
Ouvindo: AQUIAQUIAQUI

Sugestão de contação para os pequenos: AQUI

Sugestão de dobradura do pescoço da girafa/Modelo: AQUI


 Álvaro Modernell/Willy Romont

Diferente, mas igual. Igual, mas diferente. Essa é a pegada desse livro diferente. Bichinhos fofos em situações que revelam ao leitor como nós, seres humanos, às vezes, deixamos de ser racionais ao não respeitar as diferenças ou não aceitar as igualdades entre nós mesmos. 
O livro sugere diferentes maneiras de abordar assuntos delicados como bullying e diversidades, com leveza, sutileza e amplitude de percepções. 
Indicado para crianças da Educação Infantil e primeiros anos do Ensino Fundamental, para leitura em família e para uso escolar. 
Uso em ações de prevenção e combate ao bullying, projetos de estímulo à leitura, convívio familiar e para tratar de diferenças e da diversidade humana.

Ouvindo: AQUI

Áudio teatro/Vila Sésamo: AQUI


A igualdade de valores entre os povos e o respeito às diferenças!

Aula/História: Somos iguais, porém diferentes: AQUI


É sempre hora de se desenvolver dinâmicas, atividades diversas sobre o tema DIFERENÇAS, DIVERSIDADE!!
Costumo dizer que as crianças, muitas vezes, ainda pequenas, já são cruéis...
Aborde a ideia de que diferenças não significam desigualdade, combatendo o preconceito...
INCENTIVE empatia, o respeito mútuo, a construção de amizades, com base na solidariedade e valorização das particularidades de cada um, mostrando que ser diferente é natural, positivo, e que a base de todos, é a mesma, humanidade!!
CONVERSE sobre os 4 pilares da Diversidade: Educação/Sensibilização; Processos Inclusivos e ambientes; Liderança; Cultura de pertencimento.
IDEIA:
* INICIE com roda de conversas sobre diferenças, para q o grupo perceba semelhanças e valorizem as particularidades;
# Peça q falem, desenhem sobre si mesmos, descrevendo características, sonhos...Depois, compare com os demais...

Use revistas e façam um grande painel...
Os materiais visuais são excelentes recursos ..
Promova dinâmicas de inclusão mostrando que as diferenças enriquecem e que a essência humana, nos une, combatendo estereótipos e preconceitos, de forma prática...
Elabore dinâmicas como a do CONFETE; dos NÚMEROS...
DESENVOLVA atividades incríveis com a música IGUAIS, de Padre Zezinho.
Fonte: L.R.Assessoria Pedagógica


Somos iguais mesmo sendo diferentes: AQUIAQUI
Diversidade: AQUI
Identidade: AQUI
Meu nome: AQUI
Bullying: AQUI
Autoestima: AQUI
Inclusão: AQUI
Preconceito: AQUI
Volta às aulas: AQUI
Literatura afetiva/Acolhimento: AQUI



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quinta-feira, janeiro 08, 2026

Pega a bola>Narrativa acumulativa>Futebol>Sabe onde a bola foi parar?>Historinhas para pequenos>08/01/2026

 
Susanne Strasser/Julia Bassius

Chegou a hora de jogar futebol em um novo conto acumulativo de Susanne Strasser, a autora que conquistou a todos com Muito cansado, bem acordado e Bem lá no alto!

O pato está brincando de jogar bola. Mas… opa! Um chute forte demais fez a bola rolar pra longe… E agora? Pra onde ela está indo? O pato corre atrás dela e, a cada página desta história, um novo animal amigo se junta a ele na missão de pegar a bola e continuar a brincadeira.

Neste conto acumulativo repleto de ilustrações divertidas, trapalhadas engraçadas e ajudas inusitadas, todos os pequenos (e grandes) jogadores podem se juntar a essa partida de futebol para tentar marcar um gol de letra inesquecível ― e que vai surpreender o leitor nos últimos minutos de jogo!
A história descreve um pato que chuta a bola com força demais, fazendo-a rolar para longe e desencadeando uma sequência de eventos engraçados envolvendo outros animais que tentam, sem sucesso, pegá-la. 
Ouvindo: AQUI
O livro é excelente para trabalhar diversas habilidades na educação infantil, incluindo:
Linguagem e Narrativa: Por ser um conto acumulativo, ajuda as crianças a desenvolverem a memória, a sequência lógica de eventos e a recontarem a história com facilidade.
  • Coordenação Motora: A temática da bola e do movimento sugere atividades práticas de educação física, como "pega-pega bolinha", que estimulam a agilidade, a atenção e a coordenação óculo-manual (visão e mãos).
  • Expressão Corporal: Atividades lúdicas inspiradas na história podem incentivar as crianças a imitar os movimentos dos animais e as ações do livro, promovendo a expressão corporal.
  • Conceitos Espaciais: Acompanhar a trajetória da bola (rolou para longe, caiu no pé, voou para a cabeça) ajuda a fixar noções de espaço e direção. Fonte Google
Elza C. Sallut

