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Olá amiga(o) ,
Fui professora dos projetos "Estímulo À Leitura",
"Tempo Integral" e a favor da leitura lúdica,
afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog, não se
esqueça de citar o "Linguagem" como fonte.
Você, blogueira sabe tanto quanto eu, que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
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Venha conferir,
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Krika.
30/06/2009

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sábado, outubro 13, 2012

Cultura popular>Continentes>Ásia>Japão>Máscaras>5ªparte>13/10/12


Teruteru bozu

É a história de um monge budista que ajudava os agricultores. Ele realizava preces que paravam as fortes chuvas que prejudicavam as plantações.
Teru Teru Bozu, que traduzido significa algo como "Monge do Bom Tempo", é um bonequinho de papel ou tecido que as crianças japonesas fazem e penduram na janela para pedir por um dia ensolarado.
Os fazendeiros do Japão começaram a prende-los na janela como amuleto.
O amuleto supostamente tem poderes mágicos para trazer bom tempo e prevenir ou parar os dias de chuva. Teru Teru Bozu ficaram populares durante o Período Edo pelas camadas urbanas, em que as crianças faziam um dia antes do dia em que queria bom tempo.

Hoje em dia, crianças fazem teru-teru-bozo com papel para não chover nos dias de excursão escolar ou de piquenique. Pendura-lo de cabeça para baixo significa que estão pedindo para por chuva. Os Teru teru bozos invertidos ainda são comuns.
Existe uma famosa warabe uta, ou cantiga de roda japonesa, associada ao teru teru bozu:

Teru-teru-bozu, teru bozu
Faça amanhã um dia ensolarado
Como o céu de um sonho que tive
Se estiver sol eu te darei um sino dourado
Teru-teru-bozu, teru bozu
Faça amanhã um dia ensolarado
Se meu sonho se tornar realidade
Nos beberemos muito vinhos doces feitos de arroz
Teru-teru-bozu, teru bozu
Faça amanhã um dia ensolarado
Mas se chover você estará chorando
Então eu cortarei a sua cabeça com a tesoura




Segundo a lenda, esse costume é por causa de um monge budista que ajudava os agricultores. Ele realizava preces que paravam as fortes chuvas que prejudicavam as plantações. Quando o monge não conseguiu trazer o dia ensolarado teve sua cabeça cortada. Daí o motivo por ter que cortar a cabeça do boneco comuma tesoura, caso a simpatia não funcione.
Também não se pode desenhar cabelos no boneco, já que ele representa um monge, e os monges são carecas. Se a simpatia der certo deve molhar a cabeça do boneco com saquê. Há quem diga que este amuleto tem poderes mágicos para trazer um tempo bom e para impedir ou prevenir um dia chuvoso.
Tem até uma cantiga de roda do Teru Teru Bozu, que as crianças adoram. E para fazer é muito fácil, você pode usar qualquer coisa que você tem em sua casa, como toalha de cozinha, papel ou tecido, algodão para preencher a cabeça do boneco e uma cordinha ou barbante para amarrar a cabeça. Para ficar mais engraçadinho, desenhe uma carinha feliz!





Saberes da educação
Editora Minuano
As máscaras em diferentes culturas
Autor :Frederico Marcelo Crochet
Investigar o uso de máscaras em diferentes épocas e culturas.
Incentivar o trabalho de pesquisa em livros, revistas, jornais e/ou na internet.
Produzir máscaras com materiais alternativos.
Duração das atividades
5 aulas de 50 minutos
Estratégias e recursos da aula
Aula 1:
O professor introduzirá o tema estudando, com os alunos, o texto “História das Máscaras” de Ana Lucia Santana presente no Site:
É necessário enfatizar que o uso de máscaras, em algumas culturas, permitiam acesso a dimensões espirituais invisíveis, em outras, davam mais vida às narrativas.
Em alguns povos a máscara era utilizada para ornamentar os mortos, enquanto que em outras civilizações estavam presentes em diversos festejos.
Dessa forma, o professor poderá chamar atenção para o uso das máscaras em diferentes épocas e por civilizações distintas.
Isso será melhor assimilado pelos alunos através de imagens, projetadas ou impressas, de exemplos de máscaras ao longo da história.








