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Colaboração e Direitos

Colaboração e Direitos Autorais
Olá amiga(o) ,
Fui professora dos projetos "Estímulo À Leitura",
"Tempo Integral" e a favor da leitura lúdica,
afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog, não se
esqueça de citar o "Linguagem" como fonte.
Você, blogueira sabe tanto quanto eu, que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
receber um elogio...
Venha conferir,
seja bem-vinda(o)
e que Deus nos abençoe.
Krika.
30/06/2009

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8 ANOS DE LITERATURA INFANTIL

domingo, janeiro 31, 2010

Valores - Hora da leitura - Projeto Pequenas ternuras 31/01/10



Projeto Pequenas Ternuras - Sugestões
Oficina: Hora da leitura
Tema: Palavras mágicas
A escola é difusora de valores e atitudes, portanto os princípios devem nortear nossas vidas e nos ajudar a compreender o porquê de nossos comportamentos .
O professor agindo de maneira coerente com seu próprio modo de pensar e passando estes significados para seus alunos, estará trabalhando os valores em sala de aula e consequentemente atendendo a proposta política e pedagógica de sua escola.
Séries: Todas do ensino fundamental (basta adaptar)
Objetivos: Incutir no aluno questões atitudinais.
(De acordo com a revista Nova Escola/ jan/2009)
Vivenciar valores através de uma história lúdica.
Sugestão de aplicação:
Leitura compartilhada;
Teatro, dramatização;
Leitura e interpretação através de conversa informal;
Crie sua maneira de aplicar e conte-nos como foi.