A bola veio rolando. Passou pelo gato, pelo cachorro e pelo burro. Subiu e desceu o morro. Agora todos querem saber: onde a bola foi parar? Dentro de um jogo de futebol! A Biblioteca Marcha Criança foi criada para complementar o trabalho do professor em sala de aula, estimulando nos alunos o hábito da leitura. A coleção reúne obras que despertam o interesse e o senso crítico da criança, com o objetivo de formar bons leitores.  AQUI
Ouvindo: AQUIAQUIAQUI
Vamos falar bola? AQUI
Bola: AQUI
Futebol: AQUI
Susanne Strasser: AQUI
Historinhas para pequenos: AQUI
Narrativa acumulativa: AQUIAQUI
Elza C. Sallut: AQUI



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quarta-feira, janeiro 07, 2026

Ah! Nisso eu não tinha pensado>Narrativa acumulativa>Solidariedade>PNLD literário>07/01/2026

 
Ludovic Souliman


Esse conto acumulativo evoca a proteção ao próximo e a fraternidade por meio do nascimento de uma família adotiva.

O que poderia reunir um velho homenzinho, um grilo sem teto, uma boneca de pano, uma menina órfã, um gigante medroso e uma casa abandonada?

A solidariedade! É a solidariedade de todos que vai permitir que o sonho de cada um se torne realidade.

O livro "Ah... Nisso eu não tinha pensado!" (de Ludovic Souliman) é um conto acumulativo sobre solidariedade, e atividades ideais envolvem explorar a estrutura repetitiva, discutir temas como especulação imobiliária e solidariedade, criar enredos contemporâneos com a mesma lógica (um personagem tenta resolver um problema, falha, outro tenta, etc.) e usar a história para atividades artísticas como desenho, colagem, dramatização ou até pensar em finais alternativos, incentivando a criatividade e a reflexão sobre o "fazer o bem". 

Uma cidade imensa, cheia de luzes à noite, barulhos de vida, milhões de pessoas fechadas à chave, que assistem aos recados da televisão: “Sejam prudentes, está frio!”, “Perigo de enchente”, “Ondas de atentados”. 
Entre os prédios gigantes, um homem vive um dilema: sua casinha precisará ser demolida. 
A ordem de despejo veio dura e, por mais que resistisse, ele precisou sair. 
É aí que começa esta doce jornada em um mundo cruel aos oprimidos, mas que a solidariedade dá um caminho de esperança. 
Ideias de Atividades:
  1. Criação de Enredos:
    • Mundo Real: Proponha criar histórias com a mesma estrutura acumulativa, mas com conflitos do dia a dia (ex: um vizinho com um problema, outro vizinho que não resolve, e um terceiro que traz a solução).
    • Personagens Inusitados: Peça para inventar personagens diferentes (um velho, um grilo, uma boneca) para resolver um problema.
  2. Análise da Estrutura:
    • Identificação da Repetição: Peça para circular as partes repetidas da história e discutir como a acumulação gera o humor e a mensagem.
    • Mural Colaborativo: Use um mural para que todos compartilhem suas ideias e observações sobre a história.
  3. Atividades Artísticas e Expressivas:
    • Desenhos e Colagens: Recriar os personagens ou cenas com colagens e desenhos.
    • Teatro de Fantoches/Sombras: Dramatizar a história, incentivando a criação de novos diálogos.
    • Final Diferente: Discutir e criar um final alternativo para a história.
  4. Discussão e Reflexão:
    • "Fazer o Bem": Pergunte o que cada um faria para ajudar alguém e como "fazer nada" é a pior solução, como na história.
    • Temas Atuais: Debater temas como a solidariedade e o cuidado com os mais velhos, presentes no livro. 
Essas atividades ajudam a explorar a riqueza do livro, conectando a tradição narrativa com a realidade dos leitores e promovendo a criatividade e a reflexão. Fonte Google
Proposta de trabalho: AQUI
Ouvindo: AQUIAQUI

Solidariedade: AQUI
Políticas públicas: AQUI
Superação: AQUI
Pertencimento: AQUI
Afeto: AQUI
Literatura afetiva/Acolhimento: AQUI
Campanha Fraternidade 2026: AQUI
Narrativa acumulativa: AQUIAQUI





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segunda-feira, janeiro 05, 2026

O livro das casas>Campanha da Fraternidade 2026>Moradia>Pertencimento>Solidariedade>05/01/2026


Ricardo Azevedo
Você sabe qual é a casa da pulga? E a casa da imaginação? E a da bagunça? Afinal onde ela mora? Neste livro, Ricardo Azevedo nos propõe inventar imagens que dialoguem com textos escritos a partir da definição de uma casa. As belas imagens criadas pelo autor não pretendem ser uma leitura única, pois é possível criar muitas outras imagens igualmente válidas e interessantes a partir dos textos do livro. Para o leitor, participar desse diálogo e até imaginar outras possibilidades pode ser uma experiência rica, lúdica e divertida.