Máscara do filme V de Vingança, Estados Unidos 2006.


Após a exposição das máscaras, o professor pedirá que cada aluno faça uma breve pesquisa sobre o tema, pedindo que eles busquem em livros, revistas e/ou internet alguma imagem de uma máscara que lhes chamem atenção.
É importante que o aluno também identifique a origem e as funções da máscara por eles escolhidas. O trabalho deverá ser apresentado na aula seguinte.
Aulas 2:
Tendo, os alunos, realizado suas pesquisas, o professor disponibilizará o local da escola onde melhor serão apresentados os trabalhos para as turmas.
É importante que esse ambiente possibilite um debate acerca das diversas origens e funções das máscaras selecionadas pelos alunos.
Ao final da aula, o professor anunciará que a partir da próxima aula, os alunos construirão suas próprias máscaras, portanto, eles já devem ir pensando nas formas desejadas para as mesmas.
Aula 3:
Para terceira aula, é necessário que o professor disponibilize os seguintes materiais:
- Bolas de soprar
- Revistas ou jornais que possam ser recortados
- Cola
- Pincéis
- Tesouras
Os alunos produzirão uma máscara de rosto inteiro com materiais de fácil acesso a todos.
Com a bola de soprar, os alunos farão o molde onde a máscara será construída.
O professor pedirá que cada aluno encha uma bola do tamanho do próprio rosto e as amarre para que o ar não escape.
Em seguida, será feita uma mistura de cola e água para que os alunos colem pedaços de papéis de revistas ou jornais em uma das metades da bola cheia.
Esse processo será facilitado se os alunos usarem pincéis para espalhar a cola.
É importante lembrar aos alunos que quanto mais camadas de papéis forem utilizadas, mais dura ficará a máscara, e por consequência, mais resistente.
Ao colar os papéis na bexiga, dois espaços devem ser reservados pra os olhos.
Os alunos poderão optar se também querem reservar espaço para a boca e o nariz.
Concluída a parte dos moldes, o professor disponibilizará um espaço para que os mesmos possam secar e pedirá para que, em casa, os alunos procurem materiais diversos para fazerem o acabamento das máscaras e os tragam na aula seguinte.
Para isso eles devem pensar na função da máscara que será criada por eles. (religiosa, festiva, assustadora, teatral, etc).
Sugestões de materiais: Retalhos de tecidos, terras, miçangas, sementes, papéis coloridos, folhas, etc:
Aula 4:
O professor entregará os moldes, já secos, para que os alunos criem seus próprios acabamentos.
A bola de soprar poderá ser estourada e retirada do molde.
O professor deve orientar os alunos a colar os materiais por eles escolhidos em suas respectivas máscaras e discutir a cerca da função selecionada para as mesmas, sem, com isso, intervir nas decisões e na criatividade dos alunos.
Aula 5:
Com as máscaras prontas, o professor pedirá que os alunos criem um pequeno texto explicando as funções da máscara por eles criada.
O aluno poderá exercitar sua imaginação criando culturas, povos ou, até mesmo, países imaginários, ou se focar em exemplificar uma cultura já existente na qual sua máscara se baseou.
O professor escolherá, junto com alunos, um local na escola onde as máscaras serão expostas junto com o texto explicativo, imitando uma exposição de museu.
Recursos Complementares
Mais informações sobre o uso da máscara no decorrer da história:
Site com diversas imagens de máscaras de diferentes funções:
Avaliação
A avaliação será realizada durante todo o processo e em especial ao final, quando todos os trabalhos serão expostos na escola.
O processo avaliativo considerará a participação e empenho na realização das atividades, o entendimento do tema abordado, além da contribuição e respeito à exposição oral dos colegas.








Máscara de Bali
Coleção saberes educação
Editora Minuano

 


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