Primeira História:As palavras cor-de-rosa e as palavras cinzentas
Um dia, sem se saber muito bem porquê, tudo aconteceu de repente: as palavras cor-de-rosa desapareceram do planeta.
O que são palavras cor-de-rosa?
São palavras delicadas, como: Obrigado, Faça favor, Se não se importa, És tão importante para mim. Palavras tão doces que são como mel no coração.
Seria obra do mago Cinzento, que só gostava do salgado, do picante e do amargo?
Não… Eram os homens que, vá lá saber-se porquê, preferiam as palavras picantes, amargas e salgadas.
Naquela época, existiam na terra lojas de palavras cor-de-rosa e lojas de palavras cinzentas. Os vendedores de palavras cor-de-rosa vendiam: Amo-te, Penso em ti, Muito Obrigado, Se faz favor…
Os vendedores de palavras cinzentas vendiam sobretudo: Cabeça de alho chocho, Não me chateies, Cala o bico…
A princípio, comprava-se muito mais palavras cor-de-rosa do que palavras cinzentas. Os vendedores de palavras cor-de-rosa faziam bons negócios, e um perfume doce envolvia a terra. Os vendedores de palavras cinzentas passavam os dias à espera, porque só tinham clientes uma ou duas vezes por ano, por alturas de grandes zangas.
No entanto, um dia, os homens puseram-se estranhamente a comprar palavras cinzentas. Havia uma crise de emprego, uma greve de corações.
Os patrões compravam muitos Vá pregar a outra freguesia, Está bem arranjado, homem, Obrigado pelos seus serviços mas está despedido.
Havia guerras entre famílias, divórcios, casais que já não se entendiam. Invejas entre irmãos, zangas… Comprava-se vários Já não gosto de ti, Acabou tudo.
Nas lojas de palavras cor-de- rosa, muitos Obrigado, Por favor, Gosto de ti, ficavam por vender.
— Para o diabo com as palavras doces — diziam os homens.
— São caras e não trazem nenhum benefício.
Os vendedores de palavras cor-de-rosa, desolados, já não sabiam onde as armazenar.
As lojas cor-de-rosa fechavam umas atrás das outras.
Passa-se, Fechado por morte do proprietário, Liquidação total, Quinze palavras cor-de-rosa pelo preço de uma. Mas, mesmo a preços módicos, elas não atraíam ninguém.
As lojas de palavras cinzentas, essas sim, prosperavam. Porque, e isso é bem conhecido, as palavras feias são contagiosas. Se no recreio te lembrares de lançar uma, receberás dez em troca!
Abriram-se mesmo lojas especializadas em palavras feias, risos grosseiros, insultos horríveis. E os vendedores cinzentos trabalhavam dia e noite para descobrirem jóias raras, as palavras mais horríveis e mais maldosas!
Como receavam ficar sem provisões, como costuma acontecer em tempo de guerra, as pessoas começaram a fazer conservas de palavras cinzentas.
 Congelaram-nas às dúzias, empilharam-nas nos armários da cozinha, nos guarda-fatos, debaixo das camas.
Ao menor atrito, ao mais pequeno gracejo, à mais insignificante discussão, ia-se à reserva: Cala o bico, Vai ver se chove, És um atraso de vida, Ó gordefas, e assim por adiante!
Os aniversários tinham lugar no meio dos piores insultos.
Cantarolava-se Infeliz aniversário, infeliz aniversário, lançando-se uma bomba de palavras feias no meio da festa. Entre os adultos, para se festejar a passagem do ano, comia-se as passas e bebia-se sumo de peúgas pretas, no meio de gracejos do género:
— Desejo-te um ano péssimo… e, principalmente, muito pouca saúde!
E, quando se abriam os presentes, era um concerto de gemidos:
— Que feio! Como é que tiveste uma ideia tão má?
É, de fato, o presente que eu menos queria receber!
Antes das aulas, as crianças corriam para as lojas cinzentas e enchiam os bolsos de palavras feias para a hora do recreio. Antes das férias, os adultos também lá iam, para encherem as malas de palavras cinzentas, de piadas estúpidas, que atiravam pela janela na auto- estrada, entre as sandes e o café, durante os engarrafamentos: Ó aselha, vai mas é plantar batatas!
À face da terra, a atmosfera era glacial. O sol, que tem medo das grosserias e dos arraiais de pancada, recusava-se agora a brilhar. Lembrava-se de outros tempos, em que era acolhido de braços abertos:
— Está bom tempo! Que maravilha! Obrigado, amigo sol… Oh, meu Deus, como gosto do sol…
Em vez disso, ouvia-se agora:
— Que calor horrível! Bolas!
Então as nuvens invadiram o céu, e a terra mergulhou num período glacial. Toda a gente tinha frio. As pessoas recusavam-se a despir-se, já não faziam festas umas às outras, já não nasciam bebês. A terra estava tão triste, sem flores nem palavras cor-de-rosa!
No entanto, um rapazinho não queria habituar-se às palavras cinzentas.
Talvez por, no seu bolso, ter ficado uma palavra cor-de-rosa meio gelada.
“Eu”, dizia Pedro, “não quero um mundo onde mais ninguém canta; onde não se diz bom dia, nem obrigado, onde há sempre tanto frio. Vou ver se encontro o sol.”
O rapazinho caminhou durante muito tempo, escalou colinas geladas, pequenas e grandes montanhas, vulcões extintos.
Por fim, após meses e meses de árdua caminhada, chegou exausto à casa das nuvens.
— Toc, toc — bateu. — Venho à procura do sol.
— Oh, oh! — exclamou a nuvem-chefe, que se tinha apoderado do céu cinzento.
 — Olhem só para isto… Um fedelho ridículo que vem à procura do senhor sol!
O sol não aparece a ninguém! Desde que as palavras cinzentas tomaram o poder, somos nós, as nuvens pardacentas, que somos os chefes.
Dito isto, virou as costas e fechou-lhe a porta na cara.
O rapazinho sentou-se, confuso. Como responder?
Não trazia no bolso uma única palavra cinzenta.
Então, começou a chorar.
A nuvem olhou para ele surpreendida: já há muito tempo que não via ninguém chorar!
Naquele universo glacial, todos os olhos estavam gelados, todos os corações estavam frios.
— Pára com isso imediatamente! — gemeu a nuvem.
— Se não, vou fazer cair um aguaceiro. (Porque as nuvens têm habitualmente a lágrima ao canto do olho.)
Finalmente comovida, tomou, lá no íntimo, a decisão de o ajudar.
— Olha — disse-lhe. — Aquela bolinha amarela ali em baixo é o sol.
Pedro abriu os olhos e viu de fato uma bola de bilhar perdida na imensidão do azul:
era o sol, que estava a desaparecer por causa dos maus-tratos.
Já no limite das forças, o rapazinho caminhou em direção da pequena bola amarela.
— Bom dia — cumprimentou. — Vim buscar-te.
Tudo se tornou cinzento na terra. Temos frio, sentimo-nos mal.
Nunca nos rimos, nunca dizemos palavras delicadas. Tens de voltar.
E o sol e o rapazinho começaram ambos a suspirar, pensando naquela “época cor-de-rosa”.
— Tens de voltar — insistiu Pedro.
— Vou, a título de experiência — resmungou o sol.
— Mas atira primeiro para a terra estas palavras cor-de-rosa.
Assim, o meu regresso será mais agradável.
O sol deu ao menino um conjunto de palavras cor-de-rosa: Por favor, É simpático da tua parte, Muito obrigado, Gosto muito de ti, Amor da minha vida, Se não se importa, etc.
O rapazinho meteu-as nos bolsos, na boca, no boné, nas meias, em todo o lado.
Todas as que ele conseguisse levar.
Regressou à terra e distribuiu-as ao acaso.
De repente, nos engarrafamentos, as pessoas começaram a desdobrar os papelinhos cor-de-rosa: Faz favor de passar, Que tempo tão bonito, não acha?, Pode ir à minha frente, não tenho pressa nenhuma…
Nos recreios, começaram a ouvir-se novamente risos simpáticos e palavras como: És o meu melhor amigo, Claro que podes entrar no jogo…
Em casa, as crianças voltaram a usar palavras cor-de-rosa: Obrigada, mamã, Por favor, Desculpa, não fiz de propósito…
Nos aniversários, cantava-se alegremente e, nas festas da passagem do ano, formulava-se votos de felicidade e de saúde.
O sol voltou a brilhar e a deitar-se todas as noites na sua nuvem cor-de-rosa.
E, juro-te, os vendedores de palavras cor-de-rosa começaram a fazer fortuna!
Abriram-se mesmo outras lojas especializadas em sorrisos, em suspiros de satisfação, em delicadeza, em cortesia, em civismo… Foi como mel no coração.
Quanto às palavras cinzentas, decidiram, diante de tanta felicidade, desarvorar com quantas patas cinzentas e peludas tinham. E, quando alguma se lembrava de vir meter o nariz, garanto-vos que não ficava por muito tempo.