Como o título se alinha aos propósitos da Campanha da Fraternidade 2026?
Essa é uma obra que, assim como o Tema e Lema da CF 2026, nos convida a usar a imaginação sem moderação, pois somos parte de um todo muito organizado, que nos pede cuidado e responsabilidade ética. Cada um de nós compõe a sua história e cada ser em si carrega o dom da paz, o dom de ser feliz. 
É assim que “Fraternidade e Moradia” nos guiam em 2026 rumo a construirmos nossas casas alicerçadas nos valores da temperança e da harmonia, do singelo amor a Deus e do singelo amor ao próximo.

Ouvindo: AQUIAQUI

O livro das casas/Liana Leão/Guilherme Zimoner

O Livro das Casas, com texto de Liana Leão e desenhos de Guilherme Zamoner, é um livro-inventário sobre os modos de habitar o mundo, sobre a diversidade de modos de estar sobre a Terra. Trabalha poética e filosoficamente o conceito de casa; ao falar de casas, reflete sobre o lugar da criança e de outros seres que habitam o mundo. 
O livro parte conceitualmente de uma experiência básica para qualquer criança, mesmo a mais pequenina: a vivência da casa. 
A partir daí, brinca, com humor, com outras casas possíveis: casas-ninho, casas-iglu, casas-buraco-do-tatu, casas-ovo.
Ainda em outro momento, Zamoner novamente acerta na mosca quando, para ilustrar a pergunta 
“E casa para os sem-casa, existe?”, abandona sua habitual página cheia e rica em detalhes e opta por uma página quase em branco: calçada vazia, sentam-se o mendigo, dois ratinhos e o sapinho, de costas para o leitor, e espiam o infinito, esperando talvez um amanhã melhor, quando, talvez, cada brasileiro possa ter um teto sobre a cabeça. Continua: AQUI

Ouvindo: AQUI

Solidariedade
"Solidariedade é manifestar o sentimento de empatia com o intuito de confortar ou ajudar alguém, ou contribuir para o bem de todos. É também uma forma de se relacionar com os outros, pensando no bem-estar coletivo. A solidariedade é essencial para criar uma sociedade em que as pessoas se importam umas com as outras e trabalham juntas para superar desafios. Isso faz com que a comunidade se torne mais forte e justa."
"Na escola, a solidariedade desempenha um papel fundamental na formação integral dos alunos, não apenas nos aspectos acadêmicos, mas principalmente na esfera humana e social. É no ambiente escolar que as crianças e adolescentes experimentam suas primeiras interações sociais significativas fora do núcleo familiar. Essas interações são cruciais, pois é por meio delas que os estudantes aprendem a conviver com a diversidade, a respeitar as diferenças e a trabalhar em conjunto para o bem comum. Assim, a solidariedade torna-se um pilar essencial para o desenvolvimento de habilidades sociais, de empatia e de um senso de comunidade entre os alunos."
Antes de enxergar o outro, a criança precisa reconhecer o “eu” — outro pilar fundamental estabelecido pela BNCC. Por isso, é muito importante incentivar o autoconhecimento e o autocuidado como partes integrantes da formação dos alunos. Continua: AQUI

Para a Campanha da Fraternidade 2026, focada em "Fraternidade e Moradia" com o lema "Ele veio morar entre nós" (Jo 1,14), a literatura infantil deve explorar temas como direito à moradia digna, justiça social, diversidade e acolhimento, usando livros que abordem esses valores de forma acessível e lúdica, como obras que falam de casa, comunidade, convivência pacífica e superação, como "Casinha de Bichos" ou histórias que despertam empatia e solidariedade

Fraternidade: Literatura afetiva/Solidariedade/Pertencimento
Conecte com o Texto-Base: Utilize as orientações da CNBB para o público infantil, que oferecem roteiros e linguagem adequados ao tema da moradia.
Texto base para crianças: AQUI
Foco no Lúdico e na Empatia: Livros que usam a imaginação e convidam à identificação com o outro são ótimos para sensibilizar as crianças sobre a importância de um lar.
Promova a Diversidade: Histórias que mostram diferentes formas de moradia e culturas ajudam a construir uma visão de fraternidade universal.
Ações Práticas: Conecte a leitura com ações concretas, como a criação de "casinhas" imaginárias ou reais (brinquedos), e a reflexão sobre o que é ter um lar. Fonte Google