Segunda história:
Violetas e a humildade
Tudo parecia em movimento...
A rosa vermelha diz : Ah! Que linda tarde! Não é mesmo queridas amigas?
Realmente! Responderam as flores vizinhas. –Vamos ter uma noite linda.
A rosa vermelha suspira: "Que pena! a noite vem me obrigar a dormir.
Gosto tanto da luz do dia, porque ela faz com que todos me admirem!"
Minha prima você é sem dúvida muito bonita, mas isso não é motivo para tanta vaidade, falou a rosa branca.
"Ora , rosa branca , você então não sabe que nós, as rosa vermelhas , somos as flores mais procuradas e admiradas?
Somos nós que enfeitamos as casas ! E é o nosso perfume o mais gostoso!" – Todas as outras flores desaparecem diante de nossa beleza.
Protesto, exclama uma linda orquidea, eu não sou isso que você disse. Apenas me utilizo das plantas maiores para ficar mais alta e poder receber a luz do sol.
Não prejudico a ninguém.
– Não seja vaidosa prima! Fala a rosa branca, lembre-se que Deus nos criou de acordo com sua sabedoria e não devemos brigar por causa disso. Somos todas irmãs e todos gostam de nós.
Rosa branca tem razão, diz o grande cravo amarelo!
Devemos viver em harmonia!

Vejam a violeta, por exemplo! È a flor que há em maior quantidade neste jardim e, entretanto a ninguém incomoda, todos a respeitam e estimam porque nunca se vangloriou apesar de ser muito apreciada.
-"Oh! O senhor está defendendo essa florzinha insignificante que vive ai metida nessas folhas e sem mostrar-nos suas pétalas tão pequenas, imaginem quem há de gostar de uma flor roxa?"
Senhora rosa vermelha, por favor! Exclamou o cravo amarelo, se defendo a violeta é porque a estimo, garanto que todos fariam isso.
"Sim , sim, dizem todas , nós também a defenderemos."
"Obrigada, amigas, obrigada" - agradece a violeta comovida.
Olhem só! Diz a rosa vermelha, essa violetazinha que vive escondida para que ninguém veja sua feiura,quer se fazer agora de boazinha. Enquanto o nosso perfume e beleza se espalham pelos ares, a violetazinha sem perfume nem sequer se mostra, é mesmo sem graça!
Engana-se minha cara!" - fala a rosa branca. Violeta tem um perfume muito mais delicado que o nosso, e é muito bela, apesar de pequenina . É a flor que demonstra maior sentimento, mais sinceridade quando é dada a alguém, porque é simples e humilde.
"Ora, como ousas falar-me assim!"
Nisso, a rosa vermelha interrompe-se e todos se calam porque duas crianças se aproximam.
- Oh! Que bela rosa vermelha ! Exclama uma delas, e estende o braço para segurá-la.
Logo porem o tira , com um grito de dor. –Tão linda e tão má, maninho , machucou-me o dedo! Mostrando o dedinho picado e saindo sangue.
As rosas são assim mesmo maninha, diz o menino. Eu prefiro as violetas. Veja quantas!
Estas são lindas e não machucam ninguém. E colhendo um raminho de florzinhas, deu-as a irmã, e os dois afastaram-se sorrindo.
Viu minha prima? Fala a rosa branca.- A humildade da violeta a fez mais apreciada.
Rosa vermelha reconheceu seu erro e desculpou-se com as amigas que sorriram, compreendendo que todos nós temos rosas e violetas no coração.
BIBLIOGRAFIA:
Textos retirados da internet.
Pesquisas em sites pedagógicos.
Blog Projetos e ideias


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