Casinhas de bicho: Lar e pertencimento:  AQUI

A caixa: Claude Ponti: Apresenta o potencial lúdico de um objeto simples (uma caixa) para criar uma casa, estimulando a imaginação e a ideia de transformar um espaço em um lar, mesmo com poucos recursos. AQUI

Meu coração perguntou: AQUI
O gigante mais elegante da cidade: AQUI
Uma casa para dez: AQUI
Solidariedade: AQUI
Políticas públicas: AQUI
Superação: AQUI
Pertencimento: AQUI
Afeto: AQUI
Literatura afetiva/Acolhimento: AQUI
Campanha Fraternidade 2026: AQUI
Moradia: AQUI
Casa: AQUI
Ricardo Azevedo: AQUI



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domingo, janeiro 04, 2026

Uma casa para dez>Narrativa acumulativa>Literatura lúdica/Fraternidade/Moradia para todos> 04/01/2026

 

Caio Riter/Graça Lima

Esta história é sobre uma casa que não era nada engraçada, pelo contrário, ela era bem triste. 
Estava sempre vazia e solitária. Um dia, cansada de ser oca, a casa anuncia: 
“Venha habitar este chão!”. 
O convite é rapidamente atendido e bichos das mais variadas espécies vão chegando um a um. 
O galo é o primeiro, seguido da girafa, depois da cobra... E a casa vai se enchendo de uma turma muito animada. Mas depois de muita festa, chega a hora de se retirar. 
Neste livro o leitor é convidado a contar os animais que vão chegando e que depois, cansados de tanta folia, vão saindo, em uma divertida brincadeira de adição e subtração.


Palavras-chave:

Contagem, adição, subtração, animais, animais da fazenda, bichos, brincadeira educativa, casa animada, história infantil, matemática para crianças, aprendizado lúdico, educação infantil, diversão, turma animada, ensino.


Ouvindo: 
Uma casa triste que se transforma em um lar cheio de vida.
Embarque nessa aventura cheia de amizade e diversão! AQUI

Suplemento literário: AQUI

Fraternidade e moradia
A Campanha da Fraternidade 2026 convida todos a refletirem sobre a importância do amor ao próximo, da empatia e da solidariedade, valores que também permeiam diversas obras da Editora do Brasil. AQUI

Caio Riter: AQUI
Casa: AQUI
Moradia: AQUI
Narrativa acumulativa: AQUIAQUI
Campanha da fraternidade 2026: AQUI
O que é que tem no seu caminho? AQUI




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quinta-feira, janeiro 01, 2026

Meu coração perguntou>Acolhimento>Valores>Virtudes>Boas práticas> Reciclando o coração> 01/01/2026



Selma Said

Trabalhando valores humanos
Meu coração perguntou: AQUI
Cantando: Escutando sentimentos: AQUI


Atividade de acolhimento: Educa Desafios
A atividade de colorir uma imagem temática para o início de 2026 vai muito além do entretenimento; ela é uma ferramenta pedagógica poderosa para o acolhimento e o desenvolvimento infantil.
Aqui estão os principais pontos sobre a importância dessa atividade:
1. Acolhimento e Sentimento de Pertencimento
Ao colorir uma imagem que diz “Bem-vindos 2026”, a criança se sente parte do novo ano letivo.
Ela deixa de ser apenas uma espectadora e passa a ser a criadora do seu próprio espaço, ajudando a diminuir a ansiedade da volta às aulas.
2. Desenvolvimento da Motricidade Fina
Colorir dentro dos limites do desenho exige controle muscular e coordenação olho-mão.
É um exercício essencial que prepara os pequenos para a escrita, ajudando a firmar o traço e o manuseio do lápis ou giz.
3. Internalização de Valores (As Palavras-Chave)
Enquanto a criança pinta palavras como Amor, Carinho e Amizade, o professor pode conversar sobre o significado delas. Isso ajuda na alfabetização e, ao mesmo tempo, na educação socioemocional, fixando esses conceitos de forma lúdica.
4. Expressão da Identidade e Criatividade
Cada criança escolherá cores diferentes para o “Pincel” e para os “Meninos e Meninas”.
Essa escolha reflete como ela vê o mundo, permitindo que ela se expresse livremente e ganhe confiança em suas decisões estéticas.

A professora encantadora: AQUI
Dinâmica/Valores/Virtudes: Meu coração perguntou: AQUI
Duas dúzias de coisinhas à toa que deixam a gente feliz: AQUI
Felicidade: AQUI
Você já encheu um balde hoje? AQUI
Acolhimento: AQUI
Afeto: AQUI